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História Uma dança no escuro (bakudeku) - Capítulo 1


Escrita por: KaniB

Capítulo 1 - Primeira valsa


Fanfic / Fanfiction Uma dança no escuro (bakudeku) - Capítulo 1 - Primeira valsa

Motel japao 6:20 da Am  

 

 

 

 

Sentimentos são algo estranho. desde quando começamos a sentir, onde isso irá nos levar. ter sentimentos por um, objeto, lugar ou pessoa, aquelas tantas opções me deixavam confuso. seria só sentimento ou o desejo de possuir. Como se vê algo e quer comprar? Pessoas não são compráveis, disto sabia, mais com gestos e palavras certas e voá-la tens um ser humano aos seus pés. Até onde poderíamos enganar, e qual era a linha tênue entre o jogo de sedução e a verdade. 

Um ser humano quente como o verão, ou frio como o inverno. não interessava, na hora do sexo tudo estaria quente, como deveria ser. E cá estava eu, sem saber quem era, eu perdido em todas as versões que me incumbia, e me encaixava mesmo q tivesse que entrar em uma caixa apertada me moldar até caber, em pro desse calor de verão. Largado em uma cama de motel qualquer. talvez um dia, me canse de achar sentido nisso tudo. era apaixonado pela ideia de um romance mais tudo que tinha era um jogo de palavras interessantes, e uma transa. A ideia de um relacionamento assustavam todos. 

O mundo mais parecia repleto de pessoas com traumas, oque eu Tinha haver com esses traumas? Não fazia a mínima ideia, também tinha os meus, era ferido como um animal na savana que acabara de ser abatido por um leão faminto.

Tinha um leão faminto, ao meu lado nós vos comemos a noite toda como feras. agora estava achando que iria me sentir completo cheio mais ao sol nascer estava mais vazio doque nunca, e o eco resolva pela minha alma, chamando pelo meu nome, já não me achava em mim mesmo.

Toda vez que me apaixonava fazia de tudo para ser a melhor pessoa abrindo mão de mim mesmo e sendo perfeito para a pessoa ao meu lado pouco a pouco me perdendo e agora quem seria eu. 

— Oi me chamo izuku midorya e sou boderline repetia isso na minha mente para tentar lembrar e me achar onde quer que estivesse neste labirinto…

Ouvi palavras perto de mim e um corpo levantar e pegar as suas calças —  estou indo — ele disse com frieza na voz era sempre assim inverno verão e novamente o inverno. e eu não fiz objeções. Ouvi a porta bater eu faço tudo com tanto carinho e ninguém se apaixona muito menos eu. 

As vestes essa minha obsessão por amor seja só um desejo louco de possuir algo. e eu possuía, possuía um catálogo de rostos conhecidos tinha dormido com toda minha turma e escola. 

Havia um rapaz um loiro de olhos de sangue, ele me despertava os desejos mais sórdidos. porém ele me recusava com veemência. como se fosse algo sujo, mais eu o queria queria o sujar comigo mesmo queria lambuzar ele nesta coisa suja que sou eu, até chafurdarmos na lama…

Levantei e fui até o banheiro iria limpar minha sujeira, e daqui iria até à escola. sim eu era um jovem rebelde era órfã oque poderia fazer não tinha controle, a ansiedade me matava a cada dia e a depressão penso que deus só poderia estar de brincadeira como alguém pode ser borderline, ansioso e deprimido e ter TDAH … certeza que deus não é meu fã número um.

Pintei uma mecha de cabelo de verde em baixo na nuca sempre que tomava banho via a tinta desbotar e logo acentuava mais a cor. Quando ela se tornava clara de mais. Era minha marca acentuava meus olhos verdes. 

 

 

….

 

 

 

escola UA 

 

 

Vi os portões da escola, e logo quem eu estava deitado estava na minha vista. não falava com eles depois de transar queria um romance mais não era troxa. As vezes me sentia sujo, sujo como aquele maldito loiro dizia. 

 

 

Sentei na minha carteira pus o capuz do casaco e dormi, era inteligente de mais. não precisava de aulas era um depravado, mais também um nerd depravado. talvez se o professor tira-se férias eu iria o subistituir. E ensinar a quele metido que ele não iria escapar de mim estava no último ano do ensino médio pedindo a deus misericórdia por uma saída. Precisava fazer logo 18 para parar de falsificar identidades para ir a motéis, porque não os levava a minha casa, simples não queria fantasmas andando por lá. 

O sono me pegou como um cavaleiro infielmente e me levou, para um lugar distante. Onde eu me encontrava mais logo estremeci — mais que diabos — o professor me olhava com a cara incrédulo todos sabiam oque eu fazia. Ele sabia da minha capacidade, mais sempre me acordava dos meus cochilos. todos tentavam me dar conselhos intrigantes sobre minha depravação, eu ouvia, não ouvia. 

 

— ao menos preste atenção na aula uma vez, não pode vir pra escola dormir. Vamos lá do que estava falando — seus olhos sobre mim, me olhando com uma cara de reprovação. 

— tenho a impressão que você escreve metade da aula, e a outra deixa para eu dar professor. — a sala disse um longo — HÔW . apenas não ouvia uma voz, ou sim era a dele que não ouvia. 

— izuku falta 1 mês para vocês se formarem. Daqui a 2 semanas teremos provas. — continuou a falar.

— e acha que eu não sei, quer que eu as faça hoje traga e te mostro — rebati  abaixando a cabeça para voltar a deitar.

— deixa ele dormir professor, deve estar cansado  — disse um aluno de cabelos roxos o mesmo que eu estava montando como um cavalo a poucas horas. Olhei para traz e disse desafiador. 

— e você não está porque só sabe ficar deitado como um preguiça né. — Levantei e dei um olhar raivoso 

— ou chega garotos oque e isso mais respeito…

— quer respeito nas suas aulas pare de me acordar—  puxei meu capuz e voltei a dormir.  era bastante insolente e ríspido quando queria, e era bem doce em outros momentos, como um fofo marshmallow, para também bem conseguir oque queria! 

Logo estava no mundo dos sonhos, acordei ao final da aula, com a sirene tocando indicando que era hora de ir para a casa. 

Estava uma chuva fora do comum, e eu não tinha meu guarda chuvas. Não tinha nada aliais, a aonde vou, voltar para casa era difícil. lá que mamãe tirou sua própria vida, e achei seu corpo frio deitado sobe a banheira, a louça pintada com seu sangue vermelho.

 lá que papai a abandonou, depois de muitos surtos. e dela que herdei o borderline. Amar de mais e sempre um problema todos põe a culpa no amor.

Decidi não esperar a chuva passar e fui andando para casa me molhando a cada passo que dava e vi o loiro egotista andar atrás de me lento com um guarda chuvas em mão grande o suficiente para nós dois. Esperei um convite que não existiu cheguei em casa pingando, tremendo. Olhei a janela e a chuva estiou. O universo nunca colabora comigo.


 

… 

 

— egotista filho de uma mãe — gritei bem alto para que ele pôde-se me ouvir afinal éramos vizinhos de janela. E sempre o xingava, e sim, a sim, ele me ouvia, tanto ouvia que fechava as janelas. essa onomatopeia era a única resposta que tinha dele. 

Era como, quadrinhos. Onde autores diziam estremeceu, — bate. — pensei.

Pensava este autor e um bom sacana, mais era apenas eu mesmo me narrando na minha mente perturbada, queria poder ter o equilíbrios dos meus sentimentos assim como tinha do TDAH e conseguia redirecionar meu hiper foco para os estudos. 

Fui a cozinha e fiz um miojo de galinha, era meu favorito.  iria dormir a tarde gostava da noite livre mais hoje não iria ter, sujeira. não queria deitar com shoto novamente. ele não queria me dar oque eu desejava, nunca passava mais de uma noite com a mesma pessoa se ela não quisesse construir nada comigo, ser sozinho me deprimia, ver casais me deprimia queria aquilo também. 

 

 

 

 

Queria ser amado, neste momento meu pulmão se dilatou e minhas mãos suaram. o eu queria ser amado pensava. Queria me achar, não queria ficar preso neste labirinto, o oque eu queria tão desesperadamente. minha mão fora diretamente a minha face a batendo com força, caixa do um estalido a outra ao cabelo o puxando, e com minha voz mais convincente dizia, as lágrimas caindo pela minha face que estava sendo esbofeteada, — sai daí izuku.

 

— Quem sou eu, oque sou eu sai daí seu covarde… você é um covarde, se escondendo nesta casca vazia. Arranhava minhas coxas chamando por mim mesmo. E ouvi um grito que não era o meu. Enquanto me machucava enquanto meu coração palpitava e meu corpo suava como um porco no forno. Sendo assado para um delicioso jantar que minha ansiedade estava provando neste momento, enquanto se alimentava da minha alma. 

 

Após uma hora, ou talvez duas, daquilo não fazia ideia, perdia noção do tempo quando entrava em crise. fui fazer algo que me acalmava.

 

 

 

 

… Katsuki 

 

 

 

 

Droga — fora fundo dessa vez, mais pelo menos a dor fora substituída. olhou para a parte interna do braço onde o sangue escória, não tão lento como da última vez. E pegará um papel para estancar afinal seus pais não poderiam saber e viu uma sombra na sua janela o apartamento ao lado abrirá as cortinas será que ele o ouviu — precisa parar de ser mole Katsuki choramingando, como uma garotinha.

— tudo bem filho — a o papai sempre perguntava, achava que ele era cego, mais não era até mesmo usava óculos via tudo. Apenas não via oque não queria.

— tudo bem pai só derrubei algo sabe como sou né falei entre as portas fechadas, já irei sair para jantar. — segurei firme o corte com o paninho e fiz um curativo, eu precisava limpar meu corpo. antes do jantar. precisava esquecer este sentimento antes do jantar, para não vomitar, hoje ele estava forte tão forte que me dobrou. E partiu em milhões de pedaços.

Sai do meu quarto com meu melhor sorriso e o moletom preto — oque temos hoje pai

— a hoje troce pizza oque acha anima qualquer um não é mesmo — entusiasmado sempre, afinal já contei que esse velho e o professor que sempre tenta dar um jeito no izuku, pois é a ironia do destino. 

— filho pensou sobre oque eu te disse 

— pensei e nem em sonho irei ser baba daquele depravado. 

— e seu amigo ele já passou por muita coisa, não fala assim dele.

— aquele depravado não é meu amigo e lembre-se. Nem amigos ele tem, nem pais. agora me deixa sabia que essa pizza tinha um preço .

— você é um menino tão bom Katsuki, oque a de mais dar juízo a ele. umas poucas palavras não precisa se tornar amigo tão próximo, mais izuku me lembra muita uma pessoa que se afundou no próprio amor. 

— a o senhor não vai contar novamente a história da amy, não é. — o papai era além de professor, ele era formado em psicologia fez seu tcc sobre a amy winehouse.

— se não quer ajudar tudo bem, não irei mais pedir. Está fora minha última tentativa só não queria acordar com notícias ruins, nossas janelas são tão próximas, pensa que não ouço oque ele fala? Certamente você também ouve! Porque o próprio izuku perguntaria onde ele está… 

— e eu vou saber, como a mente depravada, e perturbada dele funciona. o senhor me pede de mais não acha. — estava incrédulo, mais nem tanto. todo santo dia me pedia a mesma coisa, para ajudar o rapaz revoltado da escola, talvez pelo seu ego que o filho do professor modelo foi responsável por encaminhar, o jovem depravado da escola. — olhem ele — os outros comentariam, um ótimo menino como o pai. — bando de hipócritas pensei. 

— a mamãe fora trabalhar de jornalista fora e pediu que fica-se aqui, vocês me pedem paciência, e agora tenho que ser baba. Já tenho meus próprios problemas. —  peguei minha câmera e subi ao telhado

Antes de bater a porta ouvi um resmungar. Vi o céu azul era uma das coisas que me acalmava o Céu, fotografias, o azul me trazia paz, calma. Mas onde estaria minha calma.  senti minhas mãos se moverem a ferida ardeu, e na minha frente trazido pela lente da minha câmera lá estava ele muito perto, apesar de que era só uma imagem distante. e sem nem um querer meu meus dedos o fotografou, o flush da câmera clareou a noite escura. talvez aquilo fosse apenas um castigo do universo para me.  A máquina caiu e ficou pendurada no meu pescoço, ao ver os olhos que estavam cheios de lágrimas, escorrendo sobre suas bochechas pintando tuas sardas como a tinta do pincel de um artista que mancha uma tela e a torna perfeita. 

E uma chuva caiu, com motivo talvez de uma justiça divina a esconder suas lágrimas, para ele continuar o tarado forte de sempre e de repente ele parecia perto, tão perto, não mais trazido pela lente de uma câmera.  a sua face triste e seus olhos pareciam de uma forma me cegar. Estava tão perto que fui enganado pela tipografia do lugar meu corpo fez um motim e tentei

esticar meus braços de forma falha, o vento me trouxe de volta a realidade. Sim ele estava longe e uma ribanceira nos afastava. Fui tão burro, ao ser enganado por aqueles olhos, de pouco brilho.

O vi as deixando cair, como a chuva. Ele me encarou surpreso e apenas congelei naquele momento em que não queria estar. 

A indecisão percorria meus sentidos, todos eles. Como a noite levando, e lavando aquele corpo que considerava tão sujo.


 

…continua 

 


Notas Finais


E aí pessoas as viagens da minha cachola.
Gostaram ?

A um aviso n tem nada haver com killing stalking me inspirei mais nos transtornos mais no boderline doque na comic. Em como a vida de pessoas com tantos transtornos e bagunçada.


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