História Uma carta para mim - Capítulo 6


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Diário, Inseguranças, Madrugada
Visualizações 4
Palavras 532
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Sumi por motivo de não ter conseguido escrever, tive tantos momentos que queria verbalizar nesse último tempo, mas simplesmente não consegui.

Se alguém aleatório entrar nessa história, isso aqui é tipo o meu diário, não é par ser algo interessante.

Obs. Estou escrevendo direto no Spirit, não sei o tamanho açaí ficar, e nem estou corrigindo o texto, o q ficar ficou

Capítulo 6 - 15 de Agosto


Fanfic / Fanfiction Uma carta para mim - Capítulo 6 - 15 de Agosto

20h14min

Estou escrevendo isso agora porque estou bem, bem no caso, sem atribulações psicológicas ou compromissos nesse momento.

Como não vou lembrar de tudo, vou catalogar algumas poucas coisas que aconteceram .

Sai da minha vida sedentária, entrei para academia, graças a uma amiga que passa na minha casa todo dia para irmos juntas, porque sinceramente sozinha ainda não tenho coragem, não coragem de medo, ta mais para aquela coisa chamada força de vontade. 

Penso que talvez em algum momento eu acabe gostando do meu corpo, não que eu não goste atualmente, eu só não me acho bonita, e já aceitei isso, tipo, não é um problema para mim a aparência física, enfim não acho que tenho autoestima baixa, só aceito como sou e fim, caguei para opiniões alheias, talvez elas tenham me afetado inconscientemente mas tudo bem.

Já mudando de tópico, ainda estou de férias da faculdade, estudo em federal, aulas só vão começar em outubro, então algumas semanas atrás viajei, fiquei na casa de um primo ±10 dias, foi uma experiência maravilhosa.

Esse meu primo tem a mesma idade minha e teoricamente crescemos juntos, então nós damos muito bem. Nesse pouco tempo que fiquei lá foi muito bom, aff. Saímos para ver filmes juntos, fomos na rua só por ir, eu conheci a namorada dele, muito legal por sinal, fomos ao zoológico, e até os momentos de procastinacao dentro de casa eram legais, eu na minha, ele na dele, e um silêncio confortável, sem contar com nossas refeições, cada comida que a gente inventava de fazer, tinha tudo para dar errado, mas sempre dava certo. Foram dias incríveis, até às tarefas domésticas eram legais de fazer, foi libertador para mim.

E foi quando voltei para casa, que eu constatei uma coisa horrível. Eu cheguei de uma viagem na qual não chorei um dia se quer, não tive nenhuma crise, nem se quer tomei remédio, e no primeiro dia de volta ao lar eu já estava "trancada" no meu quarto chorando, ouvindo falação da minha mãe. Perceber que das pessoas a sua volta a sua própria mãe é a que mais te deixa para baixo é horrível, é muito ruim, meu sentimento de inutilidade só aumenta, é horrível.

Não quero entrar em detalhes, pois tenho medo de começar tudo de novo, um sentimento frio dentro de mim, que só quer se afastar de tudo e de todos, apenas sumir.

Do parágrafo anterior para esse precisei dar uma pausa para continuar escrevendo, realmente precisei parar, respirar, beber uma água. Merda de ansiedade, uma merda mesmo aaaaaaaah. Eu me sinto como uma parte das músicas de Frozen em que a Elsa canta: "Não podem vir, não podem ver, sempre a boa menina deve ser. Encobrir, não sentir, não deixar saber."

Vamos mudar de assunto novamente, ah, não sei, ainda não sei se devo escrever sobre isso, vou soltar o tema no ar caso eu edite aqui depois e queira falar, é sobre a merda de sentimentos a distância, logo eu que nunca acreditei, caí nessa armadilha, e o pior, a pessoa me faz bem, me tranquiliza, e deixa meu dia melhor, conheço ele pessoalmente, mas ±400km dos separam, e essa distância só vai aumentar, aaaaaaah.

 


Notas Finais


A foto que coloquei é do meu novo "filho" rinoceronte, seu nome é Cristopher Fred Philip Gilliard Viola Jorge Arthur D'arc Hawpkins Panda I, mas chamo mais só de Philip.


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