História Um Pacto Imprudente - Capítulo 19


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camilacabello, Camilag!p, Camren, Camreng!p, Drama, Laurenjauregui, Norminah, Paixão, Romance, Vercy
Visualizações 116
Palavras 1.350
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Harem, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um capítulo, boa leitura!!!

Capítulo 19 - Clara J.


Fanfic / Fanfiction Um Pacto Imprudente - Capítulo 19 - Clara J.

Anteriormente:

Lauren ficou surpresa e seus lábios tremeram.

– Eu não preciso que você lute por mim, Camila.

– Mas está feito – disse ela, sentindo a raiva renascer. 

Na noite anterior, ela pensara em confrontar Verônica Iglesias, mas a satisfação que obteria por meio da violência seria passageira. Mas aquele... era um bom começo. Faria aquela canalha pagar de várias formas. Quanto aos pais dela... Camila sentiu o peito se apertar. Pais eram um assunto no qual ele não queria pensar. 

– Esqueça isso.

Ela ficou calada por alguns segundos.

– Como foram as coisas com sua irmã?

Camila deu uma risada irônica.

Atualmente:

– Foram tão ruins quanto eu previa Lauren.

– Vocês não chegaram a um acordo?

– Você parece decepcionada, guapa. Talvez tenha esperado muito de um primeiro encontro, depois de dez anos.

Ela arregalou os olhos.

– Faz tanto tempo assim? Por quê?

– Karla me lembrava de um passado que eu queria esquecer.

– Lembrava? No passado?

Camila percebeu que baixara a guarda e mudou de assunto.

– Você descobriu algo que eu possa usar?

– Nada que possa ajudá-la, mas há outra coisa. Antes de você ler, gostaria de sugerir que a SNV e a Toredo talvez pudessem ser diferentes braços da mesma empresa. Uma fusão a três estaria fora de questão?

– Está longe de ser o resultado ideal.

Lauren baixou os olhos e concordou.

Camila então reparou que, a não ser pelo gloss, ela não usava nenhuma maquiagem. Camila dominou o impulso de acariciá-la, como fizera na noite anterior. Lauren esclarecera seus sentimentos. Não queria ultrapassar os limites profissionais do relacionamento das duas.

Camila abriu a pasta, deu uma olhada na meia dúzia de páginas e parou ao chegar à parte mais interessante.

– Pediu socorro à vovó novamente?

Lauren corou.

– Não vejo por que não recorrer a uma fonte útil.

– Vou pensar. A teleconferência com os Ishikawa será dentro de quinze minutos. Quero você lá. 

– Ela não tinha a ilusão de que seria mais produtiva que a anterior. Karla traçara as linhas de combate e faria de tudo para cravar as garras naquele contrato.

 Mais tarde:

Como esperado, Camila se deparou com argumentos sem sentido, que suportou durante meia hora, antes de mudar de tática.

– Como está o avô de vocês?

Jason e Nathan Ishikawa se entreolharam.

– Ele está muito bem. Obrigado por perguntar.

Camila inclinou a cabeça, ignorando o fato de que Jason não tirava os olhos de cima de Lauren.

– Mandem-lhe minhas congratulações pela passagem do seu 75º aniversário.

Nathan agradeceu. Pigarreou. Os dois irmãos se entreolharam novamente.

– Então, até a próxima, sra. Cabello. Sayonara. – Os dois irmãos inclinaram as cabeças.

– Estou ansiosa para vê-lo, quando estiver em Kyoto – acrescentou Camila.

– Você está vindo para o Japão? – perguntou Jason.

– O contrato com vocês não é o único no qual estou interessado. Minha assistente entrará em contato com a de vocês, para coordenar as agendas. Buenos dias.

Enquanto Camila se desconectava, os dois pareciam preocupados.

– Eu não sabia que você tinha outros interesses em Kyoto – disse Camila.

– Não tenho, mas terei. Especificamente, com Kenzo Ishikawa. O seu passaporte está em dia?

– Sim, por quê?

– Está na hora de testar a sua teoria. Amanhã de manhã, partimos para Kyoto.

Lauren notou o automóvel luxuoso, assim que saiu do carro no qual Camila a mandara para casa. Elas tinham trabalhado até mais tarde e, depois, conversado a respeito dos costumes japoneses. Ela estava exausta e ainda precisava arrumar a mala. Camila mandaria buscá-la às 7h da manhã seguinte. Ao ver a mãe saindo do carro, ela sentiu uma pontada no estômago.

– Você está ignorando meus telefonemas. –Clara Jauregui sempre ia direto ao ponto.

Vestia-se dos pés à cabeça com roupas e acessórios de grandes designers, e não tinha um fio de cabelo fora do lugar.

– Estive ocupada durante todo o dia. Mandei uma mensagem lhe dizendo isso.

– Você sabe o que eu acho de mensagens Lauren. Se quisesse conversar com você por meio de textos, teria lhe mandado um.

– Eu pretendia lhe telefonar quando chegasse em casa.

Clara olhou para o edifício com desgosto.

– Mas, agora, eu estou aqui. Temos pouco tempo. Eu tenho um compromisso com a imprensa dentro de quarenta e cinco minutos. 

Ironicamente, o elevador estava funcionando e Lauren entrou na frente, consciente do olhar desdenhoso que a mãe lhe lançava.

– Realmente, Lauren. Este cinza não a favorece. E por que não está usando maquiagem? 

Clara fez uma careta, mas felizmente o elevador chegou e ela não pôde dizer mais nada. Lauren saiu na frente, rezando para que a visita fosse rápida. As duas entraram no apartamento e se sentaram.

– Hoje, eu falei com a sua avó.

Lauren sentiu o coração se encolher. O motivo da visita não era negócios.

– Ela me disse que está ajudando você.

– Isso é um problema?

– Que a minha mãe ajude a minha filha a fazer seu trabalho? Claro que não. – Clara fungou. – Eu só queria ter certeza de que você entende que, se a ajuda que ela está lhe dando não resultar no que o seu cliente espera, a responsabilidade será sua.

Uma onda de dor passou pelo coração de Lauren.

– Nem precisava dizer, mãe. – Os olhos tão semelhantes aos dela brilharam de irritação.

– Antes que você se ofenda, eu também queria dizer que espero que isso a ajude a resolver o problema da SNV.

Lauren ficou surpresa, mas Clara ainda não havia acabado de dizer o que queria.

– O nosso departamento de RH me informou que você pediu detalhes sobre o seu seguro de viagem.

Lauren começou a entender o motivo da visita.

– Sim, amanhã eu vou viajar com Cam... com a Sra. Cabello, para Kyoto. – Lauren viu o olhar interessado da mãe e se sentiu nauseada.

– Foi o que pensei. Esta é uma excelente notícia. Evidentemente, ela a tem em alto conceito.

– Evidentemente.

– Cuidado com o tom, mocinha.

– Terei, se você me provar que não veio até aqui para me dar o conselho maternal que eu estou imaginando.

Clara sacudiu a cabeça.

– Eu não entendo você. Recebeu tantas oportunidades de bandeja e, todas as vezes, torceu o nariz para elas.

– Diga o que veio me dizer, mãe. Ou prove que estou enganada.

– O que há de errado em lhe dizer para obter o máximo desta oportunidade?

– Da mesma forma como você me pressionou para tirar o máximo da oportunidade com Verônica Iglesias?

– Não seja ridícula. Aquilo foi diferente.

– Como, mãe? Como foi diferente?

– Para começar, Camila Cabello é uma das solteiras mais cobiçados do mundo. Graças à sua ligação com a Jauregui's, ela já a considera uma profissional valiosa. Aproveite isso e você poderá se tornar uma das mulheres mais poderosas do mundo. Claro, eu lhe recomendaria uma visita a um estilista e a um cabeleireiro, mas isso pode ser resolvido com um simples telefonema. Pense no que isso representaria para a Jauregui's RP e para você. 

Lauren sentiu os olhos se encherem de lágrimas.

– Pare, mãe. Por favor, pare.

– Por quê? Que mal haveria...

– O mal é que eu não sou esse tipo de mulher. Não vou dormir com uma mulher ou um homem apenas para subir na vida. Camila já me considera desonrada por ser uma Jauregui!

Lauren viu a fúria no rosto da mãe, mas sabia que não precisava temê-la. A ira de Clara Jauregui era do tipo silenciosa, mortal. Ela simplesmente irradiava uma raiva gélida, até que a outra pessoa se afundasse em desculpas. Mas Lauren não estava disposta a se desculpar. Essa necessidade diminuíra ao longo dos anos, sem que a sua dor tivesse se aplacado. E, naquele instante, sua profunda mágoa quase a impediu de ver a saída silenciosa e fria da mãe.

Lauren fechou a porta, foi para o quarto e começou a preparar sua bagagem, esforçando-se para não sucumbir às lágrimas. Já chorara o suficiente por causa dos pais. De repente, ela notou que tudo o que enfiara dentro da mala era cinza ou preto, mas não se importou. Num impulso, pegou a velha caixa de pintura, abafou um soluço e jogou-a sobre a mala. Tomou um banho e foi se deitar. Quando uma lágrima lhe escapou, Lauren garantiu a si mesma que era pelo sonho que ela empurrara para um canto da sua vida. Um sonho que talvez não continuasse a ser sonho por muito tempo.



Notas Finais


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