História Um pouco de confusão - Capítulo 11


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Colegial, Drama, Família, Revelaçao, Romance, Yaoi
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Palavras 1.714
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Harem, Hentai, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


É só um joguinho inocente em duplas, mas com...

Capítulo 11 - Jogos de Mirna I


Fanfic / Fanfiction Um pouco de confusão - Capítulo 11 - Jogos de Mirna I

(Mirna On)

- Certo, duplas, duplas... – eu digo rapidamente.

- eu vou com o Diego. – avisa Alexandre.

- mas se formos em duplas alguém vai ficar de fora. – diz o Carlos, a verdade é que não tínhamos considerado ele um competidor, mas eu não quero vê-lo chateado...

- você entra na próxima. A gente vai disputar contra nossa dupla, os ganhadores e você formam mais duas duplas no fim e a dupla que os dois adivinharem primeiro ganha. Depois os dois disputam entre si. – eu digo pra ele sorrindo, mas os outros também prestam atenção, principalmente o Diego, acho que ele nunca tinha jogado antes, foi bom o Alexandre ter pedido pra ir com ele antes da Alex, ele tem infinitamente mais paciência.

- Vamos nós então mano. – Alex chama pegando os papéis e usando sua individualidade pra cortá-los em três.

- só não chore quando eu ganhar. – ele provoca, ela dá de ombros, Kai é o mais competitivo de todos, da última vez que eu ganhei dele, tivemos que varrer as cinzas nas quais o sofá se transformou.

- nossa, Alex, não sabia que podia fazer isso. – Diego diz impressionado, Kai faz um bico e vira o rosto pro outro lado.

- a individualidade da nossa mãe. – diz Alexandre fazendo o mesmo.

- você também pode fazer isso, Kai? – Diego pergunta mais animado.

- não, mas eu posso EXPLODIR você se me chamar assim de novo, quer testar?! – ele grita irritado. Eu reviro os olhos.

- vamos nós, Madson! – eu falo alto e o puxo pra sentar do meu lado. – me mostre do que é capaz. – eu pisco. Ele ri.

- eu nunca joguei isso antes, vai ser uma sorte se eu ganhar. – ele diz erguendo os ombros e recebendo os papéis cortados do Alexandre.

- nem eu. – admite Diego um pouco envergonhado, enfileirando os papéis na sua frente. Ele e Alexandre estão no chão. Eu e Madson no sofá maior. Na poltrona temos Carlos sentado civilizadamente e Kai e Alex um em cada braço de costas um pro outro já escrevendo.

- não se preocupe. – Alexandre o tranqüiliza.

- é, não se preocupe, seu lixo, você não vai pra próxima rodada. – Kaique fala.

- cala a boca. – eu e Alex mandamos.

- melhor pra mim. – eu digo chamando de novo a atenção do Madson e pegando duas canetas. Entrego uma pra ele e uso a boca pra abrir a minha, tiro a tampa e ponho do lado, ele me olha como se já estivesse pronto pra dar um bote. Meu Deus. Que fácil. – você escreve qualquer substantivo, e não me mostra, daí a gente cola na testa um o outro, você tenta adivinhar o que está na sua, e eu adivinho o que tem na minha. – eu explico. E escrevo “sexy” em letras maiúsculas no papel.

- e só vale perguntas de sim ou não. – acrescenta Alexandre que estava enrolando e distribuindo as fitas pra colarmos os nomes, ajudado por Carlos.

- VALENDOOOOOO – Eu grito.

(rodada I)

Alexandre X Diego

- Eu sou humano? – Alexandre pergunta.

- sim. – Diego responde.  – eu sou humano?

- não. – Alexandre diz olhando para o “Caderno” na testa dele. – eu sou da família?

- não. Eu sou algo que eu tenho? – nossa como isso soa estranho, eu quase rio.

- sim. Eu devo ser famoso então... Eu me conheço certo? – Alexandre pergunta meio preocupado.

- todo mundo te conhece. Mas pessoalmente, acho que... Acho que não. Kai, ele se conhece? – Diego pergunta apontando pro “Silvio Santos” na testa do outro.

- CALA A BOCA desgraça! Não tá vendo que eu tô ocupado?! – Kaique grita, mas olha pra testa do Alexandre mesmo assim. – claro que ele não se conhece! – ele responde e bate na cabeça dele. – tapado!

Kaique X Alex

- voltando aqui. Eu não sou, humano, não sou objeto, não sou comida, o que diabos você escreveu nessa merda, caralho?! – Kaique grita.

- exatamente o que você é. – ela diz com um risinho de vitória olhando o “burro” na testa dele. – eu sou um objeto que está dentro de casa?

- não. – ele responde. – eu sou... Tem um adjetivo aqui, não tem, maldita?

- sim. – ela responde meio decepcionada.

- AEEEEE CARALHOOO! PUTA QUE PARIIIIU É NÓIS PORRA! – ele comemora e ri alto, percebo que Diego parou um pouco no tempo ouvindo-o. Ownt.

- eu sou um objeto usado dentro de casa? – ela pergunta meio emburrada.

- não. É sem lógica. – Kaique responde ainda eufórico mirando o “Dinamite” escrito com sua... “maravilhosa” caligrafia.

Mirna X Madson

- tem um adjetivo aqui também, não tem? – Madson me pergunta logo depois da comemoração do Kai.

- sim. – eu respondo. – eu sou algo bom de comer? – eu pergunto, não posso evitar de pensar que ele quis me provocar tanto quanto eu quis.

- delicioso. – ele diz e me olha com um sorriso sádico. Eu rio. Estou me sentindo quase estuprada aqui. Que cara mais...

- epa! O que foi?! – ele grita depois de ser acertado na cabeça por um controle remoto.

- SÓ RESPONDA COM SIM OU NÃO ARROMBADO! – Kaique grita. Carlos joga o controle de volta pra ele. Ele pega e ameaça antes de colocá-lo sobre a cômoda. – DA PRÓXIMA QUE VOCÊ TENTAR ESQUENTAR AS COISAS, EU EMBRASO VOCÊ!

- Mirna, você se ama muito. – Diego diz.

- hm? – eu fico meio confusa, sim, me amo, o que tem? Ele aponta pro papel na própria testa. – aaaaaaaaaaaah entendi.

Ganhadores: Kaique, Diego e EUUUUUUU. Ainda estou rindo a toa. Eu era um sorvete kkkkk. Eu fui com o Carlos, e o Kaique foi com o Diego. Ele está bem puto comigo, mas acho que ele ainda está mais puto com a Alex, afinal foi por causa dela que ele ficou boa parte do jogo perguntando coisas do tipo:

- eu sou abestado?

- eu sou retardado?

- eu sou merda?

- eu sou desgraçado?

- eu sou grosso?

- eu sou feio?

KKKKKKKKKKKKKKKK eu quase morri de rir! Afinal, depois da dica do Diego eu acertei quase imediatamente. O Madson deu um sorriso tipo “sua safada” quando viu o que ele era.

- o que foi? Você é. – eu aleguei rindo.

Depois vieram os berros do Kaique:

- já sei, eu sou o cara que vai te matar quando essa porra acabar.

- PUTA MERDA, DESGRAÇADA! EU JÁ USEI TODOS OS XINGAMENTOS! EU SOU O QUÊ?! VOCÊ?!

O Kaique já estava quase enlouquecendo quando finalmente acertou depois que o Diego se manifestou entediado:

- Mas Alex, ele é um animal.

(Rodada II)

Diego X Kaique

- DÁ DICA DESGRAÇADO! – o Kaique gritou.

- mas isso pode?

- Anda logo maldito! Eu não vou perder por sua causa!

- então vai ter dica aqui também! – eu rebato. Também sou competitiva.

- FO-DA-SE. – ele respondeu.

- certo... Você é amarelo e vermelho, e tem detalhes pretos. E tem a ver com eletricidade. – Diego disse.

- PUTA QUE PARIU, SEU MERDA! Se você tiver colocado o nome de alguma fuck ferramenta aqui... – ele começa a incendiar a própria mão.

- eu já disse que você não é um objeto! – Diego diz se protegendo com os braços. Kaique respira fundo e se senta de novo. Diego suspira aliviado. – eu sou um animal?

- não. Eu sou um animal? – Kaique pergunta.

- não. – Diego responde rapidamente.

- PUTA QUE PARIU! QUE RAIO DE CARALHO EU SOU?!

- e eu não mereço dicas não? – Diego diz depois que sua audição volta.

- Não! Você colocou muito difícil, DEMENTE!

- não tá difícil! – Diego rebateu em tom de “pelo amor de Deus raciocina” – eu sou um objeto?

- é! Pera, não. É... Quase. Mais ou menos...

- depois eu que coloquei difícil. – Diego ri.

- PORCARIAZINHA, CONCENTRA AQUI! Eu me conheço?

- claro. Mas ninguém te conhece pessoalmente. – Diego responde. Kaique começa a socar a almofada.

- O. QUÊ. DIABOS. EU. SOU?! Argh que ódio! – ele arremessa a almofada pra longe.

- calma, cara. Tá bem pior pra mim. Como assim eu sou mais ou menos um objeto?

- DESGRAÇA! EU VIVO TE CHAMANDO DISSO, CACETE!

- Ah, eu sou um lixo! – Diego diz.

- exatamente. – Kaique diz com um sorriso de canto que deixava claro que ele tinha adorado ouvi-lo dizer aquilo, e não só pelo jogo. – E O QUE CARALHOS EU SOU?!

- ele só pode responder com sim ou não. – eu aviso.

- CALA A BOCA! – ele gritou e me atirou a almofada que o Diego estava segurando. – que inferno!

- eu também já te chamei disso uma vez. – Diego avisa. Todos os presentes se entreolham. Em que tipo de circunstância, Jesus Amado?!

Mirna X Carlos

- eu sou uma comida? – ele pergunta.

- não. Eu sou uma comida? – pergunto.

- é. – ele responde batendo palminhas.

- Meu Deus, tem alguém querendo me comer hoje, só pode! – eu rio olhando o Madson, ele sorri com uma cara de “quem sabe” Carlos ri também, mas claro, ele é uma criancinha fofinha CUTE CUTE, não deve ter entendido bem o sentido.

- eu sou um animal? – ele pergunta.

- sim. – eu respondo. – eu sou uma fruta?

- é... – ele responde meio emburrado. Eu quero que ele ganhe o jogo, mas não sei se é uma boa ideia fazer o Kai perder... – eu sou um animal doméstico?

- sim. – respondo. – eu sou vermelha?

- sim. – ele responde e cruza os braços, céus, esse garoto é mais orgulhoso que o Kai. Sem falar que infinitamente mais fofo. - e você é um animal que está aqui. – eu pisco. Ele abre o maior sorriso. E eu sei que eu sou uma maçã. – eu sou... – finjo que estou pensativa. – um tomate?

- não! – ele ri. – eu sou um cachorro! – ele grita animado e tira o papel da sua testa. – ganhei! – ele pula no sofá.

- se eu não sou um tomate, então... eu sou uma... maçã? – pergunto fingindo confusão. Ele faz que sim finalmente se acalmando. - ganhamos. – eu digo pra um Kaique irado.

- droga... – ele resmunga, tirando o papel da própria testa. – Pikachu? – ele lê quase soletrando e fica vermelho, ele explode o papel e puxa o Diego pela gola da camisa. – BAKAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAa

 

Ai. Meus. Tímpanos.

Todos reclamam, e depois eu deixo de dizer que sou uma lâmpada pra que o Carlos ganhe adivinhando que é uma árvore.


Notas Finais


Com pessoas não tão inocentes assim.


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