História Um Novo Reinado em Westeros - Capítulo 4


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Categorias As Crônicas De Gelo e Fogo (Game of Thrones)
Personagens Aegon Targaryen, Aemon Targaryen, Eddard Stark, Jon Snow, Renly Baratheon, Rhaegar Targaryen, Robert Baratheon, Roose Bolton, Theon Greyjoy, Tyrion Lannister, Tywin Lannister
Tags Game Of Thrones
Visualizações 22
Palavras 791
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Violência
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Aos Traidores, as Masmorras!


Aerys II

O salão do trono foi completamente transformado em um grande hall de festas para receber os grandes lordes dos sete reinos. Como que para retratar o continente em uma grande sala de festas as comitivas dos lordes foram posicionadas em frente do trono de ferro como que para imitar a posição de seu respectivo reino no continente. No início do salão e a quase quinze passos do portão da sala do trono estavam posicionados os senhores do Norte.

O povo nortenho trazia o ar rústico aquela reunião, com suas longas barbas e seus modos graves e ruidosos de falarem, agirem e fazer tudo o mais em suas vidas geladas. No centro da grande mesa nortenha estava o Lorde de Winterfell, Rickard Stark, acompanhado de seus principais conselheiros e sob o estandarte do lobo gigante dos Starks. Eram visíveis também o machado negro dos Cerwynn, os dois machados e a coroa dos Dustin, os olhos e as barbatanas dos Flint, o grande alce dos Hornwood, o sol branco dos Karstark, as chaves cruzadas dos Locke, o tritão dos Manderly, o urso negro dos Mormont, o lagarto negro dos Reed, o garanhão negro dos Ryswell, o homem esfolado dos Bolton, o gigante dos Umber, os punhos dos Glover e outras variações de cores nos estandartes do Norte.

Era um primeiro alvo difícil de se acertar, mas se o rei queria garantir aliados dentro de Westeros, começar com os lordes do Norte seria sábio, já que todo o território do norte se equipara aos outros seis reinos juntos, e a cultura nortenha era de lealdade aos seus costumes antigos e aos seus suseranos.

- Lorde Varys, poderia fazer a gentileza de me trazer o lorde Stark a mesa do trono? -

- Como quiser Vossa Graça. -

Dois segundos depois, o eunuco já sumira no meio do avultuado de cavaleiros e lordes que se batiam no salão para pegar vinho e qualquer outra coisa comestível. Isso parecia se estender as próprias serventes no caso de alguns cavaleiros. Tão rápido quanto havia sumido, Varys retornara com o senhor de Winterfell ao seu lado.

- Lorde Stark! Lamento retirá-lo de suas suaves neves de verão, mas não o faria sem grande necessidade, agora, me dê a honra e sente-se comigo. -

- Pois não Vossa Graça. -

Rickard Stark tomou o lugar a esquerda do rei, sendo que o lugar direito era reservado a Mão do Rei.

- Peço que não se ofenda com a convocatória, lorde Stark, não tenho a intenção de desconfiar do senhor. -

- O senhor fez a atitude correta Vossa Graça. Lealdade ainda deve ser a verdadeira moeda do reino e nenhum dos lordes jurados a coroa, grandes ou pequenos, deve se opor a coroa. -

O jeito nortenho de ser.

- Sei que o juramento dos lordes do Norte foi feito com verdade nas palavras. -

- Não duvide disso Majestade. -

- Não o farei. -

- Há suspeitas de quem são esses desprezíveis seres? -

- O senhor de Lançasolar. -

- Uma das grandes casas de Westeros se rebelando? -

- Parece surpreso. -

- Não imaginaria o porque de se querer mais sendo que ele possui um reino tão rico como Dorne. -

- Rico talvez, mas não tão agradável quanto eles parecem querer. -

- Convivemos com o frio dos piores invernos no Norte. -

- Por isso você era minha suspeita número dois. -

É a reação era de um homem assustado ou ofendido que vejo aqui.

- Majestade... -

- Oh não se preocupe, suas palavras sinceras e as de seus vassalos já me foram suficientes para apaziguar as desconfianças. -

- Ainda assim, porque me chamou? -

- Quantos homens podemos esperar receber das Terras Ocidentais lorde Tywin? -

A Mão do Rei e o senhor marechal da Campina, Mace Tyrell, haviam aparecido atrás do trono como duas grandes sombras.

- 45 mil soldados Majestade. -

- E a Campina lorde Mace? -

- 65 mil soldados e a Frota da Árvore. -

- Ótimo. Então, lorde Stark, ouvi dizer que o Norte pode reunir 50 mil soldados e Porto Branco possui uma boa frota, poderemos contar com sua ajuda? -

O olhar e expressão de lorde Rickard era tanto de confusão quanto de susto.

- Majestade... Eu... Eu... Não entendo, qual a função desses homens? Haverá guerra ou algo assim? -

- Eu joguei o lorde de Lançasolar e príncipe de Dorne em uma das Celas Negras, será falta de consideração da família não declarar guerra. -

- E quando seria essa guerra? -

- Agora. Se não me engano, aqueles são meus guardas se preparando para levar o restante dos traidores desse salão para as celas negras. -



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