História Um Tom De Perigo (MONSTA X, BTS, Red Velvet) - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Monsta X, Red Velvet
Personagens Hyung Won, I'M, Irene, J-hope, Jimin, Jin, Joo Heon, Joy, Jungkook, Ki Hyun, Min Hyuk, Personagens Originais, Rap Monster, Seulgi, Show Nu, Suga, V, Wendy, Won Ho, Yeri
Tags Bts, Monsta X, Red Velvet
Visualizações 17
Palavras 1.459
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Não fica mais na minha casa


    Mihi

 

Eu havia dormido na poltrona do quarto mesmo, não porque eu queria ficar do lado dele, mas porque os pirralhos estão no quarto deles, e eu não vou ficar com eles, e o sofá tá cheio de roupa para eu passar, ou seja, tive que dormir aqui mesmo. Olha, meu sono tava muito bom, até repentinamente, eu acordar, e ver o Wonho, na minha frente com os olhos fechados, se aproximando de mim, parecendo que iria me beijar, e isso vai ser a última coisa que ele vai fazer. Eu nem penso direito, eu apenas levanto minha mão, e meto um soco com o máximo de força que eu tinha. Quando eu olho novamente, ele já estava no chão.

 

-Você tá maluco?!- eu grito.

 

-Desculpa, eu não sei porque eu ia fazer isso.- ele fala, virando seu rosto para trás, mostrando que queria se esconder.

 

Eu me aproximo dele, e vejo que exagerei na hora de dar o soco, e fiz a boca dele sangrar. Eu me levanto e vou até a porta, e abro a mesma, e me deparo com a casa na total escuridão, por sorte eu consegui decorar onde fica o interruptor. Eu ligo as luzes, e vou até a cozinha. Eu pego dois cubos de gelo na geladeira, pego uma toalha que havia ali, e formo uma compressa. Eu volto para o quarto, e ele já estava sentado na cama. Eu vou até ele, e paro na sua frente. Ele levanta a cabeça e me observa. Eu ergo a mão, o entregando a compressa. Ele a pega e coloca em cima de sua bochecha.

 

Se eu me arrependo de ter metido um soco na cara dele? Óbvio que não, ele tava quase me beijando, acha mesmo que eu iria deixar ele fazer isso sem mais nem menos? Sendo que a gente nem se conhece? A pelo amor, só em história que as pessoas fazem isso.

 

Então, eu me lembro do negócio do hospital.

 

-E então, vou precisar te levar para o hospital?- eu pergunto.

 

-Não, eu não to sentindo mais nenhuma dor, além do meu rosto.- ele fala.

 

Então uma coisa vem a minha cabeça. Eu não iria deixar um estranho ficar na minha casa consciente, antes ele estava inconsciente, não apresentava risco, mas agora, ele está de pé, e sabendo de tudo que tá acontecendo a sua volta muito bem. Ele acabou de quase me beijar, o que ele pode fazer a mais? Além da minha irmã e do meu irmão. Está resolvido, ele só fica até o amanhecer, e eu faço questão de ficar de acordada até lá. Eu não vou deixar ele fazer nada com ninguém que mora nessa casa.

 

-Que bom, então acho que você já vai poder ir pela manhã, como você queria ontem.- eu falo.

 

-Relaxa, eu vou embora assim que amanhecer, não precisa se preocupar, não quero incomodar mais sua família.- ele fala.

 

-Pode voltar a dormir, eu vou para a sala.

 

Eu me viro para sair, mas eu sou segurada pelo pulso, que me obriga a virar novamente para ele. Ele me encarava com um olhar culpado.

 

-Me desculpa pelo que eu iria fazer.- ele fala.

 

Ele fala de uma forma tão sincera, que eu até poderia confiar nele, mas a última coisa que eu vou fazer será isso. Minha família é bem mais importante, eu jamais ficaria um dia sem me culpar, se algo acontecesse com meus irmãos.

 

Eu solto meu pulso e vou para a porta, mas eu paro ao chegar nela.

 

-Toma cuidado se você pensar em tocar em algum dos meus irmãos.- eu falo, logo apagando as luzes do quarto e fechando a porta com força.

 

Ele tá muito enganado se acha que tem pessoas fracas nessa casa.

 

Wonho

 

A porta é fechada com extrema força, fazendo um som bem alto.

 

Aquelas palavras, “Toma cuidado se você pensar em tocar em algum dos meus irmãos”, ela percebeu que eu sou perigoso? Que eu nem deveria estar aqui? Eu nem deveria estar aqui, eu deveria estar fugindo, sem fazer ninguém tocar em mim, e fazer alguém inocente ser morto. Logo que amanhecer, eu saio daqui, eu dúvido que eles tenham descoberto que eu to aqui, e no momento que eu sai para fora, eu posso levar um tiro no pescoço a qualquer momento, mas eu mereço, outras pessoas não.

 

(Quatro horas depois)

 

Alguns raios de Sol invadiam já o quarto. Eu vasculhei o guarda roupa que havia no quarto, e achei algumas roupas pretas que serviam em mim. Eu as coloquei, e sai do quarto. O Sol iluminava perfeitamente seu rosto, descansado da noite anterior. Eu, como não sou idiota, não ouso me aproximar dela. Eu vou em direção a porta que parecia ser a de saída. A chave estava na fechadura. Eu a virei, e logo virei a maçaneta, abrindo a porta. Eu saio com cuidado, para não acordar ninguém. Eu fecho a porta, e me viro para ir embora, mas eu me surpreendo com Yeri no corredor, sentada em uma cadeira, lendo um livro.

 

-Você poderia ter nos estuprado, sabia?- ela fala, me surpreendendo.

 

-Eu jamais faria isso.- eu falo.

 

Ela levanta seu olhar do livro e começa a me encarar. Ela fica me encarando por alguns segundos, até voltar seu olhar para o livro.

 

-Você é verdadeiro, às vezes, porque aquela história de ser cantor foi triste.- ela fala.

 

Eu sorrio.

 

-Eu não sou bom em mentir.- eu falo.

 

-Percebe-se. Minha irmã, mesmo sabendo que eu e meu irmão somos quase adultos, ainda nos protege como crianças, ela faz de tudo por nós, até meter um soco em um estranho.

 

-Você ouviu?

 

-Eu vi, a porta não estava fechada, apenas encostada. Você é bem retardado de tentar beijar minha irmã.

 

-Eu sei.

 

-Bom, a saída é na quarta porta a direita, são dois andares de escada, após desce-los, tu vai chegar em uma porta de vidro, ela tá sempre aberta, então tanto faz, lá, você vai chegar na rua, se você ir pela esquerda reto, você chega ao centro de Seoul.- ela fala tudo isso sem tirar os olhos do livro, parecia que ela estava lendo tudo isso naquele livro.

 

“Um tom de perigo” o nome escrito na capa do livro. Parece um pouco interessante, mas depois eu vejo isso, agora eu apenas preciso sair daqui. Eu sigo as instruções dada por ela, até chegar ao centro de Seoul. A gigantesca Seoul. Seu centro escondia toda a pobreza real da cidade, com vários prédios com telões grudados, mostrando propagandas, várias lojas, fast-foods, e uma iluminação que a noite era incrível, mas de manhã se acabava e todos esqueciam dela. Isso tudo para chamar a atenção de turistas de outras partes do país e de outros países, e eles tentam esconder a parte pobre de Seoul, para os turistas recomendarem para outras pessoas virem para cá, e todos ganharem mais dinheiro.

 

Eu saio dos meus pensamentos, ao perceber a movimentação que já se formava nas ruas. Eu olho  o relógio que havia no alto de um prédio o dia e a hora. Quinta-feira, 7:15 A.m. o horário que começa a correria para todos irem para seus trabalhos. Então, do outro lado da rua que eu estava, eu avisto duas pessoas conhecidas, Jimin e Yeri. Eles estavam com seus uniformes, suas mochilas e indo em direção a algum lugar, obviamente a escola. Eu resolvo então os segui-los. Eu os sigo até a escola deles, uma das raras escolas públicas disponíveis em Seoul. Eu então resolvo voltar para onde eu estava, a rua onde podia se enxergar todo o centro de Seoul, e poder pensar para onde ir.

 

Adivinha o que eu enxerguei ao estar me aproximando da rua. Dois homens altos e fortes, passando pela rua. Seus rostos, eram familiares, familiares até demais, tanto que eu sabia exatamente quem era eles.

 

Eu imediatamente me escondo atrás de uma parede, para eles não me verem. Eu então vejo, que eles estavam vindo da mesma direção da casa da Mihi.

 

Eu poderia até ignorar isso, mas eu tinha que ter certeza que eles não haviam feito nada.

 

Eu vejo que eles já haviam passado, e eu vou em direção a casa dela. Ao chegar em frente a porta dela, eu vejo que ela estava encostada. Eu a abro, e vejo a casa toda revirada. Tudo estava jogado e quebrado, como se tivesse acontecido uma briga ali.

 

Se aqueles filhos da puta tiverem feito algo, aí sim eu vou virar assassino de verdade.

 

Eu vou andando pelo apartamento, até chegar ao quarto, o quarto onde antes eu estava. A porta estava encostada. Eu vou abrindo ela cuidadosamente. Até, quando eu termino de abrir ela completamente, eu vejo a cena que eu menos queria ver hoje.

 



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