História Um Pacto Imprudente - Capítulo 28


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camilacabello, Camilag!p, Camren, Camreng!p, Drama, Laurenjauregui, Norminah, Paixão, Romance, Vercy
Visualizações 72
Palavras 718
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Harem, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa tarde amores, como prometido estou aqui para atualizar a fic e talvez concluir ainda hoje. Peço desculpas pela demora, a falta de tempo e o cansaço após o trabalho não ajudam a vir postar rsrsrs Mas vamos ao que interessa, bom capítulo e boa leitura! Beijos...

Capítulo 28 - Fosse Diferente


Fanfic / Fanfiction Um Pacto Imprudente - Capítulo 28 - Fosse Diferente

Anteriormente:

Karla deu um sorriso amargo e desagradável.

– Para ouvir você se gabar? Não, obrigado. O seu truque deu certo. Você venceu essa. Aceite os meus parabéns e vamos voltar a nossos respectivos reinos, sí?

– Eu não uso truques. Olhe, as coisas não aconteceram do modo como você pensa... Aquelas três semanas em que a sua mãe esteve desaparecida.

Karla fez uma careta.

– Eu estava lá. Sei o que aconteceu.

Atualmente:

– Você achou que eu estava ocupada demais caçando garotas para ajudá-la. Eu não estava. Estava ocupada com o surto que a minha mãe estava tendo por causa daquilo tudo.

Karla retorceu a boca com sarcasmo.

– Acredito.

– Você acabou a encontrando, não foi?

– Não graças a você.

– Você a encontrou graças a um bilhete enfiado por baixo da sua porta, às 20h30 de uma noite de sábado. Se quiser, posso repetir as palavras que ele continha.

Karla ficou perplexa.

– Você?

– Quando eu não estava tentando arrancar a minha mãe da depressão, estava tentando fazer o meu pai voltar para casa. Fui ao jogo de futebol porque o treinador ameaçou me tirar do time, se eu perdesse mais um jogo.

Karla sacudiu a cabeça.

– Você...

– Não era fácil para mim, como você pensa. Acredite.

Karla ficou olhando para Camila por um longo tempo, antes de concordar. Camila olhou para o lago.

– Se você quiser, o acordo é seu.

– Por que você me daria um contrato que já conseguiu? Eu não teria ido tão longe, mas você jogou o seu trunfo e venceu. Não há motivo para ficar embaraçada.

– Santa Maria, eu não tenho ideia do que você está falando – resmungou Camila.

– Eu estou falando de Lauren. Trazer uma mulher bonita, com familiares com influência no Japão, para abrir caminho para você? Devo admitir que ela está desempenhando o seu papel com perfeição. O velho está comendo na mão dela. E, se a minha visão ainda é boa, Jason está decidido a se dar bem antes do final da noite.

Camila sentiu um medo frio descer pela nuca e agarrou Karla pela gola de sua blusa.

– O que foi que você disse? Onde está ela? Onde?

Karla recuou bruscamente e apontou para os jardins ao lado do pavilhão. Camila mal sentia o chão sob os pés, enquanto corria para o bosque de cerejeiras e passava entre os convidados que andavam por ali, procurando Lauren freneticamente.

Ela não estava ali.

Camila então viu um arco que dava para um jardim tipicamente japonês, em volta de um pequeno largo cercado de flores e de pedras. Atravessou uma ponte e chegou a uma pequena cascata que alimentava o lago. Na margem havia um banco banhado pelo luar. Camila ficou paralisada e pensou estar alucinando, sem conseguir acreditar no que via. 

A pressão que sentia no peito e o aperto no coração o forçaram a sair do choque, respirar e reconhecer que Lauren realmente estava nos braços de Jason. O beijando.

– Lauren... – A voz dela saiu num gemido entrecortado, e ela não ouviu. Estava de olhos fechados, com a mão no peito de Jason...

Camila se aproximou, rezando para tê-la confundido com outra. Mas era ela. O vestido vermelho. O cabelo. O corpo. 

– Dios mio. Lauren!

O casal se separou sem pressa, como se ela fosse um aborrecimento inevitável. Jason ergueu a cabeça e olhou para ela com um olhar triunfante. 

– Senhora Cabello, você está interrompendo um... 

– Não fale! – exclamou Camila, fitando as costas de Lauren.

– Vire-se, Lauren. Imediatamente. 

Ela se virou lentamente, com uma expressão indiferente, mas seus olhos brilhavam como se estivesse bêbada. Embriagada pelo beijo do homem.

– Explique isso para mim Lauren. 

Lauren ergueu o ombro. 

– Pensei que fosse óbvio. 

O ruído na cabeça de Camila não cedia.

– Por quê? 

– Eu não lhe devo explicações, Camila. 

– Como é?

– Eu não lhe devo explicações, Camila. Não sobre a minha vida pessoal. Assim como você não me deve explicações sobre a sua. 

Camila ouvia as palavras frias, mas não as registrava.

– Há mais alguma coisa que você queira? 

Camila passou a mão sobre a cabeça. 

– Madre de Dios, eu pensei que você fosse diferente Lauren. 

Camila viu uma expressão passar pelo rosto dela, mas estava perturbada demais para interpretá-la. 

Logo, a expressão de Lauren retomou a serenidade e a perfeição traiçoeira. 

– Eu sou diferente, Camila. Pena que você seja cega demais para perceber. 

 


Notas Finais


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