História Uma Ceo Infernal - Capítulo 18


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Categorias O Mundo Sombrio de Sabrina (Chilling Adventures of Sabrina)
Personagens Ambrose Spellman, Diana Spellman, Dr. Cerberus, Edward Spellman, Hilda Spellman, Mary Wardwell / Madame Satã, Nicholas Scratch, Padre Faustus Blackwood, Personagens Originais, Prudence Night, Sabrina Spellman, Zelda Spellman
Tags Ambrose Spellman, Faustus Blackwood, Hilda Spellman, Lady Constance Blackwood, Mary Wardwell / Madame Satã, Sabrina Spellman, Spellwood, Zelda Spellman
Visualizações 37
Palavras 1.767
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fantasia, Literatura Feminina, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei e.e

Para alegria e para o descabelamento de vocês hahaha

Bjos de Luz 😈

Peço desculpas, a tarde respondo todos os comentários, pelo cel ele trava e não deixa mandar mais de uma reposta a cada x minutos

Capítulo 18 - Capítulo 17


Fanfic / Fanfiction Uma Ceo Infernal - Capítulo 18 - Capítulo 17

Zelda Spellman


Não sei como cheguei aqui, mas quando acordei estava deitada em uma cama de hospital muito aconchegante por sinal. Uma enfermeira estava ao meu lado sussurrado para me acalma que estávamos bem. Ela me ajudou a sentar na cama e me fez ter cuidado com o soro, olho para o lado os eletrodos estavam indicando que estava tudo normal.

— Onde estou e como vim parar aqui?

— Seu marido à trouxe, parece que se desequilibrou na escada e caiu, mas se ele a empurrou pode contar para nós! — balanço a cabeça em negativa.

— Não, eu realmente caí, mas se estou bem posso ir embora! — exclamei e ela negou com a cabeça.

— Vou chamar o doutor e ele explicará tudo! — aceno que sim com a cabeça e ela se retira me deixando ali sozinha por um breve momento até o doutor entrar pela porta.

— Boa Noite Zelda, que bom que acordou! — ele se aproxima e usa o estetoscópio para ouvir meu coração e depois usa o aparelho para medir minha pressão.

— E então doutor o que eu tenho? É grave? — ele nega com a cabeça.

— Não diria grave, mas pelos próximos oito meses terá muitas mudanças! — arregalo os olhos imaginando que doença era essa.

— Como não é grave? — uma enfermeira entra e me entrega um copinho com remédio e água — O que é esses remédios?

— São vitaminas, algumas irei prescrever com o tempo! — pego o copinho e tomo as vitaminas — Acho que não caiu a ficha, vamos lá... Você está grávida de 4 semanas! — quase engasgo com a água.

— Impossível, não posso engravidar é uma chance em um milhão! — fiz alguns exames anos atrás sobre minha irregularidade na minha menstruação e descobri que a chance de engravidar era rara.

— Então parabéns, é a sua chance em um milhão! — respiro com dificuldade, não sei ser mãe e nem ne imagino assim, minha irmã irá surtar com a ínfima ideia de ser titia.

— Bom eu posso ver o bebê? — ele afirma com a cabeça e me entrega uma pasta que estava em cima do criado ao lado da cama.

— Fizemos um exame diferente, como o feto é muito novo não recomendo fazer ultrassonografia, mas aqui pode ver seu pacotinho de felicidade! — ele aponta para o um pequeno borrão na imagem e lágrimas caem, me sinto boba — Seu marido já sabe que será pai e logo autorizo a sua entrada e...

— Você contou? Sem a minha permissão? — ele parece confuso e então me recordo que até a enfermeira disse meu marido e como ele não me empurrou da escada, resolvo mudar o foco — Eu queria contar! — ele sorri e começa a me explicar que foi um milagre não perder o bebê nem me machucar gravemente.

Ele explica que na minha idade ter um filho é como um milagre, precisando de muitos cuidados, alimentação saudável, vitaminas, exercícios e muito amor. Após uma longa aula de tudo que preciso saber o doutor aproveita para marcar às consultas para os próximos meses e que vai me ajudar por mensagem quando os mesmos estiverem próximos.

Após o médico sair o momento que tanto temi aconteceu!

Faustus entrou no quarto e pôs a se explicar, sim era verdade tudo que dizia. Se havia algo que me encantava nele era como era sincero, notei também que ele fez tudo ao seu alcance para me proteger e por mais que eu o ame, não posso perdoar sem ter certeza do que ele sente.

Não sou uma menina tão pouco uma adolescente impulsiva. Agora, tenho um filho que cresce em meu ventre, preciso agora ter um papel que nunca sonhei. Não eu não seria um monstro em tirar meu filho, eu mesma fui descuidada ao esquecermos inúmeras vezes a camisinha, nem deveria ter acontecido.

Mas no fundo eu sei as respostas para as minhas tormentas, no fundo eu sei que no momento que vi as provas eu já havia o perdoado, mas não iria dar o braço a torcer e ele iria comer nas minhas mãos como eu tanto desejei.

Minha "sogra" junto a sua prima o convenceram a espairecer, meu "sogro" o acompanhou e fiquei ali com as duas, bom eu teria muita coisa para explicar e não me sentia a mais preparada das mulheres, muito menos queria falar algo, ainda mais após Faustus falar o que fazia para elas.

— Acho que a mocinha têm... — nem deixo Morgana terminar a frase e completo.

— ... Que dar muitas explicações! — as duas sorriem e uma vai em cada lado da cama segurando em seguida minha mão, ambas balançam a cabeça em negativa.

— Não minha querida, não ligo para o que a mulher do meu filho faz com seu corpo ou sua vida! — arregalo os olhos sem entender — Você podia até ser uma meretriz, que aceitaria como qualquer médica ou advogada, qualquer mulher que dê o brilho no olhar que o meu filho tem por você... Já é da família.

— Verdade priminha! — engoli em seco, nunca pretendi ficar com um homem e agora além de ter um a minha disposição ainda estava gerando seu filho — Mas tenho a impressão que mesmo com tudo que ele disse têm dúvidas sobre o que ele sente e o que você sente!

— Eu nunca pretendi ter um homem na minha vida! — confessei e elas me olharam sem entender — E do nada seu filho chegou na minha empresa, girou do avesso meu mundo da dança e me mostrou um mundo erótico que me deixou desejosa, mais aberta e mais safada confesso! — confessei e começamos a rir — E agora quando ele me larga sozinha eu senti falta dele, eu queria ele ali nem que fosse para dizer oi... Foi uma maldita tortura que ele fez comigo, sim ele me protegeu, mas porque mentir ou omitir algo...

— Porquê o medo em perder a mulher que ele ama era maior que a própria sanidade dele! — a mãe dele possuía lindas palavras — Não justifica a burrada que ele fez, nem a traição que para você existiu... Mas ele fez a única coisa que julgou correto e no fundo você o perdoou e vai fazer com ele tudo que ele fez com você!

— Uma inversão de papéis sem penetração! — concluo e as duas começam a gargalhar — Na inversão de papéis o homem bom precisa se sentir humilhado e em muitos casos a Domme usa uma cinta com pênis... Mas acredito que no meu caso seria apenas as ordens... Temos oito meses para ele ficar aos meus pés e depois...

— E depois ele vai te domar, porque vai sentir falta do homem que a faz se sentir completa!

— Acho que sim Lucy, mas até lá podemos brincar um pouco.

— Ele não vai aceitar menos que casamento! — arregalo os olhos, essa parte não estava nos planos.

— Eu não vou casar! — cruzo os braços e as duas começam a rir.

— Filha, você não conhece o lado persuasivo dele... Se ele botar na cabeça que irão casar ele vai atrás até receber o sim! — reviro os olhos, a palavra casamento estava fora dos meus termos e agora com um filho a caminho poderia ser a solução perfeita nos séculos passados, em pleno século XXI, e mulheres podiam ser mães solteiras.

— Não vou ne casar por causa de um filho! — cruzo os braços e nada nem ninguém iria me fazer mudar de ideia!

— Então minha filha ele vai te mimar, paparicar e fazer de tudo até que dê o tão sonhado sim! — fico incrédula com as palavras da minha "sogra" ele pelo visto já havia dito que queria se casar comigo.

— Quando ele disse que queria casar comigo? — Lucy sorri e ela que responde.

— Simples, no dia que você jogou vinho naquela oxigenada eu soube que seria a mulher certa para ele! — isso não responde minha pergunta e minha "sogra" responde.

— Quando eu percebi que ele olhou para você agora a pouco com tanto amor! — engulo em seco com a afirmação, não esperava esse tipo de resposta — Ele pensou que ia perder você, nos ligou desesperado... Nunca vi meu filho neste estado e ainda mais por uma mulher!

— Não sei senhora!

— Pelo amor, vamos ser uma família me chama de Mindy! — sorri com a forma doce que elas viam nossa relação que doce não era nada, mas pensando bem ele falava tantas vezes que não deveria fazer certas coisas e agora entendo.

— Acho que eu posso atormentar ele bastante! — mordo o lábio e ouço as batidas na porta — Entra! — minha irmã estava ali, me olhando com seus olhos marejados e vindo em minha direção, Lucy se afasta ela pode me abraçar.

— Minha irmãzinha eu fiquei nervosa com seu acidente, Faustus me ligou e contou o que aconteceu e... Sábado é meu casamento e irei adiar ele! — nego com a cabeça e acaricio seu rosto.

— Jamais, eu amanhã recebo alta e vamos no seu casamento! — ela me olha um tanto curiosa.

— Fico mais aliviada vendo você aqui bem, mas como assim nós? — seu olhar confuso me fez rir.

— Eu, Faustus que é meu acompanhante — pego a mão dela e coloco em meu ventre — e o nosso filho! Parabéns titia!

Minha irmã me olha um tanto assustada, ela se levanta e fica ali sem responder nada por muitos minutos, parecia até em choque, até dizer.

— Irmã e quando vai casar? — abro a boca para responder, mas Faustus que estava na porta responde por mim.

— Quando eu fizer o pedido e ela aceitar! — Mindy começa a rir e me olhar com aprovação, reviro os olhos e todos me encaram e repondo.

— A resposta ainda seria não! — minha irmã se afasta e ele se aproxima da cama como um predador nato, beija minha testa e sussurra.

— Veremos!

— Desafio aceito!

— O doutor disse que temos que deixar a paciente descansar! — Ele se afasta mostrando a saída para todos — Todos iremos para casa e amanhã voltarão! Mas como pai do seu filho eu volto mais tarde para ficar a madrugada toda com você! — o desgraçado nem deixa responder, apenas se afasta como todos e me deixa ali, como eu quero matar ele.


Notas Finais


Continua!


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