História Um Policial Em Minha Vida ❤ ( Kim Taehyung ) - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Ação, Aventura, Bts, Romance
Visualizações 176
Palavras 1.648
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura ❤

Capítulo 17 - Dias cinzentos.


Fanfic / Fanfiction Um Policial Em Minha Vida ❤ ( Kim Taehyung ) - Capítulo 17 - Dias cinzentos.



E o dia amanheceu cinzento, como se todo o céu soubesse que um homem bom havia partido. Hoje meu pai será enterrado, e nesse momento estamos indo andando pelo cemitério acompanhando seu caixão que está sendo carregados pelos seguranças. Muitas pessoas de pretos, pois meu pai era um homem muito querido. Yoongi está indo ao lado de sua mãe e pai, enquanto eu vou ao lado de Ravena e Yumi, e minha mãe vai ao lado dos seguranças chorando as lágrimas que já não tem mais. Uma horrível cena de se ver, e a única culpada desse sofrimento, sou eu. 


Depois de umas palavras bonitas de algumas pessoas, os coveiros então empurram lhe caixão na imensa gaveta, no caso a lápide de meu pai. Minhas mãe enfeitou por cima de flores e depois deu um beijo na foto de meu pai que estava estampada em sua lápide. Depois de algum tempo as pessoas começaram a ir embora, ficando apenas eu e minha mãe. 


- Você não vem ? - perguntou com a voz calma 


- Pode ir, eu preciso de um tempo a sós com ele - respondi sem tirar o olhar de sua lápide 


- Tudo bem, hoje lhe darei descanso - ouvi seus passos se distanciarem 


Me aproximei da lápide e me sentei de lado, e logo as lágrimas começaram a cair. 


- Pai - minha voz saiu embargada por causa do choro - A culpa é minha, aqueles tiros era pra mim - me deitei de lado abraçando o que pude de sua lápide - Eu tô sozinha pai, eu tô pedida - chorei mais - Tae, nem sempre estará por perto - senti gostas de água caírem 


Depois de uns segundos começou a chover, e a chuva se misturou com minhas lágrimas. Mas depois não senti nenhuma gostinho de água cair sobre mim, olhei pra frente e ainda estava chovendo. Então me sentei e olhei pra cima e avistei um guarda chuva, e quando olhei pro outro lado, um homem segurava ele, o mesmo homem que me sequestrou duas vezes. Me assustei e tentei sair correndo, mas ele segurou meu braço e me puxou pra de baixo do guarda chuva.


- Ele não era seu pai - o homem disse 


- Claro que era meu pai, porque está dizendo isso ? - tentei me soltar 


- Ele não era seu pai biológico, sua besta...Apenas cuidou de você assim que sua mãe fugiu do seu verdadeiro pai - pausou e deu um sorriso cínico - No caso eu - completou 


- Você está dizendo que é meu pai? - arregalei meus olhos 


- Inteligente você - sorriu e então eu puxei meu braço na hora 


Ele ficou rindo,mas depois parou e olhou por trás de mim, como se estivesse vendo algo. Então saiu correndo na direção oposta. 


- Você está bem ? - reconheci a voz na hora e só virei meu corpo e abracei a pessoa - Quem era aquele homem?  Ele te fez algo ? - ouvi perguntar Então levantei meu rosto 


- E-era meu pai..meu pai de verdade - as lágrimas voltaram a cair e Tae me abraçou forte - Como esta acontecendo Tae? - afundei meu rosto em seu peitoral 


- Vamos pra casa, e você me conta essa história direito - abriu o guarda chuva e seguimos na direção de um carro que eu deduzi ser de algum amigo 




(...)



Assim que chegamos eu contei tudo a Taehyung, desde o carro estranho na frente da escola e depois dos tiros em minha casa, ele apenas sabia que meu pai tinha morrido, só não como. Ele não foi ao seu enterro por causa da minha mãe e não queria piorar as coisas. E finalizei contando sobre o que esse homem disse a horas a trás no cemitério, e sobre ter sido o mesmo homem que me sequestrou duas vezes. E o pior, não sei porque ele estava fazendo isso, porque na primeira vez quis me matar queimada e na segunda vez apenas quis dinheiro. Então fiquei me perguntando se minha sabe da existência dele e de tudo isso. 


- Não vou mais deixar você sozinha por nenhum momento - me abraçou - Você em perigo, tem um louco querendo matar você e tem esse cara que se diz seu pai - me olhou - Venha morar comigo! - ordenou 


- Não posso, sou de menor, você sabe - Tae se levantou nervoso 


- Precisamos falar com sua mãe e saber se ela sabe de tudo isso - olhei pra ele que estava inquieto 


- Ela não vai deixar você nem passar pela porta da frente - me levantei ficando em sua frente 


- Que se foda, é da vida da mulher que amo que estamos falando - sorri ao ouvir isso - Não sorria desse jeito, isso acaba comigo - me puxou pela cintura e selou nossos lábios 


- Eu senti sua falta - falei assim que me separei de seus lábios 



(...)



- O que esse homem faz aqui ? - minha mãe perguntou assim que abriu a porta - Vai embora seu pedófilo - tentou fechar a porta mas entramos com tudo - Eu vou chamar a polícia - ameaçou 


- Eu sou policial, e estou aqui como policial e não como MARIDO da sua filha - gritou a palavra marido e me fez sorrir 


- Diga o que quer então? - olhou nós com desdém 


- Vou direto ao ponto, quero saber se (s/n) é filha mesmo do falecido (S/p) ou não! - olhou minha mãe 


- Esta insinuando o que seu vagabundo? - rosnou para Tae 


- Apenas responda minha pergunta, é ou não?  - arqueou uma sobrancelha 


- Mamãe responda, é minha vida que está em jogo, aqueles tiros era pra mim, e ontem no cemitério, um homem isso ser...Meu pai verdadeiro - completei sentindo as lágrimas caírem 



Minha mãe pareceu respirar fundo e soltar todo a ar de seus pulmões depois. Olhou para o chão e enfim nos olhos. 


- (S/p) não é seu pai biológico - senti meu mundo acabar na hora e só não cai porque meu homem me segurou - Eu era muito nova quando fiquei grávida de você, e Robert, no caso seu pai, queria que eu abortasse. Então fugi e (S/p) me encontrou e cuidou de mim, e me ajudou e nos mudamos para cá, deixando os problemas no Brasil. Ele criou você como filha dele, e te amou tanto quando você chamou ele de pai pela primeira vez - Ela começou a chorar - Eu sabia que era Robert que tinha lhe sequestrado, dei tudo o que ele queria, agora não sei o que ele quer de novo, e não sei porque revelou ser seu pai. 


- E quem é o cara que tentou me matar? - me aproximei da mesma e coloquei minhas mãos em seu ombro - Responde mamãe - comecei lhe balançar e a mesma chorava bastante 


- Eu não sei, droga, eu sei! - me empurrou com tudo me fazendo cair de bunda no chão - (S/p) morreu por sua culpa, eu perdi o homem a minha vida por sua culpa é por sua culpa a empresa de seu pai adotivo pode falir, caso você não se case com o filho dos Min - apontava para mim com ódio 


- Você é uma egoísta, só pensa no maldito dinheiro e ainda por cima tenta me culpar caso a empresa acabei...mamãe pare de querer me manipular usando o bem mais valioso que meu pai construiu, pois eu sei que eu leve iria preferir ver a minha felicidade ao lado do homem que amo, do que me ver fazendo os seus caprichos.. EU TE ODEIO MAMÃE - a mesma levantou a mão pra me bater, mas eu segurei - Você nunca mais irá bater em mim - Tae se aproximou e me puxou pra longe dela 


- Calma meu amor - colocou suas mãos em meu rosto me fazendo olhar seus olhos escuros - Eu tô aqui, sempre cuidarei de você - lhe abracei com todas as minhas forças 


- (S/n), você vai salvar a empresa, não vai ? - ouvi minha mãe perguntando 



Nem respondi sua pergunta, apenas peguei na mão de Taehyung e saí lhe puxando para irmos embora. 



(...)



Estava na casa de Taehyung, e Ravena com Yoongi vieram me visitar aqui, pra saber como estou. Por um lado a presença deles me deixa Alegre,  pois saber que eles estão juntos é ótimo, e o melhor ainda que serei tia. Porque Ravena é como uma irmã pra mim. 


- Sério amiga, eu não acredito que vou ser mãe - alisava a barriga 


Sim, ninguém precisa saber do que está acontecendo na minha vida. Então prefiro ter esses momentos de alegrias, do que sempre está chorando. 


- Pois é, e eu vou comprar bastante roupinhas fofas pra esse bebê - sorri pra minha amiga 


- Você pensa em ter filhos Taehyung? - Yoongi perguntou e eu não segurei a risada - Qual a graça? - me olhou 


- Cara, que pergunta besta, claro que Tae terá filhos um dia - respondi ainda rindo 


- Não precisa responder seu amigo assim, amor - Tae me repreendeu 


- Tudo bem, eu já estou acostumada com as respostas dela - Disse o pálido 


- Nós teremos bastantes filhos, mas por enquanto quero praticar bastante com você - sussurrou em meu ouvido - Eu te amo muito - me abraçou de lado e depositou um beijo na minha bochecha 


- Casal mais fofo mundo - Ravena bateu plamas de felicidades 


- Depois de nós, quie - o pálido brincou 


Esses dias podem ter sido horríveis, mas há presença de amigos faz com que toda dor passe um pouco. E eu tenho certeza que meu pai, sim o pai que me criou, eu tenho certeza que ele não gostaria de me ver triste.  



Continua..


Notas Finais


Quase não consigo terminar de escrever esse Cap, tinha um doido me enchendo de perguntas no wpp. Kkkk

Até mais ❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...