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História Um Mundo Sobrenatural - A Escuridão Da Loba Branca - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


Boa leitura 😘

Capítulo 5 - Chapter 3


Cistyne adentrou os portões do colégio junto do restante dos alunos, ela se despediu brevemente da amiga, tinha de ir para a sala de edição do jornal, como havia estado ausente no dia anterior, ela tinha pouco tempo para revisar os textos dos demais membros do jornal do colégio, ela esperava que não tivesse muito trabalho.


Ela pegou seu molho de chaves e procurou pela chave daquela porta, logo a encontrando, abriu a porta no mesmo momento que Liang se aproximou com um belo sorriso nos lábios.


— Bom dia Cistyne! — a garota sorriu simpática.


— Bom dia Liang! — elas entram na sala.


Liang cuidava da área dos eventos do colégio, seu trabalho era impecável, Cistyne sabia que com ela não havia vacilo, Liang é baixa, tem os cabelos negros e curtos e olhos castanhos e puxados graças à sua origem chinesa.


— Eu terminei o artigo do evento de carnaval deste final semana, Cistyne! — Liang se sentando em frente à sua mesa.


— Ah que ótimo Li, consegue mandar para mim? — perguntou Cistyne, ligando seu computador.


— Ehh... Vem aqui olhar, se houver algum erro eu mesma já resolvo!


— Está bem, como quiser!


Cistyne se levantou da cadeira e foi até a mesa de Liang, que ficava no fundo da sala,  a garota de origem chinesa virou o monitor de lado para poder mostrar seu trabalho para Cistyne a editora— chefe do jornal, Liang começou à ler o que estava escrito, mas por algum motivo ela não parava do olhar vez ou outra por cima do ombro de Cistyne, o que fez a mesma estranhar, mas não ligou muito, preferiu prestar atenção no que a colega dizia, mas isso não foi possível por muito tempo.


— Oi princesa! — ele falou ao pé do ouvido de Cistyne o que lhe deu pequeno susto, fazendo se arrepiar toda, em seguida deu um beijo na bochecha da garota que logo percebeu quem era.


Liang começou a rir baixinho em seu lugar, Cistyne se virou com uma cara séria e encarou o amigo.


— A margarida resolveu aparecer! — ela levantou uma sobrancelha.


Benjamin sorriu galanteador, o que fez a editora-chefe revirar os olhos com desdém. Benjamin é alto, seus olhos têm um tom de azul-celeste bem claro, seus cabelos são castanhos escuros, sua pele é clara.


Benjamin cuida dos esportes no jornal, mas a razão por estar ali é mais do que óbvia, Cistyne, o garoto apenas queria ficar ali por causa de sua paixão de infância, e Cistyne mais do que ninguém sabia disso, ele sempre quem mais dera trabalho ali dentro, dava para perceber sua preguiça ao escrever a matéria e para a infelicidade de Cistyne ela não podia expulsa-lo, apenas o diretor podia fazer tal coisa, tudo que Cistyne podia fazer era escrever uma declaração e enviar para o diretor, mas de nada adiantava, sua única solução era que Benjamin pedisse para sair.


— Eu sempre admirei intensamente o seu sarcasmo é incrível princesa! — se sentou em cima da mesa da garota e colocou o pé esquerdo no estofado da cadeira e apoiou o braço esquerdo em cima da perna, apenas para provocá-la.


Cistyne olhou para Liang atrás de si, e balançou a cabeça descrente daquilo, a chinesa lhe lançou um riso fraco.


— Será que o senhor faria o favor de sair de cima da minha mesa — ela se aproximou e colocou a mão sob o encosto da cadeira antes de continuar — e tirar o pé da minha cadeira! — ela falou um pouco mais alto e puxou a cadeira rapidamente, assim fazendo o garoto perde o desequilíbrio e quase cair.


Cistyne bateu a mão sob o estofado da cadeira para tirar a sujeira do sapato que o amigo havia deixado, do lado de fora da sala o sinal indicando o fechamento dos portões do colégio tocou escandaloso como sempre foi.


— Da próxima vez faço você limpar com esse seu cabelo lambido! — ameaçou.


— Epa que eu já cheguei e a treta já começou! — comentou rindo Filippo enquanto encostava a porta.


Filippo estuda na mesma sala de Cistyne e Benjamin, tem o cabelo negro assim como os olhos, sua pele é clara lisa, tem a altura de Benjamin, ele cuida da parte crítica, em si ele crítica tudo, escreve todo o lado critico das matérias, assim como expõem algumas coisas feitas não só pelos alunos, devido à isso é bem popular, mas também devido à esta questão ele tem seus inimigos.


— Humf, se me dão licença, tenho muitas coisas a fazer! — Cistyne empurrou Benjamin de sua mesa e colocou a cadeira de volta no lugar se sentando em seguida. — Li, me manda a matéria, está aprovada, irei postar agora mesmo no site do jornal!


— Sim, só um momento!


Logo o arquivo chegou ao computador de Cistyne, a garota se logou no site do jornal e carregou o arquivo que logo foi postado online para aqueles que quisessem ver e que fossem daquele colégio.


Benjamin puxou a sua cadeira e a colocou em frente à mesa da editora-chefe que o ignorou olhando os comentários dos alunos que já haviam visto.


— Ai meu coração doeu! — pós a mão no lado esquerdo de seu peitoral, onde fica localizado seu coração. — Mas doeu de tão lindo que são os olhos da bela dama em minha frente! — apoio meu cotovelo na mesa para apoiar tinha cabeça na mão.


— Benjamin, o dia que eu for uma "dama", eu lhe darei um beijo! — ela disse sem olhá-lo dando de ombros.


— Então pode vim, porque você já uma dama e uma extremamente linda! — fala no seu tom galanteador, com seu típico sorriso de lado surgindo em seguida.


Cistyne o olhou com tédio, suspirou profundamente, e passou a mão no rosto parando as mãos na testa e ficou assim por alguns segundos, ela respirou fundo mais uma vez, antes de dar leves risadas.


— Eu desisto você é impossível! — a garota riu de leve. Sendo acompanhada pelo amigo. — Benjamin, hoje é quarta-feira, não é mesmo? — ela perguntou após encostar-se ao encosto da cadeira, colocou os braços atrás da cabeça e inclinou a mesma para trás.


— É sim, e daí? — questionou no garoto sem entender.


— E dai que se eu não estou enganada... Você tem treino de futebol intensivo para o jogo de daqui três semanas! — ela comentou em tom sugestivo ainda naquela mesma posição.


Um silêncio vindo de Benjamin se ocorreu no momento seguinte, o único som que se ouvia naquela sala era o som dos botões do teclado de Filippo, que estava concentrado com a matéria que estava escrevendo.


Logo em seguida o susto dos três jornalistas, chegou com o baque da cadeira caindo no chão, os três olharam naquela direção.


Benjamin estava com os olhos arregalados de tamanho seu espanto, como pôde esquecer-se de algo tão importante, o treinador iria lhe matar.


— Eu vou buscar um café e uns donut's, uns de vocês querem algo? — ela deu de ombros, e perguntou olhando para a chinesa e o garoto que já voltava a se concentrar.


— Eu aceito um chá verde! — pediu Liang.


— Eu não quero nada, obrigado! — dispensou Filippo.


— Okay, já volto!


Cistyne se levanta, e passa pelo amigo ainda em choque, Cistyne quase caiu com a mochila que Benjamin havia deixada jogada ali no meio da sala, felizmente ela viu à tempo, mas sem que percebera a alça ficou presa em sua canela e ao dar o próximo passo seu pé falhou e ela caiu de joelhos e para que o rosto de seu corpo não fosse de encontro com o chão ela colocou as mãos na frente.


A menina se assustou com seu tombo, e se sentou no chão encarando Benjamim mortalmente, que fingiu que não reparara e que aquilo não foi sua culpa, Cistyne contínuo o encarando e ele sorriu sem graça coçando a nuca.


— Desculpa? — pediu ainda sorrindo sem graça.


— Ta né, fazer o que! — esbravejou.


Benjamin vai em direção da amiga que tirava a alça da mochila de seu pé e jogava a mochila com raiva na parede, ele estendeu a mão sorrindo para ajudar Cistyne a se levantar, que segurou em sua mão, ele à puxou com certa força, o que fez com que seus corpos se colarem


// Aposto toda minha mesada que ele fez isso de propósito! Idiota! \\ — Cistyne pensou.


— Você esqueceu— se de tomar seu remedinho hoje não foi?— perguntou se afastando dele, com a sobrancelha arquivada e com as mãos na cintura.


—Não sei de nada! — se faz de inocente, eles riram e logo Cistyne deu as costas saindo da sala de jornalismo à caminho da cantina.


— Apoio tanto esse casal... — Liang comentou entre suspiros.


— Eu também Lin! — Benjamin concordou sorrindo pegou sua mochila e às pressas saiu da sala, teria de ir para o quinto andar deixar sua mochila no armário e em seguida correr para o primeiro andar novamente, ir ao vestiário na quadra de futebol colocar a roupa de treino e ir para o campo.


Cistyne foi para a cantina da escola, ficava ali mesmo no primeiro andar, ao chegar à cantina percebeu o ponto movimento havia poucos alunos, ela se dirigiu para o balcão e fez os pedidos.


Para aquele período, cafés, chás, achocolatados, são de graça, para o café da manhã dos alunos, havia também o bolo que o governo mandava que para serem distribuídos de graça, porem o resto das bebidas, doces, e lanches eram pagas


Os pedidos logo chegaram Cistyne pagou pela rosquinha de chocolate, e pegou o pacote de papel e os dois copos de isopor fechados de café e chá, ambos estavam quentes, o que fez Cistyne apertar o passo para que pudesse entregar logo o chá para Liang e deixar o café sob sua mesa. Quando a garota dos olhos verdes estava empurrando a porta com o pé para entrar os alto-falantes da escola soaram.


— Cistyne e Samantha, favor comparecer a sala do diretor. Repetindo, Cistyne e Samantha, favor comparecer a sala do diretor! — a voz preguiçosa da secretaria falava.


— O que esse velho quer agora? — Cistyne questionou à si mesma. — Aqui seu chá! — colocou o copo na mesa da garota.


— Tenho que ir lá gente, cuidem do meu donut, por favor!


— Ta deixa ai! — comentou Filippo alongando os braços.


Cistyne deixou o pacote de papel e copo de café em cima de sua mesa, conferiu se estava com seu celular, pegou novamente o copo de café e saiu da sala de jornalismo.


Ela foi até a secretaria bebendo seu café estava quente, nunca gostou de nada quente, após terminar jogou o copo em uma lixeira antes de entrar na secretaria e depois para ir à sala do diretor, bateu na porta, e ouviu um "Entre" como resposta, abriu a porta, e entrou na sala, fechando— a atrás de si, ela percebeu que Samantha, ainda não havia chegado.


Samantha é a presidente do grêmio estudantil, o pior grêmio que teve desde que esse colégio foi fundado, em 1922, ou seja, há 150 anos, Cistyne e Samantha, já tiveram diversas discussões devido ao mau incentivo que o grêmio passava, sua chapa do grêmio prometeu diversas coisas e nenhuma das promessas feitas foram cumpridas.


—Senhorita sente— se! — pediu o diretor.


— Por que o senhor me chamou? — quis saber Cistyne.


— Esperaremos a senhorita Samantha, para assim dizer as duas de uma vez!


— Como quiser


Cistyne pegou seu celular do bolso, e colocou no gravador de voz, ela sempre gravava as reuniões, para não se esquecer de nenhum detalhe.


Batidas na porta foram ouvidas o diretor manda a pessoa entrar, a porta se abre revelando Samantha.


Samantha tem cabelos curtos, castanho escuro, olhos pretos, sua pele é parda, ela tem dois pising's, um no meio do nariz, e outro no canto da boca, ela usa junto de um batom roxo escuro, e parece que ela colocou outro pising.


— Senhorita Samantha, sente— se.


Samantha não se sentou ficou em pé atrás da cadeira, em seu rosto uma expressão de tédio e raiva se mistura.


— Por que me chamou aqui?— foi direta e grossa.



Notas Finais


Espero que tenham gostado deste capítulo!


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