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História Uma Aposta de Sentimentos - Padackles - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oi gente bonita, como estão vocês ?😊
Espero que bem, e que estejam se cuidando em meio à pandemia ☺

Eu não ia postar esta história tão cedo, porém a curiosidade bateu mais alto e bem, ela ainda está em produção.

Mas eu também queria mto compartilhar ela com vcs ✌

Também não vou abandonar minhas outras fics ok, relaxem 😌

Alguns avisos:
↪ NÃO terá hot, lemon ou algo do tipo
(Desculpem, espero que não deixem de ler por causa disso 😩)
↪ As estrelas protagonistas, ou seja, J2 terão 17 anos na história ok?
↪ A fic provavelmente terá menos de vinte capítulos
↪A capa é de minha autoria e a história também. Exceto, as imagens que foram retiradas da net.

Bem... É isso, espero do fundo do meu ❤ que gostem
E desculpem os erros ortográficos 😘

🌸❤

Capítulo 1 - Piloto


Fanfic / Fanfiction Uma Aposta de Sentimentos - Padackles - Capítulo 1 - Piloto

Austin, Texas;

Férias de Verão;

O som da música eletrônica ecoava pelos arredores da mansão Ackles, em um volume relativamente alto mas que também era baixo demais para as altas risadas, gritos e algazarras dos jovens, que em menos de uma hora da festa, a maioria já estavam bêbados e drogados o suficiente, se divertindo com a música e as luzes coloridas. Todo ano, antes do início das aulas eles organizavam uma festa, e fizeram desta, à festa de volta às aulas mais badalada e porque não, intensa.

Agradecimentos ao jovem Jensen Ackles, que foi o anfitrião do ano. Exatamente nos últimos anos, somente as turmas do ensino médio da High School Johnson organizam uma festa própria na casa de um aluno escolhido por votação, e o deste ano, foi o Jensen. Detalhe, só existe uma regra nesta festa: Proibido pais e adultos! 

Talvez este seja o maior gostinho de liberdade que eles têm neste momento, sem pais para incomoda-los ou deixa-los de castigo. Este pensamento faz o loiro sorrir, se achando um gênio por ter dado à ideia para seus pais – Jeffrey e Samantha – fazerem uma viagem para comemorar seu aniversário de vinte anos de casamento, e assim ter a casa só para ele.

O loiro desce as escadas andando entre as pessoas que estavam dançando no salão, pegou um copo de plástico vermelho que pelo cheiro do conteúdo já descrevia ter álcool. Olhou ao seus redor, e se dirigiu aos seus dois amigos – Tom e Alexander – que estavam sentados no sofá.

– Jen, amigo, você se superou dessa vez, hein. – comenta Tom, bebendo mais um gole.

– Ele tem razão. Essa festa está incrível! – completa Alex, olhando ao redor da sala de estar onde estavam.

– É o nosso último ano. Temos que comemorar! – o loiro sorri e com sua bebida fez brinde com seus amigos.

– Jensen, tem uma loirinha olhando pra você. – o loiro olha em direção aonde ela estava, e deu uma piscadela que fez a garota ficar alegre e corada.

Jensen é um dos estudantes mais populares e com maior renda familiar de sua escola – mesmo  estudando em uma escola pública – afinal seu pai e mãe, são um empresário e uma advogada de excelência.

Ou seja, sempre teve tudo o que quis em um piscar de olhos, mesmo que às vezes se sentia entediado. Desde pequeno à riqueza de seus pais e a sua popularidade na escola e com seus amigos sempre foram a prioridade para ele, mas às vezes ele se perguntava se era só isso que o seu destino tinha à oferecer. 

Ele olha mais uma vez para a garota loira, pele clara e cabelos lisos e brilhosos, com um vestido florido. Sim, ela era muito bonita e tinha que aproveitar o momento.

– Bem, eu tenho que me divertir também! – comenta risonho com um sorriso malicioso.

– Então aproveita, porque senão o Tom vai aproveitar. – ambos riem, continuando curtindo a festa, enquanto Jensen vai em direção à garota e começa a paquera-la. Sem imaginar que seu pai continuava ligando pro seu celular, estando em outro continente.

Bandera, Texas;

O garoto Jared Padalecki havia terminado de arrumar a sua última mala para viajar no dia seguinte. Sentia sua barriga ter milhares de borboletas quando pensava nisso. Iria morar na capital da Estrela Solitária, onde iria terminar o seu último ano escolar e ingressar-se na faculdade. Tinha tamanha felicidade que nem cabia dentro de si, ia conhecer áres novos, pessoas novas.

Desvencilha-se de seus pensamentos quando escuta sua mãe o chamar, indo em direção à ela que estava na cozinha da casa, colocando o jantar na mesa.

– Já arrumou as suas coisas? – pergunta de forma seca, Sharon, sua mãe.

O relacionamento entre Jay e sua mãe nunca foi dos melhores, pois a mesma sempre reclamava das coisas que o filho fazia, que para ela eram irrelevantes, além de nunca ter dado o devido carinho e atenção ao seu filho. Na realidade, Jared nunca soube o real motivo de sua mãe ser tão severa e fria, mas com o tempo, passou a se acostumar com o jeito dela, embora ainda o machuque um pouco.

– Sim, já está arrumado. – responde sem muito humor. Ele realmente queria perguntar se ela sentiria falta dele, assim como ele sentiria sua falta, mas preferiu se calar. Era triste para o garoto saber que sua mãe não se importava com ele, que era rejeitado pela sua própria mãe, porque sim, ele era.

Sua atenção vai até a porta de entrada onde aparece seu pai – Gerald – com uma face cansada e suja de graxa, assim como suas roupas e mãos, pois havia feito horas extras em sua oficina de carros. 

Ele vai em direção ao filho, e bagunça de leve seus cabelos, o menor sorri. Jared sempre teve o seu pai como melhor amigo e herói. Ao contrário de sua mãe, seu pai sempre deu muito amor e carinho ao filho.

– Como vai o meu garotão? Já está tudo pronto? – pergunta alegre.

– Já sim pai, eu falei com a tia Jody e amanhã mesmo viajo pra capital. As aulas começam depois de amanhã.

– Que bom filho, quero que dê muito valor a isso, sei o quanto você sonha em ir a faculdade algum dia. – o olha com carinho.

– Ora, mais não precisa ter de ir a capital pra isso. Deveria terminar o ano na sua antiga escola, assim não precisaria pedir favores aos outros e gastar o pouco dinheiro que temos com viagens. Deveria ficar aqui e ajudar seu pai a trabalhar para manter essa casa de pé! – a mulher comenta com uma carranca.

– Deixe de ser rabugenta, Sharon! – exclama o homem, irritado. – Você sabe muito bem o porquê tirei ele de lá, você viu o que fizeram com ele e muitos outros alunos. Tomara a Deus que nunca coloque os pés de volta àquela escola, filho. – Jared força o sorriso, vendo seu pai defende-lo. Ele espera mesmo nunca mais voltar a sua antiga escola, a descriminalização é muito forte e o governo parece não se importar com a segurança dos alunos. O que deixa o garoto cheio de raiva.

– E outra, estamos falando do futuro do nosso menino. Filho, não se esqueça de nos ligar sempre, está bem?

– Não tem problema mesmo, eu ir? – pergunta, ele sabia que sim mas precisava ter certeza para acalmar um pouco mais seu coração e sua consciência de que não deixaria eles tristes com sua partida.

– Bem, vocês dois já se decidiram antes de me consultar. Não tenho o porque responder. – responde fria, recebendo um olhar bravo do marido, porém não deu importância. Jared, entretanto, não parecia surpreso com a resposta da mãe, ele já imaginou uma resposta assim, bem, ele imaginou uma resposta pior da parte dela. Talvez ela não tenha falado pelo fato de seu pai estar por perto, então ele não liga muito.

– Bom, se me prometer que vai se cuidar, me ligar todos os dias e não se meter em encrencas, meu coração fica um pouco mais aliviado... Mas não tanto! – responde sério mas com um olhar cheio de felicidade e orgulho de seu primogênito.

– Obrigado pai! – seu pai pode não saber, mais Jared sabe o quanto essa frase significa para ele.

Depois do jantar, Jared voltou ao seu quarto. Precisava dormir cedo para ajudar seu pai com os trabalhos matinais, e se organizar para viajar. Agradece aos céus pela sua tia Jody deixar abriga-lo em sua casa na capital, sentia falta dela.

O garoto olha as estrelas pela janela aberta se seu pequeno e aconchegante quarto, se lembrando do dia em que conheceu seu futuro colégio, à High School Jonhson, quando foi fazer sua matricula. Ele imagina como seria os outros alunos, espera poder fazer amigos, pois o último ano sozinho é complicado.

O moreno fechou à janela e com olhos já pesados, permitiu-se cair no sono.

...

Já estava amanhecendo quando Jensen acordou, ele pouco dormiu na verdade. Talvez não estivesse tão bêbado assim. O loiro esfrega as mãos nos olhos, e olha a loira que estava dormindo nua em sua cama, ao seu lado. Bem, não foi de tão mal assim.

Ele sorri malicioso com esse pensamento procurando sua cueca e calça, à colocou e desceu as escadas para à área principal.

A casa inteira estava uma verdadeira bagunça, uma coisa pior do que organizar uma festa é arrumar e limpar o local dela depois. E limpeza, com certeza não está no dicionário de Jensen, mas também não poderia chamar os empregados para limpar, senão teria de encarar a fera que seu pai pode se tornar.

O loiro pegou duas sacolas grandes de cor preta, teria de fazer isso sozinho e  começou recolhendo todas coisas que estavam jogadas no chão. O loiro faz uma nota mental para quando terminar, tomar um banho de duas horas e colocar muito perfume, para se sentir limpo denovo.

Ele olha as pessoas dormindo jogadas no chão da sala depois de tanto beber, respirou fundo, não sabia por onde começar e menos ainda o quê fazer.

...

Jared colocava as suas malas no porta-malas do táxi, com os olhos cheios d'água. Eram quase sete da manhã e levaria cerca de duas horas até chegar na casa de Jody.

E com um pesar no coração se despediu de seu pai.

– Até pai. – basta olha-lo para receber um abraço apertado, cheio de orgulho, felicidade e angústia, que logo é retribuido.

– Até meu filho. Se cuida meu menino. – Gerald acaricia com as duas mãos o rosto do filho, sentia um peso em seu coração por vê-lo ir, mas sabia que era necessário, que diferente dele, seu filho terminaria os estudos e iniciaria uma carreira profissional em qualquer área que quissese. 

Sabia que seu filho estava lutando pelo seu sonho, e pensar nisso o fazer encher seu peito de orgulho e alegria. Ah, se Sharon pensasse a mesma coisa... Se tivesse pelo menos um pouquinho de amor para com o menino, como o mesmo à tem por ela.

Por que, apesar da rejeição que Jared recebe de sua mãe, ele ainda à ama com todo coração, afinal ela é a sua mãe, a pessoa que lhe deu a vida e o fez querer respirar o mesmo ar que ela. Ele só espera que com o tempo, ela o ame mais.

– Não faça essa carinha, ela vai entender. - seu pai o olha com carinho.

– Você acha? - pergunta, com uma certa duvida, encarando sua casa da qual Sharon não saiu dela nem para se despedir.

– Claro, ela só precisa de tempo.

Eles se despedem, e Jared entra no táxi já dando partida, e mesmo através do vidro do carro ele encara o seu pai, que enchugava as lágrimas e acena sem parar. Era agora ou nunca.



CONTINUA...



Notas Finais


Bem, como já disse a fic ainda está em produção, então talvez demore o próximo capítulo.

Pessoal, peço que comentem o que acharam o capítulo Piloto, pois são os feedbacks de vocês que incentivam nós autores (as) à continuar escrevendo. Então nos ajudem, escrevendo se gostaram ou não 🌺

Bem... Até a próxima 🌸❤


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