História Um Sentimento Utópico - Naruhina - Itasaku - Capítulo 18


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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Guren, Hinata Hyuuga, Itachi Uchiha, Jiraiya, Karin, Konan, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shion
Tags Ação, Hentai, Hinata, Itachi, Itasaku, Luta, Naruhina, Naruto, Reconciliação, Sakura, Sasusaku, Universo Alternativo, Uzumaki
Visualizações 397
Palavras 2.956
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ecchi, Festa, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei gente!! Depois do previsto mais voltei! Como sempre né... Acabei tendo um imprevisto com meu gatão querido, Romeu que não conseguia mais fazer xixi, tive que leva-lo no veterinário e acreditem, deu muito caro... Muito caro mesmo. Adeus minhas economias e até uma parte do salário do meu pai... Foda... Enfim, cap novo!

Boa leitura, espero que gostem!

Capítulo 18 - Garotinha difícil


Naruto

Calma aí... Eu só podia estar vendo coisas...

Tentei piscar, mas meu corpo não obedeceu meus comandos. Minhas pálpebras simplesmente não se moveram, mantendo-se firmes onde estavam. Protestando contra minha ordem. Talvez essa reação fosse minha culpa... Não, não... Pensando bem a culpa era com certeza dela.

Hinata estava parada na minha frente, enrolada apenas por uma toalha branca fininha com os cabelos presos em um coque meio seco, meio molhado, que só serviu para destacar ainda mais o quanto ela já era gata. Por mais que seus olhos acinzentados me encarassem furiosos, os meus haviam se perdido outra vez, os ignorando e em um lugar digamos... bem mais interessante.

— Olha para minha cara Naruto! — Hinata ordenou furiosa.

Fiz o que ela mandou, lentamente, mas fiz. Aproveitei para captar cada pedacinho daquele corpo branquelo e... pequeno... Ela parecia ser ainda menor sem roupa, ou eu é que estava ficando louco mesmo. Naquela altura, já não duvidava de mais nada. No entanto, o que não era nada pequeno em Hinata eram seus peitos. E, que peitos... redondinhos e meio apontados para cima. Senti um certo movimento por de baixo das minhas bermudas. Porra...

Apertei os olhos tentado desviar meus pensamentos.

— Ãããã... É... O que foi...? — tentei fixar meus olhos nos de Hinata.

Os lábios dela pareciam estar mais vermelhos do que o normal, combinando com suas bochechas que também estavam levemente rosadas. Uma mecha meio molhada da sua franja tapava uma parte do seu rosto e puta que pariu... Qual foi o motivo de eu ter sido chamado mesmo? Certo... Olhar para o rosto dela definitivamente não estava ajudando.

— Pra minha cara Naruto! Cara! Aqui, ó! — porra eu estava tentando, mas meus olhos pareciam querer muito explorar um território a baixo, um pouco mais montanhoso.

Ela usou apenas um dedo para levantar minha cabeça pelo queixo, me obrigando a olhar para os seus olhos novamente. Meu parceirinho lá de baixo pareceu ter gostado daquele movimento. Maldição. Pela primeira vez me arrependi de não usar cueca. 

— A água!

Franzi o cenho.

— Não entendi...

A garota revirou os olhos.

— A água Naruto! Ta gelada pra caralho! Ta louco...! Essa tua maconha já ta te deixando retardado.

Foi como se eu saísse de um transe. Me dirigi para o box aproveitando que estava de costas para Hinata e dando uma rápida ajeitada na bermuda, deixando meu amigo em pé.

Menos evidente. Não era a hora dele aparecer... ou talvez fosse...

— Vai demorar muito?! — a garota falou impaciente.

Meu motorzinho do raciocínio pareceu voltar a funcionar. Maldito corpão... Mal sabia ela que aquela “leseira” não era por causa da maconha.

— Ah sim...! É um truquezinho, eu esqueci de te falar! Bem simples. — eu falava olhando para ela, em alguns momentos, até de mais.

Ela se manteve de braços cruzados enrolada na toalha o tempo inteiro. Como se aquele fosse seu escudo. Conhecendo um pouco Hinata. Acredito que a chance dela não ter a mínima ideia de o quanto estava gostosa naquele momento, era alta, ainda mais se a comparássemos com as garotas da faculdade que se tivessem essa oportunidade já teriam provavelmente me arrastado para o chuveiro ou no mínimo, aberto as toalhas com a desculpa do “escapou”.

—... daí tu tem que abrir tipo no meio termo, se abrir de mais esfria, fica muito frio, mas se abrir muito pouco fica quente pra caralho, entendeu? — dei um sorriso sem mostrar os dentes.

— Okay... — Hinata começou a caminhar na minha direção, descruzando as mãos.

Será que...

Suas mãos me empurram pelo ombro, em direção a porta do banheiro.

Claro que não...

— Obrigado! Agora vai lá assistir tua TV.

Até tentei me virar mas ela impediu.

— Tu não quer uma ajudinha? Eu posso segurar o sabone... — ela fechou a porta na minha cara.

Não custava tentar.

— Hmmf... tu ainda vai me pedir pra fazer isso! — murmurei baixo, antes de me dirigir ao sofá.

— Não nessa vida! — a garota gritou de dentro do banheiro.

Soltei um breve riso nasal. Eu ainda acreditava mais na minha teoria.

Ela teria sido capaz de fazer aquilo de propósito? Não... Definitivamente não! Hinata não tinha cara de quem tivesse essa coragem. Não tão cedo... Ela devia ter apenas tomado uma jatada de água gelada na cara, só isso.

Me sentei bem a vontade no sofá, apoiando os pés em um dos braços do estofado.

Eu estava muito satisfeito. Estava mesmo. Pela primeira vez tinha feito por merecer. Por mais que tivesse perdido longas horas estudando (longas mesmo...). Elas valeram tanto a pena que o tempo virou o menor dos problemas. A recompensa foi muito melhor. Sem nem comparações. Aqueles com certeza seriam os melhores trinta dias da minha vida.


Itachi


Fazia pouco mais de quinze minutos que o meu expediente na oficina havia terminado. Tinha sido um dia corrido, mas não ao ponto de me deixar tão acabado, para eu só querer saber de dormir. Eu ainda tinha muita energia para meu planejamento noturno. E acredito que mesmo que o serviço tivesse sido ainda mais trabalhoso... para o que eu iria fazer, arranjaria energia.

Acabei tendo que sorrir sozinho com meus pensamentos. Que viajem...

Além das mensagens de Sakura que contribuíram muito para animar minhas horas vagas do expediente. Havia conhecido um dono de uma das melhores concessionárias de motos de Amsterdam e aparentemente, ele havia gostado muito do meu trabalho. Fiz a troca da relação de sua CB1000 e acabamos trocando algumas ideias sobre alguns motores. Nós percebemos vários pensamentos em comum e talvez além das minhas habilidades, esse também tenha sido uns dos motivo para ele se afeiçoar a mim. Legal. Quem sabe não me aparecia alguma oportunidade, futuramente.

Meu celular vibrou no bolso da calça, fazendo com que a música Comes Are You Are – Nirvana que estava tocando no meu fone diminuísse por alguns segundos e então voltasse ao normal. Abri a mensagens:

Então gatinho, já posso te incomodar agora?

17:23

Revirei os olhos rindo... Se não fosse Sakura, eu juro que reclamaria daquele “gatinho”, mas iria dar um desconto só porque era ela e, porque era capaz dela sair com alguma outra coisa pior se eu reclamasse. Respondi:

Falando assim, nem parece a mesma pessoa que já ta me incomodando dês das oito da manhã... 😂

Mesmo ela sendo alguns anos mais nova do que eu, as vezes tinha a impressão do contrário. Sakura não ficava por baixo em quase nada que fizéssemos. Quaaase nada... Franzi o cenho.

Ela era marcante... digo, decidida, mandona, engraçada, do tipo que não leva desaforos para casa. As vezes tinha a impressão de que seu jeito só servia para deixa-la ainda mais... ela! Estranho... Mas era isso. Sakura era exatamente o que sua aparência dava a entender e um pouco mais. Nunca acreditei muito naqueles que diziam que os diferentes se completam, mas até que isso fazia algum sentido.

Cacete... Eu não conseguia esquecer do nosso último domingo, depois da festa. Ela estava tão... Fixei meus olhos na sinaleira verde para os carros que havia a alguns poucos metros de mim. Era melhor eu prestar mais atenção no caminho antes de ser atropelado. Para resumir, não via a hora de reencontra-la.

Chegando em casa tomei meu banho como de costume e por conta da TV do meu quarto estar com problemas, fui assistir na TV da sala. Deixei no programa Loucos Por Carros e me ajeitei bem a vontade no sofá. Colocando minhas pernas sobre a mesinha de centro, ficando com o corpo bem relaxado.

Cerca de uns cinco minutos depois o trinco da porta de entrada foi virado, me avisando que Sasuke havia chego, de onde quer que estivesse. Olhei rapidamente para ele antes de voltar a atenção para o programa a minha frente. A cerca de quatro anos, aquele era o nosso típico “contato entre irmãos”. Deixando claro que por vontade dele. Ele aparentava estar um pouco desanimado. Eu já havia percebido isso a alguns dias mas não era da minha conta.

Sasuke cruzou a sala sem dar nenhuma atenção a mim, como normalmente fazia e seguiu em direção ao corredor do seu quarto. Tudo teria saído completamente normal se de repente meu irmão não tivesse voltado para a sala. Meio sem jeito, de cabeça baixa, como se não conseguisse me encarar direito. Ele se sentou na poltrona em frente ao sofá que eu estava sentado. Fiquei um pouco sem reação.

— Itachi... — Sasuke falou tão baixo que se não estivéssemos tão próximos eu não teria entendido.

Voltei minha atenção para ele. Não me lembrava quando havia sido nossa última conversa. Para falar sobre as compras da casa, talvez...

— O que foi Sasuke? — perguntei um pouco confuso, me ajeitando sentado no sofá.

Ele não conseguia manter o olhar no meu por muito tempo, o que acabava tornando aquela situação meio desconfortável.

— Sabe o que é... — dessa fez seus olhos se fixaram nos meus, me lembrando do quanto éramos parecidos. — Eu... meio que queria pedir desculpas...

Eu sempre fui bom em esconder minhas reações e naquele momento, agradeci por isso. Desculpas? Para ele pedir isso, alguma coisa estava acontecendo.

— Não precisa pedir desculpa, irmão. — disse com seriedade.

Para mim, Sasuke nunca deixou de ser aquele moleque que precisava da minha proteção na escola por conta dos caras mais velhos. Mesmo com vinte anos. Era o mesmo. No entanto, pude vê-lo engolindo em seco quando a palavra “irmão” saiu da minha boca. Talvez para ele, não fosse mais daquele jeito.

— Eu acho que finalmente tô caindo na real... — falava com as os punhos fechados, apertando os dedos uns nos outros.

Não o interrompi. Já era raridade um diálogo, era melhor deixa-lo fluir.

— ...acho que já ta na hora de eu aceitar o que aconteceu, até porque nós dois somos o que restou da nossa família e... — pude ver um pouco de tristeza em seus olhos ao dizer a frase. — ...se continuarmos assim, daqui a pouco nem isso vai existir mais.

Talvez meu irmão realmente estivesse crescendo. Apenas assenti com o que ele havia dito.

— E de certa forma eu sinto falta de ter o meu irmão mais velho... Porra, nós éramos tão próximos...

Acabei tendo que sorrir lembrando de alguns momentos nossos, mais novos.

— Como naquela vez que eu precisei te defender do guri do oitavo ano?

Pela primeira vez naquele diálogo, Sasuke riu de alguma coisa que eu disse, deixando o clima um pouco mais leve.

— É... — soltou um riso nasal. — Aquela vez foi foda. Depois que você deu aquela rasteira nele, nunca mais tive problemas com os garotos do oitavo ano. Foi massa!

— Tirando a parte em que nós dois fomos suspensos por três dias... — completei.

Ele abriu um sorriso exatamente como o da nossa mãe. Fiquei até um pouco mexido.

— Para mim aquela foi a melhor parte. Lembro que nós conseguimos até virar aquele Mortal Kombat Shaolin mons, acho que era esse que a gente jogava, no play dois?

Arqueei as sobrancelhas pensando. Não me lembrava mais daquilo.

— Sim... Era esse mesmo, eu usava o Kung Lao e você o Liu Kang... Altos game.

Naquele momento nem pareceu fazer quatro anos dês da nossa última conversa como aquela e sim algumas horas. O clima agora já era outro. Bem mais agradável.

— Caraca... Bons tempos. — ele falou sorrindo.

— Pois é... Bons tempos.

Agora que a conversa já havia tomado um outro rumo, me permiti perguntar a causa daquela mudança.

— Mas então, o que fez tu mudar a cabeça? — sua expressão se fechou novamente com minha pergunta.

Sasuke soltou um longo suspiro enquanto esfregava uma das palmas no tecido de sua calça.

— Eu fiz a maior merda e não tenho ninguém pra poder me ajudar...

— O que você fez? — perguntei preocupado.

— Então... — ele fazia algumas expressões como de quem sabia que havia feito algo errado e agora precisava encarar os fatos. — Digamos que eu fiz uma coisa quase sem perdão com a mulher que eu gosto! — falou rápido.

Estremeci ao perceber sobre qual era o assunto que Sasuke estava se referindo. De repente senti como se tivesse sido o cara mais errado da história inteira. Puta que pariu...

— Eu traí ela com a Karin e agora eu quero ela de volta. Eu quero. Vou fazer tudo que for preciso pra tê-la! E o pior é que o Naruto me falou que agora ela já ta com outro. — ele apertou os olhos.

Meu coração parecia estar a vinte batimentos por minuto, como se eu estivesse dormindo de olhos abertos e a mente trabalhando. Será que Naruto já havia dito que o tal “outro” era eu? Não. Se tivesse, obviamente Sasuke não estaria falando comigo. Nem fodendo. Ele nunca mais falaria. E agora, o que eu iria fazer?!

— Me ajuda irmão... O que eu faço?

Ótimo! Definitivamente era o que estava faltando. Minha cabeça estava a mil tentando bolar uma resposta para aquela pergunta. A última coisa que eu esperava era que fosse acontecer aquilo. Eu estava feliz, claro! Afinal, tinha me reconciliado com meu irmão mais novo, mas ao mesmo tempo não poderia simplesmente dizer para Sasuke ir atrás de Sakura, até porque era como falar para outro homem ir atrás da mulher na qual eu gosto.

— Bom cara... Eu não sei como te ajudar com isso... — acabei não conseguindo olhar diretamente para os olhos dele. — Acho que no momento, o melhor a fazer é dar um tempo pra ela... Tipo, ela deve ta magoada...

— Ela já ta com outro cara! Como é que eu vou dar um tempo?! — ele falou me interrompendo.

— Pior é que eu não sei o que te falar mano, só ela pode decidir o que quer.

Sasuke passou as mãos na cabeça aparentemente nervoso.

— Você ta certo! Mas eu também não vou ficar de braços cruzados assistindo ela com outro. Eu vou fazer ela voltar a gostar de mim! — não gostei muito da certeza que ele falou aquela frase.

— Obrigado Itachi! De certa forma você me ajudou irmão. — ele me olhava com apenas um fino sorriso.

Engoli em seco. Agora não tinha mais volta. Eu já tinha entrado de cabeça na confusão.

— De nada, cara... — sorri também, mesmo não sentindo vontade nenhuma.


Sakura


Lingerie preta de renda ou branca fininha? Porra de dúvida... Eu precisava decidir logo. Já se aproximavam das nove horas e logo Itachi chegaria. Engraçado... ao falar dele minha ansiedade continuava a mesma da primeira vez que saímos. A mesma respiração forte e até os mesmos sorrisos sem sentido... Não sabia dizer se era algo bom ruim.

Vesti uma última vez a lingerie branca em frente ao espelho. Ela dava um realce maior na bunda. A escolhida seria ela mesma. Joguei um vestido molinho de alças por cima e prendi o cabelo em um coque frouxo. Arrumei as alças em frente ao espelho, tapando as do sutiã e ajeitei meus peitos, tentando deixa-los um pouquinho mais evidentes. Tarefa não concretizada mas okay... Eu estava pronta. Meu celular mostrava que já eram cinco para as nove. Fui esperar no sofá.

Estaria mentindo se dissesse que Hinata não fazia falta. Suas piadas, sua comida ou apenas sua companhia, já eram suficientes para me deixarem feliz. No entanto, mentiria também se dissesse que não havia um lado bom nisso. Revirei os olhos com meus próprios pensamentos. Que boa amiga eu era... Já pensando em aproveitar a casa.

Soltei um rápido riso nasal.

Mas eu não poderia me culpar. Hinata nesse momento deveria estar se divertindo com alguma besteira de Naruto. Para mim, contrariando tudo que ela possa dizer. Eles combinam. Por trás dos jeitos e manias. Os gostos são parecidos e até certas atitudes... Claro que outras passam longe (o jeito de Naruto com as meninas por exemplo ou como Hinata se envergonha fácil) no entanto, eu sentia que com Hinata, as coisas não eram dessa forma. Ele, não a via dessa forma. Por qual outro motivo eu aceitaria que minha melhor amiga passasse trinta dias na casa de um estranho. Eles iriam se entender.

Três batidas seguidas na porta me fizeram dar um pulo, desviando totalmente aqueles pensamentos da minha cabeça. Depositando uma carga carregada de novos pensamentos, seguidos por uma respiração forte e um coração acelerado. Não poderia ter passado tão rápido. Franzi o cenho. O tempo era totalmente relativo, Itachi poderia ter chego alguns minutos mais cedo, sim. É claro que poderia ter passado. Me levantei do sofá ajeitando o vestido rapidamente enquanto caminhava até a porta. Engoli em seco. Realmente, a ansiedade era a mesma.

Soltei uma longa suspirada antes de virar o trinco que soou mais como um “okay, essa é a hora” e então abri a porta. Na mesma hora um perfume levemente doce e com uma pegada meio picante tomou conta das minhas narinas, me obrigando puxar um pouco mais de ar, apenas para senti-lo melhor. O dono daquela fragrância me analisava com cabelo totalmente solto e com uma das mãos apoiando o corpo no batente da porta. Meu sorriso foi instantâneo, não dando tempo nem de tentar pensar em impedi-lo. Ele vestia uma camiseta de botões cinza claro com as mangas dobradas nos cotovelos e uma calça preta como de costume. Eu já estava começando a entender o seu estilo. Sua expressão inicialmente estava seria demais o que me fez estranhar. No entanto, logo seus lábios se espaçaram formando um sorriso de canto e aquele pensamento foi descartado da minha memória.


Notas Finais


Então, o que acharam? Sasuke agora decidiu que ia virar um cara certo, e aí? Itachi deveria levar em conta Sakura ou seu relacionamento com o irmão? Veremos...

Hinata vai transformar aquele apartamento gente... Só para avisar mesmo... E transformar um certo alguém também, ou ele é que vai transformar ela... Beijos, é nois! ❤😙

Gente vou postar uma nova história daqui alguns dias, totalmente diferente dessa, só para avisar. Segue a sinopse para quem se interessar, é uma adaptação de Stephen King com meu toquinho Naruhina. Como eu consegui transformar esse mistério em romance? Realmente não sei, mas dane-se.


O Gigante do Volante - NaruHina

Sinopse

Após ser estuprada por um estranho e ser deixada a beira da morte, Hinata Hyuuga, uma escritora de mistérios reservada de trinta anos, recebe o auxílio de alguém inesperado e com sua ajuda, elabora uma vingança que vai lhe deixar de cara a cara com um lado seu desconhecido.


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