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História Um Mundo Sobrenatural - A Escuridão Da Loba Branca - Capítulo 7


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Notas do Autor


Boa leitura 😘

Capítulo 7 - Chapter 6


- Sábado de manhã -

— Eu não lhe dei permissão para descansar volta para a barra! — ordenou Cistyne vendo a jovem sentada no chão.

— Estou cansada.

— Ótimo. Quando se está casada que se faz progresso. Agora volte para a barra! — ela cruzou os braços vendo a mais nova bufar e se levantar se dirigindo a barra improvisada. — Primeira posição de novo!

— Mas eu — Cistyne á interrompeu.

— Ninguém mandou descansar sem permissão!

A mais nova xingou baixo antes de fazer novamente a posição que lhe fora mandada. Cistyne suspirou sua paciência estava se esvaindo, ela gostava de passar seus ensinamentos aos outros, entretanto, ensinar Cristina não era nada fácil.

Cristina é prima de Cistyne por consideração, ou melhor, por consideração de Cristina, ela tem cabelos castanhos e lisos, não são muito compridos, os olhos pretos e pele branca, tem oito anos, e como Cistyne mesma sempre diz é uma verdadeira peste birrenta, Cristina era filha única, o que a fez ter toda a atenção dos pais para ela, então foi sempre muito mimada, tendo tudo o que queria, Cistyne era a única que a tratava indiferente, e a mais nova não gostava muito de tal atitude da ''prima''.

Era cedo da manhã por volta das 6hs54min, estavam naquela aula de balé á 24 minutos, Cistyne ainda teria, ou pelo menos tentar, se manter calma até 10hs30min, e todo sábado de manhã tinha a mesma dificuldade com aquela garotinha mimada, ainda por cima teria um compromisso naquela tarde Beatriz iria lhe arrastar para comprar uma fantasia para a festa de carnaval da próxima semana, ela suspirou ao se lembrar daquilo. Odiava fazer compras, ainda mais com a indecisa e exigente Beatriz. Aquele seria um longo dia para a garota de olhos esverdeados.

— Segunda posição e faça direito! — pediu rígida, a menor entrou na posição, mas Cistyne não gostou da má vontade, mas resolveu prosseguir com as próximas. — Terceira... Quarta... Quinta... — Cistyne respirou fundo ao ver a postura pouco curvada da garota. — Ajeite a postura Cristina! — brigou.

***

— Tchau Cistyne!

— Tchau e vê se ensaia!

A menor saiu da casa de Cistyne como um jato, logo entrou no carro da mãe que a esperava na rua, Cistyne finamente estaria livre para descansar, ela fechou a porta, e foi na cozinha pegou um copo no armário e o encheu com água, ainda bebendo ela se dirigiu para se quarto, tirou a chave de dentro do collant preto e procurou a chave a porta de seu quarto, ao achá-la Cistyne abriu a porta do quarto e se trancou lá dentro, se jogou na cama e sentiu o como estava cansada, não era fácil aturar a mais nova, e ai da mais para Cistyne.

Para Benjamin, Cistyne era a garota mais perfeita, mas como bem dizia o ditado ninguém é perfeito, nem mesmo Cistyne, o que a garota tinha de inteligência e bonita, ela tinha de antipática e arrogante, não que ela se importasse com o que as outras pessoas pensavam dela, Cistyne realmente não dava a mínima atenção.

Seu celular tocou no criado mudo, ela se sentou e pegou o aparelho em mãos, viu o nome da amiga na tela, suspirou antes de colocar o celular de volta no criado mudo, ela tentaria de tudo para não precisar ir ao passeio de compras de Beatriz.

Ela se deitou na cama novamente e fechou os olhos iria tirar um breve cochilo, mas antes que pudesse cair no sono à campainha soou alta pela casa, Cistyne ignorou, Joanna estava em casa com as amigas no quarto, então para Cistyne, ela que abrisse.

Mais uma fez a campainha tocou, Cistyne ouviu os passos pesados de Joanna passarem em frente à sua porta, e logo em seguida ouviu a garota resmungando e bater a porta com força, a mais nova passou novamente reto em frente ao quarto de Cistyne.

A garota de olhos verdes sorriu ao descartar a possibilidade de ser Beatriz que havia vindo atrás dela, afinal não haviam gritado seu nome ainda.

— Cereja? Você ta ai! — ela ouviu batidas na porta e em seguida a voz de Benjamin.

Cistyne praguejou odiava aquele apelido, e não queria sair para fazer compras, então ficou em silêncio.

— Cistyne abre logo a porta, eu sei que você está ai, Joanna me contou! — brigou ele.

— Tsc...

Por alguns segundos ela se esqueceu da "prima", se levantou, destrancou a porta e a abriu para Benjamin, ele sorriu vitorioso ao ver a garota abrir a porta.

— Pois não? — ela deu passagem para ele entrar e encostou a porta em seguida.

Benjamin entrou e se virou para a amiga e a olhou de cima a baixo, viu que ela não estava pronta para eles saírem.

— Beatriz me mandou para te buscar e vejo que ainda não está pronta! — ele estralou os dedos, esta era uma mania que tinha.

— Pronta? Para quê? — ela se fez de desentendida ao se virar para ele de testa franzida.

— Marcamos de ir à cidade vizinha fazer compras para a festa de Carnaval e também para suas aulas de natação!

— Ah era hoje... Puxa vida eu tenho umas coisas para fazer e não va— Benjamin a interrompeu.

— Sério Cistyne? Para cima de mim! Logo para a minha pessoa? Você sabe que não cola! — ele a olhou como se estivesse lhe perguntando se aquilo era realmente sério.

— Merda!

Benjamin riu incrédulo da tentativa da amiga e de sua inocência de achar que ela realmente iria enganá-lo, Benjamin conhecia muito bem Cistyne para cair até mesmo na melhor de suas mentiras.

— Vamos logo se arrume cereja!

— Se não vai ter jeito né... E pare de me chamar assim sabe que eu não gosto! — ela foi à direção de seu guarda-roupa.

— Como quiser princesa! — ele se direcionou para a porta e saiu a fechando.

— Idiota... — resmungou ela para si mesma e abriu o guarda-roupa.

A garota procurou por una roupa que lhe agradece, optou por uma croppd branca, uma jaqueta jeans clara, calça jeans preta rasgada e um par de tênis brancos, colocou as roupas escolhidas sob a cama e começou á se despir, tirou collant deixando-o de lado na cama, seguida tirou a meia-calça rosa bebê e jogou em cima do collant.

Vestiu a roupa que havia separado, mas a jaqueta, ela resolveu amarrar em sua cintura, ela foi até o guarda roupa novamente, e pegou sua bolsa, colocou o celular, carteira, cartão de passagem, documentos, e seus inseparáveis fones de ouvido, Benjamin bateu na porta logo recebendo permissão para entrar e assim fez se encostando à parede e encarando a garota.

— Cistyne você não acha que deveria estar no céu? — perguntou ele fazendo a garota estranha aquilo.

— Como? — parou de colocar os documentos dentro da carteira para encará-lo de testa franzida.

— É que você é um anjo! — ele piscou galanteador.

— Só se for um anjo caído! — comentou sem dar importância a catada que o amigo lhe dissera e voltou ao que estava fazendo.

— De qualquer é um anjo! — ele deu ombros rindo.

Cistyne terminou de arrumar suas coisas na bolsa, fechou as portas do guarda-roupa que havia deixado aberto, soltou um bocejo e percebeu que estava com um pouco de sono, mas deixou isso lado afinal iria sair com seus melhores amigos, mesmo que sua vontade era ficar em casa e descansar um pouco, Cistyne foi até Benjamin e o chamou para sair vendo o amigo completamente perdido em pensamentos olhando para o nada, mais especificamente para a outra porta no quarto da garota, a porta da varanda, Cistyne teve que bater palmas nas sempre do rosto do garoto, visto que cutucá-lo não estava adiantando de nada.

Após estar despertado de seus pensamentos, Benjamin e Cistyne saem do quarto e a garota tranca a porta, coloca o molho de chaves na bolsa, descem às escadas encontrando uma turma de cinco meninas mais novas, as amigas Joanna, a mesma estava entre estas, que olhou para Cistyne e depois para Benjamin lançando-lhes uma cara de deboche como com quem que achasse aquilo ridículo, ela chama as amigas para sair casa, Cistyne não ligou e também saiu com Benjamin trancou a porta já que a paquita do capeta também havia saído e não havia mais ninguém na casa.

— Onde se encontra a praga da Beatriz? — questionou Cistyne guardando a chave na bolsa.

— Não fala assim da minha irmã! — repreendeu Benjamin e continuou. — ela disse para nos encontrarmos na praça da sorveteria!

— Então vamos! — saiu andando e Benjamim foi logo atrás dela puxando papo, algo não era difícil entre eles dois.


Notas Finais


Espero que tenham gostado deste capítulo!


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