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História Uma dança no escuro (bakudeku) - Capítulo 3


Escrita por: KaniB

Capítulo 3 - Terceira valsa


Fanfic / Fanfiction Uma dança no escuro (bakudeku) - Capítulo 3 - Terceira valsa

Noite do aniversário 


 

Porque Katsuki estava ali. Não fazia a mínima ideia, por pena talvez.  mais ele estava ali e estava quente estava me olhando faminto com suas mãos em me… não tardei eu era bom nisso, em dar exatamente oque eles queriam e os fazer ficar apaixonados. não funcionava com todos. Porém quem eu fazia não esquecia. 

Isso explica porque aquele velho veio aqui. Senti o membro dele roçando em mim peguei seus braços e apertei para assim subir até seus cabelos e ele gemeu — você é tão fácil falei no seu ouvido 

— Irei te mostrar quem é fácil — Katsuki disse me imprensando na parede, iria deixar ele me virar do avesso, se fosse para sentir esse calor… me lembrei de algo importante estava na minha casa. me esfregando com este lince, em cada cômodo, seu cheiro ficando em cada parte, sai dos meus pensamentos e fui para um vazio de prazer ao sentir sua língua deslizando pelo meu pescoço. Indo até minha orelha a mordendo. Sua perna no meio das minhas, montei nele. Eu queria ele dentro de mim o mais rápido possível.  

Pus as mãos no cos de seu moletom o levantando havia dois curativos no seu braço passei o dedo sobre eles, ele me olhou com uma expressão diferente e voltou a me beijar. não iria perguntar, também não queria que ele perguntasse coisas. senti suas mãos abaixando minha bermuda, e depois senti na minha bunda, e depois ele abriu sua bermuda e se enterrou em mim me pondo no braço do sofá com a bunda para cima, e senti ele pondo com força. segurando minha cintura.

Logo estávamos em cima da mesa, na cama, e no chuveiro, deitados no tapete da sala. não cansava de sentir aquele preenchimento aquele fogo que emanava dele, e me aquecia.

— Katsuki haa ~ — trancei minhas pernas na sua cintura, com ele não me senti usado, isto estava claro para me. Nós estávamos sem saber oque estava acontecendo nos estávamos dançando no escuro a 4 dias e agora valsávamos uma dança que parecia sexual mais era triste. Deprimente. E isto não impedia de sentirmos prazer.

— não me chama assim, o meu pai pode ouvir. — ele disse um tom rude cochichando, me castigou com um tapa na minha bunda. mal sabia ele que não foi um castigo eu adorei ser estapeado por aquelas mãos, firmes. 

— ahh ~~  — senti uma fincada era ele pondo com força em mim — como posso o chamar senhor. 

— kacchan? 

— rebolei minha bunda e olhei para traz ao sentir falta do seu pau mechendo em meu interior, ele estava perplexo com minha ousadia, de o chamar de kacchan. 

— já que não vai se mexer deixa que eu me mecho — disse  o jogando no sofá e o montando, o encaixei em mim e subi e desci gemendo o apelido de kacchan. Abri mais pernas como se fosse agachar e o introduzi novamente, em me movi. foi fundo ela posição e logo acordou, sua mão fora até minha bunda dando um tapa estalido. 

Já tínhamos corrido todo o apartamento estava cansado depois da quinta vez. 

— vai me chamar doque kacchan— o perguntei 

— de depravado — eu mesmo o respondi pegando seus cabelos da nuca, e apertando dentre meus dedos, o forçando a olhar para cima, dando espaço para eu lamber aquela área se sensível do pescoço. Minha língua fora parar na sua orelha e agora sim ele gemeu. — vai me chamar doque kacchan disse mais uma vez minha língua indo provar do gosto que tinha sua boca novamente e quantas vezes fosse posivel. Aproveitei aquele momento afastei nossas bocas e falei novamente— eu sou um sujo depravado para você kacchan — os olhos dele me encaravam cerrados doque vai me chamar. 

 

— coelhinho — ele disse malicioso — sua pós sua mão em meu membro e o começou a masturbar tão forte e rápido que pela 6 vez naquela noite gozei, estava com o corpo completamente queimado meu pé já parara de sangrar não tinha percebido até chegar no banheiro… meu peito levantava e abaixava freneticamente seus olhos em mim, e oque foi aquele apelido, coelhinho. 

 

Katsuki me apresentou o verdadeiro fogo, era como estar perto do sol, queria me iluminar com seu brilho eu queria está peça de arte na minha pose. ainda tinha ele dentro de me. Senti meu olhar mudar, quando meu olhar mudou não sei se ele percebeu quem se dane, se sim queria saber tudo sobre ele. Queria te ló milhões de vezes. será que estou enlouquecendo, izuku onde está, o izuku aquele era eu, meu verdadeiro eu que estava veemente me negando a todo custo.

O modo de ver o mundo mudou tudo parecia mais limpo menos nublado. toquei seu braço mais uma vez, Senti os curativos, desta vez ele não reclamou, os olhos dele acompanharam minhas mãos até as mesmas subirem pelos seus ombros e irem parrar no seu queixo, fazendo sua cabeça percorrer o mesmo caminho, até que seus olhos estavam no meus me encarando, não com o mesmo olhar de antes, e me perguntou com sua voz perfeita como um veludo.

— porque tem este efeito sobe mim — e respirou fundo buscando. o ar que lê tirei. Meus olhos abriram mais a sua pergunta, não, não era uma pergunta maliciosa. Era uma pergunta triste, ele estava triste, me tirou de cima e saiu pela porta, pela mesma porta que entrou. E izuku entrou pela porta que ele abriu. Talvez atraído pela luz que ele emanava, eu era talvez um poço de escuridão por isso não achava o caminho de volta.

Fiquei estático, o vendo ir, quando a porta bateu estremeci estremeci tanto que fiz algo que não fazia a muito tempo senti a vontade pura e Genuína dos fracos de antes de me perder de vez novamente ir sem deixar rastros e levar a última memória feliz comigo. 

Levantei como um fantasma acionei o robô para limpar o apartamento com manchas de sangue lavei os pratos e fiz um bolo alguém poderia chegar. mais quem me pergunto, a vovó? já tenho 18 ela não viria mais, botou a culpa da mamãe morrer em mim, me deixou só aqui. não ligava pra minha depravação. também não iria ligar agora, após sentir a genuína felicidade, senti uma genuína tristeza. apenas sentei na cama e deitei olhei os remédios para dormir na minha mão era o suficiente domingo acordaria, ou antes para vomitar. isso iria me fazer esquecer isto iria me impedir de fazer algo pior.

Tenho poucos agora jazia 1 ano que abandonei a terapia, estoquei uns remédios para caso precisasse muito dormir por uns dias. E agora precisava. Os pus na boca e os empurrei com a força da água, os senti descer pela garganta. e deitei na cama me cobri com uma coxa macia.

10 minutos depois. 20 minutos depois pensei essas coisas estão fora da validade não é posivel e 50 minutos depois e voa lá, estava suando frio. a sensação de morte tomando conta de mim a cada minuto, a mais. Era viciado nesta sensação, morrer era tão calmo, como dormir. porque viver era tão difícil. Não iria morrer apenas dormir por uns dias ficar na linha tênue entre o disperso, e o desperto. 

 

 

Nunca a frase “se chegar muito perto do sol, poderá se queimar” fizera tanto sentido para me

Eu estava estranhamente queimado. pelo esperma dele no meu interior, na minha boca, no meu corpo antes de adormecer totalmente olhei para minha pele e ela estava queimada como uma queimadura de terceiro grau, e tudo estava preto agora. A quase morte havia me carregado para seus braços. 

 

 

Katsuki

 

 

Sai de lá, meu peito palpitando inquieto, oque fiz. pensava, e este pensamento cruel me maltratava. Ou sim estava em êxtase toquei nos meus machucados e doíam porque o toque dele não me machucou pensava. 

Abri a porta e lá estava papai sentado no sofá tão relaxado que poderia até imaginar oque estava fazendo. Não disse uma palavra, fui até meu quarto antes olhei de relance a janela estava tudo escuro no apartamento do coelhinho. 

Queria sumir queria entender porque fui até lá, porque o toquei, ele parecia estar implorando. o brilho dos seus olhos que mais parecia um perfeito labirinto, que me fez me perder. também o frio no seu corpo, ele estava com fome de me. peguei uma caixa a muito tempo esquecida, no fundo do meu armário e vi as muitas cartas que não entreguei todas eram para ele. vi todas suas versões até a 2 anos, e sua mãe ser achada morta.
 

o izuku mudou ele era uma metamorfose ambulante, e quando tive coragem de o dizer tudo, bem o vi numa sala vazia sentado no colo de outro rapaz, fazendo sons estranhos, parecia sentir dor. 

Mais não podia me enganar, não era dor que estava sentindo, era prazer puro e líquido escorrendo pelo seu corpo em forma se fluidos. Ao ver seus lábios beijando outra boca foi o estopim. Amassei a carta na minha mão , mais não a joguei fora. porque não a joguei, ainda está aqui, ainda amassada. Como se estivesse prendendo e esmagando meus sentimentos. Hoje soube que não importava quanto o despreza-se, o quanto o chama-se do que for e o afasta-se, aqueles sentimentos não foram esmagados coisa nem uma, não tinha nem um Rasgo ou ruptura muito menos estava amassado  . Eu sentia pena medo, achei que ia chorar mais não consegui tinha que afastar daquele sentimento, e não adiantava negá-lo. O neguei por muito tempo o suficiente e agora ele está aqui latejando na minha alma.

Não abri nem uma carta deixei oque estava amassado do mesmo jeito. talvez ainda funcionasse guardei a caixa no local mais fundo do meu guarda roupas.

E escondi este sentimento onde não iria mais achá-lo mais a lembrança dele sentando no meu pau iria me assombrar. Sentir a pele dele, era como se estivesse o tocando, agora. Esmurrei o travesseiro e a voz dele veio na minha mente “kacchan” haaa kacchan. Droga.

 

 

 

 

 

Já era domingo o apartamento do izuku ainda estava fechado, e apagado sempre olhava, era um covarde. mais não até o papai chegar com uma notícia boa e um pedido nem tão bom assim tivemos uma briga feia.

— Kat adivinha quem vai fazer uma reportagem aqui. — ele disse tão alegre mamãe fora para longe mais era evidente que ele se apaixonava ainda mais a cada retorno dela.

— a bruxa tá vindo — pulei da cama e abri a porta , ver a mamãe era como ver outro eu no espelho, ela me perturbava. Eu a abusava era pior de lidar que o papai mais era uma figura. 

— Kat sabe eu sei que disse que não ia mais falar disso mais. — completou receoso — ouvi uns sons no apartamento ao lado — falou se referindo a o izuku e continuou — logo após uma calmaria e até hoje ele sumiu não voltou para casa ou está lá e algo aconteceu… seria estranho um professor visitar um aluno que mora só. Poderia ir lá.

— sabe a minha resposta, porque perguntou. — disse firme.

— eu sei mais agora não é um pedido, estou mandando. Hoje é domingo. Ele não saiu nem para por o lixo nem ouviu aquelas músicas deprimentes. — a face ele estava brava.

Minhas brigas com o pai era como, a guerra fria. Isso não quer dizer que n deixas-me sequelas com a mamãe nos gritávamos por 3 dias — ele me entregou uma vasilha com sanduíches naturais me pós pra fora e bateu a porta. 

Olhei para baixo minha roupa está ótima. Estou parecendo um idiota, mamãe tinha umas ideias ótimas me deu um moletom escrito amo a mamãe e a foto dela estampada usava as vestes de pijama não para visitar pessoas. Tinha absoluta certeza que o pai não iria deixar voltar.

Bati na porta e não obtive resposta, estava a cinco minutos sentado a traz da sua porta. Tentei pensar qual seria sua senha. pensei em algo absurdo porém tentei. e era quilo como poderia ser tão narcisista, os números formavam a palavra izuku.

O apartamento estava limpo sem pratos na pia, ia matar o papai invadi um apartamento com a paranoia dele. izuku não está andei até o quarto, memórias daquela noite me invadiram poderia ouvi-lo gemer está tão vivido pensei de novo não.

 lembrei doque vi 2 anos atrás não queria ver de novo mais era só ele. minha curiosidade foi maior, e oque eu vi seu corpo nu na cama, descoberto, suando frio trêmulo. com urgência o cobri. E tentei o acordar, ele balbuciava palavras, uma delas foi o apelido tosco que me deu . 

 

— kacchan — ele dizia.

 

Seu rosto era puro suor, estava gelado. e só olha par a o banheiro da suíte senti o odor de vômito alguns enfeites ao chão, e ele ele desfalecido… soube ao ver a cartela vazia de paroxetina e paxil porém era um só não dava para morrer, estava intoxicado. porque fez isso pensei. Porém não muito. Não sabia quando tinha tomado esses remédios, não fazia ideia tinha que tentar de tudo. 

 levei até o banheiro, suas mãos tentaram me afastar.  pus sua face no vaso e enfiei os dedos na sua garganta. ele precisava vomitar mais. Beber água o tanto quanto bastasse. enrolado metade no lençol ele abriu os olhos, em um vislumbre e tentou me afastar com urgência, pós as mãos no meu peito afim de me empurrar para longe não teve forças o suficiente suas mãos batiam no meu peito com a mesma força que pétalas de rosas.  não deixei o segurei seu punho e ele disse ao cansar de lutar sem resultados — fiquei muito perto do sol Katsuki. 

 

Talvez está fora uma das piores sensações que senti referente a izuku. O ver transando com outro, agora poderia se encaixar na gaveta de lembranças normais, sobre ele. Não consigo descrever como é ver alguém que se ama deste jeito nos meus braços. Sensação de impotência, desespero, não saber oque fazer e tentar de tudo não saber oque fazer primeiro. A adrenalina tomou conta do meu corpo, o joguei de baixo do chuveiro nos meus braços  a água fria percorria nossos corpos e lavava minhas feridas. Levei de volta a cama e o cobri o fiz beber água muita e ele continuou murmurando e vez ou outra dizia — quando chegamos perto do sol podemos nos queimar. — Agora com um roupão que achei no banheiro me encontrava perdido sentado imaginando quantas vezes ele passará por isso completamente sozinho, senti vontade de me castigar, soque agora não agora não poderia. 

 

Estar perto de izuku era como uma dança, era como uma valsa perigosa, a beira de uma ribanceira, prestes a cair a qualquer momento. 

 


 

… continua 


Notas Finais


Estão gostando pessoas ?

Vou tentar postar os capítulos a este horário…
Todo mundo com o tico e teço funcionando bem. Espero q sim .


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