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História Um Mundo Sobrenatural - A Escuridão Da Loba Branca - Capítulo 6


Escrita por:


Notas do Autor


Boa leitura 😘

Capítulo 6 - Chapter 4


— As chamei para lhes dar um comunicado!


Cistyne ligou o gravador e o colocou no bolso deixando— o um pouco para fora.


— Sem enrolarão fale de uma vez!


— Mais respeito senhorita!— Samantha apenas revirou os olhos.


— Já faz um ano desde as eleições do grêmio estudantil, já está na hora dos preparativos começarem para as novas eleições!


Cistyne praguejou, odiava falar de política, aquele era um assunto que não à interessava nem um pouco, visto isto que seu voto sempre foi nulo e que o responsável por aquele assunto era James, mas o mesmo não havia dado as caras.


— É só isso? — reclamou Samantha.


— A senhorita e seu grêmio devem se preparar para e eleição, isso claro se forem se candidatar novamente! Se que vão ganhar algum voto... — ele comentou a ultima parte em um sussurro para Cistyne, mas Samantha ouviu.


— Como?! — se alterou a garota, e o diretor engoliu seco.


—Se me permite senhor! — ele assente com a cabeça me dando permissão para Cistyne falar — O que, o diretor está querendo dizer é que, o seu grêmio não está servindo para nada! São tão inúteis quanto uma pedra!


— E quem é você, para falar do meu grêmio?


— Eu sou a editora— chefe do jornal deste colégio... —sou interrompida


— E dai?


— E dai que o grêmio perdeu o direito de ser representante dos alunos esse último ano, e o jornal passou a ocupar essa tarefa que há anos, sempre pertenceu ao grêmio estudantil, o que quero dizer é que o grêmio e nada está sendo mesma coisa, você e todo o resto do grêmio, usa seu poder para os próprios benefícios, e não para o bem dos alunos! — Cistyne viu a raiva de a garota aumentar, mas ela não se importou, afinal o que havia dito era a verdade.


—Isso é um absurdo! — eleva seu tom de voz como se quisesse mostrar superioridade.


— Senhoritas, por favor, mantenham a calma! — ambas ignoraram o diretor.


—É a verdade! — Cistyne também se levantou, para poder enfrentá-la — Vocês são completamente inúteis! Fizeram promessas tão simples, e vocês não foram capazes de mover um único dedo sequer para cumpri-las! — o diretor fala alguma coisa a qual não as garotas não deram a mínima atenção.


—Repita isso se tiver coragem o suficiente! — Desafiou Samantha.


— Vocês são é um bando de inúteis, não servem para nada!


Totalmente alterada, Samantha levanta a mão para acertar o rosto da mais nova, mas antes que consiga atingi-la, Cistyne segurou seu pulso e o torceu sem pensar duas vezes, Samantha geme de dor, e o diretor muito irritado, se levanta bruscamente de sua cadeira, batendo as mãos em sua mesa, chamando atenção das garotas.


Nada diz o diretor, Cistyne soltou o pulso de Samantha, e se sentou novamente na cadeira, o diretor que se senta.


— Senhorita Samantha, peço que se retire imediatamente de minha sala! — mandou com a voz rígida.


Revoltada Samantha, se levanta e sai batendo a porta, o diretor olha para Cistyne.


— A senhorita tem que controlar mais essa sua língua! — o diretor repreende Cistyne.


— Só disse a verdade! — a garota deu de ombros sem se importar.


— Sim, sim, senhorita, mas não chamei lhes aqui para isso e sim para dar a notícia, que deve ser colocada no jornal até o final desta semana!


— Política não é minha área e sim de James!


— Estou ciente disto, mas meu sobrinho não virá à aula hoje, amanheceu com febre se não estou enganado! 


— Dê melhoras a ele por mim! Irei mandar a gravação da conversa para ele, quando se sentir melhor poderá fazer a matéria! — Cistyne pegou o celular que havia caído  para dentro do bolso no meio da discussão e desligou a gravação.


— Certo, está dispensada, senhorita Cistyne!


Cistyne se levantou, e saiu da sala do diretor, um pouco apressada, para ir à sala de jornalismo, ao chegar à sala foi até sua mesa se jogou na cadeira.


— O que aconteceu lá na sala do diretor? Vi a Samantha bem estressada passando no corredor agora a pouco! — comentou Filippo.


— Nada de mais, só brigamos como sempre! — deu de ombros rindo.


— Novidade! — ele riu.


— Mas dessa vez foi pior! 


— O que aconteceu?


— A vaca da Samantha levantou a mão para me dar uma tapa, mas antes disso, eu segurei e torci o pulso dela!


— Você é louca! — fala rindo. — Terminei a matéria que estava escrevendo quer ver?


— Manda ai!


— Okay... E foi!


A notificação chegou no computador de Cistyne, e ela foi logo ler.


— Mas e ai? Contínua, diretor fez alguma coisa? — quis saber a chinesa curiosa.


— Só bateu com as mãos na mesa chamando nossa atenção e mandou Samantha sair da sala dele e só me repreendeu de leve, o diretor é legal, bem bacana! — Cistyne falou enquanto lia.


— Você tem sorte do diretor não ter feito nada!


— Não acredito em sorte! A matéria ta bacana, Filippo, só que você polou a data da apresentação de abertura!


— Foi mal Cis!


— Sem problemas, eu corrijo!


Cistyne arrumou o erro do colega e logo postou o novo artigo no site do jornal.


— O que o diretor queria chamando vocês duas na sala!


— Falar das eleições do grêmio estudantil, a mesma palhaçada de todo ano, eu irei mandar a gravação da conversa para James e ele faz, não gosto de política!


Cistyne pegou o saco de rosquinha e o tirou do pacote sua boca salivou, Cistyne adorava doces, mas rosquinhas com cobertura de chocolate sempre foram seus doces favoritos, ela deu uma mordida fazendo alguns pedaços do chocolate caírem ao se quebrarem.


— Manda para mim também estou um ótimo planejamento de uma crítica que vai deixar Samantha e companhia, loucos!


Cistyne pegou seu celular do bolso ainda mastigando o pedaço do doce, e enviou o áudio da gravação no grupo que fizeram para se comunicarem sobre o jornal.


— Enviado no grupo! — avisou assim que engoliu.


— Depois eu faço, tem tempo até as eleições! To caindo fora! 


— Até mais Filippo!


— Tchau! — O garoto acenou e saiu da sala


— Acho que eu vou também já te enviei o arquivo da festa de carnaval, não tenho mais nada a fazer aqui! Até outra hora Cistyne!


— Tchau Liang!


A garota sorriu se levantou de sua cadeira, saiu e encostou a porta atrás de si, Cistyne estava sozinha agora. Mas não pretendia ficar ali por muito mais tempo, apenas terminaria de comer e iria para a biblioteca, Cistyne adora ler, seus livros favoritos sempre foram aqueles que lhe mostravam mundos diferentes, assim ela fugia da realidade.


Cistyne terminou sua rosquinha, e se levantou pegou o saco de papel e o jogou na lixeira ali, desligou o computador, pegou sua mochila e saiu da sala a trancou com a chave e foi para o quinto andar onde ficava seu armário.


Todos os anos ela e todo o restante dos alunos tinham de trocar o armário, o colégio tinha oito andares, no oitavo andar fica apenas as salas dos 6°anos, no sétimo andar fica as salas dos 7° anos, no sexto andar as salas dos 8°anos, no quinto andar os 9° anos, no quarto o 1° anos do ensino médio, terceiro andar o 2° ano, no segundo andar o 3° ano e por fim o primeiro andar ficava os clubes e cursos que os alunos participavam no período da manhã, cada nadar possuía quatorze alas de aulas sendo dois destes banheiros femininos e masculinos que ficavam no final de cada corredor.


O Colégio Roberts Alvorada possuiu dois prédios, o primeiro era do 1° ano ao 5° ano, já o segundo prédio do 6° ano ao 3° ano do ensino médio, aquele modo de separação das séries era um modo de incentivo ao exercício, quanto mais nova a série, mas escadas o aluno tinha que subir e descer, e para diferenciar as series a cor dos uniformes mudavam, era uma tática divertida para saber em que série o aluno estava.


Colégio Roberts Alvorada é o único colégio da cidade então era muito bem preparado com os melhores métodos de ensino, de fato o melhor colégio entres os das cidades mais próximas, e sendo o quinto em melhor do estado.


Cistyne se encontrava no 9° ano, e desde nova era a queridinha dos professores, não era para menos suas notas eram as melhores, seu boletim não havia outra nota se não fosse um dez, ela já participara de grande parte dos cursos que aquele colégio oferecia tudo o que lhe restava era o jornal daquele colégio, mas a mesma já não gostava tanto, estava ali como editora-chefe há três anos, para ela aquilo já havia ficado chato.


Cistyne abriu seu armário com a senha de acesso e colocou a mochila ali dentro, e logo em seguida fechou a porta, ela voltou para o primeiro andar e se dirigiu para a biblioteca, era seu lugar favorito naquele colégio, ela acenou para a bibliotecária que arrumar alguns livros nas estantes, e subiu para o andar mais auto da biblioteca o oitavo andar, Cistyne não se importava em subir toda aquela escadaria, apenas queria ler.



Notas Finais


Espero que tenham gostado deste capítulo!


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