História Um passo de coragem - Capítulo 13


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Drama, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Cientifica, Luta, Mistério, Novela, Romance, Suspense, Violencia
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OOI, mil desculpas pela demora, mas aqui estou de volta com mais um cap para vcs, espero que gostem..

Capítulo 13 - Capitulo 13


Corremos em volta da cidade em busca de qualquer meio de transporte, mas os poucos que encontrávamos estavam sem funcionalidade, seja por não terem bateria ou gasolina.

-Talvez seja melhor nos escondermos por hoje e continuar a procurar amanhã. – Disse George.

-Não, a essa altura alguém já deve ter notado o sumiço do Marcos e ido atrás dele, já devem ter descoberto. – Respondi.

-Descoberto o que? – Perguntou Felipe.

-Que ele está morto. – Falei olhando um conversível preto mais a frente, parecia intacto e a porta do motorista estava aberta.

-O que? – Ele parou de andar. – Marcos está morto? Por quê? O que aconteceu?

-Eu falei que quando tivéssemos tempo eu falaria, agora não é a hora. – Olhei dentro do carro e não vi nenhuma chave suspirei abrindo todos os compartimentos possíveis procurando uma reserva.

-Mas eu não entendo, por que Marcos está morto? E por que precisamos fugir por isso? – Sua voz foi sumindo enquanto ele juntava o quebra cabeça. – Vocês o mataram! – Sua voz subiu com a percepção.

-Sim. – Respondi sorrindo encontrando uma chave reserva debaixo do banco do motorista. – Entrem vamos ver se funciona.

O carro era simples, um volkswagen gol 1.6 preto, mas se funcionasse seria mais que útil, sentei no banco do motorista e vi George da a volta para o banco do carona, mas Felipe continuava parado olhando para mim com raiva.

-Vocês o mataram. – Repetiu. – Vocês são assassinos, como puderam? Ele só ajudou a gente!

-Felipe eu vou explicar, mas preciso que entre no carro para irmos primeiro. – Falei colocando a chave e girando vendo o motor criar vida, meu peito vibrou feliz.

-Não, eu não quero ouvir nenhuma explicação, vou voltar para o acampamento agora! – E se virou voltando a rua, sair apressada do carro desligando o mesmo.

-Felipe. – Segurei seu braço. – Não temos tempo, por favor confia em mim e vamos.

-Não sem saber o por que fizeram isso! Marcos era bom, ele nos ajudava, ele te ajudou! E vocês o mataram? Por quê? Por quê?

-Por que ele estava tentando me estuprar! – Minha cabeça latejou só de lembrar dos momentos que aconteceram a mais ou menos uma hora atrás, passei a mão na nuca sentindo o sangue agora seco do meu ferimento.

-Não, não, por que ele faria isso? – Sua voz era baixa.

-Por que ele sabia que eu sou mulher Felipe. – Falei baixo olhando para os lados da rua deserta, seus olhos arregalaram. Mesmo longe do acampamento minha voz continuava grossa por conta do habito. Pigarrei deixando minha fala no tom normal.

-O que? Você é...

-Sim e ele sabia e tentou me abusar e eu o matei e agora preciso fugir por isso então, por favor, pode entrar nesse carro para irmos? – Falei apresada apontando o carro.

Ele ainda ficou mais um tempo em pé assimilando os fatos enquanto eu dava meia volta sentando no banco do motorista novamente e ligando o carro, ele arrastou os pés até o banco de trás e entrou.

-Vamos. – Passei a marcha dirigindo para fora da cidade o mais rápido que conseguia pela estrada acabada.

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-Acha que vão vim atrás de nós agora? – Perguntou George.

-Assim que virem o corpo de Marcos e notarem que não estamos lá vão saber na hora. – Falei. – Não vão querer perder tempo enquanto fugimos, já devem está atrás da gente.

Instintivamente olhei pelo retrovisor a busca de duas vans pretas, mas não havia nada, não por enquanto.

-Então você é uma garota? – Felipe ainda parecia atônico.

-Sim. – Olhei para o colo de George onde ele segurava a mochila. – Olhe o caderno, procure qualquer coisa que nos ajude.

Ele abriu na hora e começou a folhear.

-Nada de muito importante, nomes de cidades, situações atuais, tem alguns nomes de pessoas, mas não reconheço nenhuma, tem alguns endereços também e alguns mapas enrolados aqui.

-Procure alguma coisa sobre o Rio de Janeiro.

-Tem alguns nomes de abrigos de lá por aqui, tem as localizações delas e só, mas por que quer saber de lá?

-Por que estou pensando em ir para lá.

-Rio de Janeiro? Por quê? Não estamos indo para São Paulo?

-Sabe aquilo que Marcos escondia? – Desviei um pouco os olhos da estrada para olhar ele. – Eu descobrir, bem ele falou, a maioria dos abrigos em São Paulo foi destruída. – Voltei a olhar a estrada.

-A maioria?

-Sim, pelos manifestantes, não sei direito como aconteceu, mas aconteceu e A Torre foi junta. – Minha garganta apertou.

-Mas precisamos ir para lá mesmo assim! – Era Felipe. – Meu irmão está lá e eu preciso encontrar ele.

-É muito arriscado pegamos a mesma estrada que o pessoal de Marcos vai pegar. – Falei. – Eles vão procurar por nós.

-Podemos pegar outra rota, além do mais São Paulo é enorme, qual a probabilidade deles nos encontrar? – Respondeu George.

-Ta tudo bem, você sabe dirigir certo? – Ele acenou positivamente com a cabeça. -Precisamos rodar quem dirige para não termos que parar muito, além do mais precisamos encontrar gasolina logo o tanque desse carro só ta até a metade. – Olhei o ponteiro que sinalizava e ele estava bem no meio.

-Podemos procurar na próxima cidade, precisamos de água e comida também.

-Água e comida cairiam bem agora. – Felipe falou alisando a barriga.

-Podemos procurar amanhã na próxima cidade. – Concordei, minha garganta estava completamente seca, mas teria que aguentar.

-Mudando de assunto se você é mulher então seu nome não é João certo? – Perguntou Felipe.

-Não.

-E qual é?

-Anna, meu nome verdadeiro é Anna. – Olhei para George enquanto falava e ele deu um pequeno sorriso de lado.

Viajamos a noite toda, ninguém dormiu, contei tudo que tinha acontecido antes de George chegar enquanto passávamos entre as estradas destruídas e pensávamos qual seria nossos próximos passos.


Notas Finais


Não esqueçam de favoritar e comentar e muiiito obrigada por estarem lendo


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