História Um novo existir. - Capítulo 10


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Categorias Saga Crepúsculo
Visualizações 56
Palavras 1.523
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiii lindos e lindas da Vazzzz.
Espero que gostem do capitulo de hoje.

Peço um pouco de paciência, estou aprendendo ainda e garanto estar me esforçando para escrever melhor a cada dia.
Desculpa qualquer coisa.

Boa leituraaa =)

Capítulo 10 - Dia Confuso


Durante o tempo sozinha no quarto um sentimento de curiosidade invadiu meu corpo, avancei para minha mesa e liguei o computador, passei alguns minutos encarando a página inicial do facebook “será que devo? me questionei” digitei os dados para o login;  pressionei os dedos nos meus lábios até a coragem aparecer e eu logar, instantaneamente desativei o bate papo e fui no perfil fuçar, prendi os pés ao redor das pernas da cadeira fitando a tela meus olhos se arregalaram ao ver tantas mensagens “sobre minha morte” é incrível como somos invisíveis quando “vivos” e quando o estágio muda surgem tantas pessoas para lamentar sobre sua partida prematura, mesmo assim fiquei feliz com tudo o que li, não dá para voltar a ser o que era mas reconforta. “espero que meu pai esteja bem” suspirei.

O sol estava quase surgindo quando cheguei  no fim das mensagens um nome me chamou atenção, uma postagem de Josh Taylor.

Desgraçado. Filho da Puta — gritei, meu corpo estremeceu de raiva

Se eu pudesse prever jamais teria te deixado para trás. A saudade de você será presente até meu coração parar de pulsar My chili.Te amarei para todo sempre

Ler isso foi como se mais uma vez esse garoto tivesse partido meu coração, um filme passou em minha mente me fazendo reviver o ano mais obscuro da minha vida, me recostei na cadeira, ficando num tipo de transe.

Em Londres ….

Uma semana depois da morte da minha mãe, minha vida começou desmoronar, troquei as minhas roupas, sempre românticas, por looks básicos e pretos em sua totalidade. Sempre tive poucos amigos, tão cdf’s quanto eu, afastei todos minha vida ficou nebulosa demais para eu querer compartilhar com alguém;  foi assim que me envolvi com o pessoal barra pesada da escola, para me enturmar rápido vi a necessidade de fazer o que eles faziam passei a beber e fumar, também passei a frequentar um barzinho de rock, através desse grupo, em uma de nossas idas ao bar me apresentaram um menino loiro, de olhos verdes, confesso que em um primeiro momento nem me interessou, mas ele sem dúvida se interessou, magro e alto, um tanto desajeitado sua jaqueta exalava um misto de cheiro de maconha e uísque, ele era mais velho, 20 anos, achei o máximo um cara mais velho a fim de mim, ele acabou me levando para casa, e me deu um beijo ardente, sua pegada me deixou sem ar, oficialmente eu tinha me rendido aos encantos de Josh Taylor, antes dele sequer sabia o que era um beijo. Depois desse dia ele passou a me buscar na escola recorrentemente, também me levava para casa horas depois, antes íamos para sua casa, bebíamos quase duas garrafas de uísque por dia, passei a fumar maconha junto dele, além disso o sexo era diário. Não sei se era a bebida, a droga, mas tudo era uma delícia. Esses feitos me faziam esquecer da minha realidade, pelo menos até a hora de chegar em casa. Sempre tive que me tratar por causa da minha ansiedade, contudo, quando minha mãe morreu as doses diárias de remédio se duplicaram, as brigas com meu pai foram constantes desde que comecei a namorar. Um dia Josh me buscou na escola, tudo parecia normal, no entanto ele não bebeu, nem fumou, fiz isso sozinha. Não tinha notado, ele não me acompanhava mais, me enchia de bebida e droga e transava comigo depois. Nesse dia no final da transa no momento em que estava me vestindo ele falou que iria embora de Londres, não me amava mais, ele não queria uma “zé droguinha bêbada” fiquei chocada, transtornada, para todos os efeitos era apaixonada por ele, discutimos o percurso todo até minha casa, eu queria ir embora com ele. Quando chegamos ele me disse “ Eu já consegui tudo o que eu queria de você Aria, desvendei cada detalhe do seu corpo, te fodi inteira” na hora dei um tapa certeiro em seu rosto, deixando-o vermelho e desci correndo do carro.  Foi a última vez que o vi. As coisas na minha vida decaía, assim como minhas notas, o resultado foi que perdi o ano, inclusive minha bolsa para cursar medicina. Passava horas bebendo e fumando quando meu pai chegava em casa apenas brigávamos, não bastou perder sua esposa, se as coisas permanecessem como estavam, perderia sua filha também. Acabou decidindo me internar em um centro de reabilitação. A primeira vez não aceitei, o xinguei de todos os palavrões possíveis, acabei conseguindo fugir.Quando meu pai me encontrou eu estava em um beco, suja, fedida terminando uma garrafa de uísque. Meu pai colocou tudo em panos claros, me deu um ultimato. Eu aceitei. Acreditei nele. Queria ficar bem. Foi assim que voltei para o centro, foi difícil mas permaneci, firme e forte, antes eu não havia pensado nas consequências das minhas escolhas. Foi o amor por meu pai que me deu forças para terminar o tratamento. Quando saí estava bem, mas minha ansiedade ainda era um problema presente, continuei com meus remédios. Aí nós mudamos para Forks

Aria.. — me chamou uma vez — Aria? — uma segunda vez, na terceira segurou firme em meus ombros me balançando, pisquei, meus olhos rodaram nas órbitas, depois focaram  no rosto apreensivo de Owen muito próximo do meu.

O que houve? Está ainda mais pálida.— falou, apertei os lábios sem dizer nada.

É quase meio dia — revelou — Sério ?— minhas sobrancelhas se levantaram ele apenas concordou com a cabeça, sentou em cima da mesa e bateu suas mãos na sua perna uma vez, parecendo ansioso.

Você nunca me disse como sua mãe chamava.— pareceu triste por isso.

Como não ? me ajeitei na cadeira e ergui um pouco a cabeça para lhe olhar  — Claro que já falei — minhas colocações não o convenceram, contudo, eu realmente acreditava que tinha dito.

Ela chamava  Brianna Day White — falei suavemente o nome de minha mãe, no entanto a expressão do Owen era confusa, uma interrogação, suas sobrancelhas se uniram deixando sua testa franzida:

Como assim? Brawnh Dina Yte? — questionou, ouvi a confusão de letras que saíram da sua boca, achei ser uma piada bem sem graça,falei alterando um pouco a voz:

Eu não falei isso — afirmei — Falei Brianna Day White — ele realmente não estava entendendo

Que brincadeira é essa Ari — fez uma pausa —  esse nome não existe — rebateu.

Como não ? — falei com certa raiva — Não faz piada com isso, vou ficar chateada com você — disse ressentida

Alguma coisa está errada — afirmou me passando um papel e uma caneta — escreva o nome dela por favor — pediu, assenti pegando o papel, eu iria provar que não estava brincando, com o nome da minha mãe na mente rabisquei o papel:

Brawnch Dina Yte

Agora foi meu rosto se inundando de dúvidas — Por que eu escrevi isso? perguntei o fitando com os olhos estreitos, as sobrancelhas unidas e testa franzida.

Escrevi mais dez vezes, as mesmas letras, minha mente gritava o nome dela, só que na hora de exteriorizar saía tudo distorcido.

Precisamos falar com Carlisle —  falou, com sua expressão fechada, apenas assenti

Assim que eles chegarem — Afirmou — Nenhum minuto a mais — pareceu preocupado.

A campainha tocou nos entreolhamos, fechei os olhos sentindo o cheiro — Algum Vampiro está aqui. afirmei e ele assentiu seu semblante havia mudado drasticamente ele saiu velozmente do quarto, sem demora, fui atrás.

O que está fazendo aqui? perguntou entre dentes — Como me achou?

Foi bem difícil, meu amor — a mulher confessou, minhas pernas bambearam quando me aproximei “meu amor?”, senti ciúmes no ato.

Ela lançou o olhar em minha direção, contudo, não demonstrou nenhuma reação, tampouco me encarou, achei estranho. Uma mulher com o cabelo loiro amarrado em um rabo de cavalo alto, parecia ter uns 40 anos, mas muito conservada, pernas longas e torneadas, seu vestido vermelho continha uma fenda enorme, quase mostrando demais, seus enormes seios estavam praticamente saltando do tomara que caia na cara do Owen.

Ele estava imóvel, ela colocou a sua mão sobre o peitoral dele, e aproximou sua boca da orelha — Que saudade — sussurrou de maneira muito sexy.

Que porra é essa? — rosnei fechando os punhos — Owen me olhou confuso, ela olhou na mesma direção, no entanto não estava me vendo.

O que foi querido? ele não respondeu a voz sedutora continuou — Vamos para o quarto? convidou

Claro que não... — doida — revirou os olhos — Tenho namorada. falou com firmeza.

— Namorada? na mesma hora perguntei — Estamos namorando? ele respondeu Sim para ambas perguntas nem pude processar isso e a vaca continuou.

Eu não admito isso Stewart.Você é meu e sempre será — a voz sedutora transformou em pura raiva

Onde ela está? se movimentou rapidamente pela casa passando por mim, procurando algum cheiro, sem sucesso — Vou matá-la — garantiu. eu e ele nos entreolhamos, parecia piada ela parou novamente  perto dele e eu fui até lá, parei na frente dela — VADIA ! dei um tapa na cara dela, e nada aconteceu, meu tapa atravessou seu rosto, me afastei na mesma hora balançando a cabeça, tentando entender.

 

Carlisle e os outros acabaram chegando da caçada nessa hora…  se entreolharam confusos com a situação de nós três imóveis ali na sala.

 


Notas Finais


<3


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