História Um Só Coração - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abo, Idade Média, Romance, Romance Medieval
Visualizações 5
Palavras 1.479
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olha eu de novo BBs😉😍
Mas, um capitulo bem rapidinho pra vocês...
Curtam...

Capítulo 4 - Wanted


Fanfic / Fanfiction Um Só Coração - Capítulo 4 - Wanted

                 Otto p.o.v

 A neve estava cada vez mais dença, o vento estava mais forte e ficava cada vez pior. Lá estava eu, cavalcando o Phoebus, e indo embora de Xenovivie!

 Eu nunca imaginei que as coisas poderiam ser tão ruins. Meu pai queria que eu fosse rei, antes da hora. Mas qual seria o real motivo dessa coroação?

 Em meio aos meus devaneios não percebi que havia um forasteiro no caminho. Só despertei do transe quando Phoebus ergeu o corpo, então agarrei na sua cela. O rapaz que eu quase atropelei, tentava correr e pedia por socorro, como se eu fosse fazer algo contra ele.

  Assim que eu desci do meu cavalo, pudi sentir um aroma tão doce e com cheiro de flores, e cada vez que eu me aproximava do rapaz o cheiro ficava mais forte, provavelmente ele era um ômega. O jovem, continuava se rastejando, então pedi para que ele me desse à mão, mas o mesmo relutava e me pedia para não matá-lo. Como assim? Eu jamais mataria alguém, quero dizer, ao menos sem algo relativamente sério. Assim então ele me explicou a lei que meu pai impunha, sobre os ômegas machos.

  Com certeza, agora, eu percebia que meu pai não era um rei tão miséricordioso como eu pensava. Ele expulsava pessoas inocentes do reino, simplesmente por nascerem em certa condição. Eu gostaria te endenter mais sobre esse assunto, e é claro gostaria de conhecer mais aquele belo ômega.

 Resolvi perguntar seu nome. O mesmo se chama Reneé, que belo nome! Ele também havia perguntado o meu, porém imaginei que se ele soubesse minha verdadeira identidade, correria risco de vida. Então, menti meu nome e acabei sendo conhecido por ele como James.

  Não podemos conversar mais, pois alguém o chamava floresta adentro. Reneé então diz que devo ir embora, mas eu simplesmente fiquei fascinado por aqueles olhos cor de avelã, tinha que vê-los novamente. Combinei então, de encontra-lo no dia seguinte, ao meio-dia.

 Agora estava à cavalgar, por aquela estrada, que estava praticamente estava subimersa na neve, o vento continuava forte, e agora meu corpo já estava um pouco cansado por conta do frio. Na verdade, pensei em voltar para casa, porém, não haveria vantagem nenhuma pois meu pai ainda estaria à minha procura por todo o castelo e não mandará os convidados embora tão cedo. E se eu voltasse correria o risco de ser coroado.

 Eu agora estava passando por Xenovivie. Como ela ficava bonita no inverno, mesmo que a maior parte do povo esteja no castelo, para à festa. Minha esperança era encontrar alguma casa onde eu pudesse passar à noite. Não que seja orgulho da minha parte, mas nesses momentos quem não iria ceder uma cama e um pouco de comida, para o principe herdeiro?

 Depois de rodar por quase toda Xenovivie, avisto a única casa que possui lamparinas acesas. Então me dirijo a mesma, batendo na porta. Ninguém aparece, então, eu novamente bato só que dessa vez mais forte.

 -Eu já disse que a taverna hoje está fechado, Lorenzo! -gritou o homem que logo veio abrir a porta. Quando ele me olhou ficou com os olhos arregalados, de surpresa. -É o... é o... é o...

 -Ahm, você poderia me ajudar? -falei um pouco ofegante por conta do frio. -Eu estou...

 -Vossa alteza! -o mesmo fez reverência para mim e mandou que eu entrasse. -Minha casa é sua casa.

 -Espere um pouco... -falei antes que ele fechasse a porta. -O meu cavalo... não posso deixá-lo lá fora!

 -Oh, mas eu não tenho onde... -olhei pra ele com cara de tristeza. -Uhm, acho que posso arranjar um local.

 O educado homem saiu e levou Phoebus para trás da casa e o colocou no seu pequeno celeiro. Depois ele volta para dentro de casa

 -Alteza, aceitas algo... uma bebida? Talvéz pão? -eu faço sinal com a cabeça que sim. Então ele vai direto na despença e num só estante ele volta para a sala com pães e leite. Ele então puxa a cadeira, e pede para que me sente a mesa, o mesmo me acompanha sentando-se a mesa também. -Então... não que seja da minha conta, Alteza...

 -Por favor, um homem gentil educado como você, não presisa ficar me chamando de Alteza, me chame de Otto! -eu falei simpático, fazendo o homem corar e brincar com os dedos. Estranho! Não é costume nós alfas corarmos... mas deixa pra lá. -Então, o que você... é... esqueci de perguntar seu nome!

 -Ah eu me chamo... -ele foi interrompido por batidas agressivas na portas, ele se levanta e vai abri-la. -Ora, Lorenzo já disse que...

 -Boa noite, Florian! -ouço uma voz rouca, e bem conhecida.

-Ahm, olá Capitão Felipo! -quando Florian diz isso eu levanto da mesa e vou me esconder na despença, onde posso ouvir a conversa. -O que desejas?

-Em nome do nosso dignissimo rei, Otterfield I, estou à procura de vossa Alteza, o principe Otto. -falou o capitão e eu então notei que meu pai não estava pra brincadeira, ele queria mesmo me coroar. Mas qual era o real objetivo dele? -E queria saber se você não o viu pelos arredores de Xenovivie. Ou para onde poderia ter ido. O rei está disposto a dar uma recompensa aquele que encontrar o principe.

 Era agora! Com certeza que envolvendo uma recompensa, Florian iria me entreg...

 -Não! Eu não faço ideia de onde o principe Otto esteja! -ele falou firme. Fazendo com que eu ficasse de queixo caído. Como assim? Ele não me entregou. Por quê? -Deseja mais alguma coisa Capitão?

 -Ahm, não! Obrigado, Florian... e em nome do rei perdoe o incomodo. -falou o capitão Felipo. Em seguida, Florian fecha à porta, e eu saio da despença, voltando a sentar na mesa.

 -Então... -Florian prolonga, me fazendo suspirar um pouco. -Você está fugindo de vosso pai?

 -Não... exatamente! -falei agora um pouco envergonhado, e Florian continuava a me ouvir. -É... que como você deve saber, hoje é meu aniversário de 18 anos.

 -Sim, eu sei. O reino todo estava falando sobre a festa no pálacio... -ele falou como se não fosse óbvio. Todo o ano meu pai dava uma grande festa para mim e para o Potter, o único para quem ele nunca fizera uma festa era para o Peter. Coitado! Meu pai sempre o rebaixou a nada, simplesmente por que mamãe morreu quando ele nasceu. -Mas, o que isso tenha ver com resto, Otto!

 -É que meu pai, simplesmente queria me coroar hoje... -eu falei, fazendo o alfa a minha frente, me olhar confuso. -Pois é, e o real motivo ele não quis me contar.

 -Isso não faria o menor sentido... -ele falou dando de ombros e rindo um pouco por conta da situação. -Então, por isso você decidiu fugir?

 -Sim! -eu concenti.

 -Mas, para onde você está indo? -ele perguntou com um pouco de preocupação. -Ou melhor, para onde pretende ir?

 -Bom, eu estava pensando ir para o reino mais distante daqui. -eu falei sincero, e assim o alfa caí na gargalhada. -O que foi?

 -O reino mais distante daqui é Lusharoov, que fica à 17 dias de viagem daqui, e isso se você não for parando. -ele disse e eu bufei e coloquei as mão na cintura. -Mas, então... você partirá mesmo?

 -Na verdade eu já devia estar perto de Brookesballe nesse momento. -eu falei e Florian ficou confuso. -Eu já havia partido, mas no caminho houve imprevistos.

 -Mas, então o que aconteceu? -ele perguntou curioso. -Você atropelou algum animal?

 -Na verdade não... -continuei. -Eu conheci alguém especial...

-Alguma dama? -ele perguntou, só que sua expressão mudou um pouco.

 -Quase isso... -eu falei, mas lembrei que não poderia dar muitos detalhes. Florian parecia ser uma pessoa confiável, mas mesmo assim não era boa idéia lhe contar tudo ainda, só em uma noite. -Mas, o que importa... é que essa pessoa fez converse-me que devo ficar e assumir meu posto.

 -Wow, quem séria essa pessoa?... -ele pergunta, porém ele boceja e se espreguiça um pouco. -Vossa alteza, se importaria se eu...

 -Oh não, por favor! Se recolha quando quuser, sei que você deve trabalhar pela manhã. -eu falei educado. -Onde posso dormir?

 -Ahm, acho que o senhor deveria dormir em meu quarto e eu dormirei aqui na sala mesmo. -ele falou com a voz sonolenta.

 -Lógico que não! -eu falo, fazendo o rapaz se assustar um pouco. -Eu jamais tiraria alguém da sua zona de conforto, simplesmente por ser da realeza.

 -Tem certeza? -ele pergunta e eu acento. -Então, boa noite!

 -Boa noite! -quando Florian já está indo eu o chamo... -Ah, e mais uma vez obrigado.

 Ele simplesmente faz reverência e se retira. Me deixando só ali na sala. Então, eu começo a pensar em como em uma só noite, eu fugi de casa, estou sendo procurado, fiz provavelmente um grande amigo... e principalmente, acho que achei o ômega da minha vida!


Notas Finais


Bejinhos, e até o próximo😘


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