História Um silêncio que dizia tudo (G!P) - Capítulo 32


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Categorias Orphan Black
Personagens Alison Hendrix, Cosima Niehaus, Dra. Delphine Cormier, Paul Dierden, Siobhan Sadler "Sra. S"
Tags Alison Hendrix, Cophine, Cormier, Cosima, Delphine, Intersexualidade (g!p), Niehaus
Visualizações 49
Palavras 3.276
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa tarde pessoas lindas que me acompanham.
Obrigado por todos os comentários carinhosos de vocês.

E Obrigado por me aturarem.

Boa leitura a todas e todos!!!
Beijos

Capítulo 32 - Levemente Desafiador


 

Quando o inicio daquela noite de sexta-feira chegou, Cosima começou a ter sérias duvidas se aquele jantar sugerido por Alison realmente seria uma boa ideia. Conhecia bem a amiga e sabia que provavelmente ela e Charlotte, bombardeariam Delphine com perguntas embaraçosas. Secretamente, rezava aos céus para que Delphine esquecesse do convite, que Alison juntamente com uma ansiosa Charlotte a fizeram. 

Estava em duvida no que deveria preparar, mas na volta da cachoeira, passou no mercado e comprou alguns frutos do mar, verduras e temperos frescos, lembrando também em pegar uma garrafa de vinho tinto, mesmo que tivesse vinho branco em casa, não sabia se Delphine gostava. 

Depois de chegar em casa, tomou um banho e já logo começou os preparos do jantar sozinha em sua cozinha, Charlotte estava no quarto lendo, enquanto Alison provavelmente se escondia, em algum canto da casa, na intensão de não precisar ajudar. Mas não ligava para isso, sempre gostou de cozinhar e  Alison mais atrapalhava do que ajudava, quando o assunto era cozinhar.

- Você já falou com sua irmã? - entrou de repente na cozinha, fazendo Cosima  dar um leve salto de susto e derrubar a faca que segurava

- Aff Alison - Cosima pegou a faca do chão, e foi em direção a pia para lava-la - Sabe que odeio quando faz isso

- Perguntas? - Disse levantando uma das sobrancelhas ao sentar na banqueta, para observar Cosima, que apenas lhe lançou um olhar semicerrado

- Falamos por mensagem e marcamos de almoçar na casa dela no domingo 

- E sua mãe? - Alison perguntou suavemente, sabia muito bem que aquele era um assunto delicado e Cosima dificilmente falava sobre isso.

- Não nos falamos ainda - Disse simplesmente

- E como se sente com isso?

- Não sinto nada pra falar a verdade - Disse tranquilamente, enquanto colocava manjerona em um pouco de manteiga derretida, para temperar os frutos do mar

O fato era que Cosima não havia falando com Siobhan, desde que foi expulsa de casa. Fez exatamente o que a mãe lhe pediu, nunca mais voltou. E depois sua vida tomou um rumo totalmente inesperado e com tudo que acontecia em sua vida, dificilmente pensava nessas coisas. Porém, alguns anos atrás, mandou uma carta para a mãe, dizendo que a perdoava pelo que ela tinha feito. Depois disso nunca mais falou com ela, mesmo Sarah tentando de todas as formas fazer com que Cosima voltasse a ter algum contato com a mãe, Niehaus preferia manter aquele assunto longe de sua casa, não guardava magoas, conseguiu superar o que tinha acontecido, mas não queria arriscar, que aquela relação toxica que tinham na infância, interferisse de alguma forma, em seu relacionamento com Charlotte.

- Nós nunca tivemos um bom relacionamento - Completou colocando um pouco de sal no molho levemente cítrico, que havia começado a preparar para acompanhar os frutos do mar

- E isso só me deixa ainda mais impressionada - Alison disse a olhando atentamente, enquanto Cosima fazia os preparos do jantar, com a agilidade e maestria de uma chef de cozinha

- Como assim? - Cosima perguntou começando a cortar um maço de alho-poró, com extrema destreza. Aquele tipo de corte, que no segundo movimento, Alison arrancaria metade do dedo.

- O jeito como você criou Charlotte sozinha, com tanto amor e carinho

- Eu não estive o tempo todo sozinha -  interrompeu, olhando rapidamente por cima do ombro em direção a amiga

- Mas a grande parte do tempo, sim. Shay se foi cedo demais - Suspirou com pesar, desviando os olhos. Por mais que tivesse resistido a ideia, no começo do relacionamento de Cosima com Shay, Alison com o tempo percebeu que elas tinham um bom relacionamento, e apesar de tudo, ficava cada vez mais feliz por elas. Eram felizes juntas,  tinham aquele tipo de relacionamento que todo mundo quer ter, com cumplicidade, carinho, respeito e eram as mães mais amorosas e cuidadosas que já virá na vida. 

- Do que estão falando? - Charlotte entrou na cozinha, tirando Alison de seus pensamentos, enquanto Cosima continuou de costas, fazendo os preparos do jantar - Nossa isso esta com um cheiro ótimo - Disse chegando perto da mãe pra ver o que ela fazia

- Já terminou o livro? - Cosima perguntou sorrindo para a filha, que olhou para seus olhos e fez uma cara de duvida - Que foi? - Sorriu ao perguntar

- Nada - disse retribuindo o sorriso e dando um beijo no rosto da mãe, logo em seguida. Alison olhava as duas da banqueta com extremo encantamento. Seu coração enchia-se de amor em ver Charlotte e Cosima juntas, não sabia se um dia seria capaz de não sentir isso ao olha-las.

Assim que o interfone tocou, Charlotte foi atender e com um sorrisinho de canto, liberou a entrada e foi até a porta para recepcionar a convidada. Cosima por um instante não soube como agir, não sabia se ia até a porta, se ficava ali parada ou se simplesmente sumia.

Alison a observava com olhos divertidos, nunca tinha visto Cosima agir dessa maneira. Niehaus era sempre irritantemente calma e centrada e teve que abafar o riso quando viu ela respirar fundo, buscando controle, para logo em seguida sorrir tranquilamente, em sua direção.

- Que foi? - Cosima perguntou com a maior calma do mundo

- Você parece uma boba apaix...

- Bonne nuit  - Foi interrompida pela voz suave de Delphine, que entrou na cozinha junto com Charlotte.

Cosima ficou por um pequeno instante sem folego, com a visão de Delphine com aqueles lindos cabelos dourados soltos e volumosos, o sorriso de canto que carregava nos lábios, estava levemente rosado. E o vestido preto que a loira usava era um show a parte. Levemente cinturado e soltava-se graciosamente até um palmo acima do joelho, dando destaque a sua pele branca. Toda a avaliação não durou mais que dois segundos, mas não passou despercebido por Delphine, nem muito menos por Alison, que olhava para Cosima, impassível a analisando.

- Boa noite - Cosima disse sorrindo - Fique a vontade 

A menina olhava para a mãe com olhos divertidos, mas assim como Alison, manteve-se em silêncio e sentou a mesa, sendo acompanhada logo em seguida por Delphine.

- Querem tomar alguma coisa? - Cosima tranquilamente perguntou, indo em direção a geladeira 

- Vinho? - Alison perguntou levantando para pegar as taças, no armário que ficava ao lado da geladeira

- Acho que vou acompanhar Charlotte, no que ela for tomar - Delphine disse sorrindo e passando uma das mãos nos cabelos, colocando alguns fios teimosos para trás

- Acho que alguém quer ficar sóbria - Sussurrou próximo ao ouvido de Cosima, que a ignorou e abriu uma gaveta para pegar um saca-rolhas.

- Por favor Alison, controle sua língua - Pediu gentilmente, assim que começou encher duas taças com vinho tinto, enquanto ouvia ao fundo Delphine e Charlotte iniciarem uma conversa. Alison colocou uma das mãos sobre o peito, e dramaticamente se fez de ofendida, mas logo em seguida sorriu e pegou uma das taças, indo em direção a mesa.

 

- Então você é professora - Pode ouvir Charlotte falando, quando voltou a preparar o jantar, pedindo a Deus que as duas se controlassem no interrogatório.

- Sim, sou formada em Biologia - Delphine disse sorrindo

- Confesso que gosto mais de Exatas - Charlotte disse tranquilamente

- Sua mãe também gostava - Cosima olhou por sobre o ombro, não imaginava que Delphine ainda lembrasse disso. Rapidamente, voltou sua atenção para o que estava fazendo, não queria estragar o jantar e ter que acabar pedindo pizza. Mas mesmo assim, seus ouvidos estavam atentos a conversa delas.

- Mas devo confessar que Genética me atrai muito, essa especialidade da biologia que estuda os genes, a hereditariedade, a variação dos organismos e a forma como estes transmitem as características biológicas, de geração para geração é realmente fascinante.

- Eu que o diga - Delphine disse referindo-se a extrema semelhança entre a menina e sua mãe, e completamente admirada com a forma como Charlotte falava, totalmente tranquila e autoconfiante, perguntou - Em que ano você esta no colégio?

- Estou entrando para o oitavo ano - Disse levantando os braços e passando ambas as mãos nos cabelos fazendo um coque frouxo, logo em seguida continuou - Agora nas férias, acabei lendo a sétima edição de Snustad Fundamentos de Genética, pra me distrair um pouco - Delphine arqueou as sobrancelhas, reconhecendo o titulo do livro, cruzou as pernas e intensificou a atenção no que a menina diria, pois só o fato dela falar que leu um livro tão avançado, despertou intensamente sua curiosidade no que poderia vir a seguir -  Esse livro, é realmente deslumbrante, ele foi profundamente atualizado, para incorporar pesquisas e métodos científicos, que avançam rapidamente na área da Genética. - Charlotte falava com calma e certa devoção - Seu conteúdo preserva, o foco nos princípios básicos da genética, no processo científico, na genética humana e no desenvolvimento de habilidades de reflexão por meio da análise de dados experimentais e problemas...

- Filha - Cosima sorriu ao interrompe-la, se aproximando da mesa e colocando em seu centro a salada que havia preparado. Sabia que se não fizesse isso, provavelmente a menina ficaria o jantar todo discursando sobre os pontos que achou interessante no livro e acabaria prolongando ainda mais o assunto, falando sobre outros títulos que leu

- Deixa ela Cosima - Alison disse sorrindo, bebericando seu vinho. Secretamente estava se divertindo com a cara de espanto de Delphine, que a cada palavra da menina, arregalava mais os olhos.

Durante o jantar Cosima ficou sentada ao lado de Delphine, que olhava atentamente para Charlotte do outro lado da mesa, enquanto a menina falava e entre as garfadas fazia algumas perguntas, a maioria delas relacionadas a sua área de formação. Niehaus, durante longos instantes, ficava observando a loira e quando desviava os olhos, percebia Alison a olhando, todavia, fazia questão em ignorar a amiga. 

Cosima ficou quase todo o jantar em silêncio, apenas observando a forma como Delphine e Charlotte interagiam tão naturalmente. Alison parecia meio perdida com a conversa das duas, então sua principal tarefa, tornou-se observar a forma que Cosima olhava para Delphine. Sabia que a amiga estava entendendo tudo que Charlotte e Delphine falavam, mas como sempre, Cosima apenas ouvia, e em poucos momentos fazia alguns pequenos comentários.

Em determinado momento, antes do jantar acabar, a conversa estava mais centrada entre Alison e Charlotte, que conversavam sobre as possíveis coisas que teriam para se fazer na cidade. E como sempre, Charlotte tinha boa quantidade das respostas, pois a curiosidade da menina a levou a fazer, digamos assim, pequenas pesquisas sobre a cidade. 

Aproveitando esse momento de distração das duas, Delphine passou sutilmente a mão pela perna da morena, lhe dando um leve aperto no meio da coxa, a fazendo topar com o joelho no fundo do tampo da mesa, como reflexo pelo contato inesperado e com isso, acabou chamando a atenção das duas, que pararam de conversar e olharam em sua direção.

 Cosima pegou a taça e tranquilamente a levou até a boca, na tentativa de que aquilo passasse despercebido, mas tarde demais. Alison a olhava com os olhos semicerrados e logo em seguida, desviou os olhos para Delphine, que fazia de conta que não tinha visto nada. Charlotte olhava para a mãe, com a testa levemente franzida, em claro sinal de que não tinha entendido o que estava acontecendo. Alison sorriu de canto, quando passou em sua mente, uma ideia imprecisa do que poderia ter acontecido, e na intenção de "Ajudar" desviou os olhos das duas e voltou a atenção para a menina ao seu lado. 

- Então Char o que me diz? 

- Acho ótimo - Charlotte respondeu, logo em seguida pediu licença e saiu da mesa

Cosima ficou totalmente perdida, pois de fato não estava prestando atenção no que as duas conversavam, o cheiro do perfume de Delphine, juntamente com as taças de vinho que tinha tomado, haviam inebriado levemente sua mente, e a unica coisa em que a morena conseguia prestar atenção, era na perna de Delphine, que roçava provocantemente na sua, durante todo o jantar.

Delphine parecia se divertir silenciosamente com a cara da morena, enquanto Alison a olhava com a mão estendida, e o palmo virado para cima

- Que foi? - Perguntou olhando para a mão da amiga

- O cartão Cosima - disse como se fosse o obvio

- Que cartão ? - Sorriu balançando a cabeça sutilmente, sem entender nada

- Não ouviu nada do que combinamos? - Perguntou recebendo apenas um arquear de sobrancelhas - Vou com Charlotte no Shopping, vamos tomar sorvete e passar na livraria

- Mas esta tarde Alison - Cosima disse gentilmente, recebendo apenas um revirar de olhos da amiga

- Ainda são 20:00 horas - Delphine entrou na conversa, conferindo as horas no pequeno relógio de pulso, em seu braço esquerdo

- Charlotte fala tanto, que as vezes me confunde - Cosima bebericou tranquilamente o vinho de sua taça

- Vamos tia? - Charlotte anunciou sua volta, estava com a mesma roupa, uma calça jeans de lavagem escura e uma blusinha na cor azul royal, que destacavam ainda mais seus olhos azuis brilhantes.

- Só estou esperando sua mãe sintonizar aqui

Cosima levantou e foi em direção a sua bolsa sendo seguida por Alison, enquanto Charlotte se despedia de Delphine. Deu o cartão de crédito a amiga e pediu que elas se controlassem, sabia bem como as duas eram, Alison tinha mania de entrar em todas as lojas e sair de cada uma delas com pelo menos duas sacolas, abarrotas de roupas, sendo acompanhada por Charlotte, que entrava na onda da tia. Sem contar que toda vez que a filha entrava em uma livraria, sentia como se um vampiro anabolizado estivesse sugando todo  seu dinheiro. A menina era realmente compulsiva com livros.

- Desculpe  se Charlotte a deixou zonza com tanta falação - Disse sorrindo brincalhona, assim que as duas fecharam a porta. Caminhou naturalmente, em direção a mesa e começou a retirar as louças que haviam usado

- Ela é uma menina muito perspicaz - Delphine seguiu Cosima e a ajudou tirar as coisas da mesa. Em seguida ficou parada, encostada no balcão atrás da morena, enquanto essa começava a separar as louças na pia para lavar. Niehaus falava alguma coisa, mas não conseguia se concentrar no que ela dizia, na unica coisa que conseguia prestar atenção, era naquele corpo todo curvilíneo e absurdamente sexy da morena.

Não conseguia desviar os olhos das costas, cintura e bunda de Cosima, sentia como se todo seu corpo chamasse por ela, desde que há viu mais cedo na cachoeira, e não contendo a vontade em pegar nela, mordeu o lábio inferior, ao se aproximar sorrateiramente, já deslizando as mãos pela cintura de Cosima e inspirando lentamente, o perfume amadeirado que ela exalava por toda a extensão da lateral do pescoço. Sorriu baixinho quando viu a pelugem fina do braço da morena se eriçar, e mordiscou suavemente a orelha, lhe provocando em seguida um violento arrepio. 

Cosima sentiu as pernas bambearem, quando Delphine deslizou as mãos, em sua cintura e as parou em seu abdômen, para logo em seguida, morder suavemente sua orelha. Sem motivos nenhum para ter que se controlar, virou e olhou intensamente nos olhos ambares, antes de beijar com extrema lasciva aquela boca, que desejou ardentemente morder durante todo o jantar.

Delphine teve todos os seus sentidos arrebatados, quando em um movimento preciso, Cosima virou seus corpos, a prensando contra a bancada da pia. Gemeu dentro daquele ardente beijo, quando sentiu uma das mãos da morena, percorrer deliciosamente sua perna esquerda, adentrando sutilmente seu vestido e com um aperto firme, ergueu a perna e a colocou na altura de sua cintura, lhes proporcionando assim um encaixe quase perfeito.

Suas línguas se acariciavam, seus lábios se saboreavam, e o beijo só foi abandonado para que Cosima descesse vagarosamente seus lábios, pela extensão do pescoço, delirantemente saboroso de Delphine, que inclinou a cabeça para trás, gemendo de forma profunda e intensa, ao sentir a mordida absurdamente excitante, que a morena deu em seu pescoço, a fazendo rebolar involuntariamente, exigindo ainda mais contato com o quadril de Cosima.

Completamente consumidas pelo desejo, começaram de forma atrapalhada andar em direção ao quarto, sem abandonar jamais aquela loucura de beijo. Ao toparem com a parede do corredor, Cosima a pressionou ali, segurando as mãos de Delphine acima da cabeça, parou o beijo de forma cadenciada, com uma deliciosa mordida no lábio inferior da loira, deslizou a língua por todo o esguio pescoço, que lhe era oferecido de forma luxuriosa, inebriando-se ainda mais com a delicia que era o perfume de Delphine, que gemeu deliciada, com o toque quente da língua de Cosima, que deixava um excitante rastro molhado, por onde passava.

Puxando gentilmente os cabelos da morena, Delphine olhou intensamente para os verdes e turvos, que estampavam o tamanho do seu desejo. Mordeu o lábio inferior, sorrindo logo em seguida, quando uma despudorada ideia lhe passou pela mente.

Com um traço de provocação, Delphine deslisou seu corpo para o lado, fazendo questão em roçar ainda mais os seios nos de Cosima, que passou a olha-la com certa incompreensão, a fazendo sorrir de canto mais uma vez e puxar a morena pela mão, andando lentamente em direção, ao já conhecido, caminho do quarto.

A imprevisibilidade de Cormier, deixava Cosima perdida e ao mesmo tempo ainda mais excitada, com a expectativa do que viria a seguir. Procurando controlar as batidas do seu coração, que pulsava descontrolado em seu peito, Cosima seguia a loira até o quarto, que a puxava delicadamente pela mão. No ato de abrir a porta, Delphine lhe lançou um olhar de puro desejo e excitação, fazendo seu coração dar mais um salto descompensado no peito.

Assim que adentraram o quarto, Delphine encostou seu corpo na madeira da porta, e sorriu ao ver o olhar confuso de Cosima, que a olhava parada no meio do quarto. Em passos lentos e calculados, Delphine aproximou-se da morena, e apertando levemente sua cintura sussurrou próximo ao seu ouvido:

- Sente-se

A provocante e sensual voz da loira, ecoou em seu interior, fazendo com que um teimoso arrepio lhe percorresse o corpo. Sentiu vontade de avançar, beijar, tomar, arder, foder, mas controlou-se e dando passos lentos para trás, sem abandonar o olhar levemente desafiador que Delphine lhe lançava, sentiu quando a parte de trás dos seus joelhos toparam com a cama.

Ao sentar pode ver o vislumbre de um sorriso, quase sádico, que Delphine deu por um instante, antes de virar e passar a chave na porta, para logo depois começar, vagarosamente tirar suas sandálias e deixa-las ao lado. 

Cosima observava a loira, vir em sua direção, com passos lentos e calculados, passando lentamente ambas as mãos no abdômen, subindo para os seios e por cima do vestido deu um leve aperto neles, antes de continuar o trajeto com as mãos pelo pescoço e mordendo o lábio inferior, passou ambas as mãos nos cabelos, inclinando levemente a cabeça para o lado, sorrindo para os olhos ardentes e gulosos que Cosima lhe lançava.

A fim de começar a tortura-la, Delphine se aproximou e colocou um dos joelhos entre as pernas de Cosima, olhando em seus olhos, faz uma leve pressão no membro da morena, e sorriu satisfeita, quando viu ela entreabrir a boca e fazer menção em puxa-la pela cintura. Mas a impediu colocando ambas as mãos da morena para trás, e com os lábios quase encostados nos dela, sussurrou sensualmente antes de se afastar:

- Observe

 


Notas Finais


E ai como foi a experiência com este capitulo???


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