História Um pai para o meu bebê - Capítulo 20


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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Karin, Naruto Uzumaki, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Naruhina, Naruto, Saiino, Sasusaku, Shikatema
Visualizações 1.320
Palavras 2.137
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Vocês não tem noção de como a recepção do último capítulo me fez feliz, muuuito obrigada a todos que comentaram, assim que tiver um tempinho livre, prometo que vou responder todo mundo <3

Capítulo 20 - Aquele momento que eu tanto esperei.


Fanfic / Fanfiction Um pai para o meu bebê - Capítulo 20 - Aquele momento que eu tanto esperei.

— O que? — Sasuke respondeu completamente atônito.

— Eu não quero ninguém mais, não quero mais uma lista, eu quero você. — Ela explicou, desta vez mais claramente, tentando não rir da cara de choque de Sasuke.

— Então sou eu? Você está me escolhendo? Você deve ter batido a cabeça muito forte durante o acidente. — Brincou, mas no fundo seriamente preocupado com aquela possibilidade.

— Sim Sasuke, eu estou te escolhendo, e como eu sou a moribunda em uma cama de hospital, nada mais justo que você venha me beijar. — Sakura murmurou, dando uma sensação de certeza para o seu querido vizinho.

— Você quer um beijo? — Ele sorriu com a declaração, e não perderia a oportunidade — Ora ora, parece que temos um caso de alguém que vai precisar implorar.

— Implorar? Eu quase morri indo salvar sua vida, o mínimo que você pode fazer é me agradecer com um beijo, antes que eu mude de opinião. — Proferiu, com um tom de ameaça, ela não tinha o mínimo interesse em mudar de ideia, mas era divertido poder assusta-lo com isso,

— E o cara de Praga? — Sasuke não queria trazer aquele assunto à tona, mas ele precisava de uma certeza, precisava saber que ela não estava desistindo dos outros por achar que não ia consegui-los e sim, porque estava seriamente escolhendo ele. — Vai dizer que você vai desistir do cara que possivelmente é o único homem que você amou? Por que?

— Ele não é o mais o único homem que eu amei. — Ela falou seriamente, encarando o Uchiha com firmeza. — Do momento que você saiu da minha vista, dentro daquele carro, fugindo de mim no meio de uma nevasca, eu soube.

— Soube o que? — Ele engoliu o seco, e aproximou-se da cama.

— Que o Indra não era mais o único cara que eu amei. Que ele não era a pessoa que fazia meu coração acelerar com a proximidade e me deixava completamente desnorteada, me tirava do chão e me fazia sorrir por simplesmente estar lá. Ele não é o homem que tira meu sono a noite, ou que me deixa completamente louca simplesmente por me beijar.

Sasuke não parou para analisar a revelação do nome do cara de Praga, mesmo que ele fosse extremamente familiar. Ele simplesmente não estava preparado para pensar na possibilidade de uma gigante coincidência. Não, naquele momento a única coisa em sua mente era o fato de que Sakura estava a um passo de dizer que lhe amava.

Ele sabia que ela estava prestes a se declarar, e não queria perder a oportunidade de ser o primeiro a fazer isso. — Eu estou apaixonado por você, Sakura Haruno. — Disse primeiro, arrancando um sorriso bobo dela.

— E eu estou apaixonada por você, Sasuke Uchiha. — Ele a beijou, dessa vez sem arrependimentos, sem constrangimento, e com a certeza de que ela não iria empurra-lo para longe ou qualquer coisa do tipo. Ela era a mulher linda que dizia não ter tempo para ensinar a alguém como ama-la, sendo que foi exatamente isso que ela fez.

— Você me ensinou a amar você, sabia? — Ele apoiou os braços, um de cada lado da cama, e abriu um sorriso digno de cinema.

— Eu ensinei? — Ela perguntou, um pouco confusa.

— Desde o primeiro instante que me confessou todas as suas manias, ou quando sorriu para mim pela primeira vez, quando chorou em meus braços por achar que não merecia ser amada, naqueles pequenos instantes, eu só conseguia olhar para uma mulher verdadeiramente apaixonante e que fazia meu coração palpitar por cada segundo ao seu lado.

— Onde você esteve durante toda a minha vida? — Mesmo sem forças, Sakura puxou o rosto dele para um beijo completamente apaixonado.

— Então, eu preciso perguntar, o que nós somos agora? — Ele mordeu os lábios a espera de uma resposta.

— Achei que tivesse sido muito clara Sasuke, você é o pai do meu bebê. — Ele a tomou em seus braços com cuidado para não a forças a nada, sabia que Sakura estava machucada e que precisava prestar atenção. — Mas você é muito mais do que isso, muito mais. — Deixaram que os beijos fossem tomando maior profundidade, enquanto ele controlava todos os seus instintos, visto que ela estava na cama de um hospital.

— Então, você quer ser oficialmente minha namorada/mãe do meu futuro filho? — Perguntou o Uchiha.

Ela acenou positivamente, mas ainda precisava perguntar mais uma vez, só pela certeza dos fatos. — Você tem certeza que quer isso? Que quer ter um bebê comigo agora? Porque é isso, eu venho com esse peso, com essa bagagem de que para ficar comigo, nós vamos ser pais em até no máximo um ano.

— Eu já disse a você, não estou nisso só pela garota, estou nisso pela família toda. Não é uma obrigação para mim, não é como se você estivesse me forçando a nada, eu quero você, e quero nossos filhos. — Quando ele disse “nossos filhos”, Sakura desatou a chorar, imaginando o pequeno rostinho do bebê que seria gerado pelos dois.

— Nós podemos fazer uns dois de uma vez se quiser, só para prevenir. — E as lágrimas viram risadas, e os dois conversaram sobre como tudo teria que mudar, sobre como eles ainda precisavam esclarecer os termos do relacionamento, e ele não pode deixar de concordar.

— Talvez nós tenhamos um filho. — Ela disse com pesar.

— Sempre podemos adotar. O importante é que estejamos juntos, por você, tudo vale a pena.

— Eu não acredito que vou ter um bebê com o meu vizinho.

— Lembre-se que vamos fazer tudo de maneira natural.

— Eu não iria querer em nenhuma outra maneira.

 

No dia seguinte.

 

— Sra. Haruno, seus ferimentos felizmente não foram muito severos, e seu pós-operatório está sendo excelente, não vejo outro motivo para mantê-la aqui. Precisa trocar o curativo duas vezes ao dia, posso recomendar algumas enfermeiras que façam isso em casa.

— Já vou ter alta? Tão cedo? — Perguntou estranhando.

— Seu pai é uma pessoa muito insistente, mas eu tenho plena certeza que você ficará bem em casa, não há necessidade para estar no hospital. — Explicou, arrancando um suspiro dela.

— Então podemos leva-la para casa? — Mebuki ouviu a ultima parte da conversa ao entrar na sala com o marido.

— Levar-me para casa? — Indagou confusa.

— É claro, acha que eu vou deixar você naquele apartamento sozinha enquanto se recupera de uma cirurgia? — Disse a mulher, sendo bastante persistente.

— Mãe, eu não vou ficar sozinha. Sasuke mora no apartamento ao lado, ele vai cuidar de mim.

— E eu devo confiar em um rapaz que acabei de conhecer? Sendo que ele basicamente causou seu acidente.

— Mãe, ele é meu namorado, nós já concordamos com isso. Eu já sou adulta e sei tomar minhas decisões.

— Não parece. — Murmurou Kizashi. — Tenho um apreço por ele, simplesmente porque ele salvou sua vida ao lhe tirar do carro e te trazer para o hospital, mas é isso.

Sakura ponderou contar sobre o bebê, mas não achou que o momento fosse propício para o assunto, precisava de uma ocasião especial para contar que estava prestes a engravidar do cara com quem acabara de engatar um namorado.

— Namorado, desde quando? Ontem ele falou que era apenas seu vizinho? Antes de ser seu marido, aparentemente ele muda bastante de status em relação a você.

— Meu marido? O que?

— Aparentemente a paramédica entendeu que ele era seu marido, ou invés de seu vizinho, me pergunto de onde ela tirou isso. — Com a história devidamente explicada, Sakura sentiu-se mais à vontade para contar aos pais do namoro.

— Ele é meu vizinho, mas também é meu namorado.

— Quantos anos ele tem? Pelo amor de Deus, ele não tem idade para ser o homem certo para você.

— Ele tem 26, e saiba que idade não é meu pré-requisito, me fazer feliz é. E é isso que ele tem me feito, feliz.  — Murmurou irritada. — E vocês como meus pais deviam entender isso.

— Ele precisa da minha aprovação antes de querer te levar para casa e cuidar de você. — Vociferou Kizashi, deixando a filha ainda mais indignada.

— Eu tenho 32 anos, não preciso de permissão dos meus pais para ir para minha própria casa.

— Você perdeu essa sua autonomia quando saiu imprudentemente no meio de uma nevasca atrás de um homem.

— As coisas não funcionam assim papai, eu continuo sendo independente, e eu vou para casa com o Sasuke, só preciso que ele chegue para me levar.

O dito cujo apareceu na porta alguns segundos depois com dois cafés na mão, sabia como Sakura gostava de começar suas manhas com uma boa xícara. — Desculpe, eu estou interrompendo, posso voltar mais tarde.

— Não querido, pode entrar. — Mebuki quem o convidou, e sua gentileza espantou os presentes.

— Oi, bom dia Sr. e Sra. Haruno. — Ele disse, meio encabulado.

— Então, soubemos que você está namorando a nossa filha. — Kizashi não aliviou. — Posso saber desde quando?

— Sim senhor, desde ontem a noite quando ela finalmente aceitou meu pedido. — Respondeu, tentando parecer firme.

— Você vai cuidar dela, assim que a levar para casa? — Perguntou a sogra do rapaz.

— Essa é a minha intenção.  — Ele murmurou em resposta.

— E quando você for trabalho? Quem vai ficar com ela? — Dessa vez, Kizashi quem indagou.

— Eu trabalho de caso, administro minha própria empresa senhor.

— Que tipo de empresa se administra de casa?

— É um aplicativo pai, ele é filho de Fugaku Uchiha, lembra aquele aplicativo que você usou para reservar a banda do casamento do Yahiko? Pois então, o Sasuke quem criou.

— Você é filho da Mikoto? Meu Deus, é mesmo, agora que eu estou vendo a semelhança. Nossa, ela tem filhos muito bonitos, você e seu irmão. — Mebuki reconheceu o filho da velha amiga, e baixou toda a sua guarda em relação ao rapaz.

Kizashi ainda ficou um pouco desconfiado, mas aos poucos foi ouvindo o lado do rapaz. — Então, você vai cuidar bem dela, não é?

— É minha prioridade, senhor. — Depois disso, o casal se despediu da filha, que já estava se arrumando para deixar o hospital.

— Agora, eu tenho que cuidar muito bem de você. — Disse Sasuke, olhando para a mulher ao seu lado.

— E antes você não tinha? — Proferiu, fingindo um mimo.

— É claro que tinha, mas agora seus pais estão confiando em mim para isso, não posso desapontar meus sogros.

— Você tem é que não me desapontar, pense bem nisso.

— Deixe você se recuperar dessa cirurgia, que eu vou mostrar a você como não desapontar uma mulher.

— O que você quer dizer com isso Uchiha? — Perguntou, com uma malicia na voz.

— Que eu não podia estar mais arrependido de ter saído no meio daquela neve.

— Você já está a quanto tempo sem sexo mesmo?

— Desde a noite que você me contou tudo no bar.

— O que?

— Eu simplesmente perdi o interesse em qualquer outra mulher que não fosse você, principalmente porque você me rejeitou e disse que eu não era homem o suficiente para você.

— Eu não podia estar mais errada, obrigada por não desistir de mim. — Ela disse, acariciando o rosto dele, enquanto este a ajudava a levantar da cama.

Sasuke colocou a mulher em uma cadeira de rodas e a deixou na portaria do hospital, e foi buscar seu carro no estacionamento, voltando em alguns segundos.

— O que vamos fazer em casa se não podemos transar? Lembre-se que você prometeu uma noite de sexo alucinante.

— Quando foi que eu te prometi isso? — Ele perguntou curioso, sorrindo enquanto a ajeitava dentro do carro.

— Eu me lembro muito bem que você disse ter habilidades impressionantes, eu já experimentei algumas delas, mas ainda falta a principal.

— Segundo seu médico, sem esse tipo de diversão por no mínimo 30 dias, mas para eu fazer o que eu realmente quero fazer com você, no mínimo uns 60.

— 60 dias? 60 dias? Eu não fico 60 dias sem sexo desde que não sou mais virgem.

— Parece que alguém vai ficar em abstinência.  — Sasuke quase não conseguiu segurar a gargalhada ao ver o desespero.

— Não ria, o tempo que eu ficar sem sexo, é o tempo que você fica sem sexo. — Ela tentou de algum jeito fazer com que ele parasse de rir do seu pânico.

— Eu vou ter sua companhia, isso é o suficiente, além do mais, agora eu posso te beijar quando eu quiser. — Antes de dar partida no carro, o Uchiha virou-se na direção dela e beijou Sakura com toda a intensidade possível, sabendo que daquele jeito a provocava ao máximo.

— Você não vai poder me beijar desse jeito quando quiser. — Ela o empurrou, sentindo seu corpo todo agitado por causa do beijo.

— Por que não?

— Porque eu fico excitada toda vez que você me beija, e sendo que eu não posso transar. Você não pode me provocar desse jeito, em hipótese alguma.

— Mas isso não é justo.

— A vida não é justa meu amor, prepare-se para os 2 meses de maior seca que eu aposto que você já teve na vida.

— Você não perde por esperar Haruno.


Notas Finais


Eita que vamos ter que adiar um pouquinho o hentai, sei que vocês estavam ansiosos, mas garanto que quando ele acontecer, vai ser épico.

FINALMENTE TEMOS O NOME DO CARA DE PRAGA, INDRA <3 Será que é uma mega coincidência? Ou será que o cara de Praga tem alguma relação com Sasuke Uchiha? Vocês não perdem por esperar o próximo capítulo com aparição do tão famoso: "Cara de Praga"

Ah, esqueci de postar no último capítulo o link do grupo no wpp, fiquem a vontade para entrar e discutir suas teorias sobre o futuro da fic. https://chat.whatsapp.com/FBMHMfZfOS31nR72MoxPlW


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