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História Um por todos. - Capítulo 4


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Notas do Autor


4/8

Capítulo 4 - Self-destructive behavior


Fanfic / Fanfiction Um por todos. - Capítulo 4 - Self-destructive behavior

                   Winry Erick -

Okay, talvez César eu esteja um pouco, um pouquinho certo sobre eu procurar um psicólogo.

7, 8, 9 e 10

- E então? -  ele perguntou enquanto me ajudava com as ataduras

11, 12, 13 e 14. Pingos de água vindos do meu cabelo sobre o colchão.

- E então... - repeti com olhos defocados

15, 16, 17 e 18.

- Pronto! -  ele disse enquanto passava a mão por cima de uma das ataduras em minha coxa.

- Pronto... - repeti baixinho enquanto ageitava o 'decote' do roupão, com os olhos ainda distantes.

19, 20, 21 e 22.

- Você quer um abraço, anjo ? - ele perguntou doce.

Anjo.

- Quero

César se manteve de pé, e me olhou por alguns minutos como se calculace por onde o faria.
  Até que finalmente me abraçou, um pouco torto e mais forte do que o esperado, confesso. Por fim, acababei caindo de costas no coxão.

- Meu cabelo... Meu cabelo vai molhar a cama - disse. Dado o fato, de ser uma falta de consideração, ele tinha acabado de arrumar os cobertores.

- Quer que eu saia ? - ele perguntou e se colocou deitado do meu lado

- Não - eu o respondi o abraçando novamente.

" Seu cabelo e muito cheiroso " ele sussurou.

S H A M P O O&C O N D I C I O N A D O R. 

Passamos uns dez minutos deitados lado a lado.

- Pensa no que eu disse, tá bom ? - ele disse se levantando - Vou tomar banho

- Vou fazer café

- Ta bom -  ele gritou do final do corredor.

...

" Winry ? Winry ?! " disse César

" O- oi ?"

" Já estamos chegando " ele disse virando uma rua " Você ta bem ?"

Não.

" Se arrependeu ?" disse assim que o carro parou

César saiu do carro, sem dar uma palavra

Deu a volta no carro, abriu a porta do meu lado.

" Não "

E então eu sai do carro.

Senti então alguns olhares disfarçados.
  Não so porque eu estava a cerca de 3c de distância de um rapaz.

Que além de ser bem atraente, tinha um carro.

E também, porque sempre que alguem vem de carona com os pais, eles param na rua de trás. Ou seja nenhum carro para aqui.

  - Eai hereges ! - disse uma voz muito bem conhecida.

- Eliza ... - chamou César sem graça - Sempre bom revela -

- Você é um otimo mentiroso, primo - ela disse. - Não fassam nada obseno em público, obrigada. 

A olhei de cima abaixo.

Sueter de mangas compridas: amarotado, camisa : desapotoada, meias : tortas.

Com toda certeza ela não veio direto para escola.

- Muito bem - disse, juntando as duas mãos nas bochechas de César e lhe dando um celinho estralado - Até depôs, amor. Obrigado pela carona.

- Que isso, anjo. Disponha - ele disse  - Tenham um bom dia

- Você também - respondeu Eliza com preça - Vamos Winry.

- Até mai...

Demorou cerca de 3 segundos ate passarmos pelo portão.

- Me conta AGORA o que aconteceu !

Ata.

- A então era isso ?

- Isso ?

- O motivo da sua inquietação.

Eliza ficou vermelha, a curiosidade devia estar a matando.

Adimito, que me diverti com isso.

...

- Muito bem, muito bem. - repetia quanto estavamos no banheiro, enquanto desbotoava as mangas. 

- Muito bem o caralh* -

Delicadíssima.

- Não preisa tirar as ataduras - ela disse - Eu já entendi.

Vou poupalos de ouvir um belíssimo ( porém totalmente desnecessário ) monólogo da Eliza me dizendo que sou linda, maravilhosa, suficiente, etc.

E pular para aula de geografia, quando nos sentavamos: Beto, Eliza e eu em um grupo respondendo calmamente as atividades.

- Mas não era neste caralh* que estava pedindo para localizar ?! - esbravejou Eliza.

- O que disse ? - perguntou Beto tirando um dos fones de ouvido.

Eu que lute.

Adimito, que talvez ( só talvez ) eu tenha acho um pouco ( pouquissimo ) engraçado.

- Winry, você ta entendendo ? - perguntou Beto. 

- An, não.

- Pelo visto Eliza também não.

- Eu te odeio - ela disse olhando para Beto

- Ta bom, então porque anda comigo ? - ele disse. 

- Porque eu gosto de você

Okay, dessa vez eu não segurei uma leve risada.

- O professor - disse Eliza levantando a mão. - Pode ajudar aqui ?

Não sei como, mas pelo seu tom de voz quase parecia que ela estava calma.

- Isso é assunto para ser discutido no grupo de estudos, querida. - disse o Sr. Píndaro o "voz de gripado" como Eliza o chama.

A ruiva, por sua vez. Apertou os dedos e os dentes com tanta força que se formou uma espécie de 'sorriso'

- Isso é um belíssimo exemplo de um filho de uma égua... - disse Eliza

Lhes pouparei dos 13 ( sim eu contei ) palavrões que Eliza proferiu em umas 2 frases. 

- Assim - Começou Beto - Você tem passado por alguma fase hormonal recentimente?

- Vá pro inferno ! - ela disse em tom neutro, com a cabeça encostada na mesa.

- É bem possível - concordei, enquanto pus uma das mãos sobre o cabelo de Eliza - E comum ficarmos meio temperamentais mesmo antes de desc...

Me entenrompi, Eliza me olhou com um mix de emoções que me deixou confusa se ficava com dó ou ria.

Escolhi não rir, não inteiramente. Adimito que meu sorriso ficou um pouco maior.

- Depôs vamos a farmacia e eu te indico um anestésico. - disse. - Graças aos céus vou passar os próximos meses livre disso - provoquei.

- A, mas eu vou fazer picadinho de gestante.

Eu e Beto no olhamos e rimos.

Afinal e asism que as coisas funcionam.

A coisa acontece,
&
Você supera,
&
Depôs faz piada com isso.

Aprendam.

As vezes você nem supera, mais ri.

Sim, falar e mais facil do que fazer. Porém como eu já fiz (rs)

- Ei - disse uma voz vinda de trás de mim.

- Oi ?

- O professor disse que o grupo de estudos não podem mudar

As vezes, eu acho uma pena minha educação ter sido tão boa.
Porquê um momento como esses merecia um repertorio de palavrões.

Então antes que eu entrase em modo 'Eliza' e falase tudo o que pensava.

- Ah, sim. - disse

- Amanhã as 7:00. Não mudamos o horário.

- Ah, claro. - disse anotando na margem do meu caderno.

- Volta pro enden Eva ! - murmurou Eliza. - E pega a serpente e...

- Eliza ! - reprendeu nosso acompanhante.

Por sorte, ela não ouviu.

- E essa Maria, ofendendo a pobre da santa.

Eliza não odiava a elas, não mais do que ela odeia todo mundo, nessas fazes.
  Ela so queria ofender alguém mesmo.

Enquanto isso, eu em tom de surruso. Repeti todos os palavroes que eu conheço, tão rapidamente que fiz duas pausas para tomar ar.

- Winry eu estou impressionada com isso - disse a ruiva

- Seu repertorio de palavrões a maior que o da Eliza - Completou Beto

Adimito que talvez tenha ficado um pouco impressionada com o 'elogio'

- Se Winry continuar me intimidando assim - ela disse em tom de brincadeira - Outra pessoa vai aprender essa arte também. 

A mais se ela ousar falar algum palavrão para a criança que eu vou ter...

- Ai eu vou desenhar meus 5 dedos na sua cara ! - eu disse levantando a mão, e logo em seguida a abaixando, sobre o olhar do 'voz de gripado'

- Ai eu vou jogar verdades na sua cara !

- Ai não ! - brincou Beto

                 Eliza Schuler -

Winry foi chamada para fora da sala logo depôs.
  Levou um pouco mais de 20m para que eu começase a me preocupar.

" Cade você?" dizia minha mensagem.

Winry ☺ -

" Estou meio enjoada..."

                        " Vixe, quer compania ? "
            " Porquê eu quero sair da aula"

Ela não visualizou, então dei meu jeito.

- Eai, como você ta Winry, quer um re...

Que poha é essa ?

Winry encarava um papel, algo como um documento. Era visível o número de lágrimas nos seus olhos.

- Oi, Ruiva - ela disse limpando os olhos - Eu, eu ...

- O que é isso ? - disse pegando o papel de sua mão sem a menor cerimônia.

Em resumo, era um documento em que sua mãe cortava qualquer tipo de responsabilidade por ela. Ou seja mesmo tendo chegado aos só aos 17, já era legalmente responsável.

Adimito, que aquilo me deixou surpresa.

Achava que a velha ia, mais cedo ou mais tarde querer sua filha de volta.

" No máximo até essa criança nascer " como apostou minha mãe, durante o café.

Ela por outro lado, parecia ( tentar ) se conformar com a situação.

- Eu to bem, sério ! - ela disse forçando um sorriso.

Eu mantinha uma das mãos sobre a boca.

- E impressionante, o quando você é uma boa mentirosa. - disse, me aproximei e lhe dei um abraço.

...

Duas semanas depôs

Uma das coisas que me impressiona em Winry: é o sua capacidade de fingir que está tudo bem.

- Volta ligeira que eu 'to te esperando, Eu te pinto um quadro. Tu me ensina um tango,
Mas vem depressa que eu passei café -

Cantarolava junto a música que tocava em meus fones, enquanto passava os olhos na tela do computador. Esperando, ate mais tarde do que deveria, quando a internet ia cair, dada a forte chuva.

" Winry Andy fez uma atualização de status " dizia a notificação, de uma rede social qualquer.

- Volta correndo que eu 'to com saudade! Nem bate na porta, Sinta-se a vontade. Mas vem depressa que eu passei café

Vi a nova foto de perfil de minha amiga

" Auge do deboche, essa foto" comentei, a foto tinha sido tirada na noite do baile.

Claro que comentarei outras coisas, como linda etc...

" Haha, eu to gata demais nela pra desperdiça " ela me respondeu mais tarde.

Acho totalmente destrutivo, mater esse padrão de aparencia.

Mas parte de ser amigo é apoiar as decisões dos outros.

" Se demoracem mais ia deitar vcs no soco "  comentario de Angelica, em outra postagem

- Em um relacionamento, com: César Magnos. - li em voz um pouco alta.

" Casalzao da poh*" foi meu comentário.

  Meus outros amigos foram mais chatos, digo descentes, diferentes de Angelica e eu.

Adimiro que abri um sorriso, enquanto bisbilhotava os 300 comentários do meu primo, não só nessa publicação quanto na nova foto do perfil de minha amiga. 

Fiz meus devidos comentários cantarolando.

" Casal linda, amiga " por Eva Mcflinter.

- Volta correndo que eu comprei agave. Um pouco de canela. Sirva-se a vontade, Mas vem depressa vai esfriar o café.

Engraçado

                    Winry Erick -

" Anjo, pode comprar pipoca por favor ? " dizia a mensagem de César.

Amor

                                        " Vou sim, amor "

" Obrigado, anjo. "
" Dessa vez, eu vou escolher o filme !"

                                   " Eu não sei disso..."
                                " Haha, qual vai ser?"

" Você vai ter que esperar pra descobrir"
" Bom estudo, anjo."
" Ate depôs"

                               " Brigada, até a noite"

" Eu te amo ❤"

Ele dizia isso de uma forma tão natural.

E claro que eu sentia algo por César, algo  que não sei descrever.
Quando disse meus 'sintomas a Eliza' ela me disse que era amor.
  Mas não sei dizer se o amo, porque pra mim, o amor deveria doer. E o que eu sinto não dói.

                             " Eu também, te amo"

Entretanto, vou acredir em Eliza.

Porque, além dela ter uma experiência maior com amor ( amor de verdade ), eu devia isso a ela. 

➣➣➣

- E como foi ? - perguntou Eliza quando voltavamos da escola.

- O grupo de estudos, ou meu filme ?

- Depende, qual dos dois foi mais interessante?

Eu lhe dei um sorriso muito sugestivo.

- Ah, não ! - ela disse vermelha - Não quero saber das suas indecências !

As coisas estavam sendo muito boas entre César e eu.

Otimas na verdade.

Exceto...

O fato e que sexualmente falando, não nos entendíamos tanto.

Não que ele fosse ruim de cama.

Longe disso.

O fato é que morar com o namorado não era a putaria que Eliza estava imaginado. De fato transavamos. Porém, não é frequente, não tanto quanto a ruiva pensa.
  E mesmo quando acontecia, não era um show de prazer, essa ideia de poder fazer barulhos não é tão ultil assim.
 
  Talvez isso seja algum problema dado as minhas mudanças repentinas graças a varios hormônios, Além da tensão e problemas psicológicos, não tenho chegado a ponto de ter tantos orgasmos assim.
  E claro que aconteciam eventualmente, porém mesmo quando resoviam não se manisfetar, minha noite continuava sendo proveitosa.

Mas, a maioria das noites se consistiam com César e eu dormindo juntos ( não no sentido sexual, óbvio )
  Noites como a anterior, em que dormimos juntos, ( sexualmente ) terminei não tendo nenhum orgamsmo.

- Tudo bem ? - perguntou César ainda ofegante, enquanto voltava do lixo.

- Tudo sim ! - respondi, me ajuntando nos travesseiros. 

- Tem certeza ? - ele disse se colocando sentado e puxando um cobertor.

- Claro, porque não teria ? - disse enquanto o abraçava.

- Você, não...

- Juro que foi bom, mas não deu - Eu o interompi.

- Quer tentar denovo ? - ele disse me olhando.

Seria ótimo, se eu conseguise manter os olhos abertos.
Então aquela noite terminou com uma conversa sobre eu procurar um psicólogo.

- E sobre seus estudos ? - perguntou Eliza.

Semana retrazada, e na passada, e ( vou ter ) hoje a infelicidade de ir a um grupo de estudos com: Eva, Maria e Márcia.

" Maria&Márcia parece dupla sertaneja. " me disse Eliza em uma mensagem.

Talvez eu tenha me lembrado disso a cada vez que o nome delas era chamado, disso e da ruiva mandando Eva de volta pro Edén.

Sem falar sobre o comentário com a serpente...

No primeiro, César se ofereceu para me dar uma carona, dado o fato de ser do outro lado da cidade e se iniciar as 7.

Só Deus sabe a hora que acabou.

Semana passada, foi na parte da tarde.

   Por ventura me encontrei com Hugo, que voltava da casa dos pais. E fomos juntos, ja que agora ele dividia um apartamento com Beto, em um predio do lado do que em que eu morava.

Porém dessa vez eu devia ir ao hospital depôs disso.

As três confersavam animadamente, sobre algum assunto que não me lembro.
Imagino o que se passa na cabeça delas. 

" Vamos deixa la excluída da conversa "

Como eu sei disso ? Digamos que conheço essas três cobras, que me deixaram na mao, quando precisei.

- Boa tarde, para vocês - disse guardando uma das folhas no meu fichário. - Mas, eu já vou indo.

- E aonde vai ? - Perguntou Maria.

Estranhei ela perguntar. Não esperava por isso.

- Vou ao hospital - respondi, passando a alça do fichário pelo ombro.

- Meu Deus, está doente ? - disse Márcia

E alguma brincadeira com a minha cara ?

- Vou fazer pré natal - disse

- Mas estamos em Março ! - disse Márcia.

Okay, adimito que ri e muito com essa.

Nem Angelica diria uma coisa assim.

- Não seja idiota ! - reprendeu Eva - Ela esta grávida! Não é?

Descobriu sozinha, flor ?

O lado engraçado, e que foram Eva e Maria que me dizeram essa possibilidade.

- Já faz um tempinho - disse, sorrindo.

Tempinho = Um mês mais o menos.

Sorrindo pela piada. Estava me segurando para não dar outra gargalhada.

- Do Mathe ? - provocou Eva.

- Não - menti - Do meu namorado.

Márcia fez uma cara de sonsa, e eu liguei o celular e mostrei a foto de bloqueio.

- Namorado novo ? - disse Maria

- Ele não é tão novo assim - me fiz de sonsa

- Mathe também esta de namorada nova.  - contou Eva

- Que bom ?

- Não estava com Mathe a alguns meses atrás ? - Disse Eva como se estivese insinuado alguma coisa.

E foi assim que eu aprendi a mentir.

- Terminamos na virada. - contei. 

De todo modo era verdade, o que aconteceu depôs foi por pura ingenuidade ( vulgo, idiotice) minha. 

- É como dizem - começou Eva - Obrigada, próximo.

- Acho que sem o 'obrigada' e você sabe bem disso - disse. -  Estou com pressa.
...

- Foi uma porcaria, então ? - disse Eliza

- Eu não diria assim...

- Mas foi ?

- Foi

Porém meu pré natal realizou a proeza de ser, diferente.

- Ola, é sempre um prazer revela- me comprimentou a mãe da Eliza, no corredor

- Igualmente, sra Schuler - sorri

- Devo de dar meus parabéns. - ela também sorriu e pós uma das mãos sobre meu ombro direto.

Eu vivi o suficiente para ver isso.

- Muito obrigada, e muito gentil da parte da senhora.

- Eu gostaria de convidar lá para tomar um café - ela disse olhando o relógio de pulso. - Mas estou meio ocupada.

- A sim. Entendo

Entendo que isso está estranho.

- Eliza havia comentado, que estava a procura de um emprego.

...

- E sério isso ? - disse Eliza.

- É, não é bem um emprego. Eu vou cobrir uma secretária nas suas ferias.

- Já é uma grana que vem.

- Começo em abril, César quer que passemos uma semana com a mãe e irmã dele...

- Semana que vem ? - ela me perguntou

- É... Porque?

Eai galera,

Bom, eu queria deixar claro: que quando Eliza diz que o comportamento de Winry e destrutivo, ela não se refere apenas a postar uma foto de ' momentos antes da desgraça acontecer"

Ela diz principalmente sobre, como vocês já devem ter reparado ( principalmente na narração de Winry ) : o fato da amiga sempre se negar a ficar mal, o que a leva a episódios de depressão ( a automultização cap passado por ex.)

Fazendo referência a expressão ' vida de instragam' mostrando apenas as coisas "boas" e escondendo os problemas e dores

Até de seus amigos.

Essa nota só existe porque uma amiga, ( a que inspira Lia) acha que pode ter ficado meio 'perdido na narrativa'

                  



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