História Um Vampiro e Eu - Capítulo 12


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Bad, Felicidade, Gay, Lesbicas, Morte, Paixão, Romance, Vampira, Vampiro, Vampiros, Yaoi, Yuri
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Palavras 3.978
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


espero que gostem desse capitulo gente eu tentei fazer ele grandinho mass... nem sei se ele tá mesmo grande então nos vemos nas notas finaiss <3

Capítulo 12 - Juntos até no Caixão....


Fanfic / Fanfiction Um Vampiro e Eu - Capítulo 12 - Juntos até no Caixão....


(Narrador On)- a campainha toca mas uma vez, então Anton abre a porta e era mesmo Udo, Anton ficou super nervoso e fez uns olhares pra ele, como se ele tivesse dizendo "segue o plano" e logo em seguida ele 

(Anton On)- vc chegou! (com um sorriso falso no rosto)​ vem entra! (ele puxa Udo pra dentro e fecha a porta)
(Célia On)- 
então esse é o menino do teatro, prazer Célia, a mãe do Anton
(Udo On)- prazer, Udo.
(Helton On)- prazer, Helton
(Udo On)- prazer
(Célia On)- eu fiz bolo de carne, vc gosta?
(Udo On)- gosto!
(Célia On)- então eu vou colocar tudo na mesa, ainda bem que vc chegou bem na hora que eu terminei, vão se sentado na mesa rapazes!

(Narrador On)- alguns minutos depois, todos estavam sentados na mesa se servindo, e enquanto Célia servia seu próprio prato, começou com as perguntas 

(Célia On)- então..... como é fazer teatro com o Anton? ele ajuda ou só fica de moleza?
(Udo On)- ah.... e-e-ele (Udo olha pra Anton nervoso e depois volta o olhar pra Célia) ele ajuda sim bastante com a produção os figurinos o som....
(Célia On)- ai que bom.... vai ver então fez bem pra vc entrar no comitê  de teatro né Anton
(Anton On)- hurrum... (ele dá um gole no suco)
(Célia On)- 
mas e aquela capa? vcs já estão usando figurino pra ensaiar e tudo?
(Udo On)- capa? (Anton lança um olhar assustador pra ele) ahh! capa obvio, sim, sim estamos usando já 
(Célia On)- nossa, mas o pessoal da escola tbm... te dar um pano sujo e encardido daqueles pelo amor de Deus, ainda bem que eu lavei, pra vc
(Udo On)- é eu queria te.... agradecer por lavar, foi muito legal da sua parte
(Célia On)- ah, não foi nada (ela ri)
(Helton On)- e me conta melhor sobre essa peça, nome de personagens, essas coisas...
(Anton On)- ELE,ele não pode contar, se não vai dar spoiler e não vai ter graça
(Udo On)- é... é verdade, a unica coisa que eu posso te afirmar é que... vai ser sobre vampiros, né Anton?
(Anton On)- é!

(Narrador On)- o resto todo do jantar foi uma grande encenação, e Anton tinha que tomar muito cuidado com o que deixava Udo falar, porque a mãe dele era bem esperta e poderia sacar qualquer coisinha,quando chegou ao fim da noite Udo se despediu dos pais de Anton, Anton disse que o levaria até a portaria, quando eles estavam no elevador Anton disse:

(Anton On)- mandou bem! acho que eles não desconfiaram!
(Udo On)- valeu, nossa sua mãe faz mais perguntas que a prova!
(Anton On)- ela é professora ela faz as provas
(Udo On)- tá explicado
(Anton On)- enfim, obrigado!
(Udo On)- tá mas... agora boa sorte pra vc
(Anton On)- como assim?
(Udo On)- pra executar esse plano aí, vc tem que entrar pro comitê de teatro, convencer eles a fazerem a peça do ano ser sobre vampiros e ainda por cima inventar uma boa desculpa pros seus pais sobre eu não estar na peça, pq eu não vou participar disso de jeito nenhum 

(Narrador On)- depois que ele fala tudo isso, as portas do elevador se abrem na portaria, Udo sai e ainda aperta no botão do andar de Anton, e quando as portas vão se fechando Anton faz uma cara séria e assustada, ele não ttinha parado pra pensar o quanto tudo isso seria difícil, e se ele não conseguisse qual seria a desculpa que ele vai dar pra mãe? boa sorte Anton você vai precisar!, bom.... quando Anton entrou no apartamento, ele foi direto pro quarto, ele ficou um tempo vendo série no seu notebook, mas quando ele parou pra ver estava tudo silencioso, ele saiu do quarto foi andando bem devagarinho, qnd ele chegou na sala tinha um bilhete em cima do sofá escrito:

"Eu e o seu pai decidimos sair um
pouco pra passear e ver as estre-
las, se comporta já nós voltamos
-Mamãe" 

então Anton voltou para o quarto mas quando ele estava no corredor ele percebeu uma coisa, a luz do abajur que fica no criado mudo dele, ela estava apagada, pois do quarto vinha uma escuridão, ele acaba de se  lembrar que deixou a janela aberta, então ou a luz queimou ou era um... vampiro, ele esperava mesmo que fosse Rudger, quando ele entrou no quarto todo escuro ele disse

(Anton On)- tem alguém aí?

(Narrador On)- ao invés de uma frase ele foi respondido com uma risadinha, e então a luz do abajur se acende, e Hannah estava lá em pé do lado do criado mudo, com um sorrisinho no rosto

(Anton On)- ah, é vc, ainda bem!
(Hannah On)- se assustou foi? (ele senta na cama)
(Anton On)- 
um pouco (ele se senta ao lado dela)
(Hannah On)- 
sei.. (ela ri e se senta mais perto de Anton) 
(Anton On)- 
mas então.... o que... vc tá fazendo aqui?
(Hannah On)- ah.. eu só vim te visitar, pq? tem algum problema? ai me desculpa
(Anton On)- não não tudo bem, relaxa, mas tem que tomar mas cuidado, hoje meus pais saíram, mas e se vc viesse qnd eles estavam aqui eles poderiam acabar pegando vc no flagra
(Hannah On)- tá, e uvou tomar mas cuidado. Sabe Anton... eu acho que agnt devia se aproximar mais, se conhecer mais
(Anton On)- é? (ele se afasta um pouco dela) não sei... é... vc não acha que nos conhecemos o suficiente?

(Narrador On)- Hannah fica indignada, ela percebeu que não seria tão fácil quanto ela achou que seria, pois é, ela não sabia muito o que fazer então ela colou uma das mãos na bochecha de Anton e enquanto acariciava a bochecha disse:

(Hannah On)- ah Anton vc é tão engraçado (ela da uma risadinha)
(Anton On)- 
eu falei algo engraçado?
(Hannah On)- a falou é que vocc
(Anton On)- e o Rudger? ele não veio com vc? (ele a interrompe)
(Hannah On)- 
ai que saco vc só fala dele (ela revira os olhos)
(Anton On)- 
desculpa, mas então? onde ele está?
(Hannah On)- ele não pode vir pq ele está passando mal
(Anton On)- passando mal? (ele se assusta)
(Hannah On)- 
sim, ele se alimentou de um humano que estava com o sangue envenenado
(Anton On)- mas eu pensei que.... vcs se curavam rápido, tipo questão de minutos!
(Hannah On)- é mas... menos pra quela planta, é uma longa história  
(Anton On)- ok, resumindo ele não tá bem?
(Hannah On)- sim
(Anton On)- nós podemos ir na cripta ver ele? por favor?
(Hannah On)- ai Anton é perigoso, melhor não
(Anton On)- eu já fui na cripta, por favor, eu sei que essa hora, seus parentes estão voando por aí!, deixa, vai 
(Hannah On)- ok, vamos, Senhor Pidão

(Narrador On)- Hannah sobe na janela, e Anton logo depois, ela pega na mão dele e sai voando, e Anton fica super assustado e desesperado, mas ele não se importava, ele faria de tudo pra ver se Rudger está bem, o voo foi bem rápido Hannah acabou voando muito rápido, um tempo depois de longe Anton já via o muro do cemitério. O céu estava limpo e a lua brilhava, por isso, a impressão que Anton teve do cemitério foi muito menos sombria e misteriosa do que a da ultima vez. Ou seria porque era mais uma vez que ele voltava lá? Hannah voou por cima do muro e foi planando até a grama, enquanto segurava Anton.

(Hannah On)- a entrada é ali na frente, mas primeiro a gente tem que esperar pra ver se não tem ninguém por perto
(Anton On)- eu sei..... o guarda....
(Hannah On)- shiiu!

(Narrador On)- Anton viu as lápides viradas, quase encobertas pelo mato alto, as cruzes  velhas, enferrujadas, em meio ao matagal e os pinheiros escuros e altos. Hannah espreitava com atenção. Depois de alguns minutos, levantou-se e disse:

(Hannah On)- podemos ir!
(Anton On)por acaso você não quer ir na frente?
(Hannah On)- ué?, mas lá embaixo, não tem mais ninguém apesar de Rudger
(Anton On)- mas é melhor, você ir primeiro pra dar uma checada
(Hannah On)- tá bem, mas você tem que se esconder, já volto!

(Narrador On)-  Hannah desapareceu pela passagem e Anton se escondeu atrás de um pinheiro, nesse momento ele ouviu passos leves, ainda estavam longe, mas naquele silêncio, podia ouvi-los perfeitamente. Um medo enorme se apoderou dele, ele pensou em várias possibilidades e a que restou, foi: o Guarda do Cemitério! Nesse momento Anton reconheceu um homem, era bem baixinho e andava espreitando cuidadosamente em todas as direções, quando se aproximou , Anton viu seu rosto sério e enrugado, com o nariz pontudo e os olhos claros e inquietos, lembrando um rato, e Anton viu algo mais: ele tinha um cinto com coisas penduradas e dava pra ver estacas de madeira. Anton quase não ousava respirar. É verdade que os galhos do pinheiro, cheios de folhas, o escondiam, o que de certa forma fazia ele se sentir seguro, mas Hannah...ela poderia aparecer a qualquer momento pra vir buscá-lo, e o guarda estava a poucos metros de distância. Anton viu que a pedra de passagem da cripta estava se mexendo e teve uma ideia, pegou uma pedra no chão, e a atirou o mais longe que pôde, o guarda se virou rápido como um raio e correu na direção de onde o barulho vinha, Anton aproveitou pra chegar até Hannah, ofegante escorregou oela passagem fechando a entrada.

(Anton On)- ufa! por um triz! (ele se apoia na parede gelada)
(Hannah On)- o que?
(Anton On)- o guarda do cemitério, ele quase viu quando você tirou a pedra 
(Hannah On)- sério? você o viu?
(Anton On)- vi, mas ele não me viu
(Hannah On)- e onde ele está?
(Anton On)- atraz de uma pedra (ele sorri)
(Hannah On)- 
como?
(Anton On)- eu atirei uma pedra , e agora ele tá procurando
(Hannah On)- ufa! (ela respirou aliviada) ele não parece uma ratazana?
(Anton On)- parece mais um rato, mas de qualquer forma e repugnante 
(Hannah On)- sabe o nome dele? Sr. Coelho 
(Anton On)- nossa!

(Narrador On)- a conversa deles é interrompida, quando eles ouvem o sol de uma tosse rouca vindo de dentro da cripta, e Anton preocupado diz:

(Anton On)- Rudger? ele tá bem?
(Hannah On)- ele....

(Narrador On)- Anton a ignora e começa a descer preocupado, ele entra na parte principal da cripta, o ambiente estava cheio de velas, e Anton agradeceu por isso, pois imagine ficar num lugar daqueles no escuro, ele passou pelos sofás vermelhos e mofados, e passou direto para a parte dos caixões, e quando ele chegou lá, Rudger estava sentado dentro do caixão dele, com uma vela grudada no cantinho, lendo um livro que Anton, tinha emprestado a ele, ele não estava nos seus melhores dias mas Anton ainda assim achava que ele estava bem bonito, assim que ele entrou lá Rudger desviou seus olhares do livro pra Anton, e quando o viu abriu um belo sorriso, e disse:

(Rudger On)- Anton...
(Anton On)- Rudger... 

(Narrador On)- ele sorri, mas logo depois olha Rudger com olhar de dó e vai andando devagarinho, até o caixão dele e se senta na borda do caixão, ele direciona sua mão direita devagarinho até o cabelo de Rudger, e o ajeita, depois ele diz:

(Anton On)- como vc tá? 
(Rudger On)- eu me sinto um pouco melhor, não fique tão preocupado, eu estou bem!
(Anton On)- tem certeza? (ele diz atenciosamente e quando Rudger ia responder Hannah interefere)
(Hannah On)- 
sim, ele tem certeza! não precisa de todo esse drama
(Anton On)- ah oi Hannah, as vezes vc aparece do nada
(Rudger On)- verdade (ele se vai se levantando devagar do caixão e Anton o ajuda)
(Hannah On)- 
tá, tá que seja, enfim, ANton agora vc vê que ele tá bem né?
(Anton On)- se precisar de ajuda com qualquer coisa me avisa tá! (ele diz pra Rudger e acaba nem ouvindo o que Hannah disse)
(Rudger On)- 
va-valeu, é assim que vc fala né?
(Anton On)- é (ele dá uma risada) 
(Hannah On)- 
aff... (ela revira os olhos)

(Narrador On)- 
do nada, Anton e Rudger param de rir e ficam se encarando, sorrindo um pro outro, eles não diziam nada, mas os olhares deles se comunicavam, só que eles não percebiam isso ainda, ou será que sim? de repente todos ouvem o barulho da pedra de passagem da cripta se abrindo, então Rudger diz preocupado

(Rudger On)- vc tem que se esconder!
(Anton On)- onde?
(Rudger On)- no meu caixão!
(Hannah On)- é, vai vai!

(Narrador On)- Rudger o ajuda a entrar e depois fecha a tampa do caixão, logo depois a voz de Tia Doroteia ecoa pela cripta e Anton ficou super nervoso de dentro do caixão

(Doroteia On)- olá sobrinhos!
(Hannah e Rudger On)- oi tia!
(Hannah On)- o que faz aqui tão cedo?
(Doroteia On)- eu vim procurar o Enrico e..... espera Rudger o que vc tá fazendo fora do seu caixão?
(Rudger On)- e-eu? é que eu.... to me sentindo um pouquinho melhor
(Doroteia On)- não de jeito nenhum, volte para o seu caixão!, se você continuar doente, eu tenho que continuar trazendo sangue pra você
(Rudger On)- mas tia eu...
(Doroteia On)- ande Rudger!, não teime comigo!

(Narrador On)- depois da ultima fala de Tia Doroteia, Anton ouviu passos se aproximando, e então alguém abriu a tampa do caixão, era Rudger, ele se acomodou ao lado de Anton, fechou a tampa com um sorriso meio bobo ele disse:

(Rudger On)- lembra que eu te disse que dava pra duas pessoas?

(Narrador On)- Anton meio apertado, arregalou os olhos, e ficou encarando Rudger, já fora do caixão Tia Doroteia perguntava para Hannah

(Doroteia On)- você viu o Enrico? ele estava me ajudando a procurar um bom humano e... quando eu me virei pra ver se ele tinha achado alguém, ele tinha desaparecido
(Hannah On)- não eu não o vi, mas posso te afirmar uma coisa, ele não está aqui (ela diz tentando fazer com que a tia fosse embora)
(Doroteia On)- 
você  não quer ir comigo?
(Hannah On)- QUE? nãão
(Doroteia On)- eu posso te ensinar Hannah, já tá na hora de parar com essa bobeira de não se alimentar de humanos!
(Hannah On)- tia!

(Narrador On)- já dentro do caixão, Rudger e Anton estavam se encarando, e então Rudger começou a segurar a risada, e Anton ficou indignado, e sussurrou:

(Anton On)- sério isso? do que você tá rindo?
(Rudger On)- é que... (ele riu mais uma vez) eu achei essa situação, realmente hilária! (ele também sussurra)
(Anton On)- 
Rudger!!! 
(Rudger On)- tá legal tá legal, parei (segundos depois ele segura a risada de novo)
(Anton On)- 
to vendo, como você "parou"
(Rudger On)- é que.. você morre de medo da Tia Doroteia!
(Anton On)- claro! você me diz que ela é a pior vampira da família, e quer que eu não tenha medo! ai! Rudger eu to todo apertado! eu quero mudar de posição
(Rudger On)- tá, pera vamos tentar (eles começam a se revirar e se mexer) ai! calma
(Anton On)- acho que estamos chegando a alguma coisa.... cuidado!

(Narrador On)- eles se reviraram, se mexeram, tentaram chegar a algum lugar e Anton acabou ficando por cima de Rudger, e tudo isso enquanto Tia Doroteia tentava convencer Hannah de ir com ela. Rudger e Anton estavam bem apertados, Rudger embaixo com as mãos na cintura de Anton, eles estavam pertinho um do outro, um nariz encostado no outro, Anton estava todo arrepiado, mas mesmo assim disse:

(Anton On)- tá vendo, piorou tudo!
(Rudger On)- aah não vai admitir que assim ficou bem mais confortável!
(Anton On)- é! talvez assim não seja ruim!
(Rudger On)- viu! (ele sorri deixando Anton mais arrepiado)
(Anton On)- 
será que agente vai ficar aqui mais muito tempo?
(Rudger On)- não sei....

(Narrador On)- depois de um tempo, os sons de conversas entre Doroteia e Hannah, tinham acabado, eles tinham ouvido o barulho da pedra da passagem, minutos depois o som dos passos de Hannah se aproximando e finalmente a tampa do caixão se abriu, quando Hannah deu de cara com eles dois tomou um susto, os dois agarradinhos, juntinhos, um em cima do outro, Hannah exclamou:

(Hannah On)- tudo bem?
(Anton On)- é... si-sim (ele se levanta apoiando as mãos nos ombros de Rudger)
(Rudger On)- 
tudo ótimo
(Hannah On)- tá, então saim logo daí! (ela diz num tom de ansiedade)

(Narrador On)- Anton se ergueu aos poucos e saiu, e Rudger veio logo depois, Anton estava meio tonto e suas pernas meio bambas, foi quando Hannah passou a mão no rosto dele e disse:

(Hannah On)- pobre Anton.... eu te levo pra casa
(Anton On)- valeu (ele diz enquanto esfrega os olhos)
(Hannah On)- 
então vamos (ela vai andando muito na frente)
(Rudger On)- 
então... espero que tenha gostado da sua visita ao meu caixão! (ele dá um risinho)
(Anton On)- 
coom certeeza (ele fala num tom sarcástico sorrindo)
(Rudger On)- 
tchau! (e eles se abraçam)
(Hannah On)- 
anda Anton vamos! (ela os interrompe de longe)
(Anton On)- 
então.... até sábado!
(Hannah On)- Anton!

(Narrador On)- o ar fresco da noite fez com que Anton recobrasse totalmente os sentidos, respirou fundo e se espreguiçou, Hannah que estava segurando ele por baixo dos braços e estava de cima olhando ele e sorrindo perguntou:

(Hannah On)- foi tão ruim assim? 
(Anton On)- ficar no caixão com o Ruudger? (ele dá uma risadinha boba e abre um sorriso) até que não
(Hannah On)- não??? (ela diz como se esperasse outra resposta)
(Anton On)- 
não, não foi tão ruim
(Hannah On)- entendi....

(Narrador On)- após isso, o voo inteiro seguiu em silêncio, nem um dos dois falou sequer uma palavra, mas de repente, Hannah falou bem alto e bem assustada

(Hannah On)- TÁ FECHADA!
(Anton On)- que?
(Hannah On)- A JANELA! ELA TÁ FECHADA!
(Anton On)- ah não! 
(Hannah On)- e agora? como você vai entrar? 
(Anton On)- esse não é o maior dos meus problemas! a janela fechada quer dizer que meus pais chegaram e viram que eu não to em casa! aahr o que eu vou falar pra eles?
(Hannah On)- é... boa sorte Anton...

(Narrador On)- Hannah o deixou atrás do prédio, quando Anton entrou na portaria, o porteiro noturno o olhou com cara de espanto, e disse:

(Porteiro On)- Anton? quando foi que você saiu? e como eu não o vi?
(Anton On)- foi na hora que você tava tirando um cochilo, viu isso que dar dormir durante o expediente né?

(Narrador On)- o porteiro ficou sem palavras para responde-lo, pois era verdade que ele vivia dormindo durante o expediente, Anton aproveitou e foi direto para o elevador, quando ele estava dentro do elevador esperando seu andar chegar, ele ficava pensando no que dizer aos pais, mas não pensou em nada, quando ele entrou pela porta ele passou pela sala, e... lá estavam eles, Célia estava sentada na poltrona, o olhando com um olhar perfurante, e seu pai sentado no sofá com o mesmo olhar, e logo depois a pergunta de sua mãe...

(Célia On)- eu posso saber, onde você ESTAVA?!
(Helton On)- e numa hora dessas?
(Anton On)- eu... eu.... eu estava no vizinho, do apartamento aqui do lado!
(Célia On)- OQUE DIABOS, VOCÊ ESTAVA FAZENDO NO VIZINHO?
(Anton On)- é que... quando vocês estavam fora, acabou a luz!, e eu fui no vizinho perguntar se lá também tinha acabado, ou se tinha sido só aqui em casa
(Helton On)- e você não conseguiu perceber isso, pelas luzes do corredor do prédio?
(Anton On)- pois é, eu não pensei nisso na hora! agora, me deem licença, que eu vou para o meu quarto, boa noite! (e ele sai o mais rápido possível dali) 
(Célia On)- 
essa história tá muito mal contada!
(Helton On)- concordo!

(Narrador On)- no dia seguinte, enquanto Anton andava pelos corredores do colégio, Clara esbarrou nele com o ombro de propósito, Anton ignorou o ato, ele estava mais focado e ir até o comitê de teatro, quando ele chegou no Teatro dá escola estavam todos sentados em círculo no palco:

(Anton On)-  o-o-oi (todos o olharão) eu gostaria de entrar no comitê

(Narrador On)- uma menina, chamada Elisa se levantou, ela tinha os cabelos pretos, olhos verdes, pele clara, ela usava o uniforme da escola só que ao invés de um tênis, ela usava uma bota preta de couro, então ela fez um sinal com as mãos chamando ele pra cima do palco, e Anton foi, quando ele chegou lá em cima ela disse:

(Elisa On)- qual é o seu nome?
(Anton On)- Anton
(Elisa On)- o meu é Elisa!
(Anton On)- eu sei
(Elisa On)- sabe?
(Anton On)- sim, você está em todas as peças do colégios 
(Elisa On)- enfim... você atua? 
(Anton On)- acho que..... não
(Elisa On)- vc escreve? é criativo?
(Anton On)- eu posso trabalhar nos bastidores ou coisa assim
(Elisa On)- espere um segundo

(Narrador On)- ela volta pra roda, todos dá roda se juntam, e ficam cochichando alguma coisa, por um tempo, depois ela se levanta vira pra ele e diz:

(Elisa On)- Anton, vc tá dentro!
(Anton On)- sério? 
(Elisa On)- sim! nós lembramos que você, é aquele menino que tá sempre lendo no intervalo, isso pode nos ajudar muito!
(Anton On)- que bom, eaí por onde eu começo?
(Elisa On)- nós todos estávamos aqui decidindo sobre o que vai ser a peça, senta aqui na roda!
(Anton On)- então, qual foram as ideias que vocês já tiveram?

(Narrador On)- uma outra menina, que tinha os cabelos loiros, e olhos bem azuis com uma pele clara mas um poco morena de sol, o nome dela era Summer, ela disse:

(Summer On)- a verdade é que nós estamos, MUITO atrasados em relação a peça, porque se ainda não sabemos o tema e sobre o que a peça vai ser, nós não podemos montar cenários, não podemos escolher as musicas, escolher os figurinos, tudo isso tá um caos!
(Elisa On)- pois é!
(Anton On)- caramba que complicação!

(Narrador On)- enquanto isso na cripta, Rudger estava dormindo dentro do caixão, ele se remexia um pouco, ele estava tendo um sonho....
Rudger andava pela floresta, como se tivesse perdido, não sabia pra onde ir, ele tentava voar e não conseguia, ele começou a ouvir um barulho era um barulho de aguá corrente, ele foi seguindo esse barulho e então ele saiu do meio da mata, e chegou até a beira de um lago com uma cachoeira linda, as águas do lago eram lindas e cristalinas, Anton estava lá, ele estava do outro lado do lago e Rudger começou a chama-lo, mas Anton não o respondia, Rudger começou a ir até Anton ele foi correndo entrando no lago, mas quanto mais ele tentava mais ele afundava, e ele continuava correndo e indo, mas fundo, ele tentava chegar até Anton e quando viu ele, estava completamente, mergulhado em baixo da água, e como a água era bem transparente, ele conseguia ver Anton assistindo ele afundar, até que a água começa a entrar no pulmão dele e.....
Rudger acorda, bate a cabeça na tampa do caixão e grita:

(Rudger On)- ANTON! (ele abre a tampa do caixão e Enrico estava lá)
(Enrico On)- 
quem é Anton?
(Rudger On)- é......

(Narrador On)- a pergunta é: o pesadelo começou quando ele estava dormindo ou quando acordou? enquanto isso no teatro da escola todos falavam ao mesmo tempo, cada um com uma ideia diferente, ninguém se entendia:

(?)- essa peça não vai dar certo
(?)- concordo
(?)- não diga isso 
(Elisa On)- é gente não falem isso
(Summer On)- nós vamos conseguir 
(Anton On)- GENTE (todos o olham)
(Elisa On)- 
fala!
(Anton On)- e se... a peça.... fosse sobre...... vampiros....





 

 

 

 

 


Notas Finais


eaiii genteee o que acharam? espero que tenham gostado kkkk dessa vez eu tentei fazer um capitulo maior já que tenho feito alguns bem curtinhos né, amo vcs amo Um Vampiro e Eu, beijuh de marola pra vcs


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