História Um sonho real - Capítulo 35


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Categorias Inazuma Eleven (Super Onze)
Tags Inazuma Eleven
Visualizações 16
Palavras 675
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gentem... Quase coloquei esse capítulo como o último, claro, com algumas modificações, mas daí não seria o que imaginei por mais ou menos sete anos, acontece que estou 100% esgotada de ideia, para essa fic, tipo, eu já sei o final dela, mas uma continuação até o final ta complicada, se vocês quiserem mandar ideias, fico muito grata mesmo. Agradecimento desde já...
Beijos do <3 e boa leitura

Capítulo 35 - O estado de Fubuki


Fanfic / Fanfiction Um sonho real - Capítulo 35 - O estado de Fubuki

Após três dias do acidente, Fubuki ainda estava desacordado e isso me preocupava. Ele havia lesionado a bacia, quebrdo uma costela torcido a perna direita e seu braço esquerso estava com fratura exposta. Ele iria ficar um bom tempo longe do futebol.

Nesses três dias, eu o visitei inúmeras vezes, numa dessas visitas, em um fim de tarde, acabei dormindo na poltrona das visitas, os enfermeiro tiveram pena de mim e me deixaram dormir lá, até me cobriram, eram uns fofos esses enfermeiros, mas enfim, nem preciso falar como meu pescoço e minhas costas amanheceram.

Acho que eram umas seis da manhã, estava arrumando minhas coisas para deixar o hospital e ir á escola. Escutei leves batidas na porta, eram Mamoru e Kazemaru.

-Não foi para casa ontem?

-Me viu lá por acaso?

-Não.

-Respondida a sua pergunta.

-como ele está? -Perguntou Kazemaru.

Olhei para Fubuki naquela cama de hospital, totalmente quebrado.

-Não melhorou nem piorou.

Ficamos em silêncio o observando, até que meu irmão me cutucou:

-Precisamos ir Nana.

O olhei uma última vez antes de deixar o quarto do hospital.

O dia na escola foi quieto eo treino foi parado, não conseguiam se concentrar, aenas pensavam no bem estar de Shiro.

Após uma semana em coma, ele acordou, fraco, com dores, desanimado. Goenji e eu estávamos lá quando ele acordou, eu estava ao seu lado, segurando uma de suas mãos e alisando seus cabelos prateados, quando ele lentamente abriu os olhos.

-Shiro? -Falei não acreditando. – Goenji-san, ele acordou.

Goenji saltou da poltrona onde estava sentado para ver se era realemte verdade.

-Vou chamar o médico. -Disse se retirando.

-Como você está se sentindo? -Perguntei.

Fubuki ficou analisando sua deplorável situação.

-O que houve comigo? -Finalmente falou.

-Você foi atropelado por uma caminhonete, não se lembra?

-Não, não me lembro de nada.

-Eita...

-Quanto tempo estou assim?

-Uma semana...

-UMA SEMANA? CARAMBA... Minha dignidade com a Raimon fala aí já era... Pior, minhas notas.

-Não se preocupe com isso... Hmm... Shiro, o programa de rádio da escola não existe mais, faz um tempo já...

-Sério? Eu não sabia, estava no hospital.

-Na verdade você me ajudou, sem saber é claro, a explodir o local de gravação após terem nos expulsado.

A situação era mais grave do que achei, pelo jeito, a memória dele não estava tão atualizada assim, decidi fazer perguntas a ele;

-Shiro... Quero ver como esta sua cabecinha, o que eu sou para você?

-Minha melhor amiga ué.

Eu queria sufocá-lo o  com o travesseiro, mas ele não tinha culpa.

-Tá de sacanage né? Melhor amiga?

-O que mais seria?

-Nada, só queria ter certeza que sua cabeça estava ok... E está ok.

Fiquei com receio e falar que éramos namorados, pelo menos ele não lembra o motivo de ter sido atropelado, mas sim, fiquei na bad.

Fubuki olhou seu braço cheio que curativos.

-Quanto tempo vou ficar sem jogar?

-Muito tempo, você fraturou o braço torceu  perna, quebrou uma costela e fraturou a bacia também.

-Isso explica a dor.

É... Explica a dor no meu coração, e o pior de tudo, tinha que fingir que estava ok.

O médico entrou no quarto com Goenji, já fui me adiantando.

-Ele não se lembra de algumas coisas, a última lembrança dele é de uma porrada de tempo atrás.

-Me admiro de ele saber quem é com a pancada que leou na cabeça.

E esse babaca me fala isso só agora.

Goenji me olhou com cara de “Vamos conversar lá fora”, e então eu fui né, não se contraria o Goenji.

-Que tipo de porrada de tempo?

-Posso dizer que ele achava que a “Raimon fala aí estava na ativa ainda”, consequentemente daquele tempo, solteiro!

-E você esta bem?

-Bem eu não estou né, mas eu aguento, eu acho.

O que eu podia fazer né. O pior é que elehavia recebido alta, mas não tina onde ficar, então mina mãe, muito adorável que é, decidiu que ele ficaria lá em casa. Eu ia cuidar dele, lembrando de tudo que passamos juntos, mas ele não.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Não custa reforçar, ideias são bem vindas.
Kisses, até a próxima


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