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História Um sonho. Uma realização.- Imagine BTS. - Capítulo 1


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Capítulo 1 - 1. Bullying.


Fanfic / Fanfiction Um sonho. Uma realização.- Imagine BTS. - Capítulo 1 - 1. Bullying.


Brasília–DF

Paranoá

Segunda-feira às 06:00 AM.


— Acorde, ___! Não tenho todo o tempo do mundo!

Todas as manhãs eram dessa maneira. A garota acordava com os gritos estridentes de sua mãe, e depois, levantava e botava uma música de seus Idols favoritos. Ela se perguntava todos os dias o do porquê viver daquele jeito, tão…deprimente. O sol não dava mais as caras em Brasília, era como se o tempo tivesse ficado de baixo estima como ela, como todos dias. Sua mãe entrou no quarto com uma expressão séria, provavelmente iniciaria uma discussão por ela ter demorado poucos minutos no quarto.

— Você acha o que, menina?— Explodiu fazendo a garota fechar seus olhos involuntáriamente. — A menina se levantou de cabeça baixa, sentindo o restinho de felicidade evaporar-se.— Vá logo se arrumar, peste.— Saiu batendo a porta com força, quase a quebrando com o impacto. A garota abriu seus olhinhos dando um longo suspiro de cansaço e tristeza, ela se direcionou até o banheiro e fez duas higienes matinais.

Seus dias se tornaram monótonos, tanto que não ligava mais para sua aparência acabada, estava acostumada com suas olheiras, lábios ressecados, cabelos sujos, seu corpo seco; ela não se importava mais com a beleza. Turbilhões de pensamentos suicidas passaram pela sua cabeça durante seus anos, e a única coisa que a mantinha viva, era aqueles sete garotos, que eram vistos como anjos por ela.

Seus passos foram se distanciando do banheiro, entrando no seu quarto. A menina se arrumou o mais rápido possível, por conta de não querer ter que ouvir mais um dos gritos de sua responsável. Ela pegou seu celular conectando os fones com ele, colocou na música chamada "Magic Shop" e saiu do cômodo. Ela deu de cara com sua mãe e seu padrasto mas conhecido como: "O próprio demônio". Ele era um pedófilo repugnante aos seus olhos, sentia repulsa por ele homem de um jeito que nem mesmo ela sabia explicar. 

— ___, dormiu bem?— O seu padrasto perguntou lhe olhando com uma certa malícia. Está aí o motivo do qual ela o odiava tanto, um maluco por atos sexuais e que gostava de dizer coisas para ela com duplo sentido.

— Não é da sua conta.— Se sentou tomando seu café em silêncio, de vez em quando aquele homem passava seu pé entre suas panturrilhas, causando nojo em ____. 

— Vamos, ____.— A mulher levantou com seu aparelho em mãos, nunca dando-lhe atenção como merecia. Ela deu uma última olhada para o homem, seu dedo do meio foi levantando para ele, que riu em deboche. 

“Odeio esse, cara.’’

Ela pensou.


— Se eu receber mais uma ligacão da diretora, dizendo que você está acusando a Manuela de fazer bullying com você, eu arranco seu couro quando chegar em casa.— Deu uma tragada no seu cigarro, com sua mão fora do carro. 

“Em que momento ela pegou esse cigarro?”

Aquela pergunta não vinha ao caso, naquela hora, ela só sentia cada vez mais a vontade de chorar por ser mal-trada por ser a vítima na história. Era algo...sem nexo. A mulher parou o carro em frente a sua escola, ela encarou você acenando com a cabeça pra que saísse do carro, com as lágrimas presa, a adolescente saiu do veículo. A sua mãe mal a esperou entrar, e foi arrastando o carro, quase levando sua filha junto.

— Bom trabalho, mãe.— Sussurrou para si. ____ virou seu corpo passando suas orbes castanhas pelo colégio tão odiado pela morena. Mais um suspiro passou e saiu pelos seus ouvidos só naquele dia, seu pé foi pra frente se transformando em passos rápidos e longos. Atravessado o portão, ela foi recebida com olhares de reprovação, por ser a única, a única fã de Kpop naquele lugar.

— Olha só, a Kpopeira veio hoje...— A tão temida Manuela, apareceu para encher seu caso como sempre faz. Suas amiguinhas apareceram atrás dela com seus sorrisos e intenções maldosas.— Sonhou com aqueles playboys?— A garotinha engoliu em seco, escutando a risada das garotas.— Tão patética.— A empurrou saindo com as suas aliadas. ____ Bufou passando a mão no seu rosto, ela estava exausta de tudo aquilo.

— Olha aquela garota que gosta dos coreanos.

— Ela é bem estranha...

— Como pôde gostar desses chineses? São todos gays.

— Army pra cá, Army pra lá, nojo!

Tantos cochichos, tantas fofocas, tantas ofensas, era horrível ter que ouvir aquelas coisas desnecessárias e não poder fazer nada. Como seria uma boca, contra mais de trinta punhos cerrados? Não teria nem uma chance, pelo menos é o'que ela pensava. ____ Entrou na sua sala sem cerimônia, só desejava sentar no fundo da sala e ficar com seus fones no ouvido, com uma de suas músicas preferidas citada.

“Magic Shop’’

— Parece que alguém está depressiva hoje, ops, ela sempre é!— Riram se referindo a garota do capuz que agora tampava seu rosto.

Sua vontade era de gritar no meio daquela sala: “CALEM A BOCA!”. Mas não tinha coragem o bastante para isso. A professora entrou na sala acompanhada de alguns alunos, poucos. Eles se sentaram nos seus devidos lugares e a mulher comecou a dar sua aula, pelo menos no meio das explicações, ninguém mexeria com ela.


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— Podem se retirar.— O professor mandou, todos saíram tagalerando um com os outros. A garota não era de se enturmar por ser a mais feita de xacota ali, obviamente. Ela se levantou guardando seus matérias de baixo da carteira, a mesma saiu da sua sala e foi para o pátio ficando perto de uma árvore, sozinha, como sempre.

Passando as fotos de seus coreanos, um lhe chama atenção como sempre chamava quando passava por aquela pasta. Seu sorriso cresceu ao ver aqueles dois garotinhos sorrindo, Taehyung e Jungkook, Seus Utts, k-idols crush do grupo. Seu celular é tomado de suas mãos, seus olhos se erguem vendo Manuela com seu celular em mãos.

— Argh! Esses coreanos de novo,___?— Revirou os olhos passando o celular agora para uma de suas amigas, que riu debochada ao ver a foto.— Você não cansa não?— Se inclinou se aproximando do rosto da garota.

— Por que não me deixam em paz...?— Pela primeira vez na vida, ela conseguiu dizer alguma coisa relacionada a Manuela. Manuela se distanciou e a olhou rindo fraco.

— Pelo visto ela fala...— Suas amigas entregam o celular para Manuela, a mesma analisa a foto dos dois garotos novamente, com seu sorrisinho ladino.— Aposto que foi esses japonêses que lhe incentivaram a ser corajosa e não abaixar a cabeça que nem uma cachorrinha com as músicas idiotas deles, né?— Ela segurou o celular pela pontinha, assustando ____.— E se você nunca mais os vê-los...— A morena se Levantou, Manuela deu um passo para um pouco mais longe de ____.

— Por favor, isso não tem graça.— Tentou pegar seu celular de Manuela, mas a mesma jogou para a menina ao seu lado. ____ A encarou com seus olhos arregalados.

— Ops.

As amigas de Manuela começaram com aquela brincadeira de mal gosto, todos olhavam para aquela situação achando graça do desespero de ____. 

— Joga aqui pra mim.— Pediu a garota que tanto pirraçava ____. Uma das meninas jogou o celular na direção da Manuela, só que o aparelho escorregou da sua mão, se chocando com o chão.— Droga...— ____ se ajoelhou perto do celular querendo checar, já Manuela estava espantada e com medo de ter que pagar um prejuízo.— Vamos cair fora!— Saíram correndo deixando ____ lá com seu celular aparentando estar quebrado. Ela virou seu celular vendo que a tela estava apenas trincada. A morena soltou um suspiro e ficou sentada por lá com sua carinha melancólica.

— Que dia isso tudo vai acabar...?


Um sonho.

Uma realização.


Notas Finais


Já passaram por isso, Kpopers?


Me perdoem por qualquer erro!


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