História Uma conexão entre heróis - Capítulo 1


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, Chloé Bourgeois, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mestre Fu, Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Miraculous
Visualizações 15
Palavras 2.385
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção Adolescente, Luta, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi pra oces, tudo bom? Mais uma história para você espero que gostem.

Capítulo 1 - Pesadelo com chat noir


ERINETTE /LADYBUG 

estava no meio de aula quando Alya me cutucou, olhei para ele, e ela apontou o dedo indicado para algo logo a frente, seguir com os olhos a direção que ela a ponta e me deparei com o Adrien escrevendo em Folha de papel. seu corpo estava levemente curvado como se ele protegesse o papel com a própria vida, estiquei o pescoço na tentativa de olha menos uma palavra, mais minha tentativa foi em vão. Alya me cutucou novamente, me virei para olha-la, ela começou a fala palavra se sem som, mais conseguir entender, ela falou algo como "quer ajuda" mais neguei com a cabeça. Ela iria apronta alguma, e isso não iria terminar bem, conheço Alya e seu planos. voltei a olha para o loiro, a procura de uma bresta para espia a sua carta até então misteriosa, mais todas as minha tentativa foram frustradas, quando estiquei meu pescoço em mais uma tentativa o sinal soou, me dando um susto, Alya que percebeu o meu pequeno susto, colocou a mão na boca abafando uma sorriso, fiz a minha melhor cara de raiva, que fez ela rir mas, revirei os olhos, e comecei a colocar o meu material na bolsa, olhei de relance para o Adrien, que já estava levantando e ainda segurava a carta, ele olhou para o Nino e disse "tchau" e o mesmo também disse "tchau", ele saiu andando, e quando estava passando pela porta ele olhou novamente para a carta, e seu olhos brilharam e um sorriso brotou em seu lábios, e ele sumiu, eu me levantei juntamente com Alya, que correu até o Nino que já estava saindo me deixando para trás, eu achei melhor assim. No caminho para casa eu fiquei pensando o que ele tanto escrevia, quer dizer isso não é nem da minha conta, e não sei nem pôr quê eu to me preocupa com isso, eu vou deixa isso para lá é o melhor a fazer, quem eu to enganado eu não vou conseguir para de pensar nisso.

- marinette? - ouso uma voz me chama - você está bem?.

reconheci a voz e imediatamente olhei para minha bolsa, e lá estava tikky, com a cabeça para fora da bolsa me olhando preocupada.

- estou, mais e que... - eu não sabia como falar.

- mais e que você está curiosa para saber o que esta escrito na carta.

- eu não sou curiosa - fingir esta ofendida e cruzei os braços.

tikky arqueou a sobrancelha, cruzou os braços e me olhou com uma cara de tédio.

- tá eu sou curiosa - me rendi - e que ele nunca escreve cartas ainda mais na escola - olho para tikky.

- teve aquela vez, quando o cupido negro apareceu.

- é, quando nós achamos que ele escreveu aquela carta para mim.

- uma coisa dentro de mim disse que era para você.

- até você está com esse negócio de sesto sentido, nos estamos andando muito com a Alya - sorrir.

tikky e eu rimos, foi então que percebi que já estava na porta da padaria, tikky entrou na bolsa e eu a fechei, entrei e vir meu pai e minha mãe arrumando alguns doces na prateleira.

- oi filha, como foi na escola? - mamãe olha para minha e da um sorriso.

- como sempre - respondo desanimada.

- ai não fica assim querida - ela passou mão em meu cabelo e no meu rosto.

meu pai se aproximou de nós dá um sorriso enquanto colocava a mão nos ombros da minha mãe.

- eu vou subir, se precisa de mim e só chama.

Eles apenas concordaram com a cabeça. Eles voltaram para seus trabalhos, e fui até a porta que dava para a escada, abri a mesma e subir a escada, quando entrei em casa tikky sai da bolsa voando livremente.

- ai, ja estava cansada de fica dentro da bolsa - tikky da piruetas.

Eu sorrio da cena, subo a escada para meu quarto, e tikky vem logo atrás, abro a claraboia entro e fecho a claraboia, tiro a bolsa e jogo encima da espreguiçadeira e outra coloco no chão perto da mesma, tikky se deita em cima da almofada e fecha os olhos, chegou perto e acaricio sua pequena cabecinha e ela sorrir, decido deita na espreguiçadeira e descansar um pouco, e em seguida durmo.

ADRIEN/CHAT NOIR

a muito tempo eu estava querendo escrever uma carta para a Ladybug, e hoje eu finalmente decidi colocar o que eu sinto no papel. no meio da aula uma inspiração veio, e não podia disperdisa, tirei um Folha do meu caderno, e comecei a escrever, quando já estava no meio da folha, quando percebi que o plagg esta discretamente lendo o que eu escrevia, olhei para ele com uma cara que diz "o que tá olhando" e ele entrou dentro da bolsa e começou a murmura reclamações, ele falou algo como " cadê meu queijo ", " que coisa mais melosa", " e por isso que amo queijo", e coisas do gênero, mais não liguei, continue, dessa vez sentir como se alguém estivesse me observando pelas costas, mais não me virei para olha. minutos depois e ainda estava com aquela sensação, mais o sinal bateu antes de eu pensa em vira, arrumei minha coisa, e me levantei, e olhei para o Nino.

- tchau nino.

- tchau cara.

sai andando quando estava perto da porta, olhei para a carta e sorrir, quando sai da sala guardei a carta na bolsa. já estava perto da saída da escola quando avistei o meu segurança, me dirigi para o carro.

Eu apena encostei a cabeça janela e fiquei olhando a paisagem, como eu costumava fazer quando viajava com minha mãe, os momentos com ela eram tão bons, mais as lembrança são tão doloroso. estava tão distraído que nem percebi que ja havia chegado em casa, sai do carro e passei pelos imensos portões, entrei em casa, Mais não vi ninguém, nem Natalie que sempre estava a minha espera, para falar sobre a minha imensa agenda, ela deve esta ocupada. subir para o meu quarto, quando entrei plagg saiu da minha bolsa e correu diretor para seu precioso queijo, quer dizer voou, eu tirei a bolsa e joguei na cama, e logo em seguida eu me joguei na mesma, e respirei fundo. plagg logo veio até mim com se queijo fedido, ele se sentou na cama e começou a acariciar o queijo e cheiro veio logo para meu nariz.

- há plagg, tira esse queijo fedido daqui - me sentei e tampei meu nariz.

- não fala assim com meu precioso!, ele é mais cheiroso que você.

sério? será que ele tem algum problema? por que eu concerteza sou mais cheiro que esse queijo fedido.

- plagg só me responde uma pergunta, quando você foi criado, você bateu a cabeça? só se for isso para você acha que esse seu queijo e mais cheiro que eu.

ele não deu importância e continuou a acariciar e falar com seu "precioso". fui toma um banho rápido, e quando volto não vejo plagg mais não me importei, ela deveria esta comendo seu queijo em outro luga. enxuguei meu cabelo, coloquei a toalha no luga e me joguei na cama, peguei meu celular que ainda estava na bolsa, comecei a mexer, minutos depois alguém bate na porta.

- posso entrar - Natalie fala.

- pode - sentei na cama.

Eu estranhe, ela nunca perguntar se pode entrar.

- eu vim avisa que está livre hoje a tarde - ela saiu do quarto.

fiquei surpreso, eu sempre tenho algo para fazer, mais dei de ombros e deitei. quando voltei os meus olhos para a tela do celular, senti um aperto no peito que me fez senta na cama em um pulo, não era como um qualquer dor no peito era como uma agonia e medo, e sentir como se alguém precisa-se de mim. de repente Ladybug me veio a cabeça e fiquei assustado, minha respiração acelerou, meu coração bateu mais rápido. será que Ladybug precisa de mim. olhei para os lados a procura do plagg mais não o vir.

- plagg? - chamei.

Mais ele não respondeu.

- plagg!!.

- o que e garoto não está vendo que eu estou comendo meu queijo - ele saiu voando de algum lugar com o queijo nas mãos, ou será patas? deixa para lá.

- e que eu sintir um aperto no peito.

- e por que você está me falando isso tá me achando com cara de medico - ele me olhou zangado.

- e sério plagg, foi como uma agonia como se alguém precisa-se de mim.

ele ergueu a sobrancelha e me olhou sério.

- hum - Ele parece pensativo - alguma coisa a mais?.

- sim, quando sentir a dor no peito, a Ladybug veio em minha cabeça.

ele pesou por um momento. foi ai que fiquei mais assustado para o plagg ficar tão sério e pensativo assim e por que é algo sério.

- o que foi plagg?.

- eu tenho uma suspeita mais primeiro preciso fazer uma coisa antes de ter certeza.

ele saiu voando me deixando sozinho.

MARINETTE/LADYBUG 

Eu estava em uma sala escura, que logo a frente havia uma janela grande e redondo com o desenho de uma borboleta, reparei que lá de fora ja era noite e estrelas brilhavam e um lindo céu azul escuro mais fui interrompida dos meu pensamento por um voz. Eu me virei para ver mais não enxerguei nada.

- há meu pequeno gato Preto desista desta inútil tentativa de me derrotar - a voz falou.

me aproximei mais na direção da voz que era um pouco familiar.

- nunca - uma voz falou quase como um sussurro de dor que também era muito familiar.

cheguei mais perto, e vir um homem alto, magro, com uma roupa roxa e justa em seu corpo, só não consegui ver seu rosto. perto do homem havia uma pessoa deitada no chão e parecia esta sagrado, ele tinha cabelo loiro e sua roupa era totalmente preta e em seu pescoço algo brilhava em dourado, mais o que me chamo atenção foi seu lindo olhos Verde esmeralda que brilhavam mesmo no escuro, mais também não consigo ver seu rosto.

- desista, sua pequena joaninha fracassou, e te abandonou - o homem sorriu.

- uma vez ela me disse que sempre estaria comigo, e eu acredito nela - a pessoa no chão falou sem força.

- gato tolo - o riu friamente.

me aproximei, e quando conseguir ver o rosto da pessoa que estava no chão, lágrimas começaram a sai do meu rosto, eu corri até ele, e me ajoelhei do seu lado.

- chat - minha voz saiu fraca.

- eu sabia que você nunca me abandonaria, eu...

- shiiii!.

Eu acariciei seu rosto que estava todo arranhado e sagrando, seu corpo no mesmo estado. me virei para o homem para ataca-lo com toda minha raiva mais não havia mais ninguém lá. voltei meu olho para chat e mais lágrimas saíram do meus olhos.

- eu... sempre estarei aqui... quando você precisa ou não - falei em meio ao soluços.

- não chora my lady - ele sorriu fraco, passou a mão em meu rosto - eu também sempre estarei aqui - ele colocou a mão no meu coração - e aqui - e na minha cabeça, e sorriu - eu... te amo.

ele colocou a sua mão atrás da minha cabeça e começou a puxa-lá na direção da sua, nos rostos já estavam a centímetros quando sentir sua respiração contra a minha, nos selamos nos lábios em um beijo doce e calmo. quando nós separamos ele deu um sorriso estilo chat noir, e eu também sorrir.

- eu... te... amor... bugboo.

- eu também te amo.

ele suspirou e começou a fechar seus olhos.

- não chat - o balancei - fica comigo, por favor.

- sempre estarei - e fechou os olhos.

eu o abracei com toda a minha força, minha visão ficou embaçada.

- chat... Eu te amo fica comigo - falei em seu ouvido espero um resposta ou uma cantada com ele sempre fazia mais nada veio só um silêncio que me matava por dentro.

acordei gritando seu nome e sentir meu rosto molhado, mesmo com a minha visão embaçada consiguir ver tikky me olhando preocupada. meu coração doía em agonia e medo, mesmo sabendo que era um sonho não conseguia para de chora, um sonho que fora tão real.

- marinette se calma está tudo bem foi só um pesadelo - tikky me acalmou mesmo não sabendo do que se tratava o pesadelo.

- mais... foi tão... tão real - falei em meio ao choro.

- você quer...

tikky foi interrompida por um barulho que vinha da escada, ela se escondeu rapidamente de baixo da almofada, alguém abriu a claraboia, era minha mãe.

- filha eu ouvir seu grito o que aconteceu?.

seus olhos estava banhados em preocupação.

- foi so um pesadelo - falei já parando de chora.

limpei as lágrimas com a mão, ela veio até mim, e se sentou na espreguiçadeira ao meu lado.

- não fica assim - ela passou a mão em meu rosto - com você disse foi so um pesadelo.

ela me abraço e me sentir calma, ela se afastou e olhou para mim.

- agora descansa que eu tenho que ajuda seu pai na padaria, ele não consegui fazer nada sem mim - nos duas rimos.

ela beija a minha testa e sai e fechou a claraboia. tikky sai de seu esconderijo pensativa, e para na minha frente.

- você quer me conta o sonho?.

Eu penso um pouco, olho para a janela e percebo que ainda e dia, para mim ja estava de noite.

- tá vou te conta.

enquanto eu contava ela me olhava seria como se estivesse digerido tudo. - e foi assim - terminei de conta.

ela não falou na apenas me olhou pensativa.

- o que foi tikky algo de errado?.

- não, e que eu tenho uma suspeita mais não tenho certeza.

- então me conta.

- ainda não, primeiro tenho que saber se minha teoria esta certa, só me avisa se tiver mais sonhos assim.

E concordei com a cabeça, e ela sai voando para minha cama, decidi não encomendar. peguei o meu celular dentro da bolsa para ver as horas, ainda estava cedo, mesmo dormindo aquele curto me sinto melhor, e me ajudou a para de pensa na carta, suspirei, não tinha nada para fazer, dormir estava fora de cogitação, meu medo não iria deixa.

AUTORA/NARRADORA

isso da início a uma conexão entre nós dois heróis que com o tempo irá crescer mais. mas aonde essa conexão irá levá-los? E isso que iremos descobrir.


Notas Finais


E gostaram? Ficou bom? Me perdoem algum erro de ortografia.


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