História Um punhado de carinho. - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Taeil, Winwin
Tags Colegial, Comediazinha, Fluffy, Nct 127, Romance, Taeilwin, Winil
Visualizações 35
Palavras 416
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


obg aninha que betoou @libellule.
gente não flopa winil, winil é amor é arte é vida por favor vamos lotar a tag

Capítulo 1 - Capítulo Único.


Quatro letras para uma palavra tão complicada deveriam ser algo proibido, a intensidade dela para um sentimento tão incrível deveria ser crime.

Não é como se amar fosse um bicho de sete cabeças, o negócio é lidar com isso e com quem te afeta. Amar a gente ama muita coisa, ama a família, o cachorro, a música e quem sabe uma cor, entretanto, quando se trata de outro alguém do qual você tem que gerar um relacionamento nunca antes existente para provar para o seu coração que, de fato, ele está batendo mais rápido para além de um rostinho bonito, tudo vira um caos no departamento cerebral, e era esse dilema que levava Taeil a meter a cara na mesa todos os dias no intervalo.

Se amar outras coisas era algo tão simples, por que amar Sicheng tinha que ser mais duro que as provas de matemática?

Talvez não fosse apenas os dilemas que levavam Taeil à ficar com a testa dolorida, era também aquele negócio de que Sicheng tinha tudo para ser a coisa mais fofa que já existiu, se é que ele já não era. Tinha aquele sorrisinho do dente meio torto, o olhar perdido, o coreano meio arranhado e as roupas que ficavam fazendo ele parecer um bebê, uma gracinha.

Era uma batalha diária para o Moon ter que se contentar a não ficar abraçando o chinês toda vez que ele ficava andando coladinho do seu lado, pedindo para ser atacado com o amor, porque ele respirava e parecia que o mundo rodava ainda mais devagar, deixando menor todo bobo, para deixar uma insônia infeliz de um questionamento importante: será que era possível se apaixonar tão forte assim ou era o universo brincando com a sua cabeça?

Não é como se Sicheng não soubesse, mas ele preferia ignorar para salvar sua dignidade, porque Taeil era um palerma em relação à cantadas e pedidos. Ele se fazia todo confiante, mas toda vez que trombava no chinês desprevenidamente, gaguejava e derrubava os materiais sem controle nenhum.

O ser humano ter apenas dois nomes para Moon Taeil era totalmente absurdo, porque Dong Sicheng tinha que se chamar Dong coisinha mais linda preciosa e que dá’ vontade de beijar na terra Sicheng, ou Dong porque acabou com a minha vida Sicheng.

Infelizmente, Taeil não tinha receita para aquele amor, entretanto, por medida, ele sentia um enorme calor no peito, um euforia sem tamanho e um tico de uwu sempre que avistava o chinês mais lindo do mundo.

 


Notas Finais


eu tô' muito viado perdão


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