História "Uma babá diferente" - Capítulo 6


Escrita por:

Postado
Categorias Inuyasha
Tags Rin, Sesshoumaru
Visualizações 60
Palavras 3.252
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoinhas maravilhosas! Como estão? Espero que estejam bem, passando para dizer que agradeço os comentários do capítulo anterior pois fiquei muito feliz ao ler todos, espero que continuem comentando para me ajudar no ânimo de escrever. Peço que fiquem alertas as notas finais pois algumas vezes vou está anunciando algo importante ou meus planos para o próximo capítulo ou o dia de lançamento da continuação de algumas histórias ou novos projetos. Agradeço para os que pararam aqui pra ler e avisando que não passei uma correção por motivos pessoais mas em breve passarei novamente para corrigir esse capítulo que tive que postar correndo. Boa leitura!

Capítulo 6 - "Por um triz"


Por: Himeky-Sama





 

 Naquele momento somente ambas as respirações era ouvidas, de fato o subconsciente tinha excluído o barulho da caixa metálica que se movia em velocidade considerável, o som da jovem carregando a arma em mãos, eram como se um filme estivesse passando diante dos olhos do garoto. Rin cobriu o rosto com a máscara negra que cobria a metade do rosto para não ser reconhecida pelas câmeras e nem por ninguém que soubesse de sua existência, qualquer erro ou pista sua missão seria posta em risco, então tinha preparado uma segunda identidade semanas antes. Um produto feito pelo laboratório para a coloração de cabelo a base de luz ultravioleta, era um protótipo engenhoso e bem diferente.

 

 — Não se preocupe… eu irei te levar para casa! — Repetiu Rin tirando o garoto do transe temporário e o puxando para trás de seu corpo e então destravando a arma. — Quantos? — Perguntou a jovem ao rapaz na linha.

 

— Dois esperando em frente ao elevador, eles estão ao norte de Chicago… — Riu com o código que usavam.

 

— Beleza! 3… 2… 


 

 Assim que as portas do cubículo abriram, Rin atirou primeiro com o seu rifle já que estava com mais balas, o vácuo da bala levou os dois corpos ao chão, sem piedade a jovem puxou o pequeno pela mão destra ouvindo passos e vozes de outros homens que estavam ali para pegá-los. Rin retirou um pequeno dispositivos e jogou na direção das vozes e abraçou Zen cobrindo seu corpo antes da extrema explosão.

 

— SUA MALUCA! VOCÊ QUER DESESTRUTURAR O PRÉDIO E MORRER SOTERRADA? — Gritou o loiro do outro lado linha.

 

— Não é você que está cercado, então cala a boca e leva a transmissão da minha localização para todos os eletrônicos do prédio! — Ordenou com o tom baixo, com sua voz abafada da máscara negra.

 

— Está querendo ser rastreada por eles? 


 

 Rin puxou zen e se pôs atrás de um carro da área que não tinha sido destruído, rapidamente encaixou mais munição para a arma, olhando através do vidro do carro, olhou mais 10 homens correndo em direção a eles procurando os dois. 

 

— Não é essa a intenção, mas preciso de apoio se alguém útil estiver do lado dos Taishos…

 

 Pegou a mão de Zen e correu em meio aos tiros, atrás de si, se posicionou atrás de outro carro e então puxou o fuzil, sorriu diabólica por baixo da máscara e então começou a atirar como uma louca estourando todas as lâmpadas do estacionamento após olhar de soslaio. 

 

— Eu estou sem minhas lentes, preciso de uma ajudinha com seus olhos! — Exclamou pondo a mão na cabeça de zen que afirmou. Seus olhos eram capazes de enxergar pela escuridão do local. Moveu a pequena mão ao cano da arma vendo dois um pouco abaixados com armas nas mãos atrás de carros a dois metros dos dois, guiou o cano.

 

— Pode atirar… — Sussurrou avisando a jovem, que pressionou o indicador no gatilho, fazendo o estouro estridente tomar o local, enquanto o pequeno guiava todos os movimentos dos seus inimigos que estavam trocando tiros a cegas.





 

 O ambiente era extremamente luxuoso, onde a mais alta sociedade frequentava, a bela Youkai mantinha os olhos cravados no mar dourado dos olhos da criatura imponente a sua frente, ele estava pedindo o vinho mais caro da casa, sua seriedade era sedutora, qualquer mulher poderia se perder no meio de tanta beleza ao por as orbes oculares naquela imagem. Enquanto secretária chamada "Kagura" se gabava internamente pela sua conquista, observava com um sorriso malicioso em seus lábios vermelhos, deslizando as pontas dos dedos no colar incrustado de rubis o acabamento era de ouro branco. De fato ela não economizara em sua petição.

 

— Em que tanto pensas? — Perguntou o Dai-youkai com a costumeira voz rouca natural, a fazendo se arrepiar ao ouvir a voz grave em questionamento.

 

— Em nós… E como eu tenho sorte de ter você todas as noites… — Sorriu maliciosa, passando com delicadeza a ponta do pé em sua perna por baixo da mesa, tirando um sorriso de canto do Youkai.

 

— Se quiser, pode me ter após a refeição. Posso reservar um quarto…

 

— Perfeito! — Quase gritou em empolgação até ser cortada pela chamada no celular do Youkai que ignorou após olhar a tela do celular. — Quem seria o desagradável que chama?

 

— Ninguém importante, é da empresa. Talvez mais papéis… — Olhou em direção aos olhos vermelhos de Kagura com profundidade, ignorando o pobre garçom que tremia em sua presença ao servir o vinho tinto.

 

 A Refeição estava sendo servida a alguns minutos depois, até o telefone voltar a chamar, dessa vez era de Inu. Sesshoumaru praguejou internamente por não poder ignorar, tirou o guardanapo jogando ao lado do prato largando o talher e apenas dizendo "Um instante". Saiu do local indo em direção a recepção que estava mais vaga para atender.

 

— Onde você está, Sesshoumaru? — A voz do outro lado estava visivelmente nervosa e angustiada.

 

— Almoçando. — Foi breve e sincero, ele sabia que com toda certeza ele tinha idéia de onde estava com essa informação "bem detalhada".

 

— Volte para empresa! — Ordenou em aflição sem especificar o seus motivos. Que de fato incomodou o orgulhoso Youkai que se manteve sem muita expressão facial, apenas manteve os olhos âmbares na Youkai que estava jantando do outro lado da vidraça.

 

— Não estou podendo agora eu…

 

— Olha Sesshoumaru, se quiser manter Zen como seguinte sucessor após você, é melhor voltar, a empresa está um caos! — Falou rapidamente deixando o albino sem muita reação.


 

 A morena estava comendo sua comida com calma, enquanto saboreava o vindo, voltou a olhar na direção onde Sesshoumaru estava anteriormente atendendo o celular e então arqueou uma sobrancelha sem entender. Ele já não estava lá.






 

— Tem bastante civis do lado de fora, mesclando com os atiradores. Tenha cuidado com Snipes, sempre tem um! — Berrava Cloud mudando repetitivamente as câmeras do estacionamento.

 

Rin tinha se livrado da maioria, agora precisava sair daquele lugar. E mais um explosivo não era uma boa opção estrutural do prédio, retirou uma bomba de fumaça puxando Zen pelo braço correndo em direção opostas dos três homens restantes que começaram a atirar. A ruiva puxou o pequeno nos braços se jogando ao chão como um escudo. Manteve parada por alguns segundos até o primeiro se aproximar rapidamente. Entretanto a mesma virou já com a arma apontada em sua direção e atirou em seu peito com perfeição antes mesmo da reação de defesa, voltou a puxar rapidamente o gatilho e atirou nos dois restantes.

 

— Você levou outro tiro! — Gritou o prateado olhando a perna da moça que estava sentada suspirando, estavam em um local com luz. Com as câmeras focadas nos dois.

 

— Sem descanso! — Levantou sem sentir dor pela adrenalina puxando o menor pela mão. Indo em direção à lateral do prédio, atirou pra cima pela comoção de pessoas que estava do lado de fora, eram trabalhadores da empresa que se abaixaram automaticamente com os susto dos tiros. 

 

 A ruiva continuou puxo o pequeno quase correndo, atirando em algumas direções onde estavam alguns atiradores mesclados no meio das pessoas com uma pistola derrubando alguns. Seus olhos vagaram na rua que estava um caos total, tinha que sair daquele lugar, o motorista tinha sido morto quando ainda estavam no estacionamento puderam certificar. Seus olhos estavam vagando em diversas direções, não tinha ninguém conhecido. Sinal para não continuar naquele local, voltou a atirar correndo e parando rapidamente antes que um tiro atingisse em cheio seu crânio atingindo a parede deixando um enorme buraco de Sniper. 

 

— Eu te avisei! 

 

— Calado!!! — Puxou rapidamente Zen nos braços, antes de outro tiro na direção do garoto que estava com a expressão assombrada pela primeira vez. Rin se jogou no chão mantendo ele em seus braços de barriga para cima com seus braços envolvendo o pequeno corpo com a arma em suas mãos, seus olhos entre abriram apontando na direção do tipo do prédio.

 

— Você não vai conseguir com os olhos nus, está sem lentes de cálculo, está exposta assim…

 

 Rin manteve seus olhos apostos, sentia o pequeno corpo começar a tremer, ambos os corações estavam palpitando com força e velocidade, ignorava qualquer barulho da rua e gritos das pessoas. Suspirou e um pequeno círculo de luz apareceu em seu olho esquerdo, seu ouvido zumbiu e ela atirou rapidamente no mesmo instante do atirador acima do prédio, as balas se chocaram no ar assim como o barulho das duas se chocando e explodindo no ar como uma pequena bomba.

 

— Wow!!! — Gritou cloud de boca aberta com a proeza da pequena, que pressionou as orbes com mais força aguçando mais a visão e atirando novamente ouvindo o barulho do seu tiro e a arma caindo de cima do prédio. Ela tinha atirado na arma para incapacitar o atirador, sorriu levantando rapidamente com Zen nós braços, em direção a um ônibus que visivelmente estava parado em um ponto. Subiu no mesmo e apontou sua arma proferindo.

 

— Dirija para bem longe do centro, preferência no local mais desértico que conhece, sem parar! — O pobre homem acatou suas ordens saindo do ponto de ônibus e conduzindo o veículo.

 

 A jovem se dirigiu até o fundo do ônibus com o platinado nos braços sentando no chão para segurança dos dois, seus corpo estava começando a adormecer e seus nervos já estavam tremendo, continuou com Zen nos braços, ele estava encostado em um dos bancos dos fundo e ela estava na sua frente, cobrindo seu corpo com seus próprio sem se importar. Seus olhos estavam por cima do ombro  ferozmente fincados no homem que dirigia. E olhava de vez em quando para seu pequeno visor.

 

— Como… você é uma babá… — Zen balbuciava com os olhos arregalados em direção ao sangue de sua roupa que estava suja pelo sangue da morena. — Você... não… não poderia fazer esse tipo de coisa você é uma humana… você…

 

 Seus olhos e corpo parou de tremer ao sentir uma mão gélida em seu ombro. Rin baixou a máscara que cobria sua boca mostrando um sorriso de canto, e seus olhos carinhosos, deixando o jovem mais tranquilo depois da comunicação silenciosa de seus olhos.

 

— Rin, seus batimentos estão começando a falhar! — Gritou o rapaz do outro lado da linha teclando rapidamente nos computadores de sua sala escura.

 

 A jovem não pôde responder pela tentativa falha e tocindo sangue tentando mandar o loiro calar o bico. O pequeno Youkai se desesperou puxando um lenço de seu bolso pondo pra mesma retirar o sangue que expulsava sobre o tecido.  

 

— O que podemos fazer??? — Perguntou desesperado para Cloud do outro lado da linha.

 

— Seu coração vai parar daqui a cinco minutos. Me engano, quatro… — Exclamou discando códigos de comandos para seu equipamento de rastreio no colar que estava no pescoço por baixo da roupa da jovem.

 

 Os olhos azuis intensos voltaram a fitar ao motorista do ônibus que entrava em algumas ruas estreitas até um caminho pouco povoado mais afastado da cidade. Ela puxou o gatilho e atirou no vidro dianteiro próxima a cabeça do homem que tremeu parando o automóvel pelo susto, ela limpou os lábios sujo de sangue com as costas da mão ainda fitando o homem.

 

— Saia do carro em silêncio, não diga nada para as autoridades ou eu vou atrás de você quando me recuperar! — Gritou na direção do homem que assentiu com a cabeça e saiu do carro rapidamente fechando a porta com força. Deixando os dois a sós, permitindo relaxar os músculos. — Mande a localização para os Taishos! — Ordenou para o loiro da linha enquanto sentia sua visão começar escurecer, pressionou o pequeno Youkai em seus braços sem soltar, e voltou a apoiar a arma sobre o ombro em direção a porta que estava destravada da frente, iria continuar com a guarda alta, ficou em silêncio assim como o pequeno que mantinha os olhos na direção do cano da arma negra sem protestar.





 

 O centro estava um caos, todos os empregados da empresa se mantinha fora do prédio sem coragem para entrar por causa do alarme e dos tiros anteriores. As autoridades já estavam tomando conta de seus postos e fazendo perguntas a algumas pessoas, até o momento que o veículo de luxo atravessou a rua parando em frente ao prédio, o Youkai saiu do carro em passos largos indo em direção a outra figura incomum na lateral do prédio, se tratava do seu meio irmão que parecia está em uma ligação, encerrando assim que sentiu o clima ficar tenso. Voltou os olhos na direção do platinado que estava cada vez mais próximo, fitou novamente a tela do telefone mas voltou a encarar.

 

— Onde está Zen? — Perguntou rapidamente sem enrolar já que não era de conversas longas com Inuyasha.

 

— Não sabemos, ele foi levado por um estranho de cabelos ruivos, aparentemente alguém que estava dentro do prédio! — Afirmou caminhando para o outro lado tentando se afastar de Sesshoumaru, já estava com muita raiva da sua cara descarada de pai falsificado. Entretanto piscou por alguns segundos e então percebeu somente quando suas costas chocaram contra a parede de mármore, voltou a encarar nos olhos do platinado já começando a sentir seu corpo formigar e suas madeixas mudar de cor. — O que acha que está fazendo? — Pressionou o pulso do mais velho com força já em sua forma meio Youkai, Inuyasha conseguía controlar ambas as formas depois de décadas de treinamento.

 

— Não me venha com essa, eu sei que está escondendo algo, diga! — Forçou novamente o meio irmão sobre a parede que estava começando a rachar, Inuyasha não tinha força suficiente para se desvencilhar do Dai-youkai.

 

— Não! Eu não escondo nada, é você que não sabe o que acontece com seu próprio filho e age como se o problema estivesse nas pessoas ao seu redor e não em você… — Arfou enraivecido sentindo os nervos tremerem ao ver os olhos do outro ficarem vermelhos. — O problema aqui é você… somente você! Já está a quase um ano sem ver o seu próprio filho, eu até engoliria se ele fosse um meio Youkai, pelo fato do seu repugnante preconceito mas não é esse o problema! Não é? — Após cuspir as palavras que estavam presas em sua garganta, sentiu seu telefone vibrar, que fez Sesshoumaru deliberadamente soltar o mais novo que olhou em direção a tela onde estava uma coordenada mapeada da região e uma mensagem escrita "Taisho".

 

— O que é isso? — Perguntou a Inuyasha que começou a andar em direção ao seu carro.

 

— Deve ser a localização de Zen… — Respondeu baixinho tentando sair do local sem as autoridades em sua cola. — Você vem comigo? — Arqueou uma sobrancelha percebendo que Sesshoumaru o seguia.

 

— Você é o único que recebeu as coordenadas. — Puxou Inuyasha pelo braço em direção ao seu carro. — Vamos logo!







 

 Aquela região era bastante deserta, mas os dois já sabiam por onde seguir, já que tinha um cheiro forte de sangue, porém um sangue específico, Inuyasha tinha tentado rastrear algum cheiro antes, até mesmo algo da babá, porém o cheiro estava mesclado com vários homens que foram abatidos. Mas agora estava mais claro o forte cheiro de sangue humano. Pararam próximo ao ônibus que estava estacionado de um jeito descuidado, Sesshoumaru saiu do carro sem esperar Inuyasha e então abriu a porta lateral com força suficiente para arrancar com suas garras. Suas orbes arregalaram ao ouvir um som seco e desviou o suficientemente rápido para apenas sofrer um pequeno arranhão na região lateral do rosto, provavelmente o tiro teria atravessado seu crânio se não tivesse desviado rápido. Olhou na direção do barulho onde viu o corpo feminino que protegia o pequeno que estava abraçado a ela mais atrás, ambos os olhos âmbares se encontram, o platinado mais velho enrijeceu sua palma destra.

 

— Não a machuque! — Gritou o pequeno com os olhos pressionados em pura raiva ao perceber a maneira que Sesshoumaru olhava para Rin que parecia não está consciente o suficiente, para dizer algo. Seus olhos estavam um pouco opacos e a respiração estava falhando. Zen pressionou mais o corpo da jovem com seus braços ao redor da fina cintura de maneira possessiva. — Ela não fez nada além de me proteger e o que você está fazendo aqui?

 

— Que insolen…

 

— Opa, opa! Sem brigas, ela não parece bem! — Apressou-se Inuyasha adentrando ao recinto e se agachando próximo a Rin. — Vamos ter que levar ela para um hospital urgentemente… 

 

— Chamará atenção se mandar ela para um hospital, sugiro levar ela para um lugar que não seja público, no caso, um lugar que não seja o hospital ou a mansão! — Respondeu Cloud do outro lado da escuta que agora estava na orelha de Zen, já que Rin estava desacordada ela apenas colocou anteriormente para deixar tudo por conta de Cloud. — Colocar ela na vista do inimigo tão nitidamente só vai dificultar a missão dela, já que não pode perder a descrição!

 

— Levaremos ela para a casa de Sesshoumaru então! — Respondeu Inuyasha que conseguiu escutar as palavras da pessoa na escuta. Virou em direção a Sesshoumaru que ficou em silêncio apenas observando. — Não vai discordar? — Arqueou a sobrancelha fazendo uma careta de descrença.

 

— Não… — Continuou com a feição de desinteresse e colocou apenas mão sobre o nariz para tapar o odor de sangue forte que já estava dando ânsia. — Vou chamar Miroku para cuidar dos ferimentos da humana! — Saiu do veículo puxando o celular do bolso para fazer a ligação urgente.










 

Dias depois…




 

 Os sentidos naturais estavam começando a voltar junto com flashbacks dos acontecimentos inconscientemente, enquanto seu corpo estava sentindo cada vez mais pesado, sua respiração estava começando a pesar e seus nervos enrijecer, suas pálpebras estavam um pouco pesadas mas conseguiu sentir que eles estavam abrindo mesmo que lentamente, o cômodo não tinha muita claridade, a cama era macia o suficiente para sentir que seu corpo repousava em cima de uma nuvem. Os tons das paredes eram em cinza e o teto era branco com luzes embutidas, o ambiente estava fresco pelas cortinas que estavam dançando pela brisa da sacada de vidro, era uma vista exageradamente exuberante da cidade noturna. A morena não entendia onde diabos estava, mas sabia muito bem que aquele não era seu quarto na mansão Taisho, tinha aparelho ao lado da enorme cama, uma bolsa de soro e uma de oxigênio que estava funcionando marcando tudo minuciosamente assim como o aparelho de batimentos cardíacos, seus olhos vagaram brevemente pelo corpo que estava coberto por um grosso edredom cinza e seus braços por cima onde um recebia o soro. Seus olhos pressionados pelo desgosto momentâneo ao perceber a situação delicada que detestava, e moveu sua mão livre retirando a agulha de soro do braço junto a atadura e depois a máscara que estava sobre seu nariz e boca, a fazendo ofegar como se estivesse perdido a capacidade de respirar por si própria, alertando o bip cardíaco que começou a ficar mais rápido.

 

 A jovem tentou sair da cama, mas caiu sentada ao lado tentando puxar o ar com mais calma, suas orbes voltaram em direção a porta onde ouviu um barulho longe, sua audição não parecia está bem naquele momento, seu cérebro apenas captava o som dos aparelhos que não paravam e a dor que sentiu em seguida dores forte próximo ao abdômen e a sua perna esquer. Seus olhos focaram na figura masculina que estava escura pela claridade da luz forte fora do cômodo em que ela estava, era a estatura de um homem de cabelo longos, não conseguia ver muito bem, porém foi visível ver o âmbar como dois faróis em meio ao ambiente escuro, eles estavam sobre sua pessoa, eram penetrante e gélidos. 










 

 

 

Continua...






 

 


Notas Finais


Ficamos atualmente por aqui, o próximo capítulo já vou colocar mais o nosso Youkai favorito (Sesshoumaru) para interagir com a nossa bela protagonista e nosso pequeno Dai-youkai juntos para se suportarem em uma convivência mútua, deixem seus comentários os que acham que vai rolar treta!

Estou livre para idéias em particular, quero interagir mais com os leitores, espero que continuem comentando sobre os capítulos estamos abertos para idéias e anunciando que algumas fics vão continuar em hiato, estou voltando aos poucos, estive escrevendo novos projetos com temas diferentes da realidade da obra original "clichê" de Inuyasha apenas incluindo os personagens. Se estiverem interessados peço que deixem seus comentários aí embaixo estarei atenta e respondendo feliz a todos vocês. Até a próxima!👏💕


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...