História Um Vampiro Em Minha Vida - Capítulo 51


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Categorias Saint Seiya
Visualizações 99
Palavras 2.781
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 51 - Capítulo 51


Mais tarde naquele dia, Genbu se arrumava para sair com seu "rolo". Ele teve a nítida certeza de que o indiano não gostava daquele tipo de filme. Mas quem sabe agora, o garçom parava de lhe olhar daquele modo. Fudou parecia que iria lhe decorar a qualquer minuto.

Com o indiano a coisa era pior... Ele detestava filmes de terror. Não importa se fosse com sangue ou psicológico, terror, definitivamente não era com ele. Mas hoje abriria um excessão... Apenas hoje!

Fudou olhava a foto que tiraram no dia que foram na Torre Eiffel. Ele então virou a foto e viu um nome junto de um número. Ele sorriu ao ver aquilo. Mas se quer ligou para o chinês. O indiano se levantou da cama e separou uma roupa que não fosse de sua terra natal. Se vestiu aos moldes da população francesa. Mesmo estando no verão, fazia um vento gelado. Escolheu um casaco quente, mas que fosse apropriado para aquele clima. Uma calda quente, botas masculinas, é uma blusa de manga comprida.

Caminhou até o banheiro e se despiu. Tomou um banho, lavando seu cabelos, enxagou as madeixas e o corpo com o sabonete e saiu, enrolando a toalha em seu quadril. Secou-se e se vestiu. Desembaraço os cabelos e usou um secador de cabelos.

Com tudo pronto, era só esperar pelo ruivo, que poderia aparecer a qualquer momento...

__X__

Como ainda era cedo, Saga acordou da brincadeira que teve com marido, com muito desejo. Ele olhou para o lado e viu se marido dormindo, com o braço direito em volta da sua cintura. O geminiano se viu e encarou o rosto adormecido do castanho. E como ele era lindo! Aiolos parecia um anjo. Ele tinha a face serena e nem parecia aquele fogoso quando o queria. Os traços de homem daquele rosto, fazia qualquer um suspirar. Saga passava a mão pelo rosto áspero. Ele achou graça do mais velho, ter a barba por fazer. Ela arranhava a palma de sua mão, fazendo cócegas. Ele imaginou o mais velho, roçando a barba em sua pele. Saga ficou ainda mais sedento ao se imaginar com o mais velho e ele lhe raspando aqueles pelinhos em sua pele. Saga chegava a se arrepiar. Ficou tocando o rosto do mais velho até que ele acordou.

- Olá meu amor! 

- Oi... Aiolos eu estou com desejo!

- Desejo? Desejo de que, amor? Não é nenhum daqueles desejos estranhos que você tem, ou é?

- Não! - Riu. - Tenho desejo de sangue.

- Vou caçar para você então. Deixe só eu me arrumar!

- Não é desejo de presas! É desejo de sangue! Do seu sangue! Me deixa... Beber?

- ... - Ele sorriu malicioso. - Então quer o meu sangue? Tenho um vampiro em minha vida e ninguém me contou? - Ainda no tom malicioso. - Sou todo seu Saga!

Saga lambeu os lábios e seus olhos ficaram vermelhos. Seu marido sentou-se na cama e o colocou em seu colo. O geminiano soltou um leve gemido, pois sentiu o gozo do marido escorrer pelas pernas. O menor aproximou os caninos afiados da jugular do castanho, mordendo. O líquido rubro era sugado e Saga matava seu desejo do sangue do esposo. O castanho gemia rente ao ouvido, enquanto procurava o casulo escondido de seu consorte por entre as nádegas pouco separadas. 

O primeiro dígito escorregou para dentro, fazendo com que o menor gemesse rouco. Ele tirou as presas afiadas do pescoço do marido e o fitou. Saga ficou próximo dele como se fosse beija-lo e acabou indo para o mamilo esquerdo, onde ficou os caninos, e mamou. Aiolos jogou a cabeça para trás e abriu os lábios. Saga o mamava, como um bebê fazia para tomar o leite materno. Seu esposo se sujou de propósito com o seu sangue, e afastou, passando a língua, melhorando os pequenos furos.

O coração do castanho quase saía pela boca ao ver seu pequeno marido, passar a língua em volta dos lábios, "limpando" o líquido rubro, mas no entanto, espalhando ainda mais. Aiolos então, passou a sua língua onde Saga tinha se sujado, limpando o cônjuge. As línguas se tocavam, num beijo fora da boca. Até que o mais velho ouviu o pedido do mais novo.

- Ainda... Estou com desejo... Será que você pode... Esfregar seu rosto na minha pele? 

- Mas você está se saindo um safadinho de primeira! - Roçando a barba rala no rosto do azulado. - Assim?

- Aah... Eu... Eu tenho um bom professor! Hmm... - Ele passava as unhas pelos mamilos amarronzados do marido, os deixando rígidos.

Saga jogava sua cabeça para trás, dando acesso total para Aiolos, em seu pescoço, que não parava de arranjar a pele arrepiada. O castanho levou mais um dígito ao interior melado e quente do esposo. Saga rebolava nos dedos, querendo mais. 

Mais um dedo entrou em seu interior. Somando agora três que lhe traziam ainda mais prezer. O azulado sussurrava querendo ainda mais. Seu marido, meteu o quarto dedo nele. Saga fincou mais forte as unhas na pele morena do amado. Mas Aiolos não parou! Jogou seu esposo na cama e penetro-lhe seu último dedo. O mais novo gritava de prazer e corpo se arrepiava. O sagitariano não parava de meter e muito menos, de raspar sua barba rala no corpo de Saga, observando os pouco pêlos azuis se eriçar.

Mas ele não tinha a menor vontade de vontade. Aiolos retirou os dedos do interior apenas para se levantar e pegar um óleo lubrificante perfumado. O cheiro de sândalo invadiu o lugar, deixa do tudo mais envolvente. Ele passou o óleo nos dedos, na mão e parte do seu braço, e passou um pouco na entrada do geminiano. Voltou a meter os cinco dígitos um a um, ouvindo os gemidos de Saga recomeçando. Impôs um pouco mais de força, e viu sua mão sumir. Ele observava cada reação do cônjuge, que se segurava com força nas roupas de cama. Esperou que Saga se acostumasse e continuou. Colocando parte de seu braço no canal do consorte.

Saga o olhava com as lágrimas escorrendo pela sua face. Doía, mas era muito bom. Tocou no rosto do marido e o puxou para beija-lo na boca. Aiolos começava a mover o braço em movimentos de vai e vem, levando o azulado a loucura. O geminiano até revirava os olhos em puro prazer que sentia. Até que os movimentos ficaram mais rápidos. O castanho movia com certa força ouvindo os gemidos melosos de Saga. Ele dava mais algumas estocadas e retirou o braço, substituindo pelo membro. Parecia que ele estava ainda maior que dá outra vez que brincaram. E isso agradava o jovem geminiano.

Saga sentia o homem se movendo em si até que se retirou do interior quente o colocando de quatro na cama. O azulado gemeu em protesto por ele ter parado. Foi então que sentiu o mais velho, roçando a barba por suas costas quando o beijava. Foi descendo o carinho e ao encontrar o casulo um pouco alargado, Aiolos sorriu. Ele deu o beijo grego em seu esposo sentindo-o contorcer todo o seu corpo e se empurrando para trás. A língua do sagitariano o penetrou, brincando com o interior e sentindo o gosto dele. 

Foi então que ele parou e deixou o consorte de quatro e o penetro-lhe, movendo-se forte, fundo e rápido. Saga apenas gemia pedindo por mais. Ele parou e saiu apenas para deitar o garoto de frente para si, voltando a invadi-lo. Aiolos o mordeu no pescoço e sentia que seu cônjuge o acompanhava. O geminiano teve seu prazer triplicado. 

O orgasmo chegou como uma bomba. Aiolos melava mais uma vez o interior com seu sêmen  Saga jorrava o teu por entre os corpos. Mas sem dúvidas, aquele fora o melhor. O jovem sentia suas pernas bambas como da primeira vez em que fizeram amor. 

Aiolos deixava o corpo de Saga que gemeu em protesto e se deitou ao seu lado. Ele acariciou a barriga, onde seu bebê se mexia diferente.

- E-eu te... Machuquei?

- Não!... F-foi per-perfeito! - Ele tentava regular a respiração ofegante. Saga sentia o sêmen escorrer de seu interior e o suor escorria pelo corpo. 

- Não... Não m-machuquei nosso filho? 

- Ele está bem! Apenas sente o... O que sinto.

- E o que você sente?

- ... - Saga se virou de lado e encarou o marido e sorriu. - Felicidade! Amo nossos momentos juntos! - Ele olhou para baixo e viu que o membro de Aiolos ainda pingava.

Ele levou o dedo indicador e colheu aquele gota, levando aos lábios. Chupava o dedo, como se estivesse tomando um picolé extremamente delicioso.

- Coloque ele de volta em mim, ma-ri-do!

- Seu safado!! - Aiolos sorriu, malicioso, porém cansado. Ele elevou uma das pernas de Saga e voltou a entrar nele, escutando um gemido rouco.

O casal se beijou lentamente e ficaram de olhando. O sono veio para Saga que se encolheu nos braços do homem que ama.

__X__

Genbu tinha ido na casa de Fudou lhe buscar para irem ao cinema. O filme escolhido fora The Nun. Ou A Freira. Fudou já não gostava filme desse gêneros e agora ainda envolvia freiras? Talvez ele nunca mais passaria perto de uma assim que o filme acabasse.

Com as pipocas e refrigerantes comprados, e os ingressos na mão, Genbu chama o indiano para irem para a sala. A sala tinha pouca iluminação como se é para ter numa sala assim. Eles caminharam até o lugar marcado no ingresso. O chinês estava calmo demais para quem iria ver um filme de terror. Já o indiano... Gostaria de sair de lá correndo! 

Quando o filme acabou, Fudou estava agarrado no braço forte do libriano que ria do jeito dele. Genbu e metade dequele cinema riram o tempo todo. Já ele e uma pequena parte, pulanvam e se encolhiam em algumas partes. 

O "casal" esperou um pouco e depois saíram para usarem o banheiro. Após terem esvaziado suas bexigas,  a dupla foi jantar. O ruivo comentava sobre o filme, animado e o moreno só falava "uhum", "aham", "hm"... Realmente não gostava aquilo. Ele só tinha certa paz quando o ruivo passava seu braço por seu pescoço, o trazendo para mais perto. 

O ruivo dirigia o carro até a casa do moreno. Ele iria deixá-lo lá e ir pra casa, mais teve que mudar os planos quando este viu o homem ao seu lado congelar quando viu uma freira andando na rua.

- Ei! Era só um filme! Me desculpe. Eu não sabia que tinha medo de filmes desses gêneros.

- Está tudo bem! Não se preocupe. Mas... S-será que posso te pedir um favor?

- Depende! Qual seria?

- Você ficaria aqui comigo?

- Como você é medroso! - Riu. - Tudo bem! Vou só avisar meu pai. - E mandou uma mensagem de texto para o chines. - Pronto!

- Obrigado! E desculpe por isso!

- Desculpe a pergunta, mas... Porque você tem tanto medo? É só um filme!

- Eu sei... Mas... Digamos que eu já presenciei algumas cenas de filme de terror. E eram comigo. Senão se importa, não quero falar disso!

- Desculpe se te fiz lembrar de algo!

O ruivo parou o carro na frente da casa e desceu, seguindo o moreno que já entrava e esperava o outro. O interior da casa era repleto de cores quentes. Bem típicas da Índia. Fudou para o seu quarto, alegando que queria tirara aquelas roupas. Ele voltou um tempo depois cestinho um pijama de frio agradavel, na cor cinza.

- Neutro?

- Desculpe?

- Seu pijama... É cinza! Ou seja é neutro! Achei que fosse vestir ao... Vibrante...!

- Cores vibrantes já estão em minha casa. Só de entrar aqui, eu já fico com calor! E são por causa dessas cores!

- Entendo! E o que quer fazer agora?

- C-como assim?

- Quer conversar, assistir algumas coisas, dormir?

- "Você... É estranho!" - Pensou. - Não sei. Geralmente, eu chego bem tarde do trabalho e vou deitar. Ainda é cedo e não o que fazer.

- Quer uma sugestão?

- ...? - Ele olhou para o ruivo que se aproximou de si. 

Eles se fitaram por um tempo, até que Genbu agiu por impulso, o enlaçando pela cintura, juntando seus lábios. Fudou piscava várias vezes, não entendendo mais o que se passava na mente do ruivo. Ele soltou vários "foda-se" mentalmente e começou a corresponder ao ósculo.

__X__

As tropas de Mu e de sua esposa já estavam todas reunidas e seguras. Eles refaziam as recontagens para ter uma estratégia de batalha sem perder mais ninguém.

Ao fundo, Milo vasculhava o corpo do esposo em busca de algum ferimento. Camus sorriu com a preocupação do amado.

- Ainda bem que não temos filhos, Milo! Acho que você iria ficar em casa bem escondido.

- É claro que ficaria, ágape! Não ia permitir que você e nosso filho ou filha fosse para uma guerra, sem nem ao menos saber se vamos ganhar! E ainda bem que VOCÊ, não está grávido!

- E quem disse que nós não podemos engravidar?

- Camus você é um...

- Não Milô! Nós podemos sim ter filhos! É só achar uma barriga solidária. Ou barriga de aluguel como você quiser chamar!

- Quer dizer que...

- Eu aceito ter um filho com você, Milo! Não sou um doncel, ou eu já tinha uma penca de filhos espalhados pelo mundo! Mas podemos usar o nosso material genético. Mas eu só aceito quando essa maldita guerra acabar!

- Ah Camyu!!! Eu te amo!!

- Eu também, meu amor!

Enquanto o casal "conversava", Aldebaran checava os sobreviventes e feridos. Por hora, haviam pouco feridos. Mas mortos... Eram em uma boa quantidade.

Mu checava sua esposa. Ela estava muito bem, obrigada! O sangur em seu corpo eram dos inimigos. Yuzuhira queria mesmo era um bom banho e trocar as vestes ensanguentadas.

__X__

Os exames de Kanon iam muito bem. E como Albafica disse, o sangue de Aiolia era uma solução. Mas ele ainda sofria com o veneno de Radamanthys em seu corpo. 

Já seu bebê, crescia forte em seu ventre. Coisa que deixava Aspros e Albafica espantados. Aquela criança pequenina lutava de tal forma, a fim de se desenvolver para nascer. E até agora, não tinha sinais de que nasceria com algum problema. Mas mesmo assim, Kanon seguia sempre monitorado. E sempre repousando.

E agora não era diferente. Kanon estava no quarto que dividia com o noivo. Ele tinha um livro nas mãos alheio a sua volta. Aiolia entrou trazendo algo para ele, que se quer percebeu o leonino entrar.

- Kan... Trouxe algo para comer!

- Não quero! Estou sem fome!

- Mas precisa comer. Eu jurei que lhe faria comer. Ou seu tio vem aqui e te faz engolir de goela abaixo.

- Tá... Me convenceu! Mas eu queria outra coisa!

- E que seria?

- Sangue!

- Quer que eu vá caçar para você?

- Na verdade... Eu necessito do seu sangue, Aiolia! Mas eu vou comer o que me trouxe!

- Se você comer, te dou um pouco do meu sangue.

Ele olhou para o noivo e sorriu. Kanon se levantou e se aproximou da mesa com a comida. Sentou-se na cadeira e passou a se alimentar. Ao terminar, ele volta para a cama, pegando o livro, continuando sua leitura.

- Não vai querer meu sangue?

Kanon olha para o mais velho e o faz se sentar no colchão de frente para si. Mas o leonino fica atrás deste e fez um pequeno corte no punho, levando aos lábios do gêmeo de Saga, que aceitou.

Kanon dava algumas coladas daquele líquido se sentindo melhor. Desde que tivera aquele início de aborto, ainda não tinha se recuperado. E agora parecia melhor. Ele soltou o punho aberto e o fechou quando a língua passou pelo corte.

- Está Melhor?

- Um pouco melhor sim! Obrigado! Mas... Vamos mesmo ficar aqui? Até que a criança nasça?

- Pelo visto sim! Vamos perder o nascimento do nosso sobrinho, mas será por uma boa causa. Eu pedi ao meu irmão nos mandar notícia!

- Saga fará a mesma, mas até agora nada! Queria saber se a barriga dele aumentou. A minha continua tão... Lisa... Chego a pensar que não tem nada aqui!

- Bobagem! É assim mesmo! No começo é assim mesmo. O bebê começa a pegar peso nos últimos meses. Até lá, curta a gravidez com calma!

Conversaram um pouco mais até Kanon sentir sonolência. O leonino o ajudou a se deitar e ficou ao seu lado, acariciando a barriguinha lisa do seu noivo.

 


Notas Finais


PS: ainda não vi esse filme...e não sei se veria a freira kkkk 😱😱 na verdade..ando por fora...esse filme já saiu :v kkkkkkkkkkkkkkk mas se não saiu, finge que sim kkkkkkkkkkkkkkk 😂
Certo...o filme.e sai só em setembro/outubro...acabei de ver aqui xD
Por enquanto é só uehuehue inté mais!!


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