História Um novo começo - Capítulo 10


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Categorias Sherlock
Personagens D.I. Greg Lestrade, Dr. John Watson, Mary Morstan, Mrs. Hudson, Mycroft Holmes, Sherlock Holmes
Tags Johnlock, Sherlocked
Visualizações 61
Palavras 1.023
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Último capítulo
Se alguém gostou leia as notas finais tem um recadinho.

Capítulo 10 - Eu também...


Eu entendi direito ou estou delirando? Sherlock Holmes o homem que até algumas horas estava morto. Acabou de dizer que me ama? Não. É brincadeira. Quer dizer que tudo que eu sempre senti, mas que por medo de dizer para ele, por sua reação. Tudo era recíproco?

-John? Responde alguma coisa! -ele disse. Então eu sai do meu transe.

-o que você quer que eu diga?

-não sei. Quem sabe um sim Sherlock eu sou gay ou quem sabe um não eu não sou. Ou melhor ainda. Você pode dizer que me ama também.

-não Sherlock eu não sou gay e você não tem porquê ter esse ciúme idiota do Tony. Ele é só um amigo que eu estou ajudando. Ok?

-só isso? Você não vai comentar o fato de eu ter me declarado para você?

-o que você quer? Que eu diga que te amo?

-quero que você diga a verdade.

-a verdade? -eu disse me aproximando e parando a centímetros dele.

-sim. -ele respirou fundo me olhando.

-acabei de dizer que não sou gay.

Ele me olhou mais uma vez nos olhos e eu pude ver a esperança se desvair.

- eu entendi John. Eu... Tudo bem... Eu acho melhor ir embora. -ele sorria, mas em seus sorrisos não existiam graça.

-acho melhor. -eu disse me aproximando.

-então tchau John a gente se vê eu acho. Se você não se sentir incomodado.

-não me sinto. A gente se vê. Eu posso ir na sua casa. A propósito foi você que foi lá mais cedo?

-sim eu passei lá.- ele estava completamente sem jeito.

-aham. Que bom senhora Hudson pensou que fosse um assalto.

Ele sorriu. -não. E John?

-fala. -nos estávamos muito próximos.

-ela vai ficar bem? -ele disse, mas seus olhos me observavam como uma águia. Variavam entre minha boca e meus olhos.

-vai. Ela vai sim. -eu disse baixinho.

Ele já respirava descompassadamente.

-eu vou indo. Você deve estar cansado. -falou como que querendo se convencer.

-é o dia foi longo.

Nem eu sabia porque estava fazendo isso. Acho que era meu orgulho falando mais alto. Sherlock se foi por dois anos e agora volta, eu o perdoo e digo que o amo, nós nos beijamos e só? Embora eu quisesse isso com todas as minhas forças, mas a magoa falava mais alto. Sei que o perdoei, mas dói sabe? Não vou deixa-lo ir, mas vou fazer ele sofrer um pouquinho.

Então eu fui até a porta e a abri. Ahhhh Sherlock você faz a carinha mais linda do mundo quando está decepcionado. Carinha de cachorro sem dono. Bem, cachorro talvez. Sem dono não.

- seu apartamento é muito bonito. Parabéns. E Mycroft me disse que você manteve o 221b. Eu vou voltar pra lá agora que você já sabe que estou vivo. Não eram meus planos te ver hoje e queria que você fosse o primeiro.

-bem, obrigado? Pela prioridade eu acho e também pelo elogio. Eu nem sei porquê eu mantive aquilo lá, acho que foi porque eu não queria aceitar que você... que você tinha se ido.

-você pode contar comigo. E sobre o outro assunto eu não vou deixar isso interferir na nossa amizade. E mais uma vez eu sinto muito por tudo. Pela sua dor e sofrimento. – é engraçado ver Sherlock sem jeito. Ele fala. Fala muito.

-tudo bem o que importa é que você voltou.

Nos estávamos parados na porta. Como dois idiotas com saudade e que não queriam se despedir.

Ele então se virou e foi caminhando em direção ao elevador. Acho que já chega. Eu então dei um passo em frente e parei no lado de fora do apartamento vendo Sherlock se afastar.

-eu também! -eu gritei.

Ele se virou e me olhou de forma curiosa e confusa.

-o que?-ele perguntou. Estou agora me sentindo culpado.

-você disse que me amava. Eu também te amo Sherlock. -sua expressão passou para surpresa e confusão.

-como amigo? -ahhhh meu Deus pobrezinho. Em seu rosto eu vi sofrimento agora.

-também.

Ele sorriu e voltou em minha direção.

-desculpe John, mas está difícil de entender.

-eu não sou gay. Nem hetero. Acho que não sou hetero desde o dia que te vi. Sempre me interessei por mulheres. Mas depois de você...-eu suspirei e o encarei de novo.- Sherlock todas aquelas tentativas de namoradas que tive todas foram para tentar esquecer a paixão que eu tinha por você. Eu estava completamente apaixonado pelo meu amigo sociopata e que sempre achei que fosse assexuado. Que quando eu perguntei a ele se tinha alguém ele disse que era casado com o trabalho. Então sim Sherlock eu estou com uma vontade louca de te beijar e nunca mais parar. Porque eu sou louco por você Sherlock Holmes .

Ele sorriu, não por algo engraçado e sim por alívio e alegria.

-você é uma pessoa má dr. Watson. - ele não parava de sorrir.

-Você merecia essa vai. Você adora me maltratar.

-e sobre a vontade louca de me beijar. Ela passou? -ele perguntou com cara de menino levado.

-em nenhum momento. -eu sorri me aproximando e ficando na ponta dos pés. Ele sorriu e me segurou pela cintura.

-vou comprar um banquinho para você.

-sempre engraçadinho.

-vou pagar por esse comentário depois né?

-ahhhh vai.

Eu o puxei pela camisa e finalmente depois de anos a desejando eu pude tocar aquela boca.

Foi um beijo calmo e gentil. Um beijo de saudades. Sua boca tinha gosto de chá.

Ele era lindo, soltava uns gemidinhos fofos e eu não quero parar com isso nunca.

Mas então eu precisava de ar. E Sherlock também, nós nos separamos e eu voltei a minha altura normal, não o soltei, minha mão ainda segurava sua camisa.

Nem hoje nem nunca mais eu vou soltar você meu amor.

Ele me abraçou e se aconchegou em mim.

-John? -ele perguntou me beijando no pescoço.

-oi? -eu respondi me contorcendo todo.

-quer namorar comigo?

Eu me afastei e o olhei. -o que você acha?

Ele sorriu para mim. Não sei como aguentei dois anos sem isso.

-acho que a gente deveria entrar.

-acho que você tem razão.


Notas Finais


Bem esse foi o capítulo final dessa fic. Agradeço a quem leu. E fico feliz se alguém gostou queria dizer que muito provavelmente em breve vou fazer uma continuação com relacionamento estabelecido. Então muito obrigado mais um vez e me digam o que acharam.


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