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História Uma dança no escuro (bakudeku) - Capítulo 6


Escrita por: KaniB

Capítulo 6 - Sexta valsa


Fanfic / Fanfiction Uma dança no escuro (bakudeku) - Capítulo 6 - Sexta valsa

Casa do izuku 

 

 

 

eu estava ali estava pronto. Pronto para aceitar pronto para ficar pronto para não fugir. Ouvi Katsuki me chamar pelo apelido que ele me deu me reviveu e fez senti abraçado. Suas palavras me abraçaram, não sentia mas o frio, só havia calor, e o medo que me abateu ao ver suas cicatrizes.

 

Aceitar para mudar e não ser igual. estava repetindo estas palavras na minha mente como um mantra, como uma religiosa reza com seu terço a mão pedindo a quem estivesse ouvindo meu lamento era para que Katsuki me entende-se que me aceita-se como era, como sou em todas as minhas versões com meus medos que eram de uma infinidade aquela música escrita em poucos versos a tempos atrás expressava seu sentimento. Ao interpretará soube que seu medo era quanse tão palpável quanto o meu, mas mesmo assim o medo da ansiedade estava me corroendo.

 

Seria incerto ficar ao lado de Katsuki, seria o certo curar suas feridas. Seria o certo curar as minhas feridas, minha cabeça estava um completo caos. lembrei da mamãe que se afogou no seu sentimento presiso ficar apenas a 12 pés de profundidade não a 24 deste sentimento preciso ver o brilho do sol nas profundezas assim poderei subir e alcançar a superfície. 

 

Meus olhos levantaram da suas cicatrizes e foram ao seus olhos que me cegaram e nos beijamos. Sua boca sobe  a minha na mesma delicadeza que as flores de cerejeiras se soltavam da árvore e eram levadas pelo vendo até pousarem tranquilas no solo.

 

Seus olhos imprimiam amor um amor puro e líquido que iria servir da água que iria banhar meu sentimento . 

Fiquei inteiramente satisfeito por não ver pena no seu olhar. Assim como não havia no meu.

 

Quis sentir seu calor como senti naquele dia mais soube que não  era o momento.

Queria sentir novamente aquele efeito borboleta… então o olhei como quem procura algo queria mais daquela sensação estonteante. Talvez nesse momento meu vício esteja falando mais alto. 

 

Neste momento minha ansiedade gritou tudo tinha que ser perfeito. O deixei no quarto e sai tinha que ser rápido não iria demorar 5 minutos o disse que ia a cozinha mais ele não me deixou ir só não mesmo. Ficou abraçado a minha cintura enquanto botava os ingredientes na máquina de pão. Após programar e ligar ele disse — agora você pode ser meu. — virou meu rosto e uniu novamente nossos lábios. Antes de irmos para o quarto disse ao separar nossas bocas.

 

— não pensou que iria te deixar só a pau e água, não é mesmo. — sorri descaradamente para a pequena brasa a minha frente.  Katsuki não contou conversa pós as mãos em baixo da minha axila e me carregou minhas pernas foram em volta a sua cintura suas mãos nas minhas coxas as apertando. 

 

E me pós na cama e acariciou meu corpo dando beijos em toda minha barriga apenas, a indecisão me correu e o chamei — para, para, Katsuki. — me olhou como se procura-se oque fez de errado. E fora mais para perto de mim não perguntou esperou que falasse.

 

Abri o jogo com ele falei dos meus medos de onde estava, e que não queria nunca mais ficar longe dele. do meu medo de eu mesmo o afastar, que não queria viver naquele sonho se fosse para depois ser acordado e cair numa escuridão infinita, que não queria que ele fosse infeliz por ficar com alguém como eu. Eu já estava a beira de uma crise de ansiedade meu peito subindo e descendo o enjoo na porta da garganta o suor o tremor até que senti uma calma as mãos dele estavam nos meus ombros e ele disse vamos ser como pinguins deku vamos ser como calotas de gelo que só caem e deterem no oceano .

 

Era de entendimento geral que pinguins só tinham um parceiro, e kalotas de gelo na antártica que quando caem de uma vez e se perdem se esvaem no oceano .  Ele com poucas palavras quis dizer que, nosso sentimento não ia se despedaçar e que eu seria seu único parceiro, uma lágrima de alegria rolou pelo meu rosto e foi  amparada pelo seu dedo fazendo um movimento perfeito para a limpar e disse — espero que está lágrima seja de alegria olhando para baixo para ver melhor meu rosto senti seus dedos no meu queixo levantando minha cabeça. E me beijou a testa  de forma calorosa e compreensiva . E estava certo ele estava tão apaixonado quando eu.

 

Mais o medo seria uma constante, minha vontade de melhorar imensamente maior que meu medo. iria ser completo completamente empenhado a este loiro a minha frente. 

 

Sua mão veio a minha face e dele aproximou nossas bocas as unindo como uma só nós unindo como um só. Senti suas mãos nos meus cabelos ele estava diferente mais quente mais vivo doque nunca e me tirou a camisa senti suas mãos no meu peito os apertando a sua Palma, logo desceu um caminho solitário até minha barriga pousando na minha cintura nos aproximando mais e depois a minha bunda. Estava encantando com suas nuanças agressivas, e carinhosas… eram como um do e um fa tocadas suavemente. Sua boca estava passando no meu pescoço e suas mãos no meu corpo me causando arrepios me causando sensações que nunca sentirá aquecendo meu corpo como um lampião ele era meu querosene, ele era meu lince. 

 

Estava estático, deixando ele fazer oque quisesse de mim não por não estar gostando e sim estava tanto que tinha medo de uma ação estragar tudo. Tinha medo de um toque meu o afastar logo ele me olhou curioso e disse no meu ouvido enquanto conduzia minha mãos até o corpo dele — me toca deku — aquelas palavras foram simples mais me fizeram o ver da quela forma naquele efeito borboleta me fez querer me atar a ele para todo sempre e perdi a vergonha que estava, o medo que tinha de o partir. 

 

 

Abri os olhos ele já estava sem camisa minhas mãos foram até sua barriga tateando cada parte como se quisesse gravar seu corpo na minha memória estava fazendo um mapa do seu corpo na minha memória.  Sentimento como ele disse me senti completo. E o completei, Como alguém pode trazer tantos sentimentos junto a si. Como alguém pode ser tão completo ele me traz paz, amor, tesao, perto dele os ponteiros do relógio corriam de modo frenético para me afastar dele a qualquer momento o universo contra mim e eu nadando contra a correnteza. 

 

— Katsuki — o levantei com minhas mãos ele estava quase tirando minha bermuda. Eu queria  sentir seus lábios, como se meu ar estivesse ali. O molhado da sua boca quente me preencheu sua língua estava acariciando a minha correndo cada parte da minha boca e senti ele fazer um movimento e sugar a minha língua , depois meus lábios suas mãos foram até o cos da minha bermuda a tirando ele estava no fa e agora no do enquanto acariciava minha entrada com a sua língua as abrindo minha bunda com a mão me pós de costas na parede e ouvi sua voz. — Empina para mim — e obedeci, o obedecia como um cão fiel adestrado. E novamente senti o encaixe perfeito do nosso corpo se fez. E agora as notas se formaram suaves e sensuais. A pressão das suas mãos sobe meu quadril nossos gemidos fazia coro para a melhor música inédita já tocada. Não era uma música que encaixara em qualquer casal era algo nosso só nosso algo que amávamos ouvir nossos gemidos misturados.

Suas mãos foram até meu membro solitário ereto e o tocou fazendo novas notas surgirem novos refrões até que chegamos na estrofe final e sujei sua mão com os últimos cânticos ele ainda não tinha acabado mais nosso dueto ainda estava lá fazia a segunda voz e logo ele acabara, senti seu gozo quente me preenchendo o último do dele o último de agora. 

Logo estávamos no banho ele cuidava de mim, ele me acariciava de forma diferente, cada toque seu era inédito. 

E ouvi uma palavra inédita a frase que seria minha favorita que era também um pedido 

— namora comigo deku. — fiquei estático não esperava por isso agora. Ele me olhou curioso para saber minha resposta é completou — eu sei como começamos sei oque ouve em toda nossa história mais quero que seja oficial. 

Meu corpo estava em euforia e o respondi — sim,sí,ui, yes, respondi em todas as línguas que conhecia  para que ele entendesse. Seus olhos brilharam para mim — nós éramos crianças passamos por tanto e olha onde estamos agora. Como expressar a minha felicidade agora será que existe palavras ou só ações para as por para fora. 

Ouvimos o bep da máquina o pão estava fresco ele me seguiu até a cozinha tirei do forno deixei esfriar e ele me olhava curioso . Fazia um patê de atum 

— que lindo deku , estou pesando você vai me deixar desacostumado. Um dia me deixe a pau e água. — disse sorrindo 

— jamais — falei largando tudo encima da pia pegando suas bochechas e dando um beijo

— eu te prometo kacchan nunca vamos cair na monotonia. Meus dias com você sempre serão assim. Quentes como o verão entendeu. Mas penso em seu pai. — vi Katsuki torcer o rosto

 

— iremos falar com ele se ele achar ruim problema dele, ele que me deserde. Hum. 

— tá maluco comeu chumbinho. E seu pai e sua mãe — disse puxando sua orelha 

—mas agora é diferente deku, sabe acho que ele gosta de você um pouco, ou não entendia porque nós afastamos sempre pedia para cuida-se de você… sabe como nossos pais eram amigos. Acho que ele sentia pena de você sozinho. Depois de tudo sabe. Vamos ficar bem ele só não quer que você se machuque por isso me tratou diferente. Por isso me puniu do jeito dele pelo que disse na escola. 

— acho que devemos falar com os dois. — voltei a fazer os sanduíches e dei o dele. Comemos e deitamos na cama dormimos abraçados.

 

Katsuki 

 

 

Não sabia que horas era aquela mais ouvia batidas na porta de um jeito bem insistente e a voz da, da mamãe aí Jesus o papai quando não lida comigo ele reclama para mamãe! e a bruxa e como um navio sem freio na velocidade máxima passando por um ice bergue e eu seria o ice berg 

Meu deus meu pai a fez voltar da Itália não é posivel, vi izuku levantar cosando os olhos.  E me olhando 

— e a voz da mitsuki — me perguntou 

— infelizmente e falei abaixando a cabeça 

— espera eu me vestir 

— esperar ela vai derrubar a porta ela sabe oque estávamos fazendo ou imagina não adianta nada fingir , e se não souber vai puxar minha orelha até eu falar, deus sabe porque virou jornalista poderia ser advogada tranquilamente. Faz qualquer um falar a bruxa. — levantei e sai a abrir a porta.

E foi certeiro suas mãos estavam na cintura e seus pés a bater no chão de forma frenética seu olhar fixo e mim a ela estava brava como uma onça, depois olhos para izuku que pós uma bermuda…

Só ouvi uma palavra da sua boca  — Katsuki bakugou— ela pegou minha orelha como quem tenta arrancar um coco do coqueiro e me afastou para dentro ainda com uma das mãos na cintura. E izuku estático.

Dizem que depois da tempestade vem a calmaria o ditado coreto comigo e tempestade calmaria, e depois outra tempestade que no caso era a mamãe. 

Este dia vai ser difícil pensei. Achei que iria resolver isto primeiro com o papai mais ele chamou a cavalaria.

 

 


Notas Finais


E aii pessoas estou postando do celular. quem não salvou a arte para vir direto pro celular eu geralmente posto do iPad lá q faço as artes e a deste capítulo tá linda jaja atualizo jaja ponho :) quando chegar na mi casa.
Tão gostando.
O Spirit voltou ao normal agora de manha q foi quando chequei


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