História Uma Delicia na Máfia-Os Mafiosos - Capítulo 8


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Máfia, Romance
Visualizações 9
Palavras 729
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - Meu azar me ama


Fanfic / Fanfiction Uma Delicia na Máfia-Os Mafiosos - Capítulo 8 - Meu azar me ama

Ellen Tairone

     Eu assino os papéis. O senhor pede para que eu o siga, entramos no elevador e seguimos para o quadragésimo nono andar.    Ele me entrega uma lista de roupas permitidas e outra lista de roupas usadas em cada ocasião da empresa. Ele da uma olhada no meu contrato e ergue a sobrancelha.

      -Aqui diz que a senhora começa segunda-feira no escritório de New York.

     Eu o olho e olho para o contrato novamente.

     -Vaga de secretária pessoal do CEO, começo segunda-feira em.......New York.

     Olho para o senhor e novamente para o contrato.

     -A empresa paga a viagem para lá? -pergunto       

     -Sim senhorita, pagamos também a passagem da família, mas precisamos do documento das pessoas envolvidas. Pode também levar outros tipos de pessoas com a senhora, mas terá que ser descontado cinco porcento do seu primeiro salário por pessoa. Cada pessoa representa cinco porcento, e sinceramente falando, não faz nem cosquinha no bolso. Nossa empresa possui muitos benefícios que ajuda a economizar. -Senhor

 

Eu sorrio para ele e vou para casa.

     Chego em casa e vejo Maria e Hayle jogadas no sofá se acabando na pipoca e assistindo “A MÁSCARA DO ZORRO”.  Eu me jogo no chão ao lado delas e tiro o volume.

-Meninas, o que acham de morar em New York?

     Maria olha para mim com cara de sonhadora.

-Eu ficaria muito feliz em ir, com Nicolae.

-Eu nem reclamaria em ir com Cameron e todas vocês.

Eu empino o nariz.

-Consegui um emprego em New York e posso levar vocês todos comigo.  A empresa tem um condomínio para funcionários e suas respectivas famílias habitarem. Mas teremos que ir segunda. Topam?

Elas gritam juntas.

- Boraaaa!!!!

     Nos mudamos voando para New York, fizemos uma bagunça no avião e Hayle vomitou na decolagem e aterrissagem. Maria quis continuar morando comigo, Hayle mora com Cameron e Nicolae mora sozinho.

     Maria não quer avançar na relação deles. Mas odeio quando transam de noite e a cama dela fica batendo na parede. São exatamente 2:30 da manhã, e a porra da cama dela está batendo na parede.

-Arrumem um motel, porra. Amanhã é meu primeiro dia e ninguém deixa eu dormir nesse cacete!

      Os barulhos param e eu durmo que nem bebê.

      O despertador me acorda para que eu me arrume. Faço minha higiene matinal e abro a porta do meu closet pegando um conjunto que amo.

     Visto uma blusa social branca, uma saia lápis preta e uma meia calça com cinta liga. De frente para o espelho, avalio minhas roupas e passo meu batom da coragem (vermelho). Maria bate palma e eu giro para ela. Olho o relógio e vejo que só tenho quarenta e cinco minutos para chegar. Saio de casa correndo e entro no primeiro táxi que vejo. Subo para a sala do CEO para me apresentar. Dou três batidinhas na porta e escuto uma voz dizendo para entrar.

     O CEO está de costas falando ao telefone, eu me sento e espero ele finalizar. Ele é elegante, seus cabelos negros lisos eram bem rentes a nuca. Ele desliga o celular e se senta na sua cadeira. Eu olho seu rosto e o acho extremamente familiar. Quando me lembro dele, minha cara assume um tom roxo.

 

- Você deve ser a senhorita Vitale.

     O fato dele usar meu nome de solteira me assustou. Eu costumo usar o sobrenome Tairone que adquiri com meu casamento com Hector.

-Sim senhor, sou Ellen Vitale.

     Ele gira o anel ao redor do dedo e me encara.

-Sou Alejandro Salvatore. A senhorita já me conhece, porém não fazia idéia do meu nome e cargo.

Eu ouvi direito ou esse babaca me chamou de interesseira?

-Senhor Salvatore, era meu aniversário de vinte e sete anos e eu fui comemorar. Meus amigos e eu estávamos bêbados e apostamos. Foi onde dancei para o senhor, mas o que nunca mais vai acontecer.

     Ele me sorri maliciosamente e responde na cara de pau.

-Lhe dou um mês para implorar gritar meu nome por essas paredes.

-Sou sua secretária e não sua prostituta. Agora me dê licença que eu tenho trabaljo para fazer.

     Saio pisando duro da sua sala fula da vida e entro na minha. Penso na sua frase ridícula.

Lhe dou um mês para implorar gritar meu nome por essas paredes.”

     -E eu lhe dou um mês pra se tocar que é um otário.

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...