História Uma dama em apuros - Capítulo 49


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mestre Fu, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Tikki, Tom Dupain
Visualizações 98
Palavras 540
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 49 - Sequestro


Os dias passavam tranquilamente,  a felicidade reinava naquela casa como há muito não se via, estava instaurado um momento de paz e alegria, tudo estava finalmente em seu lugar, tudo estava perfeito.

Mas, como já diziam os antigos: "Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe" e, infelizmente, a paz e a felicidade estavam próximas do fim.


Dois meses haviam se passado desde a fuga do demônio e do nascimento dos gêmeos, tudo parecia finalmente ter se encaixado, apesar do temor por ele não ter sido encontrado, as buscas ainda continuavam, mesmo eles não tendo muitas esperanças de encontrá-lo ainda, o que, de certa forma, era bom, acalmava um pouco os ânimos.

Os gêmeos trouxeram uma luz que fazia falta há muito tempo, luz essa que retornara aos poucos com a chegada de Marinette, ela era com certeza uma Agreste de coração, sem manias ou frescuras, um coração nobre que faltava para completar aquela família.

Já estavam nos meados da primavera, era lindo de se ver as flores cobrindo e colorindo todo o campo, Marinette gostava muito das flores mas, desde o nascimento dos filhos, não tivera oportunidade de sair da casa, só tinha contato com a beleza da estação, com as flores que Adrien fazia questão de levar todos os dias.

Mas ele sentia que aquilo não era o bastante, ela sentia falta de aspirar o perfume das flores ainda na natureza, então ele resolveu lhe fazer uma surpresa, um passeio só os dois, sabia que as crianças já estavam alimentadas e que dormiriam por algumas horas, era o momento perfeito.

Arrumou tudo, celou os cavalos e foi buscá-la, ela reditiu um pouco, mas quem conseguiria resitir a um convite preparado com tanto amor?

Passearam por toda a extensão da propriedade, observando a grandiosidade da mãe natureza em todo seu explendor, tudo estava o mais próximo da completa perfeição.

Mas já era hora de voltar, por mais que tudo aquilo a tivesse emocionado por demais, sua pausa para o passeio já havia excedido o tempo permitido, certamente os bebês já estariam despertos.

Um sorriso inundava seu rosto, nunca havia acreditado ser um dia digna de tamanha felicidade, subiu as escadas não ouvindo ruído do choro das crianças, o que era estranho, eles poderiam ser cantores ou algo do tipo pela potência de suas gargantas.

Um leve ruído ao entrar no aposento acalmou por um instante seu coração, mas só por um instante.

Chegou perto do berço e viu o pequeno Tom se preparando para despertar, sorriu ao ver aquilo, a preguiça e gostar tanto de dormir com certeza era algo herdado dela mas, ao contrário do irmão, Emilie era muito mais ativa e até um pouco escandalosa, ela já deveria estar mostrando seus dotes de acabar com a audição de qualquer um por perto.

Olhou no outro berço e nada, no leito também não, examinou novamente o berço onde a havia deixado, só havia uma flor, aquilo a desesperou, deveria haver uma explicação.

Desceu as escadas gritando, chamando a atenção de todos, ninguém entendia o porquê daquilo, até ela perguntar pela filha, todos que estavam na casa garantiram que ela havia permanecido dormindo por todo o tempo e que ninguém havia entrado, mas a flor dizia o contrário e, infelizmente ela já sabia o que significava.

Ele a havia levado.



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