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História Um Novo Harry - Capítulo 2


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Notas do Autor


Oi gente, mais um capitulo para vocês
perdoem os erros ok?

Capítulo 2 - O Tempo Passa


4 Anos depois.

O mundo Bruxo estava um verdadeiro caos, depois do desaparecimento do menino-que-sobreviveu, Voldemort aproveitou a ausência do jovem Potter e atacou com tudo, em pouco menos de dois meses o ministério caiu, o ministro fora assassinato com requintes de crueldade, foram poucos os que escaparam do ataque ao ministério.

Com as trevas tomando o controle do ministério, não demorou muito para os comensais em Azkaban fossem libertados, nascido trouxas e mestiços começaram a se esconder, assim que a casa de um nascido trouxa fora invadida e a família chacinada, muitos se voltaram para Hogwarts, e seu diretor Alvo Dumbledore.

Em menos de oito meses Hogwarts tinha deixado de ser uma escola e virado a base da resistência contra Voldemort e seus comensais da morte, salas de aula, antes abandonadas, passaram a abrigar famílias de refugiados, seja de nascidos trouxas, ou de mestiços, ou de sangues puros que tinham perdido suas casas, como os Weasley's, que após terem sua casa, A Toca, incendiada por Bellatrix e outros comensais, se viram obrigados a fugirem para a escola.

O ano seguinte fora ainda pior, muitas mortes, desaparecimentos, muitas famílias estavam fugindo da granbretaña, na esperança de fugirem da loucura do Lord das Trevas, durante um ano as pessoas ainda tinham uma pequena luz de esperança de que tudo ficaria bem, mais isso só durou até Hogwarts cair, quando o castelo fora invadido e incendiado, a esperança do mundo bruxo acabou, a Ordem da Fênix se viu fugindo do castelo com muitos feridos, incluindo o velho diretor, enquanto infelizmente deixavam seus mortos para traz, pois não tinham como levá-los com eles, entre os mortos estavam, Cho Chang que dera a vida para proteger um grupo de crianças, Parvati Patil que morrerá ganhando tempo para que os feridos na ala hospitalar pudessem fugir,  Madame Hock, Aurora Sinistra e Sibila Trelawney morreram durante o primeiro ataque dos comensais quando as barreiras caíram, muitos outros também caíram, como membros da Ordem, entre eles Mundungo Fletcher, alem de Córmaco McLaggen e vários aurores.

Depois da queda de Hogwarts, tudo parecia piorar, a quantidade de mortos era cada vez maior, Dementadores passaram a patrulhar o beco diagonal, qualquer um que não apoiasse o Lord das Trevas era caçado e morto, era comum que aldeias e pequenas cidades de trouxas fossem devastadas pelos comensais da morte durante as noites, de manha, tudo o que restavam eram casas queimadas e corpos espalhados pelo chão.

E assim mais dois anos se passaram, com o mundo bruxo vivendo em uma treva, aparentemente sem fim.

 

Usina Hidroelétrica Desativada – Sede da Resistência.

- precisamos de mais remédios na ala hospitalar – Hermione, de 19 anos, falou enquanto alisava seu ventre de seis meses, ao seu lado seu marido Ronald também de 19 anos, Rony possui uma cicatriz que começava bem abaixo do olho direito e descia por sua bochecha até chegar no inicio do seu pescoço.

- também estamos ficando seu comida – Luna, de 18 anos, falou enquanto segurava a mão de seu marido Neville, de 19 anos, que tinha uma fina cicatriz em cima do olho esquerdo.

No momento os lideres da resistência estavam reunidos numa sala planejando os próximos passos, sentados numa mesa redonda, estavam Dumbledore, ao seu lado direito Severus, depois Minerva, Arthur Weasley ao lado do esposo, Molly Weasley, então Hermione e Rony, Luna e Neville, Ninfadora Tonks, Remus Lupin, e por fim mais não menos importando, sentado do lado esquerdo do Dumbledore, Sirius Black.

Remus suspirou auto – nos chamamos de resistência, mas mal temos o que comer ou como cuidar de nossos feridos, como podemos continuar levando esperança aqueles que nos procuram, se mal podemos nos manter.

- sei que é difícil, mas temos que continuar, não podemos nos deixar derrotar – Dumbledore falou com calma para Remus.

- sabemos disso Alvo, mas palavras bonitas não servem de comida – Sirius respondeu.

- se não me engano nossos estoques de ingredientes para poções também está baixo, certo Severus? – Molly perguntou.

- correto Molly – Severus respondeu – se não formos em busca de mais ingredientes logo, não teremos mais poção de regeneração ou a de reposição do sangue.

- acho que chegamos a um ponto que precisamos de um milagre – Hermione falou. – ou vamos ter que abandonar o país.

- nossa última salvação seria se o senhor Potter retornasse, apenas ele pode por fim a essa loucura.

Nesse momento Severus bufou – Potter fugiu com o rabinho entre as pernas como o belo covarde que sempre fora, ele nunca vai voltar – falou acido.

Nesse momento Sirius e Remus se levantaram – retire o que disso ranhoso – falaram juntou

- você sabe muito bem que Harry não era e nunca foi um covarde, sei que ele teve um bom motivo para sumir – Sirius continuou quase gritando.

- Severus, por favor – Dumbledore pediu.

- tudo bem Black, eu retiro o que disse – Severus falou de mal humor.

- eu gostaria de saber por que Harry nos deixou – Hermione falou baixo para seu marido que concordou com a cabeça, mas a sala inteira ouviu.

Durante algum tempo, os doze membros da resistência ficaram em silencio pensando no jovem Potter, onde ele estaria agora, se estava bem ou se fora capturado, e principalmente, se ele não fora capturado, por que tinha sumido?

Eles ainda demoraram um tempo discutindo os próximos passos, e o que deveriam fazer para garantirem sua sobrevivência.

 

Mansão Malfoy.

- COMO ASSIM VOCÊ NÃO OS ACHOU!!!!!!!! – Lucius berrou com raiva - EU TE MANDEI DESCOBRIR ONDE AQUELAS GALINHAS FLAMECHANTES SE ESCONDEM E VOCÊ AINDA TEM A CARA DE PAU DE VOLTAR AQUI E ME DIZER QUE NÇAO OS ACHOU??? CRUCIUS.

O comensal da morte que estava ajoelhado perante um dos membros do ciclo interno do Lord, começou a se contorcer e a gritar de dor sobre a maldição.

A tortura durou horas e quando acabou Lucius enxotou o jovem comensal para fora de sua casa – aqueles desgraçados ousaram capturar meu filho, agora vá atrás deles e não volte até ter informações sobre eles – Lucius falou batendo a porta na cara do jovem comensal.

Lucius nem de longe se parecia com o Lord Malfoy, que um dia ele fora, não desde que seu filho Draco desaparecera a mais de dois anos, Draco estava comandando um grupo de jovens comensais, nos quais estavam, Vincent Crabbe, Gregori Goyle, Blaise Zabine e Pansy Parkinson, eles deveriam invadir um dos esconderijos de refugiados, deveria ser uma missão rápida, mas depois de 4 horas sem ter noticias, Voldemort foi junto com Lucius e Bellatrix foram até o local, quando chegaram ao lugar viram uma verdadeira zona de batalha, os refugiados tinham sumido, e apenas os corpos, completamente destroçados de Pansy e Blaise foram encontrados, os outros três tinham desaparecido, desde então o casal Malfoy vinha fazendo de tudo para encontrar seu filho e herdeiro.

A teoria mais provável para o incidente era que, de alguma forma a resistência tinha descoberto sobre o plano de atacar aquela base de refugiados, e tinham intervindo, salvando os refugiados e levando como prisioneiros os jovens Draco, Gregori e Vincent, mais não antes de matarem cruelmente os outros dois integrantes do grupo, Blaise e Pansy.

Lucius, após expulsar o jovem comensal de sua casa, Lucius se jogou na poltrona enquanto pensava em seu filho, ele nunca fora do tipo que demonstrava seu amor, na verdade, ele nunca tinha prestado atenção em Draco, pois em sua mente Draco deveria ser seu herdeiro e uma cópia dele, só depois que o jovem desapareceu foi que Lucius se deu conta do quanto amava Draco.

- ainda sem noticias Lucius – Voldemort perguntou entrando na sala e se sentando de frente para o amigo, sim amigo, desde que Potter sumira, o Lord das trevas não viu motivos para manter tantas horcruxes, e reabsorveu algumas, voltando a sua sobriedade, então ele permitiu que alguns de seus servos mais leais se aproximassem dele, de modo que agora as famílias Malfoy, Lestrange e Goyle se tornarem seus amigos íntimos.

- ainda nada Milord – Lucius respondeu devastado – sinto tanta falta do meu Draco – admitiu.

- eu também, depois que descobrimos sobre a traição do Snape, e vocês me tornaram o padrinho do Draco, eu e ele nos tornamos bem próximos, ainda sinto remorso por tê-lo enviado naquela missão apenas com um bando de adolescentes – Voldemort admitiu meio pra baixo. – nós vamos achar aquela ordem de merda e trazer nosso Draco e volta Lucius, eu prometo – Voldemort falou com determinação e seus olhos mostravam que não teria piedade daqueles que ousaram sequestrar seu amado afilhado.

Continua...


Notas Finais


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