História Um pouco de confusão - Capítulo 12


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Colegial, Drama, Família, Revelaçao, Romance, Yaoi
Visualizações 6
Palavras 1.309
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Harem, Hentai, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Um encontro, a noite prometia tanto, mas...

Capítulo 12 - Podia?


Fanfic / Fanfiction Um pouco de confusão - Capítulo 12 - Podia?

(Diego On)

Quando cheguei em casa, de noite, já que a Ana ia direto pra casa da amiguinha dela depois da aula, meu pai ainda estava brigando comigo por causa da TV e queria me deixar de castigo, sem sair de casa, mas minha mãe já deixou na hora, já que o Felipe sempre foi considerado um ótimo garoto e se estava se sentindo sozinho podia ser ruim pro “psicológico frágil” dele, a Mirna me acompanhou e foi recebida com muita animação, mas entrou só pra buscar o celular dela que ela tinha esquecido em cima da mesa de manhã. Minha mãe disse que ela era muito fofa e simpática, meu pai só comentou que ela era muito bonita.

- homens são tão superficiais. – minha mãe comentou sobre o comentário dele revirando os olhos.

- e cadê a Ana? Eu tava doido pra apresentar ela pra Mirna. – eu perguntei olhando pro relógio, ela não poderia estar dormindo tão cedo.

- nós ainda não fomos buscá-la. Ela pediu pra jantar lá, e como ela não quebrou a TV, nós deixamos. – meu pai respondeu me olhando ainda chateado, pois estava perdendo todos os jogos de futebol.

- oh, Jorge, quem nunca se empolgou jogando futebol dentro de casa? – minha mãe disse e piscou, essa foi a desculpa que eu dei, não dava uma boa impressão, mas era melhor do que: “o Kaique explodiu ela porque me viu beijando o Felipe no sofá” – vai jantar logo? – ela me perguntou.

- não, não, acho que o Felipe deve ter arrumado alguma coisa pra gente lá. – digo e olho pro relógio de novo. – eu vou tomar um banho, e depois já vou indo.

Eu estava um pouco nervoso. Liguei várias vezes pra Mirna pedindo ajuda com as roupas, enchendo o Messenger dela de fotos, eu estava me sentindo tão bobo, eu riria de mim mesmo se não fosse tão constrangedor. Eu acabei indo com um short jeans cinza, uma blusa preta em degrade e um sapatênis azul marinho. Uma última mensagem esbanjando auto-confiança antes de ir:

Diego Lopes: MIRNAAAAAA! E se der tudo errado??

Mirna Barros: sorria, ninguém vai notar. ;D

Diego Lopes: ???? Comassim loka?

Mirna Barros: cara, a gente treinou boa parte da manhã.

Diego Lopes: é, e foi um desastre.

Mirna Barros: eu não vou te incentivar. Como prima prefiro que você nem vá. Kaizinho ia ficar #xatiado se soubesse que você tá de rolo. Desiste logo.

Diego Lopes: depois de soar escolhendo essa roupa? Nem pensar. Tô indo. Me deseje sorte.

Mirna Barros: tomara que dê tudo errado.

Diego Lopes: puta apoio top.

Eu ponho o celular no bolso do short e saio. Quando eu chego hesito um pouco antes de bater na porta, mas aí lembro que tem campainha, toco. Ele abre rapidamente e me olha dos pés a cabeça, agradeço aos céus por ter pedido ajuda a Mirna.

- oi, Diego. Entra. – ele diz e me abre passagem. – eu não sabia do que você gostava, quando perguntei pra sua mãe ela só falou pizza, então acabei fazendo comida italiana. Espero que não se importe.

- não, não. Eu gosto. – Meu Deus, ele ligou pra minha mãe perguntando do que eu gostava? Não sei se fico surpreso com isso ou com o fato dela ter respondido pizza. Eu gosto de comida japonesa mãe. Você sabe!

Nós comemos enquanto conversávamos sobre a prova da academia, ele me falou dos amigos dele do exército, e que queria entrar nesse curso pra ficar mais perto deles de novo. Lamentou por ter perdido dois anos. Eu perguntei sobre a mãe dele e se ele tinha notícias da minha tia, ele respondeu que não e que a mãe dele estava de mudança pra cidade e era dona de uma rede de bar. Eu falei sobre meus pais também e o que faziam, como eram, sobre minha irmã ter ido pro exterior, ele ficou extremamente impressionado com isso, eu acabei citando o trabalho acadêmico dela, nós dois concordamos que foi brilhante. Voltamos a falar sobre nosso futuro, expectativas pra prova, óbvio que ele vai se dar melhor que eu, individualidades: força e invisibilidade. Nós também trocamos algumas dicas e sugestões de treinos que vimos em vídeos, nos lamentamos por todos os anúncios que colocam neles, e acabamos marcando de ir no cinema qualquer dia assistir um lançamento de filme. A conversa tomou um rumo meio nostálgico com a minha brilhante ideia de falar do Kaique já que ele estava contando sobre um amigo de infância.

Nós já tínhamos terminado de comer e ele era tão bom em conversa que eu nem tinha dito ainda o quanto a comida estava maravilhosa, ele estava lavando a louça e quando terminou lavou as mãos e me encarou. Eu estava de pé do lado e de frente pra ele, escorado na parede.

- eu não sei se posso te considerar um amigo de infância como ele. – ele disse.

- por que não? – perguntei.

- por que... Eu nunca senti vontade de beijar um amigo de infância. – ele respondeu chegando mais perto.

Ele passou o braço pela minha cintura e segurou o meu pescoço com a mão ainda molhada com água gelada, eu me arrepiei, ele me beijou me encostando mais na parede. Sua mão começou a subir por baixo da minha blusa, o toque era gelado, mas me deixava quente, ele a tirou. Ele chupou meu pescoço, eu mordi meu lábio tentando não gemer, coloquei minhas mãos no seu pescoço, ele voltou a me beijar, sua língua pediu passagem, eu cedi. Sua mão desceu pelas minhas costas e me ergueu, eu passei minhas pernas pelo seu corpo ele me segurou firme e me levou até seu quarto, como disse Mirna. Eu estou literalmente fodido. Eu até esqueci do perigo da minha nova “individualidade”. Eu esqueço tudo quando estou com ele, é como se Kai fosse problemas, e ele a solução.

Ele mordeu o meu ombro e desceu beijando meu tórax, ele voltou a minha boca e sua mão desceu deslizando pelo meu corpo, seus dedos começaram ameaçar tirar meu short com box e tudo, ele fingiu que ia me beijar e mordeu meus lábios, ele colocou o peso de seu corpo sobre meu membro, eu acabei gemendo. O celular tocou.

- não atenda. – ele disse mordendo minha orelha, mas eu peguei ele do meu bolso e olhei quem estava ligando enquanto ele ainda beijava meu pescoço em cima de mim.

- é a Mirna.

- quem? – ele perguntou notando que eu tinha pegado o celular.

- uma amiga. – respondi e atendi levando até meu ouvido. – alô? – ele saiu de cima de mim, mas eu ainda sentia seu olhar sobre o meu corpo e sua mão passando sobre ele como se quisesse senti-lo.

- alô, Diego. – ela respondeu, eu afastei do ouvido ainda estava no viva-voz, eu devo ter colocado essa opção no automático pra facilitar enquanto ela me ajudava com a roupa.

- é bom ser importante. – eu disse tentando me sentar na cama, mas o Felipe me puxou para que eu permanecesse deitado.

- então, a boa notícia é que a festa de aniversário da Alex vai ser daqui a duas semanas em uma casa de praia mega grande que o Alexandre tá fazendo questão de encher de whisky. – ela disse, era difícil entender o seu tom de voz pelo celular, mas ela não podia ter me ligado só pra dizer aquilo, podia?

- boa notícia? Então tem uma ruim? – eu perguntei meio preocupado, será que foi algo com o Kai?

- bem... A má é que seus pais foram de trem pra buscar sua irmã na casa da amiga dela e o trem explodiu.

- O QUÊ?! Eles... Eles estão bem não estão? – eu me ergui com um salto, Felipe não me impediu, me olhava preocupado também.

Estou tentando não chorar com a demora pra ela responder.


Notas Finais


Mas eram só promessas mesmo.


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