História Uma brasileira com o Death note - Capítulo 1


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Categorias Death Note
Personagens Light Yagami, Personagens Originais, Ryuuku
Tags Brasil, Death Note, Kira, Políticos, Ryuuki, Shinigami
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Palavras 794
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Dia após dia


Fanfic / Fanfiction Uma brasileira com o Death note - Capítulo 1 - Dia após dia

Dia após dia é a mesma coisa

Violência

Corrupção

Estupros

E mais violência

O Brasil está podre

Karin Souza é uma jovem estudante, sempre tira as notas mais altas e é um exemplo de boa pessoa para todos a sua volta, mas a verdade é que ela esta cansada, cansada da violência que assola seu amado país.

É mais um dia de semana como qualquer outro e após o termino das aulas, Karin caminha pelo pátio em direção a saída para ir embora quando de repente nota um caderno cair do céu quase ao seu lado. Séria esse o destino?

A garota confusa olha para os lados, mas parece que mais ninguém viu. Ela se abaixa e pega o caderno de capa preta

— Death note

Ela lê o que esta escrito e então curiosa decide abrir. A uma descrição em inglês, que por hora não deu muita importância. Karin olha novamente a sua volta e percebe que todos os outros alunos já foram embora e agora está só tendo apenas duas funcionárias limpando o local. "Seria de alguem esse caderno?", pensou.

Colocou o caderno na sua bolsa e foi embora decidindo que no dia seguinte procuraria o dono.

Quando chega em casa é recebida por sua avó e única parente viva

— Oi vovó — Disse enquanto ia para o seu quarto

— Karin, querida eu fiz um lanche pra você—A senhora de oitenta e cinco anos falou sentada no sofá arrumando seus óculos enquanto segurava a agulha de crochê

— Não estou com fome, Vovó. Eu vou pro meu quarto estudar só me interrompe se for importante, tá

Entrou no quarto e trancou a porta. O lugar era simples tendo uma cama de solteiro, guarda roupa, uma pequena mesa com cadeira onde ficava seu computador e vários livros numa estante. Karin como sempre fazia ligou a televisão, sentou na cadeira e começou a tirar seus matérias escolares para a lição de casa que precisava fazer, mas o caderno de capa preta novamente lhe chamou a atenção. Folheou o caderno e viu que tinha várias folhas em branco. Voltou aonde tinha a descrição e começou a ler

*** O humano que tiver seu nome escrito no Death Note morrerá;

*** A escrita do nome não terá efeito se o escritor não tiver em mente o rosto da vítima. Assim, pessoas que compartilham o mesmo nome não serão afetadas;

*** Se a causa da morte for escrita dentro dos próximos 40 segundos após o nome ser escrito, assim acontecerá, desde que a causa não seja impossível;

*** Se a causa da morte não for especificada, a vítima morrerá de ataque cardíaco;

*** Após especificar a causa da morte, detalhes dessa podem ser escritos nos 6 minutos e 40 segundos seguintes;

*** Apos este caderno tocar no solo, ele passa a ser de propriedade do mundo humano;

*** O humano que tocar no Death Note logo após esse chegar ao mundo humano, será seu novo proprietário;

*** O humano proprietário do Death Note poderá ouvir e ver o shinigami que foi o dono original do caderno;

*** O humano que utilizar o Death Note não poderá ir para o Céu nem para o Inferno;

*** Se a data e hora da morte forem especificadas como parte da causa, assim será, desde que não seja superior à expectativa de vida da vítima;

*** Mesmo não sendo o proprietário do Death Note, qualquer humano que o toque poderá ver e ouvir o shinigami que é seu dono original


" Isso só pode ser piada", pensou.

Uma notícia urgente apareceu na televisão e rapidamente lhe chamou a atenção. O repórter estava com um colete a prova de balas e falava de forma rápida e com medo

" Um homem identificado como Roberto assunção de quarenta e dois anos sequestrou um ônibus e está fazendo vários passageiros de refém. Ele matou a tiros o motorista e mais duas pessoas. Fortemente armado ele ameaça continuar a matar. A policia não sabe o que fazer já que esse meliante está com um colete de bombas e também ameaça explodir a qualquer minuto...."

Karin viu a foto do homem que aparecia na tela e ouvia a noticia como se não fosse nada de mais. Como se fosse só mais uma notícia repetida, pois num país onde a violência é generalizada sequestros e mortes são rotina, de qualquer forma ela sempre sente repulsa quando vê criminosos como esses

De repente em um breve momento quando olhou de relance para o Death note teve uma idéia. Se esse caderno for uma piada de alguem certamente nada acontecerá, mas se for real um lixo a menos estará vivendo.

Karin escolhe em seu estojo entre a caneta Azul e amarela. Abre o Death note e com a azul escreve o nome daquele criminoso

           Roberto assunção

Se em quarenta segundos ele morrer será a confirmação de que o caderno da morte é real.



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