História Um novo existir. - Capítulo 12


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Categorias Saga Crepúsculo
Visualizações 44
Palavras 1.452
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom, gente....
Voltei antes mesmo de desistir de vez. Ainda estou revendo os capítulos e analisando no que posso melhorar, mas descartar o que foi feito até aqui parece egoismo da minha parte com quem gostou e gosta da minha história.

As criticas sempre são bem vindas. Estou buscando evoluir e melhorar sempre.
Aproveitem consegui terminar um capitulo agora ><

Capítulo 12 - Magnus Bane


O auge do inverno chegou. Embora o céu se encontre cinzento nosso cuidado será redobrado para não chamar a atenção dos humanos.

Antes de pegar a estrada, nos alimentamos o suficiente por duas semanas, empanturrada, é assim que me senti. Desde ontem Owen e eu trocamos poucas palavras, ele estava estranho, poucas horas se passaram desde que saímos de casa.

Você está bem ? Perguntei enquanto minha mão procurou a sua, pousando na sua perna.

Sim. sua resposta foi seca. — A tal da Martha ainda mexe com você? minha fala soou como piada para ele que sem demora caiu na risada, mas seus olhos permaneceram na estrada.

Está com ciúmes? a ironia em sua voz me fez revirar os olhos e recolher minha mão de sua perna. — Não seja ridículo - disparei cruzando meus braços  voltando meu olhar para a imensidão de neve, tentando esconder o que estava estampado na minha testa.

Senti medo… ele começou … medo dela te machucar, fez uma pausa — Eu jamais me perdoaria.. suas palavras fizeram meus braços se desmancharem pousando-os no meu colo.

Ela não vai me machucar. prometi

Eu falei sério. ele disse me olhando rapidamente. — Sobre o que ? o questionei ao me ajeitar no banco.

Você ser minha namorada. um sorriso lindo encheu seus lábios, quase pedi pra ele parar o carro e me beijar, me controlei.

— Ah. cocei a cabeça sem saber o que dizer. — Achei que foi no calor do momento. dei uma risadinha sem graça.

Vamos chegar logo. apontei para as pequenas luzes no fim da pista na tentativa de  mudar o assunto. Algo o estava incomodando e ele não queria me dizer, eu não iria perguntar, não agora.

Como vamos encontrar Magnus Bane? perguntei

Entrei em contato com um velho amigo, vamos nos hospedar no Hotel Dumort. Assim que deixarmos as coisas, Rafael passará o endereço de Magnus e vamos até ele.

Nossa você é rápido em? Já planejou tudo. - Owen me deu uma piscadinha e sorriu, aquele sorriso lindo e travesso

Os vinte minutos seguintes ficamos em silêncio, ele estava agindo do mesmo jeito do dia em que me transformei, travado em uma batalha interna e silenciosa, na qual eu não estava conseguindo alcançá-lo.

Já era noite quando estacionamos em frente ao tal hotel, que não era nada muito atrativo, antes de descer um moço de cabelos escuros, de terno esperava na porta de entrada.

Raphael Santiago! Owen pareceu feliz quando gritou o nome do sujeito. Em um primeiro momento estava do meu lado ainda no carro, no outro abraçado com o tal Raphael que ainda abraçado respondeu — Quanto tempo meu amigo!

Porque foi tão rápido? perguntei quando coloquei minha mala na soleira da porta ao lado dos dois, o Olhar escuro como a noite encontrou o meu, com muita rapidez ao sair do abraço do Owen, tomou minha mão e a beijou, me fazendo recuar no ato.

Boa noite! É uma bela imortal Senhorita … fez uma pequena pausa.. antes que eu pudesse falar meu nome, um ciumentinho falou por mim, tão veloz parou do meu lado passando seu longo braço em torno da minha cintura, limpou a garganta — Aria… Aria White, minha namorada.

eu quis rir, assim como Raphael que entendeu o recado. Quem estava com ciúmes agora?

Boa noite Raphael. Pelo visto você é um imortal também. um sorriso gracioso parou em meus lábios, ele concordou e sorriu.

Pegamos as malas e fomos para o quarto, deixamos nossas coisas e seguimos até o escritório do líder do clã de Vampiros.

Gostaríamos de falar com o Alto Feiticeiro do Brooklyn. falei ao me aproximar da mesa onde Raphael estava apoiado.

Lorenzo ? ele arqueou a sobrancelha me encarando, no entanto minha expressão confusa deixou claro que não.

Magnus Bane. Owen disse.

Magnus… do que se trata?

O assunto pertinente será tratado com ele Sr. Santiago. falei com rispidez revirando os olhos.

Bravinha ela em Owen. a risada irônica foi direcionada para Owen, ele decidiu não entrar no mérito da questão e apenas o deu uma risadinha como resposta, eu o ignorei.

Aqui está. Raphael disse ao entregar um papel com o endereço de Magnus Bane.

Obrigada. Vamos Owen. disse a caminho da porta.

Com o endereço em mãos colocamos no GPS do carro, Owen também tem um pé mega pesado, então logo chegamos frente ao prédio descrito no papel. Sem pedir autorização entramos, o prédio não tem sequer um porteiro.  

A ansiedade tomou todo meu corpo assim que Owen apertou a campainha, eu o agarrei pela mão e a apertei, nessa hora me lançou um olhar afetuoso e cheio de esperança, o sorriso de lado, foi um convite para um beijo, nos aproximamos devagar, perto demais, de olhos fechados, finalmente o beijaria novamente. Acho que não!

Coff, coff! com a porta aberta, parado em nossa frente estava Magnus Bane fingindo uma tosse para chamar nossa atenção, imediatamente nos afastamos, mais uma vez, sem beijo.

Desculpe interromper o momento.. ele disse com sua mão direita levantava enquanto girava o punho com seu dedo  indicador apontando para nós dois… Em que posso ser útil?

Confesso que levou alguns segundos para me recompor, pela primeira vez agradeci por não corar, olhei de canto de olho e Owen estava rindo.

— Boa noite Sr. Bane. Não tomaremos muito seu tempo, só preciso fazer algumas perguntas. Magnus assentiu e abriu passagem para que nós dois entrássemos em sua casa.

Assim como Owen, o feiticeiro embora próximos ao sofá, permaneceram de pé, como a espaçosa que sempre fui, busquei logo o primeiro assento disponível,mesmo sem necessidade, quis parecer o mais normal possível. Quando fui começar a falar ele levantou sua mão e disse:

Perdão antes de começarmos.. Como é seu nome ? sua voz era mansa, mas seus olhos me analisavam da cabeça aos pés.

Aria. Aria White.

Para meu espanto. Magnus Bane tampou a boca com as duas mãos, sua surpresa em ouvir meu nome, o fez emitir um grunhido enquanto sua perna bambeou fazendo-o cair sentado no sofá, o silêncio que tomou a sala foi devastador e perdurou por uns cinco minutos.

— Sabia que um dia viria. Só não imaginei que seria agora. o tom de preocupação tomou sua voz, pude ouvir seu coração se agitar.

—  Você me conhece?  apoiei meus cotovelos na minha perna e tampei meu rosto com as mãos, estou cansada, todo dia uma surpresa nova, e cada vez me afundo mais nesse mundo que não escolhi, a minha humanidade se foi, uma bolha de mentiras sobrou.

Ele concordou com a cabeça, mas eu não vi, só senti que sentou do meu lado e apoiou as mãos mornas sobre meu ombro frio. percebeu meu descontentamento.

— Vou te responder tudo o que quiser saber. tentou me confortar, conseguiu. me ajeitei no sofá, ele deu um sorriso de canto, assim como eu, ele também parecia confuso.

Magnus. Minha mãe era mesmo meio vampira meio humana? Por quê eu era humana? Por que você me conhece?  o bombardeio de perguntas só tinha começado, entendendo isso ele se ajeitou no sofá depois de, ainda sentado tirar seu paletó e colocar no braço do sofá.

Para a primeira pergunta sim, Brianna era uma metade humana e metade imortal. Para te responder a sua segunda pergunta precisarei te contar outras coisas ainda.

Quase esqueci que Owen estava ali também, ele permanecia imóvel do outro lado da sala.

Tudo bem, só me fala tudo que sabe. uni minhas mãos enquanto falava. Minha fala saiu mais como uma súplica.

Conheci sua mãe… ele fez uma pausa e limpou a garganta — Bom. Conheci sua mãe porquê em um momento de desespero ela veio até mim. Ela sabia que não demoraria muito para alguém a encontrar, desconfiava que morreria e quis proteger, você e seu pai. Quando a atendi ela ainda estava grávida, a pouco tempo, no entanto previa que assim como ela você seria uma híbrida. — paralisada eu não tirava os olhos dele, nenhuma palavra sairia da minha voz até que ele dissesse tudo o que sabe — Seu pedido foi para eu remover seu gene vampiro, e depois de muito esforço, acabei conseguindo. Foi por isso que nunca soube que era diferente. Achei que tivesse conseguido- ele pareceu questionar seus poderes nesse momento, então eu o interrompi — Você conseguiu, até um período. Fui transformada, a lembrança de tudo surgiu na minha mente e fiquei triste, tentei confortá-lo, não pareceu funcionar, seu olhar mudou, além do tom pude ver a raiva neles.

Não entendo -  se questionou — Nenhum vampiro que quisesse te machucar seja a mando D’ela ou não  te veria - minha sobrancelha se uniu tentando processar o que foi dito.

D’ela? perguntei e ele concordou.

Quem queria sua mãe morta, e não sossegou até conseguir.

 


Notas Finais


Obrigada, é muito gratificante saber que embora haja erros vocês continuam acompanhando a Aria, e gostando <3

mil beijos *-*


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