História Uma Carta para você - Capítulo 13


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Chichi, Gine, Goku, Personagens Originais, Raditz
Tags Chi Chi, Chichi, Dragonball, Gochi, Goku, Gokuxchichi, Hentai, Hot, Nick, Romance Goku
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Palavras 3.356
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura a todos.

Capítulo 13 - Tudo errado


O som dos risos e da voz de sua mãe soavam altos e ele se espreguiçou na cama e viu o celular sobre o criado, os olhos irritados de uma noite – em tese – mal dormida ou aproveitada. Foi ao banheiro e fez sua higiene e trocando de roupa se juntou a família na mesa do café, sua mãe como sempre intensa, o abraçou apertado como sempre fazia desde que ele se lembrava afagando os seus cabelos negros desgrenhados.

— E então moleque, como tá a faculdade? – perguntou o pai ao abraça-lo e dá um tapinha acalorado em suas costas.

—Tá bem – respondeu ao se afastar sentando-se ao lado do irmão – é diferente lá, a capital é imensa e o campus da faculdade também é bem legal e... tem o ginásio...

—E você Raditz? Como andam as coisas na Senzuby? – interrompeu Bardock se voltando a Raditz.

—Tá bem tousan (pai) consegui uma boa oportunidade na semana passada num dos projetos deles, tem uma chance de isso render algo mais significativo – disse Raditz com um sorriso torto.

—Bom, mas não se esqueceu do nosso acordo, não é? – pediu Bardock o fitando.

—Não tousan – respondeu o filho mais velho maneando a cabeça com reverencia – estou trabalhando e aprendendo pra isso.

—ótimo – falou o patriarca da família – e você Goku? Parece que está mais resolvido que seu oniichan, espero não ter problemas, e pensando nisso eu decidi que voltará para a Capital do Oeste, será melhor aqui e com a sua união com Suno as coisas serão boas para o nosso negócio diante de tudo.

—Tousan eu... – Goku começou a falar quando o telefone do pai tocou e ele levantou-se da mesa atendendo o mesmo e deixando a conversa para depois – não decidimos que iriamos conversar? Estão decidindo minha vida sem mim! – murmurou Goku irritado com sua mãe.

—Conversa com ele – Gine fala enfática – diga ao seu pai porque deve ficar em Tóquio, não sou eu que tenho as razões, é você! Além do mais, não vejo nada de errado você vir pra cá, não queria nem que fosse pra Tóquio pra início, nenhum dos dois na verdade, o que tem lá, tem aqui.

—Não é a mesma coisa mãe e depois eu não vou me transferir pra cá, e tem mais, eu vim pra resolver as coisas, não pra acabar com a minha vida.

—Mas querido, sua vida tá só começando! – Gine fala eufórica novamente – e depois, temos mais a comemorar do que brigar tudo bem?

A campainha soa alto indicando a chegada de alguém a porta, alguém que Goku já saber de quem se tratava.

Na sua mente a coisa toda era simples, ele falaria o que estava acontecendo, eles terminaram aquilo da melhor forma possível, ele conversaria com seus pais e ponto, tudo voltaria a ser o que era, e Goku tinha certeza também que sua mãe sem dúvidas iria adorar Chichi e com ela sim, ele adoraria todos aqueles planos e conversas.

 

Os cabelos vermelhos eram brilhantes pendidos num liso alinhado, os olhos verdes brilharam ao cruzar os ônix dele, mas antes foi presa num abraço de sua futura sogra que sempre a recebia com carinho. Aproximou-se dele e antes de conseguir alcançar os lábios dele foi segurada e os lábios tocaram o rosto, um gesto frio que não lhe passou desapercebido, mais frio que da ultima vez que se viram, e agora ela pensava em como as coisas vieram a calhar na hora certa, tudo tem de acontecer quando tem de acontecer, era fato!

—Precisamos conversar – Goku disse sério e viu ela desenhar um sorriso nos lábios e consenti, ela estava tão vibrante e feliz que parecia até cruel o que ele estava preste a lhe dizer, mas ele já havia decidido e estava seguro quanto aquilo.

Subindo ao seu quarto ele trancou a porta a vendo enlaçar nervosamente os dedos frente a sua janela.

—Suno eu...- ele começou quando foi interrompido por ela o abraçando forte e enlaçando seu pescoço.

—Eu to gravida! – ela disse eufórica com um amplo sorriso a ele – eu tentei te ligar, mas tava sempre ocupado e ... vamos ter um filho Son Ku, e eu... to muito feliz com isso, vamos ter uma família! – ela selou os lábios ao dele que estava estático com a notícia vinda da noiva.

Como assim grávida?

Não, não, não...

Aquilo não podia ser verdade

—Sua mãe ficou tão feliz quando soube e... eu sei que deveria ter te falado primeiro, mas eu tava tão nervosa – Suno continuava a falar, mas Goku ainda processava aquilo.

—Como assim gravida?! – foi tudo que saiu da boca dele, sentia agora o desespero que inundava seu corpo por completo.

—Aconteceu seu bobinho – ela riu.

—Achei que tava tomando remédio - ele fala cético

—Eu tava, mas acontece que acabei esquecendo algumas pílulas, bom, o que importa é que tá tudo bem, afinal vamos nos casar e tudo vai ficar bem! – ela falava alegremente

—Não! – ele fala sério – não tá tudo bem Suno...não vai ficar tudo bem, deveria ter insistido mais, ter me falado isso... e... – Ele desliza as mãos nervosamente pelo e pelos cabelos frustrado e irritado em como aquilo foi acontecer.

—O que foi? Você parece irritado, parece zangado... comigo --- murmurou a garota o olhando

Como corrigir isso? Isso não era uma coisa que se corrigia ou se virava as costas assim, aquilo mudava toda sua logica e quebrava todos os seus planos e argumentos. Não do jeito mais fácil, ou legal até, mas ele ainda sim estava convicto em suas próprias decisões. Segurando os ombros dela a afastou a olhando nos olhos.

—Suno eu não vou me casar com você – disse sincero – mas vou estar aqui por você.

—O-o Que? – ela gaguejou o olhando incrédula – como assim Go-ku? O que tá dizendo?

—Eu não posso Suno... eu... não posso fazer isso assim, eu não vim aqui pra isso e, eu vou estar ao seu lado, mas não vou me casar com você, eu não quero, na verdade me casar com você.  

Ela se afastou dois passos dele ainda incrédula, sentiu a umidade na face dada pelas lágrimas que desciam inconsciente.

—N-não me ama mais? – ela murmurou sentindo o ar faltando e viu ele maneando a cabeça em um não – não é justo... – ela murmura - e... eu não aceito isso – ela disse convicta - você é meu noivo, MEU entendeu? Nunca deveria ter ido pra Tóquio, Son Ku, você me fez uma promessa

—Não Suno, eu aceitei um compromisso é diferente – Goku tentava se manter calmo.

—NÂO! – ela gritou – ISSO É UMA PROMESSA! É UM CONTRATO, É UM ACORDO SON GOKU, SABE O QUE É ISSO?

—Suno por favor -- Goku pedi – eu vou estar ao seu lado, mas não posso me casar com você por isso, e...

—É O QUE VEREMOS -- brada a garota abrindo a porta e saindo a fechando com força

Ele respirou fundo naquele instante, seu mundo inteiro estava desmoronando em poucos minutos e queria realmente acreditar que palavra bastaria, ele pensou em Chichi naquele instante e em como ela reagiria aquilo, aquela notícia... Ele abriu a porta do quarto e começou a descer as escadas para achar Suno abraçada a sua mãe que afagava os cabelos da garota e viu o olhar severo nos olhos negros dela pela primeira vez...

—Vai ficar tudo bem tá bom? – Gine disse calma e Suno consentiu e pegou sua bolsa, olhou para Goku que estava parado no meio da escada e saiu.

Goku permaneceu calado diante do olhar da mãe, e Gine deu as costas para ele saindo por uma das portas da sala central. Sua mente é traga de volta pela voz rouca do seu irmão o perguntando.

—O que você fez?

—A... a Suno tá... gravida, e... eu disse que não quero me casar - Goku responde ainda um tanto hesitante

Raditz o fita sério

—Você vai se casar com ela – fala o mais velho – e agora não é mais uma questão de escolha otouto... lamento – disse e saiu deixando Goku ainda parado na escada.

O jovem de cabelos pontiagudos se senta no degrau e esfrega o rosto e desliza as mãos pelos cabelos negros bufando irritado quando o celular toca, ele desliza o dedo pela tela vendo ser kuririn o ligando, não era um bom momento, mas ele realmente queria distrair a cabeça, nem imaginava o que viria a seguir.

 

...

 

A porta de madeira entalhada deslizou horizontalmente se abrindo quando ela adentrou no recinto com uma bandeja em mãos, nela tinha o que se precisava.

No centro exato daquele cômodo, estava acomodado em posição de seiza frente a mesa baixa o patriarca da família, ela colocou delicadamente o que precisava sobre a mesa e como um passo a passo foi preparando a infusão verde. O silencio predominava em todo o ambiente, e era possível ouvir somente os sons do preparo que eram assistidos em silencio e atenção por Bardock. A tigela de chá lhe é entregue, aquele não era um ritual formal, ou nada em especial, mas era uma tradição respeitada e seguida na casa, um momento de pausa e inspiração, para o corpo, para a mente e para a alma. Os olhos negros dele olhavam em silencio os ônix dela que levava sua própria tigela aos lábios rosados o olhando enquanto ele fazia o mesmo com a sua própria tigela. Os sons externos se resumiam aos ventos e brisas, aos balançar das folhas das arvores e ao cantar dos pássaros do lado de fora, era incrível como um tradicional se mantinha diante do moderno e novo, forte e inabalável. Ele tinha de admitir que tivera muita sorte na escolha de sua companheira e de seu amor, em pensar que quase a perdeu e estaria agora com outra, com algo efêmero... tinha de um carinho e amor incondicional por sua Gine, mesmo que por vezes fosse rígido, ou rude por vezes, mas ela era sempre doce e delicada, mesmo que tivesse suas pitadas picantes de um gênio e temperamento forte, mas era exatamente esse domínio dela mesmo no silencio que o encantava, ela conseguia o colocar no seu lugar apenas com seus lindos olhos negros, tudo se resolvia ali, com eles, só entre eles. Gine era uma boa esposa, era uma boa mãe e ele a admirava em tudo, principalmente no alicerce que ela era para que ele pudesse ser melhor, e justamente pelos anos que estavam juntos ele conhecia bem seus olhos e suas expressões, e naquele instante os olhos dela contavam bastante, mas ele não iria quebrar aquele momento. E assim permaneceram ali em silencio juntos tomando o chá, e apreciando o silencio entre eles e a calmaria ofertada para a calma por toda uma hora...

E quando finalmente o tempo findou-se viu os lábios dela franzir o olhando.

—O que aconteceu? – ele perguntou ao quebrar finalmente o longo silencio e em resposta ouviu o longo suspiro dela

—Goku... ele, disse a Suno que não vai se casar com ela – Gine disse e viu o cenho do marido contrair-se e uma face completamente tensa e seria se formar

—O que disse a ele? – ele perguntou com o tom de voz um pouco mais grosso que o habitual

—a ele nada, deixei que você resolvesse, já que cabe a você – Gine falou o olhando nos olhos, e ele sabia que tal postura para ela ainda sim era difícil dado a todo apego maternal que ela tinha para com os filhos, mas diante da seriedade da informação ele agiria como o chefe daquela família e como patriarca. – Já para Suno pedi a ela que esperasse que tomaríamos medidas e que não se abalasse, a nossa palavra era firme.

Bardock não ia se deixar desonrar por causa de um moleque mimado como o filho mais novo, sempre o deixou mais soltou que Raditz, o criou com as culturas um pouco mais flexíveis achando que isso seria bom para ele, que era bom eles mudarem, mas pelo visto não! Achava que o filho tinha achado o seu caminho, mas pelo visto era um tolo engano, tomando decisões egoístas e estupidas, mas agora indo longe demais ao insultar a honra da própria família, ele não tinha noção do que era tradição e talvez fosse a hora exata de ser colocado no seu lugar.

—Eu vou ao escritório, mande ele e Raditz pra lá e não quero ser interrompido até a porta se abrir novamente – disse firme e a esposa consentiu se levantando finalmente e o deixando ali.

 

(...)

Ela voltou-se ao casarão pela trilha de pedras cercada pelo belo jardim regrado a sakuras e hakutos(pêssegos brancos) da qual Goku era apaixonado desde muito pequeno. O imenso pátio de trás da propriedade dava vista ao mausoléu da família e ela caminhou até ele acendendo um incenso e fazendo prece as ancestrais e guardiões sagrados, e pedindo que houvesse juízo e clareza nas decisões de seu caçula, a ultima coisa que ela queria era que tudo desandasse, jamais desejaria mal, pelo contrário, e ela estava tão feliz por Suno, por ele que tinha sua decisão antes tão segura de se unir a ela e traze-la a sua família, e Suno era uma boa garota, e sem duvidas seria um esposa perfeita para o seu Goku, e questionou os motivos de ter deixando ele seguir a Tóquio, talvez contato demais com muita liberdade o fez esquecer o que ele era, ou suas raízes, ela sabia que era assim, com Raditz não foi diferente quando ele decidiu ir a capital, mas ao menos o foco de seu primogênito havia voltado ao terminar a faculdade e talvez fosse muito disso que balançava Goku, o fato era que ela não poderia o corrigir ou doutrinar naquele instante e cabia somente a Bardock a decisão de como as coisas seriam e toda decisão se resumia a ele.

Respirou fundo ao entrar, achou Raditz e mandou o mesmo ao escritório, já Goku permanecia sentado no gazebo lateral da casa olhando perdido, assim que ela chegou ele não ouviu, ela caminhou tão silenciosamente e graciosamente, que soava mais como o vento

—Seu pai te aguarda no escritório – disse firme e Goku se assustou e a olhou fundo nos olhos que ainda tinham repreensão, mas tinham amor e carinho.

—Mãe, eu...

—Não posso falar com você – Gine é enfática mesmo que doesse – deve falar somente com seu pai agora, não comigo. – Ela virou-se esperando-o a seguir.

Ele respirou fundo, queria tudo tão fácil, porque até ali tudo era sempre tão penoso e se perguntou o porquê daquilo tudo? Eram tantas tradições bobas, tantas coisas sem sentido...

Na sua cabeça era tão simples, ele se casaria com Chichi no seu devido tempo, ele teria o filho com Suno e as coisas permaneceriam daquela forma, ele não negaria o filho, mas também não negaria a sua própria felicidade, simples assim. Muitos tinham essas escolhas simplificadas, porque ele não? E tudo sempre tinha de se resumir em honra.... sempre ela...

Quando percebeu estava parado frente a porta do pai e viu Gine abri a porta e ele viu que Raditz também estava ali, e ao cruzar a porta Gine a fechou e saiu deixando ordens expressas aos servos de que não deveriam abrir por nada a porta, tudo passaria por ela agora.

—senta aí – determinou sério Bardock olhando para Goku

—Tousan eu...

—Calado, não é um convite – disse autoritário ao jovem de cabelos pontiagudos como o seu. Goku não tardou em cumprir a ordem do seu pai, o olhar sério e imponente recai sobre ele, e Goku achava que era o momento, o seu momento e única chance de convencer o pai de sua própria sandice. – Eu não sei e não quero saber o que te levou a fazer o que fez, tá mais que óbvio que a capital não foi a melhor decisão pra você, sabe o que fez?

—Não senhor – Goku responde e olhando de soslaio ao irmão, implorava mentalmente pra Raditz ao menos tentar ajuda-lo – mas eu tenho uma razão...

—Suas razões são insignificantes agora – Bardock o corta – e não as pedi, sabe porquê? Minha palavra vale muito mais que suas razões egoísta e inconsequentes, sempre teve o apoio dessa casa, mas agora é o mínimo que deve fazer, é sua primeira fase, tem o dever para com essa família, sua lealdade e sua obrigação, então vou te falar como as coisas vão funcionar, o acordo com a família Hokubu já foi feito e muito me agrada como está, é um bom acordo, e não vou desonrar a minha casa pela sua imprudência, fora que o acordo com eles é um bom negócio para nossa família

—Tousan(pai) – Goku começa

-Não acabei – Bardock o corta com o tom de voz mais alto – voltará da capital e faremos a união, assumira parte dos negócios deles vinculado aos nossos, vai começar a fazer parte dessa família como deveria ter sido desde o começo, aprenderá seus deveres, e fará isso a partir de hoje.

—Não é justo! – Goku fala encarando o pai com certo desafio nos olhos

—Justo? Você realmente quer falar de justiça? Não sabe nada da vida, é tolo e imprudente, uma criança, não sabe nada sobre sua própria origem, quem se comprometeu com a garota pra começo foi você, quem se precipitou foi você, eu só estou a corrigir da melhor forma o seu próprio estrago e ainda por cima abrindo uma oportunidade pra você ser algo, não fale de justiça, é egoísta e não se importa com as coisas até faze-las, isso não tem a ver com justiça, tem a ver com ser adulto e arcar com suas decisões e o peso da sua palavra. A minha, vale muito, e a sua? vale algo Son Goku?

—Eu não amo ela – Goku fala enfático – eu não vou fazer isso!

—Não to te pedindo opinião, isso aqui é uma decisão da qual não só eu tenho, como seu irmão também compartilha. Temos integridade e honra, e tá na hora de você ter também, essa é a decisão como patriarca.

—Raditz – Goku fala olhando para o irmão – não pode estar a favor disso

—Desculpa otouto, mas as circunstâncias mudaram, é o nosso nome e eu te avisei...

—é um traidor isso sim! – Goku brada – em vez de me ajudar, me vira as costas

—Não tô te virando as costas, apenas sendo lógico e fazendo o melhor pela família, e o melhor é honrar com a palavra, ainda mais agora. Temos mais a perder do que ganhar com isso, e depois a família Hokubu tem um comercio que é interessante pra nós, não seria prudente perder o acordo agora, porque desonraria não só a nossa casa, como a dela também.

—Tudo então se resume a essa droga? – Goku brada – eu não vou fazer, case você com ela se é tão importante

—Goku – brada Bardock

—Não! Eu não vou calar, porque finalmente eu sei exatamente o que eu quero e onde quero estar e ninguém vai tirar isso de mim! – ele fala firme, os olhos negros encaravam em igual o pai.

Bardock se levantou

—Mandarei trazer suas coisas e transferir seu curso pra cá, não retornará a Tóquio – disse como quem coloca um fim naquele assunto –

—Não aceito isso – Goku fala por ultimo

O patriarca apenas o olhou com um olhar determinante e deu as costas ao abrir a porta.

Goku olhou para Raditz que permanecia sentado

—Odeio você! – disse Goku e saiu em direção ao jardim externo do fundo. Os olhos irritadiços prendiam toda a sua frustação.

Olhou aos pessegueiros e via os frutos constantes da maturação fora de época que sempre acontecia e só conseguia pensar em Chichi...

 

Bardock deu apenas uma única ordem a sua esposa.

—Retira o celular dele e todos os privilégios, ele agora vai aprender do zero tudo outra vez, vou contar em definitivo os laços dele com a capital.

—Não acha muito drástico? Afinal ele tem amigos lá – Gine pondera

—Eu decidirei isso, mas por hora, ao menos até as coisas ficarem claras pra ele, a minha resposta está em definitivo – determina Bardock e Gine com uma curta reverencia sai em direção ao quarto do filho em busca do aparelho.

 



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