História Uma Chance Para Recomeçar - Capítulo 12


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Categorias Bleach
Personagens Aikawa Love, Aizen Sousuke, Akon, Byakuya Kuchiki, Cirucci Sanderwicci, Grimmjow Jaegerjaquez, Hanatarou Yamada, Hinamori Momo, Hirako Shinji, Hiyori, Ichigo Kurosaki, Isshin Kurosaki, Izuru Kira, Karin Kurosaki, Kenpachi Zaraki, Kensei Muguruma, Mashiro Kuna, Mayuri, Nanao Ise, Nelliel Tu Odelschwanck, Nemu Kurotsuchi (Nemuri Nanagou), Nnoitra Gilga, Orihime Inoue, Rangiku Matsumoto, Renji Abarai, Retsu Unohana, Rouse, Rukia Kuchiki, Sado Yasutora, Sajin Komamura, Shihouin Yoruichi, Shunsui Kyouraku, Shuuhei Hisagi, Soi Fong "Soifon", Szayelaporro Granz, Tatsuki Arisawa, Tier Harribel, Toushirou Hitsugaya, Ukitake, Ulquiorra Schiffer, Urahara Kisuke, Uryuu Ishida, Yadoumaru Lisa, Yuzu Kurosaki
Tags Bya X Hime, Byakuya Kuchiki, Cirucci Sanderwicci, Coyote Stark, Emilou Apacci, Franceska Mila Rose, Ggio Vega, Grimm X Momo, Grimmjow Jaegerjaquez, Hachigen Ushoda, Hiyori Sarugaki, Ichi X Ruki, Ichigo Kurosaki, Isane Kotetsu, Isshin Kurosaki, Izuru Kira, Juushiro Ukitake, Karin Kurosaki, Kensei Muguruma, Kisuke Urahara, Kukkaku Shiba, Lisa X Aizen, Lisa Yadomaru, Loly Aivirrne, Love Aikawa, Mashiro Kuna, Mayuri Kurotsuchi, Momo Hinamori, Nanao Ise, Nelliel Tu Oldeschwanck, Nemu Kurotsuchi, Nnoitra Gilga, Orihime Inoue, Rangiku Matsumoto, Renji Abarai, Retsu Unohana, Rojuro Otoribashi Rose, Romance, Rukia Kuchiki, Ryuuken Ishida, Shin X Ran, Shinji Hirako, Shunsui Kyoraku, Soi Fon, Sousuke Aizen, Szayel Aporro Granz, Tatsuki Arisawa, Tesla Lindocruz, Tier Halibel, Toshiro Hitsugaya, Ulquiorra Schiffer, Uryuu Ishida, Yasutora Sado Chad, Yoruichi Shohoin, Yuzu Kurosaki, Zaraki Kenpachi
Visualizações 46
Palavras 4.257
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus amores!

Voltei com mais um capítulo, e sem muitas delongas, desfrutem!

OBS: a arte da capítulo é minha, porém, está editada por causa da política do site. Deixarei o link da imagem integral nas notas finais.

Capítulo 12 - Se entregando à paixão


Fanfic / Fanfiction Uma Chance Para Recomeçar - Capítulo 12 - Se entregando à paixão

Cerca de meia hora depois, Lisa, que estava dentro de um Rolls Royce branco perolado, avista uma gigantesca mansão à beira de um penhasco, que ficava numa praia distante, composta de areias claras e cascalhos, no limite oeste de Karakura. E ao ver que se aproximava de seu destino final, um certo nervosismo tomava conta de si.

Estava ansiosa e receosa, pois Aizen sempre a fazia sentir-se assim. A ansiedade se devia à expectativa quanto ao porvir, quanto ao que de fato aconteceria naquela casa, com aquele homem que tanto mexia consigo. O receio era algo que a atormentava de igual modo, pois não poderia sequer imaginar a reação de seus amigos Vizards, que eram aqueles com quem realmente se importava, quando soubessem desse seu pretenso envolvimento com que lhes arruinou a vida no passado. Sabia, de antemão que eles não a perdoariam, e isso, ela tinha ciência que não poderia suportar, pois eram mais do que simples amizades... aquelas sete pessoas foram o seu tudo por mais de um século, seu porto seguro e verdadeira família, e seus desprezos, seria para si, como definhar em vida.

Saiu de sua divagação quando o carro por fim estacionou, e o motorista, que lhe sorriu com simpatia abrindo a porta do automóvel, gentilmente lhe deu a mão para que deste saísse, e a acompanhou, subindo consigo as escadarias que davam acesso à uma ampla e confortável sala, que tinha uma decoração moderna, começando pelas paredes e grandes portas de correr, que eram de vidros transparentes, e estas, brindavam à quem estava ali dentro, com a belíssima visão do mar tranquilo, e o infinito horizonte que fazia qualquer um que o olhasse, por mais insensível que fosse, se perder neste.

Sofás retráteis, cadeiras ultra confortáveis, tapeçarias caras, móveis de primeira qualidade, um bar composto das mais variadas bebidas… tudo isso também compunha o local, que por si só, era deslumbrante, e ficou ainda mais interessante com a chegada de Sousuke, que com o seu andar elegante, adentrava o luxuoso cômodo, ficando de frente a sua ilustre convidada, que não evitou suspirar ao vê-lo vestido com tanto garbo, trajado totalmente de cinza grafite, num terno Armani, que de longe, dava pra saber que custou quase o preço de um carro popular.

Com um discreto aceno, o anfitrião dispensou o motorista, que se retirou dali com presteza, deixando o casal à sós. Ele então se aproximou de sua ilustre convidada, tomando delicadamente a melindrosa mão direita dela entre as suas, a beijando com desvelo, e lhe lançando o melhor sorriso que tinha, ato que a deixou ainda mais arfante.

- Está lindíssima! Meus instintos diziam que essa roupa a deixaria estonteante, e pelo visto, não me enganei. - seu olhar não desvia do dela - Me alegra que não tenha desistido de vir. - falou honestamente.

- Obrigada pelo elogio. - responde um pouco sem jeito - Minha palavra é uma só. Se concordei em vir, é porque certamente o faria, nem que fosse para em seguida ir embora, e nunca mais te ver. - sua voz soou séria, e ele fez um leve muxoxo.

- Não faria isso. - rebate sem acreditar na convicção da mulher à sua frente, e se achegando mais à ela, lhe acaricia o pescoço, subindo depois sua mão ao aveludado rosto dela - Sinto ao te tocar que não o faria... que não me deixaria… - deposita um suave beijo na bochecha ruborizada da moça, que mesmo excitada, se afasta.

- Dá um tempo, Aizen! Mal cheguei e já quer me atormentar com os seus joguinhos baratos de sedução.

Enquanto ele sorria do discreto acesso de fúria da Vizard, esta se vira e caminha para a varanda do lugar, que era uma espécie de deck de concreto suspenso, projetado para fora do penhasco, sustentado por vigas presas às rochas que estavam embaixo de toda a construção. Uma verdadeira obra prima da engenharia.

Sua visão se concentra no céu estrelado, e sorri ante a grandeza da simplicidade que a natureza oferecia às pessoas, que nem sempre lhe davam o devido valor e respeito. Depois, girou o seu corpo para admirar arquitetura e designer daquela imponente fachada, e ao fazê-lo, sente sua cintura ser tomada por um meio abraço, e ao olhar para o lado, vê que Sousuke também estava na mesma sintonia que ela, contemplando, admirado a sua propriedade.

- O corretor me disse que esta era uma réplica exata da mansão de um tal Tony Stark, feita por seu antigo proprietário, que era um aficcionado por cinema. Não sei bem o que isso quer dizer, mas tenho que admitir que me agradou à primeira vista. - continua a mirar a construção.

Ela leva seus finos dedos ao queixo, e pensativa, fala quase que pra si mesma.

- Bem que eu achei ela familiar… Homem de ferro…

- Que foi que disse? - indaga curioso.

- Cultura Geek… - sorri para o castanho, que levantou levemente a sobrancelha, sem nada entender - Já que está nesse mundo, terá que se acostumar com certas excentricidades de algumas pessoas.

- Se me explicar ao longo de nossa convivência, ficarei feliz em lhe ouvir. - aperta com cuidado a delgada cintura, fazendo a morena arrepiar-se por inteiro.

“Pretensioso…” pensou ante a última frase dita por ele, porém, voltou a se concentrar no diálogo.

- Sabe Lisa, desde que adquiri esse imóvel, nunca parei para analisar o quão belo ele é. Seus detalhes, particularidades... tudo isso eu deixei de lado pra que pudesse fazer junto à ti, do jeito que estamos agora. - a mira fixamente - Quero que me diga suas impressões, suas opiniões...

- Mas, a casa é sua… não faz sentido que precise de minha opinião ou aprovação para algo que é de sua propriedade, que faz parte de seu gostos particulares. - é sincera no que diz.

- Ainda não entendeu, Lisa… - volta a mirá-la profundamente - Te quero, e como minha mulher, daqui pra frente, tudo o que é meu será seu. Portanto, seus conceitos e considerações serão sempre meus guias para as minhas decisões futuras, e se essa mansão não estiver do seu agrado, comprarei outra que faça jus à sua vontade. - sua voz soa séria, e a Vizard arregala os olhos.

- Tá brincando comigo? - ri com ironia - Quer mesmo que eu acredite nessa mentira deslavada? - desvencilhou-se de seu agarre, e caminhou em direção á sala, com a clara intenção de ir embora - Já disse uma vez e vou repetir: não serei mais um de seus experimentos bizarros! Bastou uma vez, onde acabou com a minha vida! - balança a cabeça em negativo - Não deveria ter vindo… foi uma péssima ideia...

Ele a toma pelo braço, e a estreita contra o seu corpo, onde fala com firmeza.

- Pensei que sua vinda aqui fosse um sinal claro de que estava me dando um chance, de que me daria ao menos o benefício da dúvida.

- Como vou fazer isso se mente descaradamente? - a raiva é nítida em seus orbes - Se quer me convencer de que sou especial pra ti, se nós dois sabemos que isso é balela!

- Não estou mentindo, Lisa… não tenho nada a ganhar com isso, pois não creio que me humilhar diante de ti seja um ganho considerável, sendo que nunca fiz nada parecido por ninguém. - mais uma vez sua voz soa honesta aos ouvidos da Capitã Interina.

- Eu… - os olhos castanhos do homem à sua frente a fazem refletir mais do que esperava… a levam a perder-se dentro deles, caminhando em meio à um infinito misterioso, onde sentimentos contraditórios permeiam e entrelaçam-se entre si, mas, que no fundo, há algo genuíno... algo que nem ela, muito menos ele saberiam explicar, mas que estava ali, vivo. Ela, constatando tal sentimento, que era até então subjetivo, resolveu crer, pelo menos em parte, no que ele dizia - Eu fico… mas, não abuse de minha boa vontade, entendeu?

Ele dá um meio sorriso, a conduzindo com a sua mão unida à dela, até um dos luxuosos sofás, onde se sentam, e este, de surpresa, lhe dá um beijo calmo, porém, cheio de libido, trazendo o corpo feminino mais perto do seu, passeando vagarosamente suas mãos pela pele macia das coxas da Vizard, que arfa extasiada em meio ao quante ósculo.

Tão absortos estavam trocando tão caloroso beijo, que acabaram não percebendo a presença de mais alguém ali, que pra se fazer notar, deu um discreto pigarrear.

- Haaam, haaam… me desculpe a intromissão, porém, venho lhes avisar que o jantar será servido em cinco minutos. - o polido senhor fez uma pequena vênia, e se retirou dali.

Lisa não evita rir ao ver a semelhança do funcionário de Aizen com o mordomo de Bruce Wayne, dos filmes e quadrinhos do Batman, e o castanho, novamente intrigado, a questiona.

- Do que tanto ri?

- Seu mordomo... se parece com o… - o mira e desiste de tentar explicar - Deixa pra lá…

- Algo a ver com a tal Cultura Geek?

- Sim… pode ser… - se levanta e ajeita o seu vestido com as mãos - Acho melhor irmos jantar, pois foi pra isso que vim, correto?

- Tem razão. - seus dedos delineiam os lábios rosados, e a ponta de seu nariz roçou a face aquecida da jovem, que sentiu seu corpo travar ante esse gesto - Vamos jantar. - fala bem próximo ao ouvido esquerdo dela, que engole em seco tamanho o tesão que sentiu ao escutar tão sedutora voz.

- V-vamos… - ela, por fim se mexe, e ele, de modo galante, a leva pela mão até a sala de jantar.

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Depois de um farto e delicioso jantar, que tinha uma enorme variedade de alimentos, dentre eles sushi, sashimi, huramaki, sukiyaki, tempura, entre outros da formidável culinária japonesa, Lisa dispensou a sobremesa por estar satisfeita, apesar de não ter comido tanto quanto gostaria, pois os olhos lânguidos de Sousuke em cima de sua pessoa inibiram e muito o seu apetite. Na verdade, estava ansiosa, inquieta… por mais que estivesse tudo perfeito, só uma coisa ali lhe era incômoda: o fato de ser Aizen quem a estava deixando assim.

Sua mente ainda se perguntava o que foi realmente fazer ali?… Que droga de paixão foi essa que começou a nutrir por esse homem?... Porque se sentia como uma adolescente desmiolada perto dele? Porque sentia-se vulnerável ao receber seu olhar, ao ouvir sua voz, ou perceber o quanto sua pele e seu corpo clamavam pelos seus toques?...

Debruçada no beiral daquele deck suntuoso, e com seus pensamentos em outro plano, sentiu seu frágil corpo tremer com o suave afastar de seus cabelos pelas mãos másculas, seguido de um ósculo úmido em sua nuca. Ao virar-se, vê aquele olhar outra vez para si… cativante, envolvente, irresistível…

Com as mãos na cintura da VIzard, o ex-Capitão a traz para si, e com um estalar de dedos, logo uma música ambiente ecoa suavemente por este, música esta que Lisa reconhece na mesma hora.

 

In my life

I've felt so self assured

But suddenly it's all changed

She's a cloud

That hangs above my world

And I find myself wond'ring in the rain

And now I can't go on

 

- Aizen… - murmura incrédula, enquanto ele dá seus primeiros passos com ela colada ao seu corpo, numa dança intimista e cheia de romantismo - Como sabe que adoro essa canção? - questiona, se abraçando ainda mais à ele.

- Ontem, quando cheguei, estava cantando essa mesma música, e de maneira bem entusiasmada. - a morena fica com as bochechas rubras ao lembrar-se que na verdade, estava aos berros e pra lá de ébria  - Então, resolvi pesquisar no tal “Dr, Google”, e descobri que ela foi gravada em 1981, por um cantor chamado Gino Vanelli. Aliás, pela data em que estamos atualmente, se trata de uma música relativamente antiga para os padrões humanos. - observa a abraça com mais carinho.

- Para nós essa passagem de tempo não é válida, sabe muito bem disso. - sorri de canto - Portanto, pra mim essa melodia será sempre atual. - o mira ternamente.

- Essa bem que poderia ser a nossa música. - ele fala normalmente, e ela, piscando bastante, o olha surpreendida por tais palavras - Dizem que a maioria dos humanos sempre escolhe uma melodia para contar a história de suas relações afetivas, e se quiser, essa poderia ser a nossa canção. O que acha?

- Eu… nem sei o que dizer, mas… gostei da ideia… - apoia seu rosto no peitoral de Sousuke, que desliza seus dedos por entre os fios negros, que estavam trançados como o seu habitual, e agora em um terno silêncio, continuam a bailar candidamente.

 

 

'Cause I am lost

Living inside myself

Living inside this shell

Living outside your love

I am lost

Somewhere inside my own dreams

Afraid of what life really means

Living without your love

I need a guiding light

To shine on my darkest days

I was young, and time was on my side

But like a fool I let it slip away

And now those days are gone

And I am lost

Living inside myself

Living inside this shell

Living outside your love

I am lost

Somewhere inside my own dreams

Afraid of what life really means

Living without your love

In my life

I've felt so self-assured

But oh how all the seasons change

And now I'm not that strong

'Cause I am lost

Living inside myself

Living inside this hell

Living outside your love

I am lost

Somewhere inside my own dreams

Afraid of what life really means

Living without your love

I am lost

Living inside myself

Living inside this shell

Living outside your love

I am lost

 

Sem ao menos esperar a canção terminar, o castanho a beija com volúpia, desfazendo o penteado da jovem, sentindo os sedosos fios por entre seus dedos, e esta, não mais se opõe às suas carícias, e corresponde ardentemente ao ósculo que lhe foi dado. Resistir ao apelo de seu corpo era inútil. Lutar contra o que sentia só a fazia mergulhar num mar de angústias, e não mais queria isso… queria vivenciar esse sentimento, que para si era, até então, desconhecido. Queria sentir-se como uma protagonista de filmes de comédia romântica, que sempre se entregavam sem reservas aos seus sentimentos, enfrentando seus próprios medos, juntamente com todos os outros desafios impostos pelo destino…

Destino, um ser cruel, sádico como o próprio Aizen, que lhe fazia a falseta de colocá-lo novamente em seu caminho, para enredá-la em suas teias escusas. Mas não fazia mal… estava decidida: pagaria pra ver até onde tais sentimentos “nobres” a levariam: se à um oásis de êxtase e deleite, ou à um inferno de aflição e solidão.

Com cavalheirismo, porém sem interromper o contato, ele a coloca gentilmente em seu colo, e caminhando como se numa nuvem estivesse, de tão suaves que eram os seus passos. Sem demora chegam à luxuosa suíte do ex-Capitão, que com sumo cuidado a põe sentada na beirada de sua king-size, fincando seu joelho no piso em seguida, e de frente á moça, retira de seus pés os caríssimos sapatos, beijando ambos com devoção e desejo, distribuindo selinhos molhados ao longo de toda a esguia perna esquerda, levantando com as lépidas mãos o vestido até a altura da virilha, sempre espalhando seus incandescentes ósculos, passando a ponta de sua cálida língua no meio das coxas grossas, subindo o seu rosto para aspirar o adocicado odor da intimidade de Lisa, que estava coberta por mínima uma tanga rendada também vermelha.

A Vizard sente um forte calafrio correr por sua espinha, espalhando-se por seu sistema nervoso, o que impossibilitava o controle de seu corpo, que tremulava com os lascivos toques do castanho, que sorria vitorioso ao constatar o quanto ela estava entregue aos seus carinhos, ao seu querer…

Senta-se também na confortável cama, bem atrás da morena, e afastando os longos cabelos das costas dela, e sem nenhuma pressa abre o fecho, passando depois as mãos pelos ombros, descendo a peça de roupa, que cai displicente até a cintura, deixando os médios e perfeitos seios de Yadomaru à mostra. Mais beijos afetuosos são estrategicamente dados na aveludada pele do dorso feminino, enquanto suas viris mãos se enveredam pelo tronco nu, apalpando e massageando as mamas tentadoras como se raridades fossem. E para ele, tudo que vinha dessa mulher intrigante e sensual o eram… tudo era raro, misteriosos, místico… jamais havia pensado em qualquer criatura que não fosse ele, jamais havia olhado à outro alguém além de mera ferramenta para os seus planos, como peça para o seu requintado xadrez. Mas Lisa, desde aquele dia que era pra ser o de sua libertação, novamente o pôs encarcerado, preso às amarras de um sentimento o qual não sabia nomear e nem poderia, pois nunca o havia experimentado antes. Desde o dia de sua fuga, suas ações e pensamentos todos foram direcionados à ela, tudo o que fez nesse período foi por ela e para ela, como se a formosa Vizard tivesse virado uma deliciosa e arriscada obsessão…

Interrompe com languidez o ósculo, e a deita cuidadosamente na cama, se pondo de joelhos com a morena entre suas perna, onde terminou de despi-la devagar, deixando a arfante mulher completamente nua, fazendo sua boca encher-se d’água ao ter outra vez a privilegiada visão daquela provocativa intimidade depilada por completo.

Sentiu sem pênis latejar bruscamente dentro de sua calça, e ficando em pé, com destreza livrou-se de todos aqueles panos inúteis, que somente o atrapalhavam de alcançar seu principal objetivo: adentrar-se naquele corpo escultural.

Nu em pêlo, ele volta para a cama, e ainda deitada, Lisa ofega ao se deparar com o imenso e pulsante órgão em riste, que era tentador ao extremo, exatamente do jeito que lembrava-se dele em seu “sonho”. O homem se posicionou de frente á ela, deitando-se sobre a moça, levando sua boca à um dos rosados mamilos, o chupando com agilidade, logo passando para o outro, repetindo o mesmo processo, se revezando ao regozijar-se entre os seios suculentos dela, arrancando gemidos da fêmea embaixo de si, a deixando sumamente molhada.

Levou dois de seus dedos até à fenda estreita, introduzindo-os com lentidão, os movimentando de igual modo, a fim de provocá-la ainda mais, sentindo todo o ardor que vinha de seu interior mais do que caloroso.

Parou as ousadas carícias nas mamas, e descendo seus beijos pelo plano ventre e virilhas, ele logo passeia sua inquieta língua pelo clítoris inchado, o rodeando e circulando habilmente, e continuando a invadi-la com seus dígitos, fazendo a jovem delirar ante o intenso tesão que se apoderava de si.

Um fogo absurdo se deu em seu baixo ventre, e arranhando os antebraços dele com vontade, ela gozou de forma devastadora, como poucas vezes se deu em sua vida.

Ela ainda estava ofegante e debilitada quando ele a trouxe para si, a posicionando em seu imenso mastro, onde ao sentir os fluídos quentes lhe tocando a pele, não resistiu em penetrá-la de uma só vez, fazendo a morena gritar extasiada ao ser tão perfeitamente preenchida por ele.

Arfante, se abraçou ao ex-Capitão, sentindo ambos os corações acelerados, batendo quase que no mesmo compasso, ouvindo os grunhidos viris, que junto ao latejar de sua masculinidade em si, a faziam contrair sem controle algum. Passado esse momento em que eu corpo se acostumava com o do seu invasor, ela começa a rebolar despudoradamente, movimentando seus quadris com habilidade e molejo, o lambuzando com o seu abundante mel, levando Aizen a fechar seus olhos, absorvendo todo o prazer que vinha daquela performance tão única.

Yadomaru sente seu seu espírito sair de si, ser quase que arrancado de sua carne... se sente flutuar, planar, levitar… foi exatamente desse jeito que ele disse que a faria se sentir, que a demonstraria o quanto a queria, o quanto a desejava… ele era bom de promessas, pois estava cumprindo à risca tudo o que disse…

Com mais afinco se requebrava no grosso e potente membro de Sousuke, que segurando a fina cintura dela, fazia um esforço sobre humano para não se deixar jorrar antes da hora, pois as contrações que acometiam seu órgão o deixavam sem ar e sem forças.

Espasmos involuntários tomaram conta do melindroso corpo da Vizard, que sucumbiu à um orgasmo poderoso e estupendo, sendo sem dúvida alguma, o melhor de toda a sua longa vida.

Com o rosto atordoado, deixa este cair por sobre o ombro dele, que levanta o queixo da morena com a ponta de seus dedos, a fazendo olhar para si, e esta, lhe sorri fraquinho, levando suas mãos aos cabelos dele, os acariciando com devoção. Ele a beija apaixonadamente, e ainda encaixado à ela, se levanta da cama, ficando de pé, onde com as grandes mãos nas alvas nádegas, começa a subi-la e descê-la de sua imensa masculinidade ereta. Lisa se segura nos ombros musculosos, deixando o seu corpo pender para trás, sendo conduzida como se fosse uma marionete ao bel prazer de seu manipulador, ato que apertou e sugou ainda mais o mastro do castanho, que urrou ao sentir-se tão desarmado e exposto, notando como o prazer percorria e se instalava em cada gota de seu sangue, em cada recanto de seu corpo…

- Lisa… - grunhiu roucamente.

- Aizen… - arfou quase desfalecendo.

Os rincões mais profundos do corpo feminino são tocados veementemente, impetuosamente, e os gritos que escapavam de sua garganta denunciavam o quanto era arrasadora essa sensação, de como era maravilhoso estar ali, com seu “adorado inimigo”... de como ele a fez esquecer, apagar da memória, nem que fosse por aqueles ínfimos momentos, o que um dia ele lhe causou.

A perfeição daquele esculpido corpo não resistiu ao auge a que foi submetido, e Yadomaru se deixou cair de vez nos fortes braços de Aizen, que por pouco também não gozou. Ele a abraçou protetoramente, a colocando deitada na cama, acarinhando as maçãs do belo rosto da mulher que lhe dava o maior e melhor dos prazeres, a mais perfeita das sensações…

Ele ia deitar-se ao seu lado, para esperá-la recuperar-se, porém estancou ao vê-la erguer-se, e com o seu braço, fazer sinal para que se detivesse. O ex-Capitão nada entendeu, mas ao perceber que a mão dela tocava seu pênis ainda envolto no mel que dela verteu, ele já imaginava o que ela queria.

E assim se fez: ela desceu sua boca até a glande rosada, a lambendo e mordiscando com picardia, emendando pequenos chupões à sua travessura, aprofundando aos poucos a sua boca, engolindo assim, boa parte daquele grosso corpo peniano. fazendo depois um primoroso vai-e-vem umedecido com sua saliva quente, chupando com fervor aquele maravilhoso membro rígido. Com as delicadas mãos massageava os testículos do castanho, que já não conseguia raciocinar direito, pois, mais uma vez quase esmoreceu diante daquele boquete mais do que perfeito. Isso posto, a pegou pelos cabelos da nuca, interrompendo aquela divina felação, e se maravilhando com a sexy visão do fino fio que saía de sua inchada glande e ligava-se a boca da Vizard, que ofegava com esta entreaberta, fazendo Aizen latejar com o erotismo dessa cena.

- Quer me enlouquecer…? - a rouquidão outra vez se faz presente em sua voz.

- O que você acha…? - responde com outra indagação, e um leve tom provocativo.

A deita novamente, e tateando suas mãos por todo o corpo dela, fala impositivo.

- Abra as pernas.

No mesmo instante ela se abre, e sua respiração fica entrecortada. Ele nota o quanto ela escorreu, vendo que o meio de suas pernas e intimidade, estavam totalmente encharcadas do viscoso e transparente fluido. Sua libidinosa língua sorve todo o mel que ali estava, delineando os lábios íntimos da morena, que se contorcia ao ser tocada com tal luxúria. Logo parou essa degustação estupenda, deitou-se sobre ela, e antes de penetrá-la, murmurou em seu ouvido.

- Você é saborosa Lisa… doce, suave… - dá uma vertiginosa lambida no pescoço desta, a fazendo gritar excitada - Minha Lisa...

A estoca com vigor, num ritmo frenético, sem descanso e sem pausas, as pernas da Vizard se enroscam na cintura dele, dizendo corporalmente que queria que a movimentação aumentasse, se intensificasse… suas unhas agora se cravaram na carne das costas, mas precisamente perto das costelas laterais, ato que o fez ficar ainda mais insano, e se enveredar com mais pegada no corpo de Yadomaru, que se deixa levar pelo visceral ápice que a invade, e fazendo com que ele, que dessa vez não fez nenhum esforço para segurar-se, derramar-se em seu aconchegante e fogoso interior.

Ele cai para o lado, respirando exaurido, mesmo assim, traz a Vizard para se aninhar em seu peitoral, onde ela repousa sua cabeça, e coloca sua perna em cima do corpo dele. Com carinho e afeto, Aizen beija os cabelos dela, sentindo o suave aroma desses subir por suas narinas, ao mesmo tempo em que observava um sutil sorriso nos lábios róseos, e um brilho radiante nos orbes turquesas, que se fechavam devido ao cansaço que possuía seu frágil corpo.

Não demorou muito e Lisa se deixou vencer pelo sono, e ele, ficou ali, apreciando as estrelas, visto que suas cortinas estavam recolhidas, e a parede de seu quarto também era feita de grandes portas de vidro translúcido. Riu para si mesmo pois, mais uma vez, conseguiu o que queria: Lisa era sua, e de ninguém mais.

 

Continua....


Notas Finais


Bem, o que acharam desse hentai hot???
Sintam-se à vontade para deixarem suas sinceras opiniões e impressões! Amo saber o que pensam!

A música usada no capítulo foi Livinig Inside Myself, do Gino Vaneli. Eis o link para quem quiser ouvir: https://www.youtube.com/watch?v=D6-ecGlJw6w

Meu tumblr: https://78.media.tumblr.com/b10b7d3151c437f7ed962dfe62f52b7b/tumblr_pd7w1bcSip1xymoibo1_500.jpg


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