História Um novo recomeço - Capítulo 13


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Categorias Why Don't We (WDW)
Personagens Corbyn Besson, Daniel Seavey, Jack Avery, Jonah Marais, Zachary "Zach" Herron
Tags Amizade, Drama, Musica, Romance, Why Don't We
Visualizações 76
Palavras 1.071
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi oi galera, desculpa a demora, a vida não tá fácil.
bom, eu queria ressaltar nesse capítulo a importância dos amigos verdadeiros, não só na fic, mas também na vida!
um grande beijo para todos vocês e espero que gostem.

Capítulo 13 - Pra vida toda


Fanfic / Fanfiction Um novo recomeço - Capítulo 13 - Pra vida toda

Não sei o que passou pela minha cabeça ontem a noite.

Já estou voltando para Los Angeles e eu não o que dizer para Jonah sobre a noite passada, ele sempre soube de tudo sobre o Willian, como ele agia comigo e nunca apoiou o nosso romance, principalmente depois do caso do hospital, ele proibiu Willian de se aproximar de mim.

Não sei por que deixei que ele me beijasse, não sei o que estou sentindo por ele agora, nem mesmo por Zach, se ainda sinto alguma coisa por ele, só sei que estou com medo do que vai acontecer agora. Pensei que a viagem fosse me ajudar a espairecer as ideias, mas acabou piorando tudo.

Ligo para Jonah, avisando que já estou chegando em casa e que ele não precisa me buscar no aeroporto. São 20:00 da noite, estou morrendo de sono, as aulas começam na terça, amanhã é meu último dia de descanso.

Depois do desembarque e de pegar todas as malas, vou direto para o apartamento. Quando chego lá, todos estão sentados no sofá de pijama jogando videogame.

- JAAAAAAAAAAAAAAAADE – Daniel corre em minha direção quando eu abro a porta

- Meu amorzinho – deixo as malas no chão e abraço ele

- Que saudades de você – ele diz em meu ouvido

- Também estava morrendo de saudades – sorrio

Quando vejo todos os meninos me abraçam e fico feliz por ter voltado, eles fazem muita falta na minha vida. Senti muita saudade deles.

Depois de colocar as malas no quarto, arrumar tudo, jantar, vou para o meu quarto e Jonah aparece na porta, chegou a hora de contar.

- Me diz como estão as coisas por lá, papai e mamãe estão bem? – ele se deita ao meu lado na cama e eu me viro para ele

- Eles estão ótimos, falaram que estão morrendo de saudade, que você precisa aparecer mais vezes e também mandaram algumas coisas para você do Brasil – me levanto e pego o que restou na mala.

- Aconteceu alguma coisa nova? Você saiu com os nossos amigos? – ele diz todo empolgado

- Sim, no sábado papai fez uma festa surpresa para mim e chamou todo mundo – digo toda feliz.

- Seu pai é demais

- Ele é o melhor do mundo. Chamou até o Willian – sorrio de lado

No mesmo segundo Jonah já levanta os olhos e me encara fixamente.

- O que ele estava fazendo lá? Vocês dois não tem mais nada – diz irritado

- Eu sei, mas ele veio pedir desculpas por tudo o que aconteceu antes e também me disse que não está envolvido com as drogas, ele perdeu muita coisa por conta disso.

- E você acreditou não foi? Jade você acha mesmo que alguém muda de um mês para outro, a reabilitação não é tão simples assim, o processo é demorado, ele não fica livre de uma hora para outra.

Posso ver a raiva em seus olhos e posso sentir as lágrimas se formando nos meus, talvez Jonah tenha razão, mas não foi o que pareceu quando ele me beijou.

- Eu beijei ele – digo e abaixo a cabeça

- Você fez o que...? Eu não acredito Jade, ele não pode te machucar mais uma vez, igual fez antes.

- Ele não pode me machucar porque eu não estou ao seu lado e ele não usa mais drogas, ele não está como você acha, até papai disse que ele mudou.

- Como isso aconteceu?

- Ele me chamou para conversar, no inicio eu não queria, mas ele começou a dizer e eu não consegui ignora-lo, e então ele foi me contando o que estava acontecendo com a sua vida e começou a chorar, depois ele me abraçou e rolou. Só isso.

- Você ainda gosta dele né, não resistiu – posso ver a decepção na sua cara.

- Jonah, eu podia sentir que aquele beijo foi real, foi recíproco, o que tornou o beijo diferente – comento me lembrando de noite passada.

- Eu sabia, sempre soube que você ainda sentia alguma coisa por ele, mas pensei que você resistiria por mais algum tempo – ele da uma risadinha, se aproxima e me abraça.

Nessa hora eu já estou chorando, Jonah me julga, mas depois me conforta contra suas próprias palavras. E é por isso que eu amo tanto ele.

- Eu vou cuidar de você e tu vai se esquecer dele rapidamente – ele sorri – a não ser que você não queria esquecer ele

- Preciso organizar meus sentimentos e depois você me ajuda pode ser?

- Claro, não pode se esquecer do seu vizinho gato. E depois de amanhã começa as aulas e você precisa conhecer pessoas novas lá.

- Com toda certeza eu vou – sorrio e me encosto  a seu peito, me aninhando para dormir do seu lado, sentindo saudades e agradecendo por ter Jonah ao meu lado nessas horas mais complicadas onde nem eu mesmo consigo agir.

Desde mais novos Jonah me ajudou, na primeira briga (ele apanhou no meu lugar), na minha primeira cólica (pesquisando tudo o que poderia fazer para passar a dor, já que eu estava quase morrendo, ele comprou chocolate sorvete, alugou um tanto de filme e levou lá pra casa, depois da cólica passar), e ele também me ensinou a jogar vôlei.

-  Também tenho toda a certeza que vou dormir aqui hoje, para te ajudar nessa sua crise pessoal interna – ele me abraça mais forte

- Você é o melhor do mundo, eu sei que já sabe disso, mas eu preciso ressaltar todos os dias para você jamais se esquecer  - seguro firme na sua mão e adormeço

- Ei pequena, eu sei, e você também é a minha melhor, desde o berçário, da primeira troca de fralda, quando eu vi aquele neném chorando lá dentro, com uma carinha de Alien vestindo rosa, eu sabia que você seria a minha melhor amiga. Se lembra de quando eu te peguei no colo pela primeira vez? Nossas mães surtaram quando eu quase te derrubei no chão. Você gostava de ficar no meu colo, não chorava quando eu te pegava e fazia bico quando alguém te tirava dali. Imagina se eu não tivesse te conhecido, se nossas mães não fossem melhores amigas de infância como nós? Como será que seria minha vida sem você para me ajudar?

Quando ele percebe já estou dormindo e então ele deposita um beijo da minha bochecha e dorme ao meu lado.

 

 


Notas Finais


mais um capítulo entregue, espero que gostem, tenham todos uma ótima leitura e até o próximo! abraço sz


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