História Uma bela mentira - Capítulo 11


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Categorias ATEEZ, Blackpink, Mamamoo, Monsta X
Personagens Hongjoong, Jisoo, Lisa, Mingi, Wheein, Yeosang, Yunho
Tags Ateez, Hongjoong, Mamamoo, Mingi, Wheein, Yunho
Visualizações 42
Palavras 2.099
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Mistério, Policial, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hoy lindezas <3

Demorou, mas saiuuuu!
Eu ia dividir este capítulo, mas preferi juntar a ação com a descontração pra vocês desta vez ^^
Sinceramente, eu não sei se este capítulo está a altura... Mas eu espero que sim!

Espero que gostem e me desculpem por quaisquer erros :3

Capítulo 11 - Adrenalina e descontração


Moonbyul não parece ter percebido que está sendo seguida. Tento manter uma distância boa do seu veículo, para que ela continue sem perceber. Ela vira a primeira esquina à direita e eu repito o seu percurso. Não sou capaz de marcar todo o nosso trajeto, mas Mingi é mais rápido. Ele pega o seu celular e vai gravando toda a rota em seu GPS. A van continua em seu caminho retilíneo até descer toda uma rua. Ela está dando a volta “Seu caminho não faz o menor sentido!” Mingi percebe a minha tensão e se permite colocar a sua mão firme sobre a minha coxa. De certa forma eu acabo me sentindo mais calma. De repente, um trovão forte ecoa pelo céu aberto novamente. Moonbyul vira a direita e nós somos tomados por uma rua completamente coberta por neblina. “Droga!” Antes que eu pudesse fazer o retorno, um outro veículo surge atrás de nós:

- Puta merda! – Mingi exclama do meu lado. Havia percebido que tínhamos entrado em uma armadilha.

A van de Moonbyul havia sumido em minha frente. Agora eu só poderia continuar pra frente. O carro atrás de nós, começa a acelerar em nossa direção.

- Corre com esse veículo S/N! CORRE! – Mingi não precisava ter gritado, pois era exatamente o que eu estava tentando fazer!

Piso fundo no acelerador e vou com tudo pra frente. Para piorar a nossa situação, gotas grossas de chuva começam a cair, fazendo com que obtenha uma visão cada vez amena das ruas na minha frente. O carro atrás de nós também acelera cada vez mais. “Mas de quem estamos fugindo afinal?” Não estava afim de descobrir desta maneira. Mingi pega a sua arma, abre a janela do carro e se põe a atirar no veículo que nos persegue. Queria ajudá-lo a atirar, uma vez que sou melhor nisso do que em dirigir. “Maldita hora em que peguei estas chaves” Agora não era hora de reclamar. Tinha que tirar a gente do campo de visão daquele carro. Viro uma rua e depois outra, mas a chuva e a neblina não me deixam ter uma visão nítida do caminho que estava fazendo. Passo rápido por uma lombada, o que faz o carro dar um pulo e Mingi bater com a cabeça:

- Aí... – Mingi volta a se sentar.

- Me desculpe Mingi, foi a lomba... A lombada! – “tive uma ideia” Ainda a toda velocidade, dou a volta com o carro.

- Você é louca? O que pensa que está fazendo? – Mingi exclama, mas rapidamente pega a minha linha de raciocínio. – Ah, entendi! – Mingi aproveita o impulso que o carro faz na curva, e se inclina na janela do carro para que possa ter uma mira certeira.

Paro frente a frente com carro que nos perseguia. Ele não obteve tempo para desacelerar, então continuava a vir com toda velocidade em nossa direção. “Respire fundo S/N!” Me forçava a colocar estas palavras em minha mente, já que o meu plano era muito arriscado. Pisei fundo no acelerador. Ocorreu tudo em questão de segundos, mas na minha mente tudo se passou em câmera lenta. Com os faróis do carro ligados, não conseguimos ver quem estava dirigindo. E nem foi preciso. Mingi respirou fundo e atirou. A bala foi certeira. Mingi conseguiu atirar no pneu dianteiro do veículo. Este, por sua vez, acabou derrapando. O motorista tentou desviar, mas não obteve sucesso. O carro deu voltas e voltas em nossa direção, a ponto de bater em qualquer coisa. Era exatamente isso o que eu queria. Desacelerei e encostei na calçada para poder parar. O carro continuava derrapando sem controle. Ao passar pela lombada e veículo pulou alto o suficiente para bater em uma caçamba de lixo que se encontrava mais pra frente. Com isso, o carro tem a sua frente toda destroçada com o impacto que recebeu. “Conseguimos!”

Mingi e eu olhamos um para o outro mais ofegantes do que nunca, porém satisfeitos com o que tínhamos acabado de fazer. Eu ainda segurava o volante. Não conseguia soltá-lo. Mingi se encostou no assento suspirando de alívio:

- Eu nem acredito que esse plano tenha saído dessa sua cabeça oca! – Mingi diz em meio um sorriso abafado.

- Daqui a pouco o nosso departamento inteiro estará aqui. Devemos ficar? – pergunto

- Não mesmo! Eles nos encheriam de perguntas, e é exatamente disso que estamos fugindo! – Mingi se ajeita no assento recolhendo a sua arma.

- E a pessoa que está dirigindo? Vamos ver quem é?

- Ela não terá tempo de escapar. Isso se ela conseguir!

- Você tem razão! – digo dando partida de volta para o apartamento de Mingi.

Horas mais tarde, nos encontrávamos sentados no sofá sem saber o que dizer. Mingi tinha deixado todas as compras na mesa. Não havíamos tirado nada de dentro das sacolas. Minha mente não conseguia parar de processar tudo o que havia ocorrido. “Como a Moonbyul sumiu da minha vista tão rápido?” “Quem estava nos perseguindo e por que?” Queria poder respondê-las, mas infelizmente não era assim tão fácil:

- Eu nem acredito no que acabamos de fazer! – Mingi disse enfim.

- Pois é... Infligimos a lei, ultrapassamos limites de velocidade, deixamos um veículo completamente arruinado, quase fomos pegos por alguém que nem conhecíamos... – Mingi se coloca agachado na minha frente e segura os meus ombros.

- Ei, calma docinho! Está muito agitada. – me levantei e Mingi fez o mesmo sem tirar as mãos de meus ombros – Nós não fomos ao mercado à procura de descontração? Podemos começar agora! – ele direciona a cabeça para as coisas que estão sobre a mesa.

- Sim. – tirei as suas mãos de meus ombros. As segurei perto de minha cintura e entrelaçei os nossos dedos me colocando cada vez mais próxima a ele. – Quero descontrair..., mas de uma outra forma!

- Qual? – Mingi também se aproxima até os nossos corpos estarem totalmente colados. Conseguia sentir a sua respiração devagar, porém pesada em minha face.

- Apenas me tire deste mundo de merda! – solto em um sussurro.

- Com todo o prazer! – Mingi solta as suas mãos das minhas e as leva até o meu rosto.

Sem esperar, eu levanto os meus pés para alcançá-lo e dou início a um beijo rápido e grosseiro. Mingi, ainda com as mãos em meu rosto, começa a dar passadas largas me guiando pelo apartamento. De repente, eu bato as costas na parede gelada do corredor, próximo ao seu quarto. Mingi desacelera o nosso beijo, mas não o para totalmente. Desce as suas mãos e começa a tirar o meu casaco, sigo fazendo o mesmo com o seu. Mingi desce os seus beijos pelo meu pescoço. Não consigo me conter, e acabo gemendo alto. Minhas mãos estão passeando pelo seu corpo, até encontrar a barra de sua camiseta. Mingi sente o que eu estou fazendo e para com o beijo imediatamente. Pega na barra da sua camiseta e a tira por completo na minha frente. Depois segura os meus pulsos com força e os leva acima da minha cabeça. Estava presa. Mingi me olha de cima a baixo um tanto relutante:

- S/N, você tem certeza de que... – eu o interrompo.

- Quantas vezes eu vou ter que pedir pra você calar a boca?! – Mingi abre um sorriso perverso enquanto solta os meus pulsos.

Antes que eu pudesse falar algo, Mingi me surpreende me pegando no colo no estilo noiva. Acabei rindo da situação. Mingi me encara e me dá um selinho, depois segue para o seu quarto.

Ele me coloca gentilmente em cima da cama e, devagar, começa a tirar as minhas roupas dando um beijo em cada parte do meu corpo. Estando completamente nua e vulnerável na sua frente, Mingi tira as suas roupas também, se permitindo ficar apenas de cueca. O pego pelo pescoço e início um outro beijo rápido. Sinto o pênis de Mingi duro roçando em mim. Estava ficando molhada só de pensar em tê-lo dentro de mim. Mingi vai descendo os beijos lentamente. Beija o meu queixo, o meu pescoço, colo, seios, barriga, até chegar ao meu clitóris. “Ponto certeiro” Mingi começa a brincar com a língua na minha intimidade, ato que me deixa totalmente fora do controle. Começo a agarrar os forros de cama com força enquanto solto gemidos desconcertantes. Mingi não parecia querer parar. Gostava de me ver vulnerável desta forma. Depois de um tempo ele afasta o seu rosto, mas aproxima a sua mão direita. Sem demora, Mingi enfia dois dedos em mim me fazendo gemer muito alto. Ele vai enfiando os seus dedos com certa brutalidade, mas eu adorava. Doía no começo, mas logo passou a ser mais que prazeroso. Os movimentos de Mingi eram rápidos. Revirava os olhos e mordia os lábios de prazer a cada movimento que ele fazia, até finalmente gozar. Mingi gostou do que havia feito em mim, me olhava com um sorriso diabólicamente perfeito:

- Agora está na hora de eu me divertir um pouco! – disse tirando os dedos do meu interior.

Mingi se afastou para enfim tirar a sua cueca, depois se pôs em cima de mim novamente. Ele, gentilmente, colocou as minhas pernas mais afastadas uma da outra para colocar o seu pênis devagar dentro de mim. Fechei os olhos. Mingi pegou os meus pulsos e os prenderam em cima da minha cabeça como havia feito na parede minutos antes. Deste modo, os movimentos eram só dele. Mingi começou com movimentos leves, o mesmo gemeu em poucos segundos de movimento. “Quente!” Mesmo com temperaturas amenas lá fora, estávamos queimando por dentro. Mingi resolve acelerar nos movimentos. A cama balançava, e os nossos corpos suavam. Meu corpo estava começando a ficar sem forças, mas Mingi ainda estava na ativa. Ele não parava em momento algum, e nem precisava. Sentia o meu interior se contrair por conta dos movimentos rápidos e fortes. Mingi estava chegando ao seu ápice. Mordeu os lábios, fechou os olhos e gozou dentro de mim. Devagar, ele foi se afastando. Mingi estava muito ofegante e eu não poderia estar diferente. Eu estava mais do que satisfeita, mas Mingi não. Ele me pega com força e me faz ficar sentada em seu colo. Não conseguia enxergar direito o que estava acontecendo. Estava fraca demais, mas Mingi não parecia se importar. Ele enfiou o seu pênis novamente no meu interior e me fez cavalgar enquanto me segurava pela cintura. O abracei com força enquanto o arranhava com as minhas unhas. “Mingi, como você aguenta?” Ele não parecia se satisfazer tão rápido. Continuava com as cavalgadas rápidas até me fazer gozar novamente. “Já não aguento mais!”

Me atirei na cama cansada, porém muito feliz. Mingi me olhava com carinho. Passou a mão pelo meu rosto me acariciando. Não podia estar mais feliz em meio de tanta confusão em nossas vidas:

- Espero não ter te machucado! – Mingi diz rouco.

- Você nunca me machucaria! – o respondi em um sussurro.

Mingi se deita ao meu lado e nos cobre com o cobertor. Assim passamos as próximas horas. No aconchego um do outro.

Não havia conseguido sonhar com nada. Pra mim isso é um alívio. Não queria ter recordações de nada e muito menos ter algum pesadelo. Me viro na cama à procura de Mingi mas não o sinto. Lentamente eu abro os meus olhos e percebo que o mesmo não estava na cama. Ainda sonolenta, me sento na cama e pego um roupão que estava sobre a escrivaninha de Mingi. Me visto e saio do quarto a sua procura. Ele não estava no banheiro, e nem na cozinha. De repente eu escuto a sua voz vindo da sala:

- Obrigado Sra. Woori. Tenha uma boa noite! – Mingi fecha a porta. Tinha uma carta em sua mão. “Correspondência?” Não sei ao certo. Mingi se vira e encontra os meus olhos sonolentos. – Não deveria ter saído da cama se ainda está com sono! – ele tenta esconder a carta atrás de seu corpo vindo em minha direção.

- De quem é a carta? – havia ignorado o que ele havia me dito. Novamente a minha curiosidade falou mais alto. Devagar, Mingi tira a carta de trás do seu corpo e me entrega.

- Minha vizinha disse que um homem apareceu aqui nesta tarde, e lhe entregou esta carta. – Pego a carta de sua mão. Não havia nenhum remetente. – Disse pra ela entregar a carta a você!

- A mim? – perguntei. Mingi apenas concorda com a cabeça. Sem demora eu abro a carta ficando completamente surpresa ao ver de quem era a letra.

- E aí? De quem é? – Mingi pergunta impaciente.

- É a letra de Hongjoong!



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