História Um Tsundere Qualquer - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.027
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá.

Tô passando pra dizer que tenho conta o otanix amino, então se vocês quiserem que eu faça enquetes para decidir destinos da história ou de personagens me sigam lá

Capítulo 1 - Entrando em cena


Fanfic / Fanfiction Um Tsundere Qualquer - Capítulo 1 - Entrando em cena

Kiara: Yuri, seu maldito! Sai logo desse banheiro! –gritava minha irmã implorando pelo seu direito de tomar banho também.

Yuri: calma sua guria, já estou quase terminando aqui.

Minha irmã nervosa começou a chutar a porta com força, gritando:

_Mãe! O Yuri faleceu no banheiro!

Praticamente expulso de lá, fui em direção ao meu quarto para me vestir, já que não é permitido ir à escola pelado. Entrei no carro enquanto minha mãe falava que era pura sorte de eu estar lá por que sou um péssimo aluno na escola, e que era pra mim aproveitar o máximo, enquanto eu e minha irmã travamos uma cerrada disputa de caretas.

Chegando na escola tive que esconder meu rosto quando minha mãe disse: “tchau meu amor! Mamãe te ama”. Sentia olhares risonhos olhando pra mim enquanto eu procurava um buraco pra me esconder.

De repente no caminho pro refeitório me deparo com uma garota tentando pegar uma mochila que se localizava na ponta de um galho.

Charlotte: vai me ajudar ou tá esperando um convite no Facebook?

Yuri: calma “serumaninho” não precisa agredir o herói.

Peguei a mochila rosa com glitter e bottons das Black Pink, e dei pra nervosinha de marias-chiquinhas, de início até achei ela bonitinha, achei muito fofa aquela carinha de nervosinha junto com aquele cabelo preto com mechas rosas.

Logo chego na sala e me deparo com a bizarra cena de mesas limpas e arrumadas, lousa limpa e alunos conversando baixo e comportada mente. E obviamente quem é de escola pública como eu era, sabe que sala de aula de verdade tem mesas sujas e empilhadas, chão imundo, alunos tentando acertar papel amassado na lixeira e um grande Malaquias desenhado na lousa.

Joguei minha mochila em uma das mesas e sentei.

Matheo: oi! Você é novo aqui? –um garoto me cumprimenta.

Yuri: sim.

Matheo: você veio de escola pública não é?

Yuri: sim, ganhei uma bolsa aqui. Como sabe?

Matheo: porque sua bolsa é do governo.

Comecei a rir como demonstração de que estava gostando da conversa, e assim continuamos a conversa até que o chato do professor aparece.

Depois da aula chegou o melhor momento. E você me pergunta qual:

Yuri: ah! Finalmente a hora do lanche –falei com voz cansada e faminta de alimento.

Matheo: o que trouxe na lancheira?

Yuri: lancheira?

Matheo: é, sua lancheira, ou você trouxe dinheiro pra pagar na cantina?

Yuri: meu filho eu sou pobre, tô aqui pra merendar

Como estava com muita fome não queria ficar do lado do meu novo amigo rico pra esmolar comida, então fui para de baixo daquela árvore de onde conheci aquela garota.

Sentado e faminto, notei que aquela linda garota de rosto juvenil estava do outro lado da árvore, e por incrível que pareça ambos não percebemos que estávamos um atrás do outro.

Aquela garota podia estar me “adorando” mais o misto quente dela me amava, a tal ponto de eu ouvir ele dizendo: “me come come”.

Eu não fazia nenhum barulho, mas meu estômago do não aguentou e soltou um rugido de leite pardo.

~brrrlh

Disfarcei como se nada tivesse acontecido, temendo que ela tivesse me ouvido.

Rapidamente pego meu celular e finjo estar jogando FLAPPY BIRD, ela olha pra mim e pro celular apresentando estar engolindo minha atuação, e nesse momento percebi que deveria atuar na Globo.

Eu fingia não perceber a presença dela até meu estômago gritar de novo.

~brrrlh

Ela notava que eu estava faminto por achar ter ouvido meu estômago de longe, então ela me diz.

Charlotte: tá com fome cabeçudo?

Eu finjo surpresa enquanto ela dizia.

Charlotte: quer?

E eu na minha situação não podia recusar, então assenti com a cabeça e ela complementou.

Charlotte: pode pegar eu compro outro.

Agradeci ela pelo ato caridoso um pouco vermelho de receber ajuda da garota que eu já tinha começado a gostar dela no primeiro dia. Percebo que o misto quente está mordido, não que eu estivesse reclamando, mais que seria meu primeiro beijo indireto, mais enquanto eu pensava nisso já tinha devorado aquele alimento.

Fome saciada, e primeiro beijo indireto dado volte a para a aula.

O professor de blá blá blá pra lá e blá blá blá pra cá.

E assim dá a hora de ir embora.

Enquanto eu e o Matheo saíamos da sala vejo uma garota implicando com a caridosa do sanduíche. Essa garota parecia muito mais velha do que a menina.

Charlotte: saí Maya não enche o saco que não tenho.

Maya: cala a boca pirralha! Esse seu jeito ridículo me irrita.

Charlotte: Pelo menos eu não banco a valentona pra chamar atenção.

Maya: se enxerga garota.

Maya pronta pra dar um tapa na garota mais eu não deixei

Yuri: o garota! Vai brincar de amarelinha, vai.

Maya: arrumou um namorado Charlotte.

Charlotte: cala a boca, nem conheço esse garoto.

Maya: o guarda costas. Não se mete no que não é da sua conta vai.

Aquela guria estava me enchendo o saco soltei o verbo mesmo ela sendo uma garota.

Yuri: cala boca o Curupira atropelado, deixa a menina em paz e vai cuidar da sua chapinha.

Maya: Charlinha hoje deixo passar porque seu namorado tá aqui, mais da próxima você não escapa.

A ruivinha folgada saiu com um tom de quem foi derrotada.

Charlotte: não precisava da sua ajuda, podia me virar sozinha.

Yuri: calma guria, não tinha más intenções. Eaí qual seu nome guria?

Charlotte: meu nome é Charlotte. E o seu?

Nesse momento fiquei impressionado, não só de paixão mais sim pelo nome dela ser Charlotte. Sério, na escola Minha antiga escola era só nome ruim, até hoje imagino como deve ser a cabeça dessas mães que colocam o nome de Janderson, Joilson, Vanderson, tudo nome com “son” no final pra ficar pobre.

Yuri: você tá bem, aquela guria era mesmo chata em?

Charlotte: como eu disse, não precisava, mais obrigada.

Depois disso fiz amizade com aquela garota. Minha vida escolar Tinha mudado, mais na minha família nada mudou, chego em casa minha irmã já me recebe com um tiro de Nerf na cabeça.

E foi assim meu primeiro dia de aula. Mal posso esperar pelo dia de amanhã.


Notas Finais


Olá aqui é o autor.
Eu conheço uma amiga que sabe ilustrar melhor do que eu, então vou continuar a pedir pra ela se ela pode ilustrar essa fic, mais por enquanto vai ser essa mesma, até semana que vem.


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