História Um Slytherin sabe amar e um Gryffindor sabe trair. - Capítulo 2


Escrita por: e Alle_Malfoy

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Blásio Zabini, Draco Malfoy, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Pansy Parkinson, Ronald Weasley
Tags Divindades, Drama(tragédia), Drarry, Shonen-ai, Suícidio
Visualizações 70
Palavras 1.043
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Esperamos que gostem e não desejem nossa morte pois lembrem-se, nós ainda temos que terminar a história.
Amamos comentários e sugestões.
Obrigada.
Malfoy ♥️🐍

Capítulo 2 - As palavras e seus poderes


Fanfic / Fanfiction Um Slytherin sabe amar e um Gryffindor sabe trair. - Capítulo 2 - As palavras e seus poderes

Palavras são, na minha nada humilde opinião, nossa inesgotável fonte de magia. Capaz de ferir e de curar. (Alvo Dumbledore).

(3 meses antes)

Ronald Weasley se considerava um bom representante da casa Gryffindor, sempre seguiu o lema dela, por isso que quando o seu melhor amigo não quis se casar com a sua irmã e também começou a trocar cartas com Malfoy acho melhor intervir para o bem de todos até mesmo de Harry que não podia ver em que cilada estava se metendo com a doninha oxigenada, o ruivo pensava que essa proximidade que o    Malfoy estava tentado com o moreno era para elevar o nome da sua família que agora era associada com a magia negra e não tinha mais o respeito dos puros sangues londrinos.

 Com isso em mente elaborou um plano que além de afastar Harry do comensal em formação iria colocar ele mais perto da irmã para que enfim se casem e construam a família que todo mundo bruxo espera para ter o final feliz de um herói.

O Weasley já não era mais um desengonçado da adolescência e também não era tão lerdo, o motivo dessa mudança era os treinamentos de auror que teve junto com o Potter fez ele aprender vários feitiços e também aumentou os músculos com as atividades física, agora ele é um irlandês de 1,80 com músculos bem definidos. 

Por causa da sua rotina foi morar junto com o seu amigo na antiga sede da ordem e também para ter um pouco de liberdade antes de casar com Hermione o amor da sua vida, ele sabia que para colocar em prática o seu plano deveria esperar o momento certo, e ele esperou. 

Numa sexta a tarde ele e Harry se encontrava no sofá descansando depois de uma semana conturbada na central, estava quase dormindo quando um gavião fez barulho na janela, ele já sabia de quem era, o seu nêmesis, o único que poderia estragar a vida do seu melhor amigo.

O moreno se ergue para deixar a ave entrar, o animal entra e deposita a carta na mesa como foi treinada e espera a resposta, Potter não estranhou o fato pois já estava acostumado com esse comportamento que o pássaro tinha, ele se lembrou de um ditado mugle “o que não é parecido com o dono é roubado", pois assim como a ave era orgulhosa o seu dono também é, com isso na cabeça foi até a cozinha para pegar o petisco para o animal.

Rony viu a chance perfeita com a correspondência depositada na mesa e a única testemunha aquela ave estúpida, pegou a sua varinha que aprendeu a deixar sempre a vista e lançou um feitiço que os gêmeos lhe ensinaram para ler as correspondências sem quebrar o lacre, esse feitiço lançado fazia as letras ficarem flutuando no ar, conforme as palavras surgiam na sua frente ficou com o coração a pulsar mais rápido, porque se entendeu direto aquelas palavras, Malfoy se declarava para Harry e ele como melhor amigo não poderia deixar isso acontecer, desfez o feitiço anterior e atento aos movimentos do moreno na cozinha lançou outro feitiço na carta, esse feitiço o Potter teria que ler rápido por causa do tempo que a ilusão lançada na carta tinha.

Harry regressa a sala já com o alimento do pássaro em uma das mãos e com a outra um pote de biscoito, sentou no sofá e depositou a comida na mesa de centro,foi pegar a carta, enquanto o ruivo fingia que dormia, mas estava rezando para todas as divindades que o feitiço não termine antes do moreno descobrir o que a doninha realmente queria com essa aproximação.

Passou-se um bom tempo e o ruivo adormeceu e quando acordou estranhou o fato que depois que abriu os olhos se encontrou sozinho na sala, sem ave, sem carta e sem Harry, um pouco desorientado foi procurar o amigo que depois de um tempo o encontrou no quarto em um canto chorando se aproximou do moreno como se fosse um animal ferido e viu a carta jogada no chão, o rosto do moreno estava vermelho de tanto chorar, os olhos que antes se encontrava alegria, agora estava com uma tristeza profunda, aproximou mais para poder abraçá-lo nisso sentiu um suspiro no pescoço.

- Em irmão o que aconteceu? - Perguntou o ruivo fazendo carinho nas madeixas pretas. 

- Você tinha razão Rony, Malfoy só queria minha amizade para erguer o nome da família. Disse o moreno depois de conseguir conter o choro.

 - Como você pode dizer isso Harry? Ele realmente escreveu isso na carta? - Weasley falava olhando para o rosto do seu amigo.

- Aqui, leia isso e depois quero que jogue fora. - Potter falou com uma certeza que fez o amigo lembrar da época da guerra onde o moreno liderava as missões.

Pegou a carta no chão e releu e viu que o feitiço estava começando a desfazer e mais que depressa lançou um incêndio para queimar a carta, coisa que fez o moreno estranhar a atitude do amigo porque essa era uma grande chance dele esfregar na sua cara aquela frase “eu te avisei".

- Você não vai ler a carta? Foi inúmeras as vezes em que eu acreditei no Malfoy e quebrei a cara. - Harry encara o amigo para ver o motivo dele não jogar na cara aquele aviso. Com aqueles olhos verdes o olhado com tanta profundidade capaz de até ler a sua alma, por um momento passou pela cabeça do ruivo lhe contar tudo, mas aquela voz que lhe dizia que fazia tudo pelo bem do seu amigo se sobressaiu e ele se focou nessa voz para o abraçar mais forte e dizer no seu ouvido.

- Você sabe que pode contar comigo para tudo, sou seu amigo e só quero a sua felicidade.

Depois de tanto chorar Harry caiu num sono profundo, Rony vendo como o amigo estava exausto psicologicamente depois desse choque de realidade, leva-o para cama onde pode dormir melhor, após depositar o moreno na cama o cobre como se fosse um bem precioso, se retira do quarto com um sorriso no rosto e um pensamento “meu amigo está a salvo, e  se um dia Harry descobrir vai me agradecer.”


Notas Finais


Continua?


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