História Um nome na neve - parte 1 - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia

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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Um nome na neve - parte 2


Fanfic / Fanfiction Um nome na neve - parte 1 - Capítulo 2 - Um nome na neve - parte 2

Antes que ela pudesse completar a frase a porta já estava bem fechada e U'greb se demorava nos beijos tomando cuidado com as suas presas enormes afim de não machucar o rosto da sua amada até que com uma das mãos pode tirar as suas calsas e ela mais adiantada já se despira da parte de baixo.

O filho do casal já retornava com a lenha até notar alguns barulhos e quando aproximou o ouvido da parede pode entender o que acontecia ele se virou furioso e chutou a neve do chão pois sabia que os seus pais estavam acasalando de novo e ele queria viajar logo e estava impaciente, ele guardou a lenha e esperou na frente da casa sentado num toco de madeira pensando se essa viajem o faria um herói ou talvez um reprodutor ou quem sabe um olho da morte, qualquer coisa era melhor do que ser apenas um meio-sangue. Depois de três horas filho e pai já estavam fora das casas cabanas da tribo indo ao encontro do portão que ficava no início da montanha chamado de a garganta de gruunsch lá eles já se encontraram com os porteiros, orcs encrenqueiros que por serem agressivos demais eram remanejados para cá para lutarem contra invasores e outras feras e também o lar de inúmeros bersekers dos quais eram os orcs que U'greb mais detestava.

- alto! Indentifiquence ou morram - disse um dos guardas.

- estamos do mesmo lado miolo mole.

- eu tenho ordens... E aonde está a sua liberação?

U'greb estendeu uma presa de marfim de mamute com simbolos desenhados os quatro guardas começaram a interpretar os símbolos e começaram a rir.

- U'greb o imenso o que você quer honra ou sangue?

- eu quero honra.

Os quatro guardas se entre olharam e jogaram o marfim para um canto onde uma velha dormia sentada ela cansada abriu os olhos e agachou para pega o marfim e imediatamente entendeu os símbolos e olhou na direção da confusão e fez sinal para os guardas levantando quatro dedos em uma mão e um na outra.

- quatro contra um? Esta velha deve ter ficando louca finalmente.

- ela não está louca ela sabe quem sou.

- então que seja vamos trucidalo.

- para trás filho.

Os quatro orcs entraram em frenesi, os seus olhos tomara uma cor de vermelho vivo e as veias começaram a saltar pelo pescoço onde a pele era mais visível o primeiro orc veio correndo gritando brandindo a sua espada na direção de U'greb. O bárbaro por sua vez aparou golpe com seu Machado, o segundo veio pela lateral direita com um machado mas se precipitou e errou o golpe, o terceiro acertou um golpe de martelo mas foi fraco demais para U'greb se importar e por ultimo o quarto investiu com uma lança mas passou de raspão na barriga do bárbaro, U'greb já havia passado por aquilo em seus dias de aventura hordas de homens lagartos, hordas de mortos vivos, hordas de gnolls, hordas de demônios no final tudo era a mesma coisa era só deixar fazerem o primeiro ataque ficar no meio e matar todos com um unico golpe.
Choveu sangue naquele dia e pedaços de orcs bec-mec o fiel machado de U'greb era a arma perfeita para eliminar hordas e coisas grandes, entre os cadáveres havia um vivo bem insistente as vezes o frenesi dos bersekers rouba-lhes a razão mas em troca poupa-lhes das dores mortais e por mais que ele não estivesse sofrendo U'greb o finalizou esmagando o seu crânio.

A velha anciã veio a passos lentos olhar nos olhos de U'greb ela o mediu de cima a baixo observando a barba e os cabelos grisalhos e finalmente tomou voz.

- já faz muito tempo imenso.

- realmente faz tempo, eu achei que você já estivesse morta.

- gruunsch não vai me levar ainda pois ainda tenho muito trabalho a fazer porque sem mim essas belezuras não nasceriam - disse a anciã olhando para o seu filho.

- quem eu?

- sim meio-sangue você.

- pai ela é uma xamã mesmo?

Os dois começaram a rir com a pergunta a anciã caminhou até o jovem e pegou em sua mão e o olhou nos olhos o jovem pode ver um brilho de vida enigmático em seu olhar, ela não o encarava como os outros orcs mas da mesma forma que a sua mãe.

- ela não é xamã garoto.

- eu sou parteira.

- parteira? A quanto tempo?

- mais do que qualquer um nesta tribo meu jovem.



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