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História Um Romance Muito Maluco (Romance Gay) - Capítulo 22


Escrita por: e ownbboy


Notas do Autor


Oioi, gente! Como vocês estão? Espero que bem!
Trouxe mais um capítulo fresquinho aqui para vocês ❤ perdoem-me pela demora, mas nesse tempinho não tive muito tempo livre 🤡
Desculpem qualquer erro que tenha passado despercebido ❤

Boa Leitura ❤

Capítulo 22 - Chapter 22 - Esperança


Fanfic / Fanfiction Um Romance Muito Maluco (Romance Gay) - Capítulo 22 - Chapter 22 - Esperança

POV-LEONARDO

É meio estranho pensar no que pode acontecer hoje. Elena chamou o garoto que mais mexe com o meu psicológico para nós três passarmos uma tarde juntos fazendo seja lá o que for. Mas pode ser bom esse momento... porque podemos ajudar a memória dele, fazendo ele se lembrar de coisas que com certeza parece que nunca havia feito.

Vejo um homem de capuz sentado no chão do estacionamento segurando nas mãos um celular, de olhos fechados com a cabeçaencostada na parede. Vou me aproximando dele indo devagar até ver o anel em seu dedo, vindo rapidamente a imagem do rapaz tatuado.

- Gustavo...?- sussurro cutucando seu pé direito com o meu pé esquerdo, fazendo-o abrir os olhos e me olhar logo dando um sorriso de canto.

- Olá, garoto dos olhos cor de mel. Tudo bem?-  Gustavo mumurra com a voz um pouco rouca enquanto me olhava atentamente.

- Estou bem, eu acho... e você?- pergunto suspirando fundo, olhando para os lados procurando por Elena.

- Por que acha?- ele cutuca meu pé de volta, fazendo com que eu olhasse para ele. -Estou bem, garoto de óculos dourados.

- Isso é bom... Não é nada, é só um pequeno sentimento. É coisa besta!- rio sem graça revirando os olhos.

- Me ajuda.- escuto ele pedir enquanto estende suas mãos posicionando seus pés ao lado dos meus.

- Sem querer ofender, mas você é maior do que eu e um pouco mais pesado...- vejo ele me fuzilar com os olhos, seguro suas mãos e o puxo levantando seu corpo. Meu corpo se desequilibra ao sentir eu erguer o corpo do rapaz, sinto suas segurarem minha costas, seu olhar se encontra com o meu... nossos corpos estão colados.

- Léo... Gus!- escuto Elena chamar por nossos apelidos, viro meu rosto vejo ela parada admirando nós dois. -Isso é melhor do que novela!

- Érr... Elena!- exclamo pegando nas mãos de Gustavo me afastando um pouco. -Desde quando você está aí...?

- Faz...- ela olha seu pulso mesmo não estando de relógio, pensando. -Faz cerca de 54 segundos!

- Estamos aqui. O que quer fazer agora?- Gustavo pergunta, guardando o celular e cruzando os braços.

- Calma, loira do Tchan, vocês vão ver.

- Loira do... Quê?! Mas que porra é essa?- Gustavo questiona enquanto começo a rir colocando a mão na minha boca, tentando não chamar muito atenção mas provavelmente eu falho.

- É uma música brasileira! Como é aquela parte... Ah! A Nova Loira Do Tchan, É Linda, Deixa Ela Passar! Mas aí no caso... seria Ele.- ela responde dando um sorriso debochado, fazendo Gustavo rir sem graça e me olhar de relance.

- Onde... Aonde vamos agora?- pergunto tentando parar de rir.

- Quadra, podem vir comigo!- Elena dizia enquanto caminhava.

Dou de ombros começando a caminhar ao lado da garota, conversando sobre coisas aleatórias. Gustavo permanecia calado apenas me observando e prestando atenção em cada palavra que saía das nossas bocas; dando sua opinião só quando era essencial. Percebo que vamos entrando dentro da quadra logo depois de termos dado a volta pelo colégio.

Seguimos Elena até um cantinho da arquibancada de metal pegando a ponta de uma mangueira que estava com a outra ponta na torneira e entregando para Gustavo, que mumurra um "É sério mesmo?". A garota de pele morena me entrega vassoura e um pote com sabão em líquido.

- Bem, já estamos prontos, agora é só trabalhar!- Ela fala, pegando um rodo indo até o meio do campo e nos olhando. -Ei, seus bocos, o gramado não vai se limpar sozinho!

- Mas é grama! G-R-A-M-A, GRAMA! É uma planta, só jogar água e pronto!- falo suspirando fundo, olhando para cada detalhe do gramado.

- Na verdade... É artificial.- Gustavo sussurra perto do meu ouvido, fazendo eu olhar para ele.

- Eu exagerei, né?

- Só um pouco... vem. Vamos começar!- Gustavo ssgura minha mão me puxando para o gramado.

Vejo a água sair da mangueira enquanto Gustavo vai molhando o gramado, jogo um pouco de sabão no chão e Elena começa a estregar.


-xXx-


Sento no gramado olhando para o céu observando as nuvens escuras se juntando aos poucos, um leve vento frio passava pelo gramado. A arquibancada estava limpa e Elena estava retirando as espumas.

- Cansou?- escuto Gustavo perguntar, se sentando ao meu lado e fica me olhando.

- Nós lavamos um gramado de futebol. É lógico que estou cansado!- dou risadas direcionando os olhos para o rapaz.

- Vem aqui!- percebo Gustavo dar tapinhas na sua perna.

- Não.

- Por que?

- Porquê eu não quero.

- Mas... tudo bem, não vou insistir.- ele diz dando um sorriso forçado virando seu rosto para o lado e fica olhando para o colégio.

Me ajeito ao seu lado passando meu braço ao redor do seu braço, acariciando seu pulso. Deitando minha cabeça em seu ombro sentindo seu corpo se arrepiar com minhas atitudes.

- Desculpe... Não sou bom em demostrar afeto...- mumurro observando sua tatuagem de flor.

- Se você não é bom, imagine eu!- ele disse depositando um beijo em minha cabeça.

- Você... tem certeza de que não se lembra de nada?

- Infelizmente não me lembro do seu nome, nem de você e de momentos...

- Momentos comigo.- completo sua frase levantando um pouco minha cabeça sentindo a ausência da presença de Elena ali. -Podemos criar novos momentos!

- É... Podemos.- sinto uma de suas mãos se entrelaçar com a minha. Seus olhos se encontram com os meus e um formigamento passa pelo meu estômago -Já te disseram que seus olhos são lindos?

"Borboletas no estômago... onde é que isso vai heim?"- penso, dando um meio sorriso, um pouco envergonhado.

- Nunca...

- Pois me dê essa honra de ser o primeiro... Seus olhos são lindos como preciosas esmeraldas mas com um leve toque de uma brasa em chamas.- Gustavo sussurra aquelas palavras aproximando nossos rostos. -Talvez eu queira ver mais do que os seus olhos...

- Pronto pesso... espera aí! Eu interrompi algo?- escuto Elena perguntar fazendo eu desviar nossos rostos e olhar para a garota que estava em pé.

- Na verdade não. Estamos apenas conversando... né?- falo dando um leve aperto na mão de Gustavo.

- Hum? É... É! Isso mesmo!- o rapaz tatuado concorda com uma expressão um pouco envergonhada.

Eu ainda não tinha visto Gustavo com vergonha. É tão... bonitinho! Suas maçãs do rosto ficam extremamente vermelhas, seus lábios ficam um pouco rosas e sua voz falha um pouco.

- Vou fingir que é verdade! Mas já peço desculpas! É que já acabamos e olha como o céu tá bonito, né? Acho que vai chover.- Elena fala tentando quebrar o clima vergonhoso para os três, enquanto observava o céu escuro.

- Tem razão. Acho que é melhor irmos antes que a chuva nos pegue despercebidos!

Levanto do gramado junto a Gustavo, caminhando por dentro da escola olhando alguns alunos já no recreio com vários correndo para lá e para cá. Elena diz que vai conversar com o pai sobre um assunto de família, concordamos e nos despedimos dela. Ate que vamos andando para o lado de fora. Passamos pela porta de entrada logo após descer a escadaria, escuto um alto e forte trovão trovejar no céu fazendo a chuva começar a cair.

- Até amanhã, Gustavo!- grito saindo correndo pela rua, me escondendo debaixo de uma árvore.

- Garoto dos olhos cor de mel, espera!- escuto Gustavo gritar vejo um carro branco, uma Ferrari parar em frente a árvore. -Entra aí!

- Não, tenho que ir pra casa!

- Que isso, você vai lá pra minha casa...- ele disse, destravando a porta do carro.

- Ou você me leva para a MINHA casa.- falo dando um meio sorriso.

- Ou você para de ser arrogante, aceita o meu convite e vem comigo!- ele diz me encarando.

"Arrogante? Wow! Ele pode ter me esquecido mas não mudou nada."- penso, respirando fundo e reviro meus olhos.

- Mas... promete me levar para casa?- pergunto me aproximando dele sem sair debaixo da árvore.

- Prometo. Agora entra ou vai se molhar e vou ser obrigado a fazer você entrar! E vai por mim, eu não quero obrigar você a nada!- ele responde abrindo a porta do automóvel e me encarando.

- Merda...- sussurro entrando no carro e fechando a porta do automóvel.

- Só um instante...- vejo ele ligar o rádio no mínimo e dar partida. -Pronto, bem melhor agora! Então... Me diz, qual o seu nome?

- Leonardo... mas você constuma ou costumava me chamar de Léo.

- Léo... Léo... Léo... belo nome!- ele fala dando um sorriso de canto.

- Obrigado...- retribuo o sorriso sentindo outro formigamento no estômago.

- Esse... Não é o carro da sua mãe?- pergunto fazendo ele rir automaticamente, mesmo não respondendo percebo qual a reposta.

- Bem... É sim. Mas hoje ela liberou o carro, só porque eu disse que você iria lá para a escola.- vejo Gustavo me olhando pelo canto de seus olhos, mordo meu lábio inferior.

- A Sra. Amogllia gosta de mim...- mumurro tirando meu óculos, limpando em minha blusa as lentes enquanto fico sorrindo largo.

- Acho que sim...- ele suspira mordendo seu lábio inferior e rimos um pouco.

E durante todo o caminho fomos conversando e rindo de algumas coisas. Eu me sentia confortável perto dele, é como se Gustavo me entendesse em tudo o que eu dizia. Ele também parecia confortável com minha presença, pois não saia o sorriso de seus lábios e não parava de me olhar pelo canto dos seus olhos.

O carro é estacionado em frente a uma casa grande e automaticamente lembro-me que lugar era aquele, a casa do Gustavo.

- O que estamos fazendo aqui, heim? O que eu... estou fazendo?

- Você não prefere... sei lá, trocar de roupa, tomar um banho quente e esperar a chuva passar?- Gustavo pergunta com um tom um pouco sério.

- Se for esse o caso você poderia ter me levado para casa e não para a sua.- suspiro pesado, observando as gotas escorrerem pelo vidro do automóvel.

- Hum... Meus pais estão trabalhando no momento. Então, casa é toda nossa.- Gustavo sussurra saindo do carro.

- Que bom... Eu acho.- sussurro de volta saindo do carro também.

Vejo ele me abraçar me pegando no colo, saindo correndo até a porta da casa e adentramos na sala da propriedade. Olho em seus olhos enquanto Gustavo me solta lentamente no chão.

- Desculpe por isso, desculpa por ter te forçado á vir aqui... desculpa por fazer você se sentir desconfortável... mas é que algome diz que eu precise estar contigo...

- Tá tudo bem, não precisa se desculpar. De verdade, não precisa... sei que se preocupa comigo...- falo depositando um beijo em sua bochecha e dou um meio sorriso.

Gustavo segura a camisa retirando o pedaço de tecido, jogando-o no sofá. Ele entrelaça nossos dedos, ficando de mãos dadas e vamos subindo pelos degraus da escada indo até seu quarto. Ao abrir a porta, vejo que nada dentro do cômodo havia mudado, suas coisas estavam nos mesmos lugares.

- Me diz... alguma vez você veio aqui?- Gustavo pergunta em um sussurro, soltando nossas mãos indo até o guarda-roupa.

- Sim. Estive... Estive...- minha voz falha ao lembrar daquele momento na sua cama.

Era um incrível de se pensar ou melhor, de se sentir. Cada parte do meu corpo se lembrava de seus toques, dos seus sussurros em meu ouvido, de seus beijos em minha pele e de seu lábio junto ao meu. Fecho os olhos me lembrando do momento magnífico com ele.

- Pelo jeito, a resposta é mais de uma vez!- escuto sua voz logo sentindo seus dedos passando delicadamente sobre meu braço.

- Érr...- arrepiando com seu toque, abro meus olhos e seguro a toalha em seu ombro. -Vou me banhar.

- Sem querer ser indecente... Você quer companhia?- Gustavo pergunta olhando meus olhos.

"Leonardo, pensa bem... se você aceitar pode rolar muitas coisas lá dentro e se você rejeitar vai ser só mais um dia no quarto dele!"- penso, mordendo meu lábio inferior.

- Não... se puder me esperar.

Caminho até o banheiro do quarto fechando e trancado a porta, indo até a frente do espelho olhando meu reflexo atentamente. Algo por baixo da cintura chama atenção, arregalo meus olhos e vejo uma coisa sendo apertada pela cueca.


-xXx-


- Se sente melhor?- Gustavo pergunta enquanto se deita ao meu lado, me olhando. Desvio meu olhar das gotas de água escorrendo pela janela e olho para o rapaz tatuado.

- Não estou molhado, então sim!- dou um sorriso deitando ao seu lado e olhando seu rosto.

- Vou esperar a chuva passar, aí vou te levar embora, está bem?

- Tudo bem, Gus... o que é isso?- sussurro passando a mão no seu peitoral.

- É só uma cicatriz... mas as vezes incomoda.- ele mumurra se ajeitando na cama deixando eu ver melhor o local.

- Tem algo aqui, algo inchado... já tentou espremer?

- Não, mas se quiser tentar tudo bem...

- Ok!- falo dando um meio sorriso, sentando em seu abdômen começando a espremer lentamente a cicatriz.

- Pode por força, não vai doer...- sinto suas mãos em minha cintura apertando devagar. A cicatriz se abre um pouco mas sem sair sangue expulsando um pedaço de madeira.

- Saiu uma madeira...- mumurro colocando o pedaço na palma da minha mão.

- Isso foi...- sua voz falha drasticamente, suas pupilas se dilatam rapidamente enquanto me encaram, sinto suas mãos começarem a apertar com força minha cintura.

- Ei, o quê que houve?- pergunto segurando seu rosto, observando seus olhos fixados nos meus, mas ele fecha seus olhos soltando minha cintura. -Gus? Gustavo?

- Isso foi estranho...- o rapaz tatuado disse em um sussurro, abrindo os olhos levando as mãos até minha cintura novamente, adentrando por dentro da minha camisa acariciando o local onde ele apertou. -Desculpa por ter feito isso... merda, Leonardo, desculpa por ter te apertado assim, dá pra sentir as marcas.

- O que aconteceu? Por que fez isso?

- Não sei explicar, eu só... por mais clichê que seja, eu vi tudo... eu te vi. Eu lembro de ti. Lembro de como foi o primeiro dia nosso juntos... dos seus dedos em meu corpo... dos nossos momentos fofos e calorosos...

- As suas memórias estão voltando?- pergunto, sentindo um grande alívio.

- É o que parece. Eu me lembro de tudo... e especialmente de como eu amo muito um garoto de olhos cor de mel!- Gustavo dá um sorriso.

- A esperança é a última que morre, né? Não vou mentir para você... eu também amo você. Eu te amo muito, Gustavo! E não sei o que faria comigo agora se eu te perdesse...

O garoto loiro se senta deixando-me em suas coxas, enquanto acaricia minha bochecha. Em silêncio.

- Não vai dizer nada...?

- Dizer o quê? Que eu amo você? Que eu talvez queira te ter? Que eu com certeza... queira acordar todos os dias e perceber que sou o homem mais feliz nesse mundo por simplesmente ter o garoto mais maravilhoso de Manhattan? Porque é essa a verdade e você sabe disso. Eu te amo, Leonardo Martins, e essa é a única certeza que tenho durante esse pequeno tempo juntos.

- Wow! Tudo isso para mim?- pergunto percebendo nossos rostos próximos.

- Você merece muito mais, meu amor.- Gustavo sussurra abraçando meu corpo.

- Eu te amo muito e se for preciso eu posso gritar para o mundo inteiro, não importa como mas faço minha voz alcançar os quatro cantos do mundo só para ouvirem o quanto eu amo você!

- Prefiro que ouçam outra coisa...- vejo um sorriso malicioso em seu rosto, com seus olhos castanhos-escuros vidrados em minha boca.

- Então faça eles ouvirem, Gustavo. Me faça ser seu...

Nossos lábios se juntam, uma sensação maravilhosa preenche meu corpo, como se fosse um êxtase. Seus lábios são tão macios. Seu beijo é tão viciante. Ele me deita no colchão ficando entre minhas pernas, passando seus dedos na minha cintura.

- O meu maior erro foi ter te vestido... prefiro você pelado, baby.

Sorrio de canto segurando a camisa que ele havia me emprestado retirando e junto ao meu óculos jogando-os no chão. Ouço Gustavo ficar ofegante com meu ato. consigo sentir perfeitamente, seu pênis pulsar dentro da sua bermuda jeans.

"Caralho!"- penso, mordendo meu lábio inferior.

- Porra, como eu quero percorrer seu corpo com meus dedos...- ouço ele falar tentando me controlar ao sentir meu pênis começar a se endurecer.

- Você gosta, não gosta? De ficar me olhando?- pergunto em um suspiro.

- Gosto demais. E você gosta de ser observado, que eu sei!

- Gosto do mesmo jeito que você gosta quando eu... seguro aqui.

Levo minha mão até sua ereção sobre a bermuda apertando seu pênis. Sinto seu corpo se arrepiar com meu toque enquanto vou passando minha língua pela pele do seu pescoço. Gustavo segura minhas mãos e as coloca sob a minha cabeça, em um reflexo, virando meu corpo se deitando em minhas costas.

Solto um gemido baixo e manhoso contra o lençol da cama, contorcendo minhas mãos sentindo o rapaz começar a distribuir beijos pelas minhas costas passando suavemente sua língua em minha pele.

- Gustavo, Você vai jan... AI PORRA! Que merda é essa?- escuto Jesse gritar, sinto Gustavo me soltar logo me jogo no chão.

- Mãe! Caralho! Merda...- Gustavo grita de volta me olhando pelo canto de seus olhos, puxo delicadamente a blusa pelo chão.

- Você vai jantar?- Jesse pergunta em um tom de surpresa, provavelmente tentando não surtar ali. Vejo por baixo da cama os pés da mulher usando saltos vermelhos.

- Mais tarde, Jesse!- escuto Gustavo dizer provavelmente tentando tirar a mulher do quarto, enquanto cobria seu pênis com o lençol.

- E você, Leonardo?- escuto ela pergunta para mim.

- Eu não vou, Sra. Amogllia, já estou de saída...

- Hum... sei. Boa noite, diabinhos e juízo!

- Boa noite, Sra. Amogllia!- digo sentando na cama, vestindo a blusa e arrumando meu óculos no meu rosto.

Escuto uma risadinha dela ao fechar a porta, olho para Gustavo que me olha envergonhado, sorrindo fraco.

- Não peça desculpas!- falo antes dele falar algo, dou um selinho nele.

- Estava com medo de nunca mais conseguir lembrar de você... Meu anjo.- ele sussurra separando nossos lábios.

- Você se lembra tudo...?- questiono ele acariciando sua mão, olhando em seus olhos.

- Acho que sim... Eu me lembro.- Gustavo dá um sorriso largo.

- Érr... Acho melhor eu ir, a chuva já passou.

O rapaz tatuado acena com a cabeça, concordando. Ao se levantar da cama ele coloca uma camisa larga escondendo sua ereção ainda presente, pego meu uniforme escolar molhado colocando em uma parte longe dos meus cadernos na mochila. Descemos a escada da casa do Gustavo, correndo para a garagem percebendo que seus pais estavam lá na cozinha - merda, só pelo o que rolou a uns dois minutos atrás, imagino que todos na casa já devem saber do que aconteceu.

- Posso te buscar amanhã? Se quiser é claro...

- Pode sim. Será muito bem vindo na minha humilde residência!- dou um riso nasal indo até o carro.

Entramos no carro de Jesse pegando meu celular ao sentir uma vibração no aparelho, vejo uma mensagem do número desconhecido logo após perceber 4 ligações do meu pai, enquanto Gustavo dá partida no automóvel.

MENSAGEM-ON

xxx: Olha só, saindo essa hora da casa dele? Que pecado!

Léo: Vamos direto a onde importa, quem é você?

xxx: Quem sou eu? Por qual motivo criou interesse?

Léo: Faz uma semana que você está me mandando mensagens, acho que é justo você me dizer, né?

xxx: sabe o que é o melhor da minha identidade secreta? É que ao mesmo tempo que você sabe que sou, você não faz ideia de quem sou!

*contato bloqueado*

MENSAGEM-OFF


Notas Finais


Ihhhhh, quem será esse número, heim??

Capítulos novos toda semana ❤
Até o próximo capítulo ❤


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