História Um porto seguro - Capítulo 33


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 630
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 33 - Capítulo 32


Fanfic / Fanfiction Um porto seguro - Capítulo 33 - Capítulo 32

...

Desirré

Precisava ocupar minha mente com algo diferente...

-Logan... Resolvi fazer a tatuagem. Vamos lá?

-E o que vai fazer?

-Flores e uma coruja.

-Vai ficar lindo em sua pele... –Ele me dá um sorriso malicioso

-Não vai esquecer que me viu de roupa intima né...

-Claro que não, pele perfeita. Impossível esquecer.

-Besta.

Andamos lado a lado em silêncio, apenas observando o movimento do Central Park. Chegando ao estúdio de tatuagem, o tatuador me reconheceu:

-Oi menina, como você tá?-Jason

-Muito bem. Vamos lá? 

-Decidiu o que quer fazer? -Jason

-Uma coruja sombreada, com flores em volta.

-Qual tamanho? -Jason

-Do tamanho da cicatriz que tenho nas costas. –Mostrei a cicatriz a ele, ele observou por uns segundos.

-Tudo bem, vou desenhar e já te chamo pra dar uma olhada.

Fiquei do lado de Logan na sala esperando.

-Vai demorar aqui. Quer aproveitar para ir buscar suas coisas?

-Beleza, me ligue se precisar de alguma coisa. -Logan

Depois de um tempo Jason volta com o esboço do desenho, ficou perfeito, do jeito que imaginei que seria. Então começamos a fazer, aproveitei o tempo para pensar na vida.

Depois de mais de uma hora a coruja já estava pronta. Aguardo ansiosa ele pintar as flores, felizmente não demorou tanto assim. Faltou alguns detalhes, que ele me pediu para retornar com quinze dias para finalizar.

 Saindo do estúdio resolvi ir até minha caixa postal pegar meus itens, que até então não queria chegar muito perto. Chegando lá me fizeram tantas perguntas, havia um tempo que não ia lá pra verificar se tudo estava certo.

Peguei meu cartão do banco e me veio as lembranças... Aniversário de 5 anos, Joseph e Louise criaram uma poupança para mim e Chasse. Eles sempre estavam depositando dinheiro a cada mês que se passava. Então deveria ter algo lá. Depois que sai da casa de Louise me recusei a usar o dinheiro, tudo que envolvia eles eu evitava. Mas agora eu queria aproveitar.

Falei com um gerente que tinha tempo que não mexia na minha poupança, e precisava verificar quanto tinha lá, tentei manter a conta movimentada. Quando o gerente me deu meu extrato tomei um susto tremendo.

-Isso é de juros? –Perguntei

-Não senhorita Slayer, foi feito um deposito em dinheiro em sua conta há um tempo atrás.

-E sabe me informar quem o fez?

-Infelizmente não.

-Gostaria de comprar um bem. Penso em uma moto. Como posso fazer para sacar o dinheiro já que meu cartão este vencido?

-Posso lhe oferecer uma senha eletrônica, assim você poderia fazer por transferência eletrônica usando essa senha. Sendo mais seguro.

-Entendo, o que preciso fazer?

-Um momento por gentileza.

Depois de uma hora assinando papelada, peguei minha senha eletrônica e solicitei outro cartão. Agora era só ir atrás do que eu queria naquele momento. Jhon nunca me deixou ter uma moto, desde a vez que acidentalmente cai da moto quando disputava uma corrida, ele foi bem rigoroso avisando ao Diego também. Agora eles não poderiam me impedir de nada.

Ao longe vi uma loja com algumas motos sendo exibidas, entrando na loja fiquei impressionada.

-Boa tarde senhorita, posso ajuda-la?

-Sim, gostaria de comprar uma moto de alta performance com mais de 600 cilindradas, de preferência com pneus de largura superior, com sistemas de freios que utilizem discos de travas duplos. Gosto de potência.

-Temos dois modelos, pode me acompanhar?

Foi amor à primeira vista quando olhei uma moto no canto da loja, uma Kawasaki ninja preta com detalhes em vermelho. Ela tinha que ser minha.

-Transferência bancaria?

-Sim, aceitamos. Gostou?

-Claro, amei.

Assinei alguns papeis, fiz a transferência. Gerente com quem havia conversado mais cedo me ligou para saber sobre a transação. Apenas confirmei. Sai da loja já pilotando, a sensação é indescritível. Me sentia livre.



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