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História Um Mundo Sobrenatural - A Escuridão Da Loba Branca - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


Boa leitura 😘

Capítulo 4 - Chapter 2


Na manhã seguinte Cistyne acordou cedo como era de seu costume habitual, tinha de ir para a escola, e como sempre se levantou às 5hs3min da manhã, ela não havia dormido muito naquela noite, tinha problemas com insônia, então passara boa parte da noite arrumando seu quarto e terminando a série de mangá que estava lendo, sendo assim dormiu por cerca de duas horas e meia, mas ela já havia se acostumado com isso.


Ela saiu da cama sem demora, se dirigiu ao guarda-roupa e pegou o uniforme, aquele ridículo uniforme colegial, não é feio, mas esquisito.


Ela vestiu a camisa de malha preta de colarinho branco, a saia cinza escura comprida o bastante para ir até um pouco acima do joelho, a meio roxa-vinho indo até o meio da canela, calçou os all-star vinho com símbolo do colégio, prendeu o laço roxo-vinho e branco listrado no pescoço escondendo a fita com o colarinho da camisa de malha, pegou o suéter cor roxo-vinho e o deixou pendurado na cabeceira da cama.


Cistyne arrumou os cobertores sob a cama, ela estava quase pronta, abriu a gaveta do criado mudo e tirou dali um batom rosa claro, uma máscaras de cílios e um pequeno espelho, fez uma rápida maquiagem, mas ela logo bateu a mão na testa, não tinha tomado café da manhã ainda, teria de passar o batom mais uma vez, ela deixou tudo em cima da cama e foi até a porta do quarto destrancou— a e saiu em silêncio estava um pouco escuro, mas já estava acostumada à andar as segas por aquela casa, desceu até o primeiro andar e foi para a cozinha, pegou o pote de chocolate em pó do armário e o colocou sob a pia, fez o mesmo com o leite da geladeira e a caneca no outro armário, preparou para si um achocolatado, não se deu o trabalho de esquentá-lo no microondas, gostava de achocolatado frio, bebeu todo o conteúdo da caneca, e pós na pia, tratou logo de lavar a louça que sujara, se sua prima chegasse antes dela terminar, iria se aproveitar de Cistyne estar lavando tudo.


Ela logo acabou secou a louça e depois as mãos, foi para o banheiro ao lado de seu quarto, escovou os dentes e voltou para passar o batom novamente nos lábios, terminado jogou tudo de volta na gaveta.


Pegou o celular de cima da escrivaninha o tirando do carregador, estava um pouco cedo para sair, ainda era 6hs11min, então pegou um livro da prateleira e se sentou na cadeira ali em frente, passado quinze minutos o celular despertou o alarme assim como havia configurado para fazer na noite passada, ela guardou o livro na prateleira novamente, vestiu o suéter, colocou o celular no bolso conectado aos fones internos e por fim pegou a mochila de couro preta com um chaveiro de coruja que seu tio havia dado a ela, ele dizia que era um amuleto de sabedoria.


Estava pronta, saiu do quarto e trancou a porta colocou a chave no bolso do suéter, desceu as escadas e percebeu o silêncio, sua prima não havia acordado ainda.


// Acho que alguém vai se atrasar para o colégio hoje! \\ — Cystine pensou consigo mesma.


Ela riu para si mesma enquanto olhava na direção da escada, resolveu fazer sua primeira maldade do dia, não iria avisar ou acordá-la, saiu de casa trancando a porta, a manhã estava um pouco fria, mas já estava acostumada com aquele clima gélido de todas as manhãs.


Ela seguiu seu caminho em silêncio ouvindo música nos fones de ouvido, mas levou um susto quando um peso foi jogado sobre seu corpo, ela case caiu no chão, olhou para trás e viu acara de alegria de sua melhor amiga, Beatriz, Cistyne tirou um dos fones da orelha e cumprimentou a amiga.


—Bom dia Bia! — deu um sorriso fraco.


—Bom dia Cis! — sorriu de orelha à orelha.


Beatriz é um pouco mais alta que Cistyne, tem os cabelos negros e cacheados mais compridos que o de Cistyne, pele clara, olhos castanhos claros.


— Cadê o Ben? — quis saber Cistyne.


—Achei que você estivesse com ele! — comentou confusa.


A musica nos fones parou e Cistyne sentiu o celular vibrando no bolso, tirou os fones e pegou o aparelho, olhou na tela e viu que era uma ligação.


— Falando no demônio... — deixou a frase no ar mostrando a tela para a amiga.


— Não fala assim do meu irmão! — repreendeu Bia fazendo Cistyne rir antes de atender a ligação.


Ligação on:


—O que você quer?— perguntou rude Cistyne.


— Bom dia para você também, princesa!— respondeu cínico o garoto, ela revirou os olhos após ele a chamar "princesa".


—Já falei para não me chamar de princesa!— falou levemente irritada


— Mas o que eu posso fazer, eu só estou dizendo a verdade, sua beleza é semelhante ao de uma princesa, se não é ainda maior!— falou no seu típico tom galanteador, o que deixou Cistyne irritada, fazendo com que o deixasse sem resposta alguma e desligasse a ligação.


Ligação off:


Colocou o celular no bolso novamente, enquanto bufou, 


//Ele não toma jeito \\


Beatriz somente lamentou pelo irmão, tinha pena dele, bom às vezes. Novamente o celular de Cistyne vibrou antes que ela pudesse tirar a mão do bolso, levou o aparelho e viu que Benjamin novamente estava à ligar.


Ligação on:


— O que é agora?— perguntou com fiz de tédio.


— Poxa Cistyne, precisava desligar na minha cara?— perguntou magoado.


— Sim, precisava!


— Que mau humor! Credo, logo de manhã...


— O que você quer?— perguntou novamente.


— Só queria te convidar para tomar um lanche comigo antes do colégio, topa? — falou entusiasmado.


— Não— respondeu fria.


— Você é muito má princesa! — Cistyne pôde imaginar o bico de bebê chorão que o amigo fazia, e segurou um riso com isso.


— Benjamin, eu vou desligar já estou chegando ai no colégio!


— Okay!


— Até daqui a pouco Ben!


— Até princesa!


Ligação off:


Cistyne guardou o celular no bolso novamente, e suspirou, não gostava de tratar seu melhor amigo de tal forma, mas ela estava meio brava com ele.


Quando estava voltando para casa no dia anterior encontrou com o mesmo saindo de um mercado ali próximo à biblioteca, parte do caminho eles conversaram normalmente, mas Benjamin não podia deixar de estragar o bom clima entre o dois, enquanto os dois caminhavam Benjamin puxou Cistyne pela cintura colando seus corpos, e aproximou seus rostos, não tinha à mínima intenção de beijá-la por mais que esta fosse sua grande vontade de anos, queria apenas provocá-la, mas a jovem não gostou nem um pouco da brincadeira de mau gosto e empurrou Benjamin para longe e saiu bufando irritada, deixando o garoto para trás, Cistyne sempre foi uma garota de personalidade forte, se irritava fácil, essa era sua caracteriza mais marcante.


E Beatriz curiosa pelo modo como a amiga de infância havia tratado seu irmão questionou o porquê daquilo, Cistyne contou sem problema algum.


Poucos minutos depois as amigas haviam chegado ao Colégio Roberts Alvorada, se reuniram com alguns dos amigos ali, em frente a um poste de luz, Benjamin estava entre eles, mas Cistyne fez questão de nem olhar em seu rosto, o portão ainda não estava aberto, Cistyne olhou à hora no celular vendo que faltavam apenas alguns minutos para o zelador abrir os portões do colégio.



Notas Finais


Espero que tenham gostado deste capítulo!


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