História Uma alma corrompida pode encontrar a felicidade. - Capítulo 11


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Chara, Doggo, Flowey, Frisk, Grillby, Mettaton, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne
Tags Drama, Fantasia, Ficção, Frans, Luta, Romance, Suspense, Tragedia, Undertale, Universo Alternativo
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Palavras 1.836
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Eu vou fazer tudo o que não fiz na primeira vez.


Fanfic / Fanfiction Uma alma corrompida pode encontrar a felicidade. - Capítulo 11 - Eu vou fazer tudo o que não fiz na primeira vez.

Eu acordei de manhã e reparei que ele não estava ao meu lado, me levantei e andei pela casa o procurando. Quando eu ouvi um barulho no chuveiro, eu fui lá ver e reparei que a porta estava escorada e quando fui pegar a maçaneta, Sans aparece só de toalha. Eu Corei e fiquei sem saber o que fazer.

Sans — Frisk, vamos fazer aquilo de novo? — ele falou tocando o meu rosto e se abaixando para tomar os meus lábios.

Eu coloquei a minha mão fechada no meio dos meus peitos e balancei minha cabeça de forma positiva, então ele tomou os meus lábios apaixonadamente, ele pegou-me no colo e me levantou como se fosse o bebê, ele parou de me beijar e passou a beijar meu pescoço enquanto isso eu olhava a toalha dele que caiu no chão, ele me levou no quarto, me colocou cuidadosamente na cama, e tomou os meus lábios novamente, passando a mão em minhas coxas, as acariciando.

Toque de celular*

O maldito celular tocou na hora, Sans continuou me beijando e pegou o celular que estava no seu lado, ele não queria soltar os meus lábios para atender o celular, mas a falta de ar se veio presente, ele parou de me beijar e sentou na cama, falando com a Toriel e explicando do por quê ele ter feito aquilo no casamento.

Eu sai da cama, mas ele segurou minha mão e me olhou com um olhar de cachorro abandonado, eu dei um leve riso e ele soltou minha mão e deu um sorriso meigo, eu corei e desviei o olhar com vergonha, e sai quase correndo dali para preparar o café da manhã. Ele desceu vestindo já uma bermuda e comeu o café da manhã. Eu me levantei para lavar os pratos e ele me perguntou: —" quer assistir filmes?"; eu concordei e ele foi alugar os filmes.

Ele voltou para casa com vários filmes na mão e começamos a assistir no sofá, o primeiro filme foi de terror de um palhaço assustando crianças, eu não consegui assistir sem ta de mãos dadas; O segundo foi um filme de ação e corrida, cheio de pessoas que tem sua própria função e um grande traficante, essas pessoas eram corajosas e roubaram de um traficante; O terceiro filme foi de romance, graças não teve cenas de sexo; já estava anoitecendo quando assistimos o quarto, ele era de terror e no meio do filme os personagens começaram a se pegar e foram para cama e estavam transando... Foi muito vergonhoso que eu até desviei o olhar para o chão e comecei a mexer no cabelo deixando ele atrás de meus ouvidos, foi aí que eu resolvi olhar para o Sans, quando olhei para ele, ele estava olhando para mim, nossos olhos se encontraram e começamos a nos encarar, ainda com os personagens transando. Sans desligou a televisão e veio para mais perto de mim timidamente, ele virou o seu rosto para mim e ele estava corado como eu, eu aproximei o meu rosto do dele e ele abriu a boca, colocando sua língua para fora eu fiz o mesmo e começamos a nos beijar, entrelaçando nossas línguas a busca de espaço, até que a falta de ar se veio presente, quando íamos se separar, eu chupei sua língua que estava na minha boca, causando um prazer enorme aos meus lábios. Ele me deitou lentamente e com cuidado ficando no meio de minhas pernas, ele começou a me observar com o seu olho azul brilhando, foi aí que reparei que não estava somente seu olho brilhando, tinha também outro brilho mais intenso que vinha de sua alma, eu nunca tinha visto a alma de Sans tão brilhante. Ele se abaixou e começou a beijar meu pescoço e dava leves mordidas, eu tomei coragem e levantei um pouco sua camisa e comecei a acariciar seus ossos nas pontas dos dedos, ele gemia baixinho. Eu queria muito ver a alma de Sans, então fiz questão de tirar minhas mãos de seus ossos, e passei por baixo, chegando nas costelas eu aproveitei e peguei a alma que estava no meio de suas costelas, ele gemeu. Sua alma era quente e incrivelmente macia, com um tom de azul muito intenso que brilhava a cada carícia que eu dava. Sans parou de me beijar e segurou o braço do sofá. Eu comecei a fazer carícias, seguidas de massagens, os seus gemidos preenchia meus ouvidos e me fazia ficar cada vez mais excitada.

Sans — Pode fazer o que quiser, minha alma é toda sua. — ele falou entre gemidos.

Coloquei a alma para mais perto de minha boca e comecei a assoprar, ele gemeu o meu nome bem mais alto, isso incentivou me e comecei a lamber sua alma, era tão macia que me dava vontade de morde-la. E involuntariamente, em meio de tanto prazer, deixei minha alma aparecer, ele a pegou e se levantou de cima de mim, com minha alma na mão, ele começou a lamber, me fazendo sentir varias lambidas em torno do meu corpo todo, eu soltei a alma e comecei a gemer o apertando entre minhas pernas. Ele observando minha reação colocou a minha alma dentro da boca e foi a massageando entre os dentes, eu arfava e gemia descontroladamente. Então senti que eu estava chegando ao orgasmo, e tentei falar seu nome, mas gemi e gozei. Ele colocou minha alma para fora de sua boca, ela estava derretendo com tanto prazer, minha alma foi tomada por me que a fiz desaparecer, ele se sentou no sofá e esperou eu recuperar o fôlego, quando viu que eu estava mais calma, me beijou e começou a tirar minha camisa, ele tirou e segurou em minhas costas e aproximou minha barriga e seios para mais perto dele, eu arquiei minha cabeça para trás e o mesmo começou a beijar meu pescoço e por fim lambeu o mesmo, fazendo-me arrepiar, ele tirou meu sutiã e começou a lamber meu seio o chupando, eu continuava arrepiada. Ele começou a me beijar, tirando minha saia e deixando-me só de calcinha, ele parou beijo e começou a beijar o meu pescoço descendo até minha calcinha, beijando minha parte intima que ainda estava coberta pela calcinha. Ele com uma das mãos tirou minha calcinha, fazendo minha parte intima ficar amostra, ele beijou e começou a chupar meu clitóris, me fazendo arfar e gemer seu nome, segurei sua nuca, pedindo para ele continuar, ele fez minha vontade, mas dessa vez foi com a língua lambendo toda minha parte íntima, eu me contorcia e gemia de prazer e quando eu já estava chegando ao orgasmo, ele me deu um chupão para finalizar o serviço e eu gozei em sua boca, ele engoliu o líquido viscoso. Eu estava ofegante, ele me levantou e me colocou em seu colo e eu senti um volume em meio a suas calças, ele me beijou rápido e com sua mão deslizou o meu corpo, chegando em minha parte intima e com seus dois dedos ele penetrou em minha parte intima e começou a penetrar com mais força, eu arfava sem segurar e gemia descontroladamente, ele fazia um movimento que parecia que ele estava enfiando o seu membro em mim, mas não era, ele me masturbava e via minha reação até ele conseguir o meu segundo gozo, eu gozei em seus dedos e arquei as costas para trás, ele me segurou para não bater a cabeça no braço da cama e com a mão sem o melado abaixou o calção e vi o membro dele duro querendo prazer, ele pegou os dedos melados e passou ao redor de sua glândi enquanto eu o observava. Quando ele terminou, eu levantei e o deitei lentamente no sofá e cobri o seu membro, falei em seu ouvido sussurrando:

Frisk — Ontem eu deixei você me dominar, mas hoje eu irei te dominar.

Eu sorri maliciosamente e ele retribuiu o sorriso e comecei a sentar no membro dele e Rebolei enquanto o mesmo estava coberto pela bermuda. Fiz movimentos circulares, fazendo o mesmo gemer e senti seu membro começar a ficar molhado, e então desci de cima dele e puxei para baixo a bermuda e vi que ele estava desejando muito, comecei a masturba-lo, vendo ele gemer me fazia ficar mais excitada, quando percebi que ele estava gemendo bem mais alto que o normal, comecei a aumentar os movimentos até ele gozar em minha mão, eu lambi ela. Ele estava arfando a procura de fôlego, eu beijei ele rapidamente para não deixar ele mais cansado, me sentei encima do membro, o penetrando divagar, esperei ficar acostumada com o membro dentro de mim, quando me acostumei comecei a rebolar em seu membro, segurei a cabeceira do sofá e aumentei a velocidade do vai e vem, eu arfava enquanto fazia isso, gemia bem alto para ele ficar mais de excitado, ele gemia alto também, então ele gozou dentro de mim, ele estava cansado e eu também, rebolei um pouco e gemi, tirei lentamente o membro dentro de mim e gemi ao fazer isso, eu deitei em cima dele, esperando ele ficar mais calmo e acabei dormindo encima do mesmo. Acordei em plena noite, ele estava com as mãos encima de mim, me abraçando e dormindo profundamente, eu observei um pouco o rosto do meu amado e sai de cima dele devagar para não o acordar, fui ao banheiro e tomei banho troquei de roupa e sai para fora, ver o céu estrelado.

Seria um pecado deixar de ver aquele céu tão bonito, fiquei sozinha lá olhando para o céu, pensando no Sans e pensando que tudo parecia ser um sonho, nem notei que já tinha passado horas e eu estava ali, sai de meus pensamentos quando ouvi passos atrás de mim, era o Sans com uma nova bermuda e aparentava já ter tomado banho. Ele segurava o seu microscópio e vinha a minha direção sorrindo.

Frisk — Parece que aconteceu algo de bom contigo.

Sans — Sim, ter me casado com você.

Eu Corei e ele riu.

Ele colocou o microscópio ao meu lado, e ficou vendo através dele, deixando o focado nas estrelas, quando ele estabeleceu o foco, me pediu para olhar elas, eu fiz como ele pediu.

Frisk — Que lindo.

Sans — Não mais que você.

Eu Corei vendo as estrelas.

Sans — Obrigado.

Frisk — Por que esta agradecendo?

Sans — Por tudo, por ter se declarado, por ter ficado ao meu lado, por fazer eu me esquecer da dor que eu tinha, por me fazer esquecer da Toriel.

Ele veio até mim e me abraçou, olhou em meus olhos e falou:

Sans — Sabe, quando eu via as estrelas eu achava elas lindas, mas acabei enjoando delas, mas quando eu estou com você, elas parecem brilhar mais e sua beleza ultrapassa de qualquer uma delas, você faz tudo ficar bonito com o seu brilho.

Ele pegou em minha nuca e seus dedos adentraram em meus cabelos, ele me deu um beijo na testa.

Sans — Eu te amo mais que tudo.

Eu sorrir e falei:

Frisk — Eu também meu esqueleto favorito.


Notas Finais


Obrigado por lerem e agradeço por favoritar.


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