1. Spirit Fanfics >
  2. Um Outro Alguém >
  3. Pegação e Conversa

História Um Outro Alguém - Capítulo 25


Escrita por: e Adamarac


Notas do Autor


Não demorei tanto u,u

Capítulo 25 - Pegação e Conversa


Eu sou fodidamente e incrivelmente sortudo. E eu só tenho certeza disso porque é a única explicação para Dean Winchester corresponder os meus sentimentos. 

Confesso que, quando decidi contar sobre eles, tive medo, pois Dean deixava bem claro que não queria que envolvêssemos emoções. No entanto, eu achava que ele havia percebido e por isto estava tentando me afastar, mas era o contrário. 

A razão pela qual Dean me afastava era porque estava sentindo as mesmas coisas que eu e tinha medo de não ser correspondido. 

É por isto que sempre acredito que a melhor coisa que se pode fazer para resolver as coisas é conversando. Não importa o que seja, tudo será resolvido em uma boa conversa, desde que é claro, os sentimentos sejam expostos também. 

Ontem, eu e Dean, enfim, contamos o que sentimos um ao outro. E para o nosso alivio, ambos sentiam as mesmas coisas e não há nada melhor do que ser correspondido nos sentimentos. 

Depois de Dean me dizer que nós faríamos amor e não sexo, eu tive que ir embora (o que eu não queria) porque Gabriel me mandou uma mensagem dizendo que Lucca estava vomitando – por ter comido tanto doce - então, fui ao auxilio de meu irmão, mas é claro que antes de sair da casa de Dean, eu o questionei:

-Você realmente está gostando de mim? - O olhei, procurando qualquer vestígio de que ele estava apenas brincando comigo. 

-Eu estou gostando muito de você, Cass, sendo assim, é melhor tomar cuidado – ele pega em minha mão e a beija delicadamente. 

-Tomar cuidado? Por quê? - Seus lábios quando tocam em minha pele faz arrepiar. 

-Em breve, você entenderá - ele afirmou, me confundindo. - Agora é melhor ir. 

Eu ia abrir minha boca para questioná-lo, porém, Dean me impediu de continuar, pois beijo-me e depois simplesmente me empurrou (cuidadosamente) para fora de sua casa. Deixando a mim, totalmente atordoado. 

O que Dean quis dizer com aquilo? 

E com isso, passei a noite inteira me perguntando isto. E diversas respostas surgiam em minha cabeça. Como exemplo, Dean poderia surpreendentemente, me levar para jantar ou andarmos em seu carro aleatoriamente, ou também... 

As suposições não paravam.

Dean Winchester gosta de mim!

Eu queria contar para todo mundo sobre o que sabia, sobre o que havia conseguido. E sinto-me um idiota, pois o que Dean me contou me causou mais empolgação do que o fato de que um dia irei abrir minha empresa.

Talvez seja porque ter o próprio negócio depende apenas de se esforçar, conhecer investidores e saber como administrar. Todas essas coisas são o contrário do que se envolve de uma relação, pois ela precisa que duas pessoas estejam dispostas a sentir e algumas vezes, uma delas não sente nada. 

Saber que Dean gosta de mim, sem que eu tenha forçado e tampouco mendigado por isto significa muito, pois quer dizer que ele realmente gosta de mim. Uma coisa que achei que seria impossível de acontecer.

Não consegui dormir direito e eu até poderia ficar com mal humor, mas não havia chances de isso acontecer. O motivo por não dormir era o melhor do mundo. 

Assim que vi que eram 07 da manhã, tratei de me colocar de pé, tomar um banho e preparar o café da manhã para Lucca e Gabriel. E no momento que deixei tudo pronto para comermos, me questionei internamente se deveria convidar Dean ou não, pois nesse tempo todo que estivemos aqui, ele nunca se juntou a nós. 

-Bom dia, Castile! - Gabriel me cumprimenta ao entrar na cozinha. - O cheiro está delicioso. Como sempre, é um ótimo cozinheiro. 

-Obrigado – agradeci, achando engraçado o seu elogio. Geralmente meu irmão é mais de zombar do que elogiar. - Cadê o Lucca?

-Ele pediu para dormir mais um pouco – ele explica, colocando uma xícara de café. - Vou comer e em seguida zapar.

-Zapar? - Indago, frisando o cenho e então reparo nas roupas de meu irmão. Ele está vestindo um terno. Bem, é o meu terno. 

-Esqueceu-se de que arrumei um emprego? - Sua pergunta me pega de surpresa.

Estive tão ocupado pensando em Dean que esqueci de meu irmão. Para nossa felicidade, ele conseguiu encontrar um trabalho de qualidade (claro que mexi alguns pauzinhos) e agora meu irmão para a empresa da Lisa. Especificamente, Gabriel é um segurança que verifica quem entra e sai. 

-Esqueci-me de que era hoje que iniciava! - Respondo, batendo em minha testa. - Então é melhor comer bem e rápido, para que não se atrase igual a mim.

-Ninguém se atrasa igual a você e ninguém tem a sorte de ter um chefe como Dean que perdoa seus atrasos. Aliás, como que consegue fazê-lo te perdoar?

Controlo minha expressão para não me entregar, pois alguns dias atrás, quando eu e o meu chefe estávamos nos pegando no estacionamento, Dean simplesmente me contou que perdoava os meus atrasos porque os beijos e chupões que dava em mim fazia valer a pena.

-Nem sei – minto, dando de ombros. - Talvez porque eu faça coisas incríveis para ele - forço os lábios um no outro para não rir. Se Dean estivesse aqui, ele saberia do que estou me referindo, do quanto o meu comentário tem um duplo sentido e cheio de malicias.

-Ahh, Castile, você é bom no que faz, isto não duvido – ele finaliza o assunto, bebendo sua xícara e comendo um bolo rapidamente. 

Ao terminar de comer, Gabriel limpa sua boca com o guardanapo e vai no quarto de Lucca. Alguns segundos depois, meu irmão aparece com seu filho acordando. 

-Você vai tomar café com o tio, pois o papai vai trabalhar – explica Gabriel. - Tenho que ir. Nós nos vemos à noite – ele beija a cabeça de Lucca e pega a chaves do carro (ainda bem que meu irmão conseguiu superar seu medo após o acidente) e antes de sair da casa, soltou: - Por que não chama Dean para tomar café com vocês, Castile? Assim não fica só vocês dois – e com isso, sai. 

-É verdade, tio – Lucca comenta, girando sua cadeira de rodas em minha direção. - Vai lá chamar o Dean!

-Ah, não sei... - digo, indeciso. - Ele deve estar dormindo. E é melhor nós não acordá-lo – invento uma desculpa. 

-Alô? Dean? - Escuto o pequeno pergunta e só então noto que ele está segurando o meu celular. - Você quer vir tomar café comigo e com o tio Cass? - O garoto simplesmente pergunta. - Eba! Então não demora, porque caso o contrário, o tio Cass vai desmaiar porque ele está me olhando com uma cara estranha – depois de sua fala, Lucca coloca meu celular de volta na mesa. - Dean já está vindo, tio. Não se preocupe, ele vai ver o que tem de errado com você. 

-Errado comigo? Eu estou bem – declaro, frisando o cenho. Talvez eu esteja com um pouco de olheira e também com a expressão de quem está nervoso, porque caramba, é como realmente estou. Dean Winchester gosta de mim. 

-Ahh, que bom! E só para constar, o tio Dean já estava acordado. Viu? Não o acordamos! - Lucca se espreguiça. 

O som de leves batidas na porta ecoam e eu trato de ir abri-la. E no momento que meus olhos se encontram com o Dean, sinto como se fosse desmaiar. 

Como fico estúpido apaixonado. 

-Bom dia, Cass! - Ele diz, abrindo um sorriso alegre. - Cass, eu posso entrar?

-Ãh, é claro – saio da frente e lhe dou passagem para passar. - Eu preparei café e um bolo de cenoura. 

-Deve estar muito bom – elogia e sinto-me envergonhado. - Bom dia, garotão! - Dean bagunça os cabelos de Lucca e o menino ri.

Nós nos sentamos para tomar o café e na maior parte, Dean e Lucca ficaram conversando enquanto eu os observava. Ou especificamente, observava Dean.

Subitamente, novamente alguém bate na porta e eu vou conferir quem é, pois não estava esperando por ninguém. 

Assim que abro a porta, vejo a figura de Ben e me surpreendo. 

O que ele estaria fazendo aqui? 

-Bom dia, Castiel! - Cumprimenta sorrindo. - Eu vim busca Lucca para a nossa sessão. Ele já está pronto? - Friso o cenho. 

-Bom dia, Ben – Dean repentinamente surge atrás de mim. - O Lucca está quase pronto, só vai se vestir e pegar as coisas dele. Por enquanto, gostaria de entrar? - Ben concorda, entrando dentro da casa. - Já tomou café? - Inquira Dean, ainda sendo surpreendente atencioso. 

-Já sim, não se preocupe e obrigado – ele agradece sorrindo. - E então, quais são os planos? - Indaga curioso. 

-Planos? - Pergunto e também com curiosidade. 

-Esqueci de te contar, Cass, mas pedi para que Ben ficasse o dia inteiro com Lucca, para que nós dois pudéssemos resolver as coisas da sua empresa. 

-Você tem uma empresa? - Ben inquira, surpreso. 

-Não exatamente... - e com isso, começo a explicar como estou arranjando investidores para que futuramente pudesse abrir a minha própria empresa e também contei qual seria o meu negócio.

-Estou pronto, gente! - Lucca surge alegre. - Vamos? Tchau,tio Dean e tio Cass – ele despede de nós rapidamente e começa a puxar Ben para fora. O garoto está agitado, pois acha que está cada vez mais perto de voltar a andar. 

-Nos falamos mais tarde, pessoal. E eu espero que dê certo as suas coisas, Cass! - Ben declara e então some juntamente com Lucca.

Fecho a porta e, em seguida, me viro para encarar Dean. 

-Desde quando decidiu que nós íamos resolver as coisas de minha empresa? - Pergunto, para saciar minha curiosidade. 

-Desde que queria uma desculpa para passar o dia inteiro sozinho com você - ele responde avidamente e abre um sorriso de lado. - Isto é algum problema para você?

-Dependerá... – caminho para perto dele, diminuindo nossa distância e para minha felicidade, ele faz o mesmo – Do que vamos fazer nesse dia inteiro a sós, ou no caso, até às 18h – envolvo meus braços em volta de seu pescoço. - Quais são suas ideias? 

-Ah, eu tenho várias - Dean responde, com a voz rouca e então, se aproxima de minha orelha e sussurra: - Quero beijá-lo, tocá-lo, apreciá-lo, degustá-lo. Eu quero você inteiro – e mordisca meu lóbulo, porém, me frustro quando o vejo se afastar do meu rosto e também de mim. - Porém, Cass, eu realmente quero conversar com você sobre sua empresa. 

-Não poderíamos deixar para outro momento? - Inquiro, grunhindo. - Qual é, Dean! É o nosso momento a sós! Podemos fazer tudo e mais um pouco.

-Para alguém que se diz paciente, você está muito apressado – declara, se sentando no sofá. - Antes de fazermos qualquer coisa, Cass, eu quero conhecê-lo. Sem segredos, sem omissões ou máscaras. Eu realmente falei sério quando disse gostar de você, o que significa que quero saber aonde estou me arriscando. Não quero sofrer, Cass. Odeio admitir isso, mas... - ele suspira, parando de me olhar e fita apenas o chão, com os olhos perdidos. - Eu tenho medo. Porque estou me deixando vulnerável a você, como não havia feito a muito tempo. Então, consegue entender o porquê de eu querer me proteger? Os sentimentos acontecem rápido, uma hora estamos gostando um do outro, outra hora podemos estar nos... 

-Amando – concluo sua fala que ficou engasgada. O seu maior medo é me amar e eu simplesmente não o amar de volta. 

-Exato. E é por isso que quero garantir que antes de transarmos, uma das coisas que sei que será muito boa, pois desejei há tanto tempo, quero garantir a segurança de meus sentimentos, porque infelizmente, Cass, eu sei que é questão de tempos até que eu esteja completamente apaixonado por você. 

Completamente apaixonado por mim. Nunca que eu pensaria que Dean se apaixonaria desta forma por mim. 

-Você está tão diferente. Tão... - me aproximo dele e sento ao seu lado, procurando pela palavra certa. - Sentimental. 

-Isto é ruim? - Sua sobrancelha se levanta e seu vira para minha direção. 

-Não. É claro que não. Só estou me acostumando com isso, pois para alguém que simplesmente falava poucas palavras e muitas delas eram curtas e grossas, escutá-lo dizer sobre seus sentimentos... Isto é surreal para mim – acabo o fitando por segundos, apenas o admirando. Dean Winchester, um homem que enfrenta tudo, mas foge do amor. - Se você quer conversar, nós conversaremos. Começaremos por onde? - Pego na mão dele, apenas para senti-lo. Não consigo ficar por muito tempo perto dele sem que meu corpo sinta vontade de tocá-lo. 

-Eu sei bastante coisas sobre você e isso foi a razão pela qual me fez gostar de você. Sei que é protetor, leal, justo, gentil e bondoso. Eu até consideraria que você é perfeito, porém, nós dois sabemos que ninguém pode ser. Então, diga-me algo que não gosta de sua personalidade, que considera ruim.  

Anuo e levo três segundos para pensar no que responder.  

-Todos os dias, eu luto contra a vontade de bater em alguma coisa. Sim, sou gentil, bondoso, justo e tantas outras coisas. Mas dentro de mim, sempre a uma raiva que nunca se cessa. Por exemplo, nós estamos conversando agora, mas sinto vontade de quebrar algo e berrar de raiva. Tenho que me controlar, pois se deixo esta vontade ganhar, acontece à mesma coisa quando soquei você no dia em que me ofendeu, no dia que fomos naquele clube de luta ou quando desmaiei um garoto na escola apenas porque ele havia me ofendido. Eu comecei a socá-lo, Dean. Repetidas vezes, o garoto implorou para eu parar, mas eu não queria, pois precisava deixar a raiva sair. Eu gostava de vê-lo implorar e gemer de dor.

Sem perceber, havia fechado o punho e o apertava com força. 

-Talvez eu seja um masoquista mesmo, Dean. Porque eu gosto disto e sinto prazer nisto – minha concentração, que até então estava na memória dos dias que deixei meu demônio escapar, volta para o homem a minha frente, que está me observando. – Acredito que esse seja o meu maior lado obscuro. Se quiser acrescentar safado, carente, um pouco mão de vaca e por fim, sem pontualidade.

Um riso surge em seu rosto pela minha última palavra. 

-Gostaria mentir e dizer que seu lado obscuro me faz repensar no fato de gostar de você, porém, essa sua versão é ousada e rebelde. Um anjo rebelde – sua mão sobe para o meu rosto e começa acariciar com o polegar. - Gostei disto. 

-Mas e você, Dean? - Pergunto, frisando o cenho e retirando sua mão de meu rosto para entrelaçar com a minha. 

-Qual é o meu lado obscuro? Bem... - ele começa a falar, porém, o interrompo. 

-Não. Eu quero saber qual é o seu lado mais bondoso – incito, me aproximando e tocando nossos joelhos um no outro. - Eu sei qual é o seu lado obscuro, mas é o outro lado que me interessa. Afinal, só o vi agir gentilmente raramente. Então, diga-me, qual é sua maior bondade. 

Seus olhos desviaram dos meus e fitaram o nada. Estava pensando, tentando relembrar. Provavelmente procurando pela última vez que fora tão bom. Sem malicia, sem grosseria ou frieza. Apenas bondade. 

-Antes de meus pais morrerem, eu desejava ser médico. Queria salvar vidas. Queria ajudar as pessoas. Lembro de criar um mantra para mim, porque quando eu ajudasse alguém, a pessoa me perguntaria quem sou e eu diria: Sou Dean Winchester, um homem que acredita na humanidade e em sua felicidade. 

Ele pausa por um instante e seu maxilar fica rígido. 

-Mas é claro que toda a minha visão mudou quando um idiota bateu no carro dos meus pais – seus olhos focam em mim. - Apesar de ter perdido minha inocência e não acreditar tanto na humanidade, não consegui transformar meu coração inteiramente de pedra. Então, a minha maior bondade foi há cinco anos atrás, quando fui a um asilo de condições precárias, no qual dediquei horas e dinheiro para que o lugar fosse transformado em um bom ambiente para idosos e tivesse funcionários descentes. Após isso, me comprometi doar uma parte de dinheiro todo mês para casas de idosos, orfanatos e hospitais que estão em péssimas condições.

-Isto é simplesmente maravilhoso, Dean! - Enquanto o ouvia contar, minha boca ficava de boca aberta, surpreso. É claro que sabia que ele poderia fazer coisas boas se assim desejasse, só não esperava que realmente fizesse e durante tanto tempo. Para algumas pessoas até pode parecer que doar o dinheiro é algo fácil, porém, estão enganadas, quanto mais se ganha, mais se quer. Muitos empresários gastam seus dinheiro com coisas fúteis e negam-se a doar qualquer coisa.

O orgulho que enchia meu peito, fez com que eu saltasse em cima de Dean e o abraçasse apertadamente. Também começo a depositar vários beijos em seu rosto e murmurar: 

-Você é incrível! - E por fim, o beijo demoradamente, tentando transmitir o quanto me orgulho dele. Mas, as coisas simplesmente saem do controle, pois meu beijo se transforma em desejo e urgência. 

- Cass, nós tínhamos combinado de esperar... – Dean murmura, com a voz rouca.

- Eu sei, mas já estamos esperando por meses se for contar desde os dias que estamos apenas nos pegando – digo, com o pouco de razão que minha mente me permite ter. 

E o meu argumento parece simplesmente fazer sentido, pois, como se eu tivesse apertado um botão, Dean avançar para cima de mim e beija-me com ainda mais desejo. Sua língua provoca a minha e quando não está em minha boca, ela passeia por meu pescoço, lambendo-me deliciosamente. Me provando. 

-Eu deveria parar tudo isso, mas não aguento mais segurar o meu desejo. Eu quero você todo para mim, Cass...- sua voz saiu rouca ao murmurar em meu ouvido e em seguida, mordiscou o lóbulo de minha orelha, tirando de mim outro gemido contido. 

-Dean...- eu gemi seu nome. - Por favor, não pare – praticamente imploro e sinto sua mão deslizar para dentro do meu jeans e por cima da cueca, começar a acariciar meu pênis que já tinha enrijecido por causa dos beijos e chupões dados em meu pescoço.

-Você está tão duro, Cass – ele mordeu o meu lábio e riu de maneira sensual. - Eu quero saboreá-lo. Eu o quero muito. Você é o meu desejo obscuro. 

Dean simplesmente saiu do sofá, se agachou e desceu para baixo minha calça juntamente com minha cueca, para assim agarrar o meu pênis com as duas mãos. Isso já é suficiente para me deixar pegando fogo por dentro.

Ele lambe a cabeça do meu pau, fazendo-me soltar um gemido alto e prazeroso. Os olhos dele voltam para o meu rosto e um sorriso sacana surge em seus lábios ao perceber que consegue me fazer perder o controle e me ter em suas mãos facilmente. 

Sem delongas, sem deixar as coisas esfriarem, sem joguinho de provocação, Dean coloca meu pênis em sua boca e começa a chupar, rápido, deliciosamente e excitadamente. Com uma mão, ele segura meu pau enquanto suga e com a outra mão livre, agarra ao bico de meu peito, apertando-o por cima da camisa e puta merda, me faz gemer ainda mais. 

-Porra, Dean ... - eu sinto o orgasmo vindo e isto me faz me sentir como uma putinha na mão dele e o pior, eu gosto de me sentir assim e sei que ele também está gostando. - Me chupa mais. 

-Goza na minha boca, Cass – ele para apenas um segundo para dizer isto e depois volta a lamber, chupar e acariciar o meu pau. Rápido, preciso e prazeroso.

-Dean... Dean.... - fiquei gemendo o seu nome e me sentia chegar no precipício. Ele é tão bom com a boca, ousava dizer que aquele era o melhor boquete que recebera a vida inteira, pois Dean queria apenas uma coisa de mim: que eu gozasse na boca dele.  

Dean havia percebido que eu estava perto de gozar e por isto, decidiu usar as duas mãos, ora chupando a extensão do meu pênis, ora lambendo-a. 

-Ahhh, Dean! - Eu berrei seu nome, sem conseguir me conter ou sentir vergonha quando o orgasmo veio em minha direção e o vi engolir a minha porra, olhando no fundo dos meus olhos.

 Assim que terminou, ele se levantou e pressionou seu corpo por cima do meu, pegou no meu pau e apertou. 

-Isto é meu – afirmou roucamente. - Você é meu. E eu vou ter você inteiro pra mim. Então, tire todas as peças de roupas. Agora. - ordenou-me, sem dar espaço para qualquer outra opção. E a verdade era que naquele momento, naquele ponto, não havia espaço para outra coisa a não ser nossos corpos unidos. 

Com isto, ambos arrancamos nossas roupas em uma velocidade espetacular. E não demoramos para nos agarrar. Podíamos ter ido para o quarto, mas não queríamos perder nenhum momento. Uma necessidade irracional e completamente canal. 

-Entre em mim, Dean... - murmurei, enquanto Dean mordia o meu pescoço. 

-É o que mais quero – declarou com a voz sexy e rapidamente, introduziu um dedo em meu anus, arrancando-me suspiros de dor e prazer ao mesmo tempo. - Shiuu – ele beijou minha boca. - Já vai se acostumar – na minha barriga, podia sentir o volume do Dean endurecido, quando fiz menção de tocá-lo, ele simplesmente prendeu minhas mãos para cima - Não, sou eu quem comanda aqui – e em seguida colocou mais outro dedo, movimentando um sai e volta retidas vezes até que conseguisse me deixar relaxado. 

Após dois minutos, eu finalmente estava pronto e Dean não estava se aguentando segurar por mais tempo, pois enquanto movia seus dedos dentro de mim, sua boca beija-me por toda a parte do meu rosto, do meu pescoço e minha clavícula. Sem contar os chupão que foram dados. 

-Você... é... meu – declarou, me fazendo virar de costas para ele e enfiando seu pênis no meu anus. Seus movimentos começaram devagar dentro de mim, ambos se acostumando, mas assim que tudo se encaixou, as estocadas foram agressivas e rápidas. 

Os gemidos de prazer de Dean eram sexys, selvagens, como um animal que devora sua presa. E ele era incansável, enquanto entrava dentro de mim, mordia minha orelha de maneira sacana. 

-Você é delicioso, Cass – provocou, deixando-me ainda mais louco. 

Cada estocada era mais prazeirosa, cada estocada era como se eu estivesse indo em direção ao céu. E seu modo nada gentil era ainda mais delicioso. 

Após minutos, com nossos corpos suados, Dean gritou meu nome enquanto puxava meu cabelo com força, arrancando de mim mais gemidos. Ele havia gozado dentro de mim. Ele havia tido um orgasmos enquanto estava dentro de mim. Tudo isto é surreal. 

Suas estocadas foram diminuindo até que ele parasse e saísse de dentro de mim. Nós dois deitamos no chão, lado a lado e arfando muito.

- Eu não sei porque nós esperamos tanto para fazermos isso! – comento, me sentindo completamente bem. 

- Porque não é apenas sexo, Cass – Dean responde, virando seu rosto em minha direção e também pega em minha mão, as entrelaçando. – Isso aqui também envolve sentimentos... E merda, eu gosto demais de você. 

- Eu também gosto muito de você, Dean – declaro, sorrindo. – E desculpa por simplesmente não respeitar a ideia do vamos com calma.... É que você é irresistível, e o vendo falar daquelas coisas boas que fez, isso simplesmente me deixou louco!

- Você sabe que eu o desejo a tempos, então, meu lado racional não durou por muito tempo, principalmente com você me implorando para que fizéssemos isso! – ele me dá um beijo na bochecha. – Você é maravilhoso. 

- Se quiser, nós podemos voltar a conversar, pois, por hora eu estou satisfeito – declaro, dando um olhar sacana para ele. 

- Conversa e sexo. Que dia fantástico – Dean anui, feliz. Realmente feliz. Mas não apenas porque transamos. Seu humor também está ligado os sentimentos bons que ele está sentindo por mim. E isso é perfeito.


Notas Finais


Eles tão bem felizinhos, né? Hueheuehye


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...