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História Um relacionamento explosivo - Capítulo 124


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Notas do Autor


Nakamura, policial que quer saber sobre a morte de Sakaguchi Kojiro, conversa com Shimoguchi, diretor do jornal, e descobre algo bastante importante. Entretanto, um homem de Myanmoto os está vigiando e eles podem ser marcados para morrer.

Capítulo 124 - A investigação de Nakamura


Fanfic / Fanfiction Um relacionamento explosivo - Capítulo 124 - A investigação de Nakamura

(Nakamura conversa com Shimoguchi)

 

 

Nakamura pediu um pequeno café e esperou Shimoguchi perguntar :

-Você tem informações que podem levar à descoberta do assassino de Sakaguchi-kun?

O policial balançou a cabeça negativamente. Não havia pistas concretas. Haviam trabalhado várias hipóteses.

Shimoguchi, então, perguntou-se se podia confiar no policial. Sakaguchi havia falado sobre Yamazaki, que provavelmente era um policial corrupto, embora tudo indicasse que Yamazaki nada tinha a ver. As evidências apontavam para Asami como o provável mandante do crime e era quase certo que isso se devia ao sumiço de Takaba Akihito.

-Escute, Shimoguchi-san, a gente está desconfiado que a morte de Sakaguchi nada tem a ver com o caso Masato. Isso deve ficar em sigilo por causa das investigações, mas pensamos que foi algum yakuza muito perigoso. Se o senhor souber de algo...

Ambos estavam sentados a uma pequena mesa e um homem de Myanmoto, sentado numa mesa que ficava próxima à deles,  fingia ser um simples cliente pedindo café. O policial e o diretor do jornal falavam baixo mas o homem, que estava de costas, podia ouvir.

O diretor do jornal pareceu pensar por um longo tempo  e por fim falou, mostrando uma foto de Akihito, na qual o rapaz estava de jaqueta jeans, olhando para o lado, tirando uma foto em uma operação policial:

-Conhece esse rapaz?

Nakamura olhou a foto de Akihito e reconheceu o rapaz, que não lhe era estranho. Enfim, lembrou.

-Takaba Akihito, ele é bem conhecido lá na delegacia. É amigo de Yamazaki. Já cobriu operações policiais. Mas, que tem ele a ver com isso?

Shimoguchi explicou:

-Ele está sumido.

O policial pensou e disse:

-Lembro que houve uma operação policial para saber sobre armas que Asami Ryuichi esconderia no novo clube noturno dele. Chegamos a perguntar se Yamazaki não chamaria o Takaba Akihito para fotografar, mas ele falou que o rapaz havia adoecido.

O diretor do jornal então contou que desconfiava que Akihito não havia adoecido. Explicou sobre o atestado.

-O atestado foi expedido por Sato Tsuzuki. O nome lhe é estranho?

Nakamura ficou boquiaberto. Sato Tsuzuki. O médico amigo de Asami Ryuichi. Lembrou que Sakaguchi conversara com o médico antes de morrer. Shimoguchi observou o rosto do policial, constatando que ele parecia bem preocupado.

-Sim, uma testemunha viu Sakaguchi falando com o médico. Eu procurei o tal Sato Tsuzuki, mas o médico respondeu com um monte de evasivas. E, por que Takaba Akihito estaria envolvido com esse médico e com Asami?

Shimoguchi então falou sobre as fotos do ladrão, perguntando se Nakamura ouvira falar no homem morto na praia. Nakamura soubera do caso.

-Veja, Takaba não tem contrato conosco. Ele é freelancer. Vendeu as fotos do ladrão para outro jornal, que disse que não ficaram boas. Esse ladrão era segurança no cassino de Myanmoto Yonosuke.

O policial ficou com os sentidos em alerta. Todos diziam que Myanmoto e Asami estavam em guerra. Então, Takaba ficara sabendo demais o que não era para saber. Entretanto, por que não o haviam matado? Aquilo era estranho. Asami e Myanmoto nunca poupavam alguém.

-Sakaguchi e eu queríamos saber o que houve com ele. Sakaguchi cometeu o erro de ir atrás desse médico, que com certeza alertou Asami.

-Por acaso Takaba falou sobre quem seria o dono do carro?

Shimoguchi disse que nunca, porém disse que tinha notado que há um tempo o rapaz andava tenso. E falou sobre o irmão dele, Takaba Yukio.

-Soube desse irmão dele?

Nakamura nunca ouvira falar no irmão de Takaba Akihito. Jamais falara com o fotógrafo e fazia pouco tempo que fora trabalhar lá.  Shimoguchi explicou acerca de que ouvira que o irmão dele sumira misteriosamente um dia e nunca mais fora encontrado.

-Takaba Yukio tinha dívidas com um cassino?

“Devo falar sobre Yamazaki? Talvez não, não sei se posso confiar nele ainda.” Pensou Shimoguchi.

-Nakamura-san, não diga nada a ninguém. Desde que eu soube da morte de Sakaguchi, estou apreensivo. Ele era um bom jornalista e alguém que eu respeitava muito. E não sei o que houve com Takaba Akihito. Sabe, investigamos sobre Takaba Yukio, Sakaguchi e eu. Ele era um delinquente e passou dois anos na prisão.

O policial terminou de beber o café. Com certeza, Sakaguchi fora morto porque não queriam que descobrisse nada. Olhou para Shimoguchi  e perguntou:

-Sabem a quem o irmão de Takaba Akihito devia?

-Não.

Compenetrado, Nakamura pensou que aquilo conduziria para um caminho inesperado. O Takaba Akihito seria talvez a chave para descobrir algo importante.

-Obrigado, Shimoguchi-san. Vou procurar saber sobre Takaba Yukio.

Os dois saíram do café, ignorando que eram observados. O homem de Myanmoto saiu e os viu tomando rumos diferentes. Foi até um carro onde outra pessoa o esperava.

-E então? Perguntou o homem que estava ao volante.

-Shimoguchi falou sobre o médico amigo de Asami e sobre o tal Takaba Yukio e o Tetsuya.

-Vamos contar a Myanmoto-sama.

Deu partida no carro.

O senhor é o meu pai

(Akihito com dezenove anos)

 

Akihito estava adorando a vida de universitário. Além das aulas, que achava muito interessantes, ele fizera amigos, saía com Takato, Kou e os colegas e também estava iniciando um projeto com o senpai, de quem se tornara próximo.

Naquele momento, ele estava com Yamazaki em uma casa de chá. O policial parecia contente e comentou:

-Que bom que você está se dando bem na universidade. Logo, estará fotografando como um fotojornalista profissional.

O rapaz pediu um chá e disse, sorridente:

-Tenho sorte, Yamazaki-san. Kaneki Tomoko, minha vizinha, tem sido uma mãe. Sabe, se não fossem o senhor, o Watanabe e ela, não sei o que seria de mim. Seria perfeito se...

Yamazaki pediu que ele não falasse sobre Hiroshi e Yukio.

-Tomara que seu irmão crie juízo.

O chá chegou e Akihito deu um gole, satisfeito. Comentou:

-Tenho que dizer algo, Yamazaki-san.

-Fale.disse o policial.

Akihito pensou um pouco e falou:

-Só tenho que agradecer ao senhor, que tem feito tanto por mim, cuidando de Yukio e de mim desde que éramos crianças. O senhor é o meu pai junto com o Watanabe.

Embora quase não sorrisse, Yamazaki deu um leve sorriso.

-Obrigado digo eu, meu jovem.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 


Notas Finais


O ataque ao Clube Sião será um verdadeiro banho de sangue.


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