História Um Pacto Imprudente - Capítulo 17


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camilacabello, Camilag!p, Camren, Camreng!p, Drama, Laurenjauregui, Norminah, Paixão, Romance, Vercy
Visualizações 122
Palavras 1.248
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Harem, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom dia! Boa leitura! Leiam as notas finais!!

Capítulo 17 - Karla Estrabão


Fanfic / Fanfiction Um Pacto Imprudente - Capítulo 17 - Karla Estrabão

Anteriormente em Um Pacto Imprudente:

Lauren não esperava que ouvir as palavras que mais temia e que murmuravam a seu respeito ditas por Camila fosse magoá-la tanto. Mas elas a tinham atingido mais fundo que nunca. Ela se levantou, rezando para suas pernas não falharem, foi até a porta e abriu-a.

– E eu pensando que você era inteligente o bastante para saber que, às vezes, a maçã cai longe da árvore. Que decepção! Fico feliz por ter lhe prestado um serviço extracurricular esta noite. Faça-me um favor: vamos manter as coisas em um nível estritamente profissional, a partir de agora?

Camila não se dignou a responder. Olhou-a de cima a baixo, friamente, e saiu pela porta com arrogante indiferença.

Lauren bateu a porta e trancou-a, amaldiçoando as lágrimas que a sufocavam. 

Lauren perdeu a hora e acordou às 7h30. O início do seu dia não foi tão ruim porque, quando chegou atrasada, Margo lhe disse que Camila não estava e que ficara fora a manhã inteira. Ela então resolveu dar o toque final ao trabalho do dia anterior, e se sentiu decepcionada e magoada ao recordar o triste fim de noite. Chega! Sabendo que sempre seria igualada a seus pais, muito cedo aprendera a ser dura. Camila tivera sorte e a pegara em um momento de fraqueza, depois de tê-la feito desabafar sobre Verônica. Não aconteceria mais.

Atualmente em Um Pacto Imprudente:

Quando não conseguiu esfriar a cabeça, ela resolveu usar o tempo livre para dar a corrida que não tivera tempo de fazer mais cedo, e se dirigiu ao Millennium Park para amenizar a tensão.

Na noite anterior, ela se deixara levar. Encontrara em Camila a compreensão que lhe faltara depois do ataque de Verônica e se agarrara a ela. E caíra na teia da atração sexual, ignorando suas armadilhas. Mas brecara. Não havia por que se culpar. A atitude subsequente de Camila fora lamentável, mas ela passara a noite insone, lembrando-se da profunda mágoa que vira em seu rosto, quando ela a acusara de compará-la com Verônica. Uma mágoa que se comparara à sua.

Reconhecendo que seus pensamentos giravam em círculos, Lauren voltou à SNV. Estava atravessando o saguão quando viu a irmã de Camila apertando o botão do elevador. A semelhança entre elas era incrível. Ela ergueu a sobrancelha ao perceber que ela a observava abertamente, deu um sorriso confiante e caminhou em sua direção. A maneira como ela olhou para ela não lhe provocou arrepios, como acontecia com Camila, mas Lauren se tornou consciente de que vestia a malha de correr e que estava suada.

– Uma mulher bonita que se cuida é algo sexy de se ver.

– Você não me conhece. Como sabe que eu me cuido? Eu poderia estar começando a cumprir uma resolução atrasada de Ano-Novo.

Ela olhou-a dos pés à cabeça.

– Então, parabéns pela excelente forma que você está adquirindo.

A risada que ela deu foi espontânea e inesperada, aliviando-a de seus pensamentos torturantes.

– Não sei se agradeço o elogio ou se me ofendo com a cantada.

– Karla Estrabão ou Cabello se preferir. – Ela estendeu a mão. – E você me magoou.

– Você é irmã de Camila.

– Para o meu azar.

O sexto sentido disse a Lauren que a frase fora literal. O elevador chegou e as duas entraram.  Ela reparou que, à medida que subiam, ela ficava mais tensa. Provavelmente não esperava um encontro amigável.

– Espero que vocês resolvam a questão do acordo com os japoneses.

– Isso vai depender inteiramente da minha querida irmã. – Ela a viu franzir a testa. – Você parece chocada. O que ela andou lhe dizendo a meu respeito?

– Nada, a não ser que ela espera o mesmo.

Karla sorriu friamente.

– O que posso dizer? Não somos conhecidas por ceder.

A porta do elevador se abriu e elas saíram para o corredor.

– Foi um...

– Laureeen!

Ela sentiu o frio e o calor se espalharem pelo corpo, enquanto o olhar incandescente de Camila a atingia e depois se fixava na irmã. Camila nunca fora possessiva. Desde cedo, aprendera que o afeto e que coisas materiais poderiam lhe ser tomadas sem explicação ou motivo. A sua infância girara em torno da disposição de sua mãe para ser feliz ou fazer papel de vítima, espalhando sofrimento à sua volta. E isso dependia de seu pai estar ou não repetindo o seu papel de adúltero. Tudo em sua vida fora transitório, e ela passara a seguir uma lógica absurdamente simples. Se não se apegasse, não sentiria a perda. Mas, desde o início, ela odiara o interesse que Lauren despertava nas pessoas que conhecia, e admitir isso não diminuía o problema. Depois de ter experimentado o seu gosto, ser afastado e ter percebido o quanto ela era instável, algo acontecera com ela. Ela não sabia o que era, mas ela lhe despertara algo poderoso e turbulento, que a impedia de se concentrar. 

Ao vê-la ao lado de Karla, tivera vontade de correr até ela e deixar sua marca na pele que ela não tinha vergonha de expor. A bolha dentro da qual ela se defendia tinha estourado, deixando uma pedra com a palavra necessidade em seu peito.

Dios, aquilo era mais que inaceitável!

– Você quer alguma coisa, Camila? –perguntou Lauren, erguendo o queixo.

– Além de encontrá-la na sua mesa?

Ela olhou para Karla, constrangida.

– Desculpe, pensei que as correntes na minha mesa fossem apenas decorativas. Eu vou me trocar e logo volto ao arado.

Camila ouviu Karla rir baixinho, mas não olhou para ela. Não quando ela passava por ela, despertando-lhe um apetite voraz. Lembrando-a da reação que tivera às suas carícias. Desde o primeiro dia, ela chegava à SNV com uma maquiagem impecável, mas, naquela manhã, o seu rosto brilhava e seus olhos estavam mais vivos, sem a cor artificial da pintura. E Karla fora a primeira a vê-la daquele jeito... O ciúme irracional e primitivo ameaçava envergonhá-la, mas Camila se controlou e, com relutância, se voltou para a irmã.

– Aqui estou, Mila – disse Karla. – Você vai perder tempo fazendo um drama mexicano ou pretende me fazer uma oferta irrecusável?

– Vamos conversar no meu escritório. E não me chame desse jeito.

– Sensível como sempre. É incrível que, demonstrando tanto o que sente, você tenha conseguido fazer alguns negócios impressionantes.

Camila fechou a porta do escritório e encarou Karla.

– Do que você está falando?

– É evidente que você sente algo por aquela bela criatura. Não adianta negar. Por um instante, você sentiu vontade de me socar. Creio que não é tão inflexível quanto dizem – debochou Karla.

Camila foi até o bar e serviu duas doses de uísque. Ofereceu uma a Karla, que aceitou, mas não bebeu. Camila esvaziou o copo com um só gole.

– Não há nada entre mim e Lauren. Ela está fazendo um trabalho específico. Quando sua utilidade acabar, será devidamente paga e dispensada.

Karla soltou um assobio e se dirigiu à janela.

– Considere as minhas preocupações com a sua flexibilidade nulas. – Karla apreciou a vista por um minuto e se virou. – Eu não pretendo desistir do negócio com os japoneses. A Toredo precisa desse contrato...

– A sua empresa é especializada em streaming e nuvem. Não é uma empresa de e-commerce, como a minha e a Ishikawa. Existem dezenas de empresas mais apropriadas para você se associar.

– Mas nenhuma com presença tão forte na Ásia – respondeu Karla. – Essa oportunidade seria perfeita para eu combinar e-commerce e streaming. Não vejo nenhuma desvantagem nisso.

– Vou repetir o que lhe disse ontem. – A frustração adicional levou Camila a passar a mão nos cabelos. – Haverá outros contratos. Se preciso, vou ajudá-la a firmar o próximo. Mas esqueça esse.

Karla ficou irritada.


Notas Finais


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